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Percepção de vitória: 55% dos brasileiros já apostam em Lula contra apenas 25% que veem Flávio Bolsonaro como vencedor em 2026

5 Comentários🗣️🔥 Mais do que uma corrida eleitoral apertada, a disputa presidencial de 2026 começa a mostrar um fosso na percepção pública sobre quem tem chances reais de vencer. A mais recente rodada da pesquisa Genial/Quaest, divulgada em 15 de julho, revela que 55% dos brasileiros acreditam que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva […]

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REPRODUÇÃO

Mais do que uma corrida eleitoral apertada, a disputa presidencial de 2026 começa a mostrar um fosso na percepção pública sobre quem tem chances reais de vencer. A mais recente rodada da pesquisa Genial/Quaest, divulgada em 15 de julho, revela que 55% dos brasileiros acreditam que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sairá vitorioso das urnas em outubro, contra apenas 25% que apostam no senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) — uma distância de 30 pontos percentuais que expõe uma defasagem entre a intenção de voto propriamente dita e a crença do eleitorado sobre o desfecho da disputa.

O levantamento, encomendado pela Genial Investimentos, ouviu 2.004 eleitores em entrevistas presenciais realizadas entre os dias 10 e 13 de julho, com margem de erro de dois pontos percentuais e nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no TSE sob o número BR-07181/2026.

Lula recupera fôlego em todos os indicadores

Os números de intenção de voto também favoreceram o presidente nesta rodada. No cenário de segundo turno, Lula chegou a 45% contra 37% de Flávio — a maior vantagem registrada nas seis rodadas da Quaest ao longo de 2026, superando inclusive a distância medida em fevereiro (8 pontos) e revertendo a situação de abril, quando Flávio chegou a aparecer tecnicamente à frente. No primeiro turno, o presidente também ampliou vantagem, oscilando de 39% para 40%, enquanto Flávio recuou de 27% para 28% na simulação divulgada.

Pela primeira vez desde dezembro de 2024, a aprovação do governo Lula (48%) superou numericamente a desaprovação (47%) — dentro da margem de erro, mas um sinal simbólico relevante após meses de estagnação nos índices de popularidade.

A crise Bolsonaro joga contra Flávio

Parte da explicação para o novo fôlego do presidente está fora da própria gestão federal e dentro da disputa doméstica da família Bolsonaro. A pesquisa é a primeira a captar o impacto do desentendimento público entre a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e o enteado Flávio, em que ela afirma ter sido maltratada e humilhada pelo senador. O resultado: 42% dos entrevistados concordam mais com Michelle contra apenas 18% que dão razão a Flávio.

O episódio parece ter corroído justamente o público que Flávio mais precisava conquistar para ampliar sua candidatura além do núcleo bolsonarista mais fiel: a percepção de que ele é “mais moderado” que o resto da família caiu de 33% para 29%, e a intenção de voto nele entre a direita não bolsonarista recuou de 82% para 74% em apenas um mês. Some-se a isso a rejeição ao senador, que chegou a 57% — a mais alta entre os pré-candidatos competitivos e sete pontos acima da rejeição a Lula (50%).

Caso Master também pesa, mas menos

O outro fator testado pela pesquisa foi a operação da Polícia Federal contra o senador petista Jaques Wagner, aliado histórico de Lula, suspeito de receber propina para atuar em defesa do Banco Master no Congresso. Para 37% dos entrevistados, a investigação afeta “muito negativamente” a campanha de Lula; para 25%, o impacto é pequeno; e 22% acreditam que não há efeito algum. Ainda assim, 54% dos entrevistados disseram sequer estar cientes do caso — o que ajuda a explicar por que, ao menos nesta rodada, o desgaste não se traduziu em queda de popularidade do presidente.

