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Lula recebe Bachelet no Planalto e reafirma apoio à candidatura dela para chefiar a ONU

8 Comentários🗣️🔥 Ilustração editorial sobre Lula recebe Bachelet no Planalto e reafirma apoio à candidatura dela para chefiar a ONU. (Ilustração: Cafezinho / Flux Pro) O presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu a ex-presidente do Chile Michelle Bachelet no Palácio do Planalto e reafirmou publicamente o apoio do Brasil à candidatura dela para o […]

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Ilustração editorial sobre Lula recebe Bachelet no Planalto e reafirma apoio à candidatura dela para chefiar a ONU. (Ilustração: Cafezinho / Flux Pro)

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu a ex-presidente do Chile Michelle Bachelet no Palácio do Planalto e reafirmou publicamente o apoio do Brasil à candidatura dela para o posto de secretária-geral da Organização das Nações Unidas. Em declaração nas redes sociais após o encontro, Lula qualificou Bachelet como uma candidata de peso, destacando sua trajetória única de dois mandatos à frente do governo chileno e passagens de destaque em organismos multilaterais.

A ex-presidente chilena acumula experiências raras no cenário internacional: liderou a ONU Mulheres e ocupou o cargo de Alta Comissária das Nações Unidas para os Direitos Humanos. Essas funções, segundo Lula, a credenciam plenamente para assumir o comando da organização.

Bachelet, de 74 anos, tem uma trajetória política marcada pela resistência à ditadura chilena e pela defesa sistemática dos direitos humanos ao longo de décadas. A candidatura foi lançada no início de 2026 com o endosso conjunto de Brasil, Chile e México, configurando uma frente latino-americana inédita em torno de uma única postulante.

O apoio chileno foi retirado após a mudança de governo em Santiago — o atual presidente do Chile não manteve o respaldo à compatriota. Brasil e México seguem como os principais patrocinadores da campanha de Bachelet junto aos demais membros do Conselho de Segurança e da Assembleia Geral da ONU.

A disputa pelo cargo ganha urgência porque o segundo mandato do atual secretário-geral, o português António Guterres, se encerra em 31 de dezembro de 2026. O processo de seleção e aprovação do sucessor precisa ser concluído ainda este ano, tornando as articulações diplomáticas em curso particularmente sensíveis ao calendário.

Pela lógica de rotatividade regional historicamente observada na ONU, há uma expectativa consolidada de que o próximo secretário-geral seja oriundo da América Latina ou do Caribe. Isso reforça a posição de Bachelet como favorita da região.

Sua eventual eleição representaria um marco sem precedentes: nenhuma mulher jamais ocupou o posto mais alto da organização desde sua fundação, em 1945. Durante o encontro no Planalto, Lula e Bachelet discutiram a necessidade de reformas estruturais na ONU para torná-la mais representativa e capaz de responder às crises globais contemporâneas, conforme relatou a Agência Brasil.

Os dois líderes convergiram no diagnóstico de que o atual modelo de governança global precisa ser atualizado para dar mais voz às nações em desenvolvimento, especialmente em um momento de reconfiguração das alianças internacionais.


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Luciana

12/05/2026

Ah, Lula recebendo Bachelet para apoiar candidatura dela a chefiar a ONU… Enquanto isso, o gás de cozinha subiu de novo e o juros do meu cartão tá comendo metade do lucro da loja. Podiam gastar esse tempo resolvendo o preço do botijão em vez de brincar de diplomacia.

Eduardo C.

12/05/2026

Lurdinha, a ONU tem 193 estados-membros e nenhum artigo da carta permite “fechar igrejas”. Antes de soltar um “amém” alarmista, mostre os dados da sua tese. Liberdade religiosa no Chile durante o governo Bachelet: intacta. Fatos ou fé, essa é a conta.

Lurdinha Deus Acima de Todos

12/05/2026

Essa Bachelet vai querer fechar as igrejas do mundo inteiro agora que vai mandar na ONU?! 🙏🇧🇷😱 O fim está próximo, glória a Deus!

    Mariana Oliveira

    12/05/2026

    Lurdinha, com todo respeito, acho que seu medo é fruto de um pânico moral que não encontra respaldo na trajetória da Michelle Bachelet. Ela foi presidente de um país majoritariamente católico e nunca, em seus mandatos ou à frente do Alto Comissariado da ONU para Direitos Humanos, propôs fechar igrejas. Pelo contrário: a própria Declaração Universal dos Direitos Humanos, que Bachelet jura defender, garante no artigo 18 a liberdade de pensamento, consciência e religião. O que ela combate é o uso da fé para justificar violência ou discriminação contra mulheres, negros e LGBTs. Em “O feminismo é para todo mundo”, bell hooks insiste que justiça social não é inimiga da espiritualidade, mas sim do dogmatismo que oprime. Uma igreja que cuida do órfão e da viúva, como lembrou o João Batista ali em cima, não tem nada a temer de uma gestão comprometida com a dignidade humana.

    Não faltam exemplos concretos de como o fundamentalismo religioso — seja cristão, islâmico ou hindu — tem sido usado para barrar direitos reprodutivos, criminalizar a homossexualidade e silenciar mulheres. Bachelet, ao defender pautas como igualdade de gênero e reparação histórica, não está atacando a fé alheia; está atacando estruturas de poder que se escondem atrás de versículos para perpetuar desigualdade. Kimberlé Crenshaw, ao formular a interseccionalidade, nos mostra que opressões se cruzam: uma mulher negra e evangélica sofre racismo dentro e fora da igreja, machismo no mercado de trabalho e, às vezes, silenciamento na própria comunidade de fé. A ONU não quer fechar portas de templos; quer abrir portas para que todas as pessoas, independente de crença, tenham acesso a saúde, educação e vida digna.

    O “fim está próximo” que você menciona me soa como um profetismo que desvia o olhar das catástrofes reais: a fome que volta ao Brasil, o desmatamento que aquece o planeta, os juros que sufocam o pobre. Em vez de temer uma candidatura que historicamente defendeu direitos humanos, por que não cobrar que Lula use a diplomacia para pautar justiça climática e redução da desigualdade — temas que afetam tanto fiéis quanto ateus? A fé que move montanhas deveria nos unir contra a carestia, não contra uma mulher que dedicou a vida a ampliar a mesa. Gloria a Deus por termos líderes que lembram que o evangelho é libertador, não aprisionador.

    Célia Carmo

    12/05/2026

    Lurdinha, a ONU não é o grupo de oração da sua igreja pra fechar nada, para de viajar na maionese e vai ler um livro de história! #MenosPânicoMoral

Carlos Mendes

12/05/2026

Mais um circo eleitoral internacional bancado com nosso suor. Enquanto Lula brinca de diplomacia com a Bachelet, o Brasil quebra recorde de juros e desemprego. Cadê o apoio a quem realmente gera riqueza, o empreendedor que paga imposto e não pede cargo na ONU?

    Fernanda Oliveira

    12/05/2026

    Carlos, enquanto você defende o empreendedor que paga imposto, esquece que sem representação internacional forte a gente nunca vai avançar em pautas como igualdade de gênero e reparação histórica. Diplomacia não é circo, é luta por um mundo menos desigual.

    João Batista

    12/05/2026

    Carlos, o empreendedor que paga imposto e gera riqueza é importante, mas a Bíblia nos ensina que a verdadeira fé é cuidar do órfão e da viúva (Tiago 1:27). Diplomacia internacional não é circo, é buscar justiça para quem não tem voz, algo que o mercado sozinho nunca fará.


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