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Meta troca Nvidia por chips próprios da Amazon e acende nova disputa no mercado de inteligência artificial

6 Comentários🗣️🔥 Meta fechou acordo com a Amazon para usar milhões de processadores Graviton, desenhados pela própria nuvem da companhia, em suas infraestruturas de inteligência artificial, conforme revelou o TechCrunch. O movimento marca a entrada das CPUs da Amazon na corrida global por processamento, até aqui dominada por GPUs da Nvidia. A diferença técnica é […]

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Foto: techcrunch.com / Divulgação

Meta fechou acordo com a Amazon para usar milhões de processadores Graviton, desenhados pela própria nuvem da companhia, em suas infraestruturas de inteligência artificial, conforme revelou o TechCrunch. O movimento marca a entrada das CPUs da Amazon na corrida global por processamento, até aqui dominada por GPUs da Nvidia.

A diferença técnica é crucial. Enquanto GPUs ainda são preferidas para o treinamento de modelos, as novas aplicações de IA — especialmente agentes autônomos que realizam raciocínio e coordenação em tempo real — exigem outro tipo de chip. O Graviton, baseado na arquitetura ARM, foi otimizado para essas tarefas de inferência e deve reduzir custos energéticos e de latência em larga escala.

Com o acordo, Meta devolve parte de sua carga de trabalho para a Amazon Web Services, após ter comprometido US$ 10 bilhões em contrato de seis anos com o Google Cloud. A Amazon aproveitará o volume da operação para conter a demanda crescente por seus chips Trainium, já bloqueados por contratos exclusivos com a Anthropic, avaliado em US$ 100 bilhões ao longo de dez anos.

A realocação de poder entre gigantes norte-americas reforça uma disputa concentrada que deixa o Sul Global dependente de uma tríade de provedores. Enquanto isso, China avança em arquiteturas próprias, como os modelos DeepSeek e Qwen, e países dos BRICS — a exemplo do Egito, que inaugurou hub regional de IA — buscam alternativas para reduzir a vulnerabilidade tecnológica frente à hegemonia das Big Techs.

Para o Brasil, o recado é claro: a soberania computacional exige não apenas acesso a chips, mas também controle sobre nuvens públicas e frameworks abertos. Sem infraestrutura nacional, o país corre o risco de ser mero consumidor da segunda geração de chips de IA, servindo como laboratório periférico de extração de dados e energia digital.


Leia também: Gigantes americanas da IA tremem com chegada iminente do Deep Seek V4


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Sgt Bruno 🇧🇷

24/04/2026

Ah, pronto, mais uma dessas gigantes brincando de Deus com chip e inteligência artificial. Mas quero ver quando faltar energia e o servidor cair, se vão chamar o Elon Musk pra consertar. Selva! Esses comunistas de silicone que se cuidem, porque a tecnologia também pode virar contra eles.

    Jeferson da Silva

    24/04/2026

    Ô Bruno, comunista de silicone é ótimo! Mas te digo, companheiro: o problema não é faltar energia, é faltar salário e direito pra quem rala fabricando esses chips enquanto os bilionários brincam de gênio.

    Francisco de Assis

    24/04/2026

    Ô Bruno, comunista de silicone é ótimo, viu? Mas relaxa, meu caro — enquanto esses bilionários brincam de Deus, o Brasil tá é investindo pra ter soberania tecnológica de verdade, sem ajoelhar pra gringo nenhum.

Lurdinha Deus Acima de Todos

24/04/2026

Ih minha gente, tão trocando os chips e daqui a pouco trocam a gente por robô! 🤖🙏🇧🇷

    Rubens O Pescador

    24/04/2026

    Ô Lurdinha, robô nenhum vai querer fazer fila no SUS ou viver de bico, viu? O problema não é o chip, é quem tá no comando — quando o povo governava, tinha emprego e feijão no prato, não medo de máquina.

    Augusto Silva

    24/04/2026

    Calma, Lurdinha! Se depender do ritmo da ciência brasileira, o robô ainda vai pedir pra gente ensinar a fazer um cafezinho antes de nos substituir.


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