Voto mais firme de um lado, mais volátil do outro

Um dos dados mais reveladores da pesquisa está na consistência do eleitorado de cada candidato. Segundo análise do cientista político Thiago Sussekind sobre os microdados da Quaest, o percentual de eleitores de Lula que considera seu voto “definitivo” subiu de 71% para 77% desde abril, enquanto o de Flávio caiu de 70% para 62% — uma queda que supera a própria margem de erro da diferença entre os dois candidatos. Ou seja: a base lulista está mais consolidada, enquanto o eleitorado de Flávio se mostra mais suscetível a mudar de ideia até outubro.

Apesar do desgaste, nenhum outro nome da direita — nem Ronaldo Caiado (PSD, 4%), nem Renan Santos (Missão, 3%), nem Romeu Zema (Novo, 2%) — aparece como alternativa competitiva capaz de superar Flávio Bolsonaro no atual tabuleiro eleitoral, o que reforça a leitura de que o bolsonarismo segue sem plano B viável para 2026, mesmo em meio à sua pior crise de imagem do ano.


Leia Mais: Lula consolida liderança na corrida de 2026 e abre 10 pontos sobre Flávio Bolsonaro

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Marco Paulo Valeriano de Brito

20/07/2026

PREZADA ANA PAULA CONSERVA, BOA NOITE!

Ana Paula Conserva não lamente por sua discordância.
Discordar é da democracia.
Não vejo qualquer problema em você ter discordado da minha opinião com o tema ‘O RIO DE JANEIRO AINDA PODE MUDAR’!
Só tenho a dizer que o único momento em que o PT – Partido dos Trabalhadores governou o Estado do Rio de Janeiro foi quando a Benedita da Silva governou o Estado do Rio de Janeiro entre abril de 2002 e 1 de janeiro de 2003.
Ela assumiu o cargo de forma definitiva após a renúncia do então governador Anthony Garotinho.
Contudo, os cariocas e fluminenses, nas eleições de 2002, optaram por eleger governadora a esposa do Garotinho, Rosinha Garotinho, que assumiu o governo do Estado do Rio de Janeiro em 2003.
Portanto, a bem da verdade, o PT só teve esse curtíssimo período governativo, com a nossa querida Bené, e o Psol jamais foi governo no ERJ.
Quanto a questão do aborto legal penso ser de forum íntimo das mulheres, e seus parceiros, bem como um direito de saúde individual e público, que o Estado (SUS) e a Iniciativa Privada Suplementar (Planos de Saúde) devam ofertar a assistência integral de forma ética-jurídica e assistencial-científica.
Todos e todas nós cidadãos e cidadãs, gestores, políticos, empresários, trabalhadores, seres humanos devemos respeitar à vida humana, animal e vegetal, condição sine qua non, pois integramos o meio-ambiente da Natureza da Terra.
Família (todos os modelos e tipos familiares) e a liberdade religiosa fazem parte do Estado Democrático de Direito e estão garantidos na nossa Constituição Brasileira de 1988.
Se entendermos que “valores cristãos” são superiores a quaisquer outros valores, religiosos, laicos, agnósticos e ou ateus, e nesse entendimento se acredite que outrens os estejam “relativizando”, isso busca a ruptura no Pacto Social, interfere no Estado Laico e reduz a importância de outras religiosidades e/ou fés, bem como quem não as tenha na Sociedade Brasileira.
Não tenho notícias que o PT e/ou o Psol agridam ‘valores humanos’, discriminem religiões e muito menos que esses dois partidos políticos tenham n’algum momento “trazido o caos” e/ou aumentado o que temos sobrevivido no Estado do Rio de Janeiro “governado pela direita política”, desde a eleição da Família Garotinho até a renúncia do bolsonarista Cláudio Castro, que ora vive um governo interino, sob a gestão do governador em exercício do Rio de Janeiro, o desembargador Ricardo Couto (Sem Partido Político).
Ele assumiu a liderança do Executivo fluminense de forma interina em 23 de março de 2026.
O meu desejo, caríssima Ana Paula, é que os/as eleitores/as fluminenses (cariocas) mudem isso na eleição de outubro de 2026.
Neste desejo, declinei a minha opção de voto e a minha resistência em votar no Eduardo Paes, um político de centro-direita, que apesar de ter sido um razoável alcaide para a cidade do Rio de Janeiro não tem como dizer que politicamente não esteve comprometido com a trajetória da direita carioca e fluminense.
Discorde à vontade, pois a opinião sincera, construtiva e respeitosa é valorosa para a Democracia.

