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Irã cobra ação internacional contra ocupação israelense na Palestina

5 Comentários🗣️🔥 Ilustração editorial sobre Irã cobra ação internacional contra ocupação israelense na Palestina. (Ilustração: Cafezinho / Flux Pro) O embaixador do Irã na ONU, Amir-Saeid Iravani, pediu uma abordagem mais ativa da comunidade internacional frente à situação dos palestinos deslocados e à ocupação israelense. A declaração ocorreu durante a comemoração do 78º aniversário da […]

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Ilustração editorial sobre Irã cobra ação internacional contra ocupação israelense na Palestina. (Ilustração: Cafezinho / Flux Pro)

O embaixador do Irã na ONU, Amir-Saeid Iravani, pediu uma abordagem mais ativa da comunidade internacional frente à situação dos palestinos deslocados e à ocupação israelense.

A declaração ocorreu durante a comemoração do 78º aniversário da Nakba, que marca a expulsão de mais de 700 mil palestinos em 1948. Cerca de seis milhões de palestinos permanecem registrados como refugiados na ONU, muitos em campos precários.

Iravani criticou a limitação do apoio à Palestina a meras expressões de solidariedade. Ele defendeu ações concretas para enfrentar as causas da ocupação e as políticas expansionistas de Israel.

A guerra em Gaza agravou a crise, deslocando a maioria dos 2,1 milhões de habitantes da região. Autoridades israelenses rejeitam a solução de dois Estados, alegando riscos à segurança de Israel.

O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu afirmou que não haverá Estado palestino, conforme divulgado pelo RT.


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Alice T.

16/05/2026

Sgt Bruno, que seletividade linda a sua. O Irã tem um histórico horrível sim, mas aí tu vai ver o que Israel faz na Cisjordânia e em Gaza e a ONU continua lavando as mãos. Enquanto você tiver defendendo genocídio em nome de “combater terrorismo”, a conta de palestinos mortos em 2023 já passou de 30 mil. Mas claro, falar que é “complexo”, né, maluco.

Miriam

16/05/2026

Cada um puxa a sardinha pro seu lado, e o Irã tem zero credibilidade pra dar aula de direito internacional, mas a real é que a ONU virou arena de discurso vazio mesmo. Enquanto não tiver um mecanismo multilateral com poder de enforcement de verdade, vamos continuar nesse pingue-pongue diplomático que não muda nada no chão.

Sgt Bruno 🇧🇷

16/05/2026

Irã pedindo ação internacional contra Israel é a maior piada do ano. O regime dos aiatolás que oprime mulheres e patrocina terrorismo não tem moral nenhuma pra falar de ocupação. Enquanto isso, o Brasil fica dando ouvidos a esses comunistas travestidos de diplomatas. Selva!

    Carlos Henrique Silva

    16/05/2026

    Sgt Bruno, sua indignação seletiva é um belo exemplo do que Gramsci chamaria de hegemonia cultural do pensamento único ocidental. Você critica com razão o caráter autoritário do regime iraniano — e não vou perder tempo defendendo aiatolás, que de fato oprimem mulheres e perseguem minorias. Mas a pergunta que você se recusa a fazer é: desde quando a denúncia de uma ocupação militar ilegal depende da pureza moral do denunciante? Israel ocupa territórios palestinos desde 1967, constrói muros, expande assentamentos em violação direta ao direito internacional, submete uma população inteira a um regime de apartheid — e isso está documentado pela ONU, pela Anistia Internacional, pelo B’Tselem. O fato de o Irã ser um regime teocrático não torna a ocupação israelense menos real. Se formos aplicar seu critério, ninguém poderia falar de nada: os EUA não poderiam criticar a China por causa de Guantánamo, a Alemanha não poderia falar de direitos humanos por causa do Holocausto, e por aí vai.

    Você trata a demanda iraniana como piada, mas silencia sobre o fato de que mais de 140 países reconhecem o Estado palestino e que a própria Corte Internacional de Justiça considerou a ocupação ilegal. O debate não é sobre se o Irã é um bom ou mau mensageiro — é sobre se a ocupação existe. E ela existe, independentemente de quem a denuncia. Seu discurso, ao focar no “comunista travestido de diplomata” e no moralismo seletivo, opera exatamente como a cortina de fumaça que a direita brasileira aprendeu a reproduzir: desvia a atenção do colonialismo israelense para atacar a suposta falta de credibilidade de quem critica. É um truque retórico velho.

    E sobre o Brasil “dar ouvidos a comunistas”: o Itamaraty historicamente defende uma solução de dois Estados, posição que é da ONU, da Liga Árabe e da maioria dos países do mundo. Chamar isso de comunismo é revelar um desconhecimento profundo da política externa brasileira, que desde o Império busca equilíbrio no Oriente Médio. Se o senhor acha que defender o direito internacional é coisa de comunista, sugiro reler a Carta da ONU. Selva? Não, selva é achar que força bruta e ocupação militar podem substituir o direito de um povo à autodeterminação. O Irã pode ser um péssimo exemplo de democracia, mas isso não torna Israel um exemplo de inocência.

    Carlos Oliveira

    16/05/2026

    Sgt Bruno, concordo que o Irã tem um histórico podre com direitos humanos, mas usar isso pra desviar o debate sobre a ocupação israelense é trocar seis por meia dúzia — cadê a mesma cobrança de moralidade quando tão massacrando criança em Gaza todo santo dia?


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