A República Islâmica do Irã apresentou denúncia no Conselho de Segurança da ONU sobre as ações dos Estados Unidos no Estreito de Ormuz. O representante permanente do Irã na ONU, Amir Saeid Iravani, fez a declaração durante sessão dedicada à segurança da navegação na região.
Iravani afirmou que os EUA e seus aliados são responsáveis pelas crescentes tensões marítimas no Estreito de Ormuz. Classificou as ações estadunidenses como violações do direito internacional e atos de pirataria.
O diplomata iraniano denunciou a militarização progressiva do Estreito de Ormuz pelos Estados Unidos. Afirmou que a via marítima tem sido usada para respaldar ataques militares e transportar equipamentos bélicos contra o Irã.
Iravani acusou Washington de manter bloqueio marítimo ilegal contra o Irã. Detalhou que navios mercantes iranianos vêm sendo apreendidos ilegalmente e suas tripulações detidas em operações que violam normas internacionais.
A denúncia foi reportada pelo RT. O alto diplomata instou o Conselho de Segurança a condenar as práticas ilegais dos EUA e garantir a libertação imediata dos navios e tripulantes iranianos capturados.
Como principal Estado ribeirinho do Estreito de Ormuz, o Irã adotou medidas em conformidade com o direito internacional. As ações visam manter o trânsito seguro de embarcações e enfrentar ameaças à navegação.
A denúncia ocorre em momento de escalada das tensões no Oriente Médio. O Estreito de Ormuz, por onde transita um quinto do petróleo mundial, permanece no centro da disputa geopolítica entre Irã e Estados Unidos.
Com informações de ACTUALIDAD.
Leia também: Irã rebate EUA na ONU e classifica de ridícula pressão por resolução sobre o estreito de Ormuz
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Beto Engenheiro
29/05/2026
Pirata ou não, o fato é que 20% do petróleo mundial passa por ali. Se os EUA saírem, quem garante a passagem? Irã? Pode reclamar na ONU à vontade, mas no mundo real quem tem poder naval decide a pauta. Enquanto isso, o preço do barril sobe e a gente paga a conta.
João Santos
29/05/2026
Irã reclamando de pirataria? Mas é o mesmo regime que financia terrorista no Oriente Médio. Estados Unidos tem que garantir a navegação ali sim, senão vira terra de ninguém. Bandido bom é bandido preso, e esse governo aí é tudo menos santo.
Célia Carmo
29/05/2026
João, cê acha que os EUA são donos do mar? #ForaYankeesImperialistas, o Estreito é do povo, não da Exxon!
Ana Paula Conserva
29/05/2026
Mais uma prova de que o mundo precisa se voltar para Deus. Enquanto as nações brigam por poder e recursos, os valores cristãos são deixados de lado. Cadê o respeito à vida e à paz que tanto pregamos? Que o Senhor traga sabedoria aos líderes envolvidos.
Augusto Silva
29/05/2026
Ana Paula, com todo respeito, o Estreito de Ormuz movimenta 20% do petróleo do planeta, não a agenda de valores cristãos. Se o mundo dependesse de reza pra resolver conflito por recurso energético, a Arábia Saudita já teria virado república teológica e o preço do barril estaria em oração.