Saudações Fraternas!

Marco Paulo Valeriano de Brito

João Augusto

20/07/2026

O fosso de 30 pontos entre a percepção de vitória de Lula e de Flávio Bolsonaro revela menos uma certeza eleitoral e mais a cristalização de uma hegemonia instável: o bolsonarismo, órfão de seu líder maior e sem um nome com densidade simbólica equivalente, parece não ter conseguido ainda traduzir sua base militante em capital político nacional. Gramsci nos lembra que a crise de autoridade é também uma crise de representação — e os 25% de Flávio sugerem que o espectro da direita radical vive um impasse de “tradução” de sua força social em projeto viável de governo. A questão concreta que fica é: esse favoritismo de Lula resistiria a uma deterioração mais aguda do poder de compra das classes populares, ou a herança benjaminiana de “tempestade do progresso” pode virar o jogo antes de 2026?

Letícia Fernandes

20/07/2026

A diferença de 30 pontos percentuais entre os que veem Lula vencedor (55%) e os que apostam em Flávio Bolsonaro (25%) sugere que, para a maioria, o bolsonarismo perdeu a aura de invencibilidade que tinha em 2018 e 2022. O núcleo duro que insiste no nome de Flávio, contudo, me parece menos uma convicção programática e mais um sintoma da dificuldade da direita brasileira em metabolizar a própria derrota eleitoral sem um líder carismático como o pai. A pergunta concreta que fica é: essa persistência na aposta em Flávio reflete uma estratégia real de poder ou apenas a teimosia de um eleitorado que recusa enxergar o esgotamento político da família Bolsonaro? Porque, do ponto de vista material, não há programa econômico ou legado de governo que justifique tamanha lealdade.

Marco Paulo Valeriano de Brito

20/07/2026

O RIO DE JANEIRO AINDA PODE MUDAR!

Francamente, sou sempre muito franco, agrade a quem agradar, doa a quem doer, o PT deveria fazer o mesmo no Estado do Rio de Janeiro.

Por que termos que votar no Eduardo Paes?

Temos muitos nomes do Partido dos Trabalhadores, em aliança UNIFICADORA de Centro-esquerda e Esquerda, que poderíamos lançar para o Governo do Nosso Estado do Rio de Janeiro.

Nunca escondi as minhas preferências, e para Governar o RJ seria muito bom uma dobradinha do Deputado Federal – PT – Lindbergh Farias (ex-prefeito de Nova Iguaçu/RJ e ex-senador da República pelo Rio de Janeiro, com mandato exercido de 2011 a 2019) e a Deputada Federal – PSOL – Taliria Petrone (3ª colocada na votação para Deputada Federal pelo RJ em 2022).

Até o dia 31 de julho de 2026, quiçá, poderemos corrigir mais esse equívoco da Esquerda no Rio de Janeiro.

Saudações Comunossocialistas Eco-Humanistas Petistas Fraternas!

Marco Paulo Valeriano de Brito

Duque de Caxias RJ, 20 de Julho de 2026.

    Ana Paula Conserva

    20/07/2026

    Seu entusiasmo pela esquerda é notável, mas lamento discordar: o Rio de Janeiro não precisa de mais PT ou PSOL, e sim de gestores que respeitem a vida, a família e a liberdade religiosa. Ideologias que promovem aborto e relativizam a moral cristã só trazem mais caos ao nosso estado.


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