O presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, denunciou as tentativas de adversários externos de minar a economia do país por meio de ações sistemáticas.
Pezeshkian acusou diretamente os Estados Unidos e Israel de conduzirem ataques contra infraestruturas vitais da República Islâmica. Essas ofensivas visam desestabilizar setores estratégicos e comprometer o progresso nacional.
O presidente relatou que indústrias importantes foram alvo de ofensivas durante período de confrontações associado à tentativa de enfraquecimento econômico. A resposta coordenada entre governo e população impediu que os objetivos fossem alcançados.
Pezeshkian defendeu a promoção de uma cultura de poupança entre os cidadãos como forma de aumentar a resiliência nacional. Ele também destacou a importância do gerenciamento adequado das expectativas da opinião pública diante das pressões externas.
A atração de investimentos externos e internos surge como elemento central para o desenvolvimento sustentável do Irã. Pezeshkian afirmou que sua administração mantém foco especial nas necessidades das camadas mais vulneráveis da população.
O compromisso com a justiça social guia as políticas econômicas do governo iraniano. O presidente considera essencial que o planejamento priorize sempre o bem-estar coletivo.
De acordo com o portal Mehr News, Pezeshkian conclamou organizações não governamentais, assembleias religiosas e diversos grupos sociais a se engajarem na defesa econômica do país. O presidente reforçou que esse esforço coletivo é indispensável para a construção de uma economia robusta e soberana.
Ele apelou para que o povo iraniano se mantenha unido frente às conspirações externas. Essa coesão seria a principal ferramenta para preservar a soberania do Irã contra interferências de Washington e Tel Aviv.
A postura de Pezeshkian ilustra a estratégia de Teerã de fortalecer sua economia interna mesmo sob intensa pressão internacional. O líder reafirmou o caminho da resistência como resposta às medidas coercitivas aplicadas contra o país.
O discurso reforça que a República Islâmica não recuará diante de ações hostis promovidas pelo eixo EUA-Israel. Pezeshkian concluiu que o planejamento interno e o apoio popular garantem a capacidade de superação dos desafios impostos de fora.
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