Segundo o Scmp, donald Trump confirmou no último domingo que o novo Air Force One, um Boeing 747 reformado, passará por um upgrade de sistemas de defesa antimísseis em cerca de um mês. A declaração ocorreu depois de o presidente americano ter trocado inesperadamente de aeronave durante uma viagem da Turquia para o Reino Unido, em meio à escalada de hostilidades com o Irã.
Segundo o South China Morning Post, Trump começou a usar o jato reformado em 1º de julho, após aceitá-lo como presente no ano passado e dar início a um processo acelerado de renovação. No entanto, em 8 de julho, ele abandonou o novo avião no trecho entre Ancara e Londres e voou num modelo mais antigo, classificando a mudança como uma viagem “pelos velhos tempos”.
Ao retornar da final da Copa do Mundo, em Nova Jersey, Trump foi questionado sobre a alegada falta de capacidade antimísseis do novo jato. “Ele tem muita capacidade”, respondeu. “Mas, pelo que entendi, em cerca de um mês vão enviá-lo para ser maximizado.”
Especialistas ouvidos pelo veículo expressaram preocupação com a velocidade das reformas, sugerindo que o avião pode não ser tão seguro quanto o anterior. A situação levanta dúvidas sobre a prioridade dada à segurança presidencial em meio a tensões geopolíticas crescentes.


Zé Trovãozinho
20/07/2026
É preocupante que uma aeronave que já custou bilhões aos contribuintes ainda precise de upgrades básicos de defesa. Se o próprio Trump admite que o sistema antimísseis está incompleto, fica a dúvida: quantos outros sistemas críticos foram entregues pela metade? A troca de avião no meio de um voo da Turquia mostra que o risco é real, e não apenas teórico.
Maria Silva
20/07/2026
O Trump pelo menos tem hombridade de admitir quando o trem sai meia-boca, coisa que estadista brasileiro não faz nem na marra. Agora, gastar rios de dinheiro público num avião que já nasce capenga na proteção é o retrato da ineficiência estatal. Alguém vai me explicar por que o contribuinte precisa bancar upgrade de defesa antimíssil que já deveria vir de fábrica? Ou vamos esperar o Irã ensinar a lição na prática?