O subdiretor de relações públicas da Força Aeroespacial do Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica do Irã, Ali Naderi, advertiu que qualquer novo ataque militar contra o país será respondido com uma força nunca antes vista. A declaração eleva o tom de alerta no Oriente Médio.
Segundo Naderi, se os inimigos recorrerem novamente à ação militar, o método de confronto da República Islâmica será completamente diferente do testemunhado até agora. O porta-voz militar afirmou que os agressores enfrentarão uma nova face do poderio bélico iraniano no campo de batalha.
Naderi destacou que, após as últimas agressões de Israel e dos Estados Unidos, o Irã tornou-se mais forte e adquiriu melhor preparação. O método de combate, a proteção dos sistemas e a salvaguarda do pessoal na Força Aeroespacial foram aprimorados.
O subdiretor reforçou que as forças iranianas estão em prontidão máxima. Ele afirmou que o Irã não hesitará em responder a qualquer provocação externa.
Naderi garantiu que o arsenal iraniano permanece praticamente intacto, já que a maior parte dos armamentos não foi atingida em ataques anteriores. Todo o equipamento utilizado nos combates é produzido nacionalmente, resultado de décadas de investimento em soberania tecnológica.
Ele refutou as narrativas ocidentais de suposta paralisia industrial ou militar após os bombardeios. Naderi afirmou que os cálculos dos inimigos sobre o poderio de mísseis e drones do Irã estavam errados.
O militar concluiu expressando o desejo de que as circunstâncias não obriguem o Irã a demonstrar novamente seu poderio bélico. A mensagem é clara: o país não recuará diante de ameaças à sua integridade territorial e o custo de uma nova agressão será exponencialmente maior para os atacantes.
Leia mais sobre o assunto na actualidad.rt.com.
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Natailia
28/05/2026
O Irà some do mapa em 10 minuto se o Trump quiser.
Carlos A. Mendes
28/05/2026
Essa retórica do Irã é preocupante, mas previsível. Cada vez que um país ameaça com “resposta nunca antes vista”, a gente sabe que o próximo passo é mais tensão e mais risco de conflito. Enquanto isso, quem perde são os civis de ambos os lados. Será que ninguém aprendeu nada com os últimos 30 anos de guerras no Oriente Médio?
Eduardo Teixeira
28/05/2026
Concordo que o custo humano é trágico, mas enquanto o Estado iraniano gastar bilhões financiando milícias em vez de abrir sua economia, o povo é quem paga a conta. Menos regulação e mais comércio livre evitariam essa retórica barata.
Marta Souza
28/05/2026
Carlos, seu discurso humanista é bonito, mas ingênuo. No mundo real, são as sanções econômicas e o controle estatal que financiam essa retórica belicosa, não o mercado livre. Enquanto o Irã for uma teocracia centralizada, quem perde são os civis mesmo.
João Batista
28/05/2026
Marta, você tem razão em parte: nenhum sistema centralizado salva o povo — nem teocracias, nem mercados sem freios. O profeta Amós já denunciava os que vendem o justo por prata e o pobre por um par de sandálias, seja em impérios antigos ou em bolsas modernas. A questão não é escolher entre Estado forte ou mercado livre, mas perguntar: quem está no poder e a quem ele serve?
Carlos Mendes
28/05/2026
Blá, blá, blá. Mais um teatro do Irã para justificar a repressão interna e ganhar tempo nas negociações nucleares. Enquanto isso, o lobby petista no Brasil continua pedindo “diálogo” com esses aiatolás que financiam o terror.
Rodrigo RedPill
28/05/2026
Exato, Carlos. Irã é só mais um estado falido usando cortina de fumaça enquanto a esquerda brinca de “diplomacia”. Enquanto isso, meu portfólio de crypto só sobe — weak hands que perderam o trem do Bitcoin que lutem com a inflação.
Rubens O Pescador
28/05/2026
Carlos, o senhor vem com esse papo de teatro e lobby, mas se lembrar bem, no tempo do PT o Brasil sentava na mesa com qualquer país sem perder a dignidade, e o povo tinha o que botar no prato. Esse blá-blá-blá de aiatolá é cortina de fumaça pra esconder a fome que voltou.
Rick Ancap
28/05/2026
Irã promete resposta nunca vista? A mesma força que o estado tem pra te proteger: zero, a única resposta que eles sabem dar é mais miséria e menos liberdade.
Cíntia Ribeiro
28/05/2026
Rick, sua crítica ao autoritarismo iraniano tem mérito, mas reduzir toda ação estatal a zeros e miséria ignora que, em sistemas teocráticos como o do Irã, a própria lógica de poder se sustenta justamente na ausência de liberdade que você denuncia — o que torna a promessa de retaliação, ainda que retórica, um instrumento coerente dentro dessa estrutura.
Silvia D.
28/05/2026
Ah, Rick, sempre reduzindo geopolítica a um bordão de Twitter. Enquanto isso, o Irã tem um dos sistemas de saúde pública mais capilarizados do Oriente Médio – mas duvido que você queira ouvir falar de SUS por aqui.