Mais de 70% dos eleitores já estão decididos sobre o voto presidencial, diz DataFolha

Coronel afirma que Fiesp subornou general para apoiar golpe contra Jango em 1964

Por Redação

21 de dezembro de 2015 : 14h33

General Amaury Kruel, amigo e apoiador do presidente deposto, teria recebido US$ 1,2 milhão para apoiar movimento golpista. Após derrubada, então major foi cassado

por Luiz Muller, em seu blog

Comentário do Blogueiro: Com a mídia golpista que temos, sempre disposta a mentir e sabotar o Brasil, sempre é bom rememorar o passado que a mesma mídia esconde. A FIESP nas últimas Semanas resolveu se somar a intentona golpista do PSDB, do corrupto Eduardo Cunha e do Vice presidente Michel Temer. 

Em artigo de  Rodrigo Gomes, da Rede Brasil Atual, publicado 19/02/2014, que reproduzo abaixo, podemos ver que esta história golpista da FIESP não é de hoje.

O coronel reformado do Exército Erimá Pinheiro Moreira, de 89 anos, afirmou ontem (18) que a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) subornou o general Amaury Kruel para que ele se voltasse contra o presidente João Goulart, apoiando o golpe de Estado de 1964. Em depoimento à Comissão da Verdade da Câmara Municipal de São Paulo, o coronel afirmou ter presenciado o ex-presidente da Fiesp Raphael de Souza Noschese, na companhia de três homens, chegar a uma reunião com o general portando malas com US$ 1,2 milhão.

O general Amaury Kruel foi ministro da Guerra do ex-presidente João Goulart (1961-1964). Considerado fiel, foi designado ao comando do 2º Exército, em São Paulo. Goulart foi deposto, com apoio de Kruel, que no dia anterior ao golpe havia declarado publicamente que se o presidente não expurgasse “os comunistas de seu governo” ele não mais o apoiaria.

Porém, a história contada pelo coronel reformado revela que a mudança repentina de atitude do general Kruel pode não ter sido por questões ideológicas, mas econômicas.

Em 1964, Moreira era major-farmacêutico do Exército em São Paulo. No dia 31 de março, o coronel Tito de Oliva Maia, diretor do Hospital Geral Militar, procurou por ele e solicitou que emprestasse a sede do laboratório de análises clínicas, do qual Moreira era proprietário, para realizar uma reunião. Ali, Amaury Kruel receberia pessoas que não poderiam ser recebidas na sede do grupamento, nem no Hospital Militar.

Sem entender, o então major levou coronel Tito até o local, no bairro da Aclimação, centro da capital. Pouco depois Kruel chegou, acompanhado de cinco batedores. Mais alguns minutos e chegou ao local o então presidente da Fiesp, Raphael de Souza Noschese, acompanhado de três homens, cada um com duas malas.

Moreira estranhou as malas e, temendo um atentado, exigiu que fossem abertas. “Eram seis maletas. Eu estava com o general lá, com a vida garantida em meu laboratório. Podia ter ali uma bomba, um revólver, ou qualquer coisa que atacasse a gente e matasse o general”, explicou. “Eu mandei abrir as malas. Foi quando começou uma briga e eu vi que era só dólar, dólar, dólar, todas elas cheias de dólar. Amarradinho do banco.”

Segundo o relato, todos foram para o andar de cima. Menos Moreira e os batedores. Algum tempo depois Kruel chamou por ele e disse: – Põe estas maletas no porta malas do meu carro e traz a chave para mim.

“Não tive dúvidas. Fui lá, coloquei no carro, fechei e entreguei a chave para ele”, comentou. Segundo Moreira, coronel Tito lhe disse que havia US$ 1,2 milhão e que o dinheiro fora enviado pelo governo americano.

O hoje coronel reformado acreditava que se tratasse de dinheiro para ações contra o golpe. “O general Amaury Kruel esteve com a gente de manhã e disse uma coisa muito simples: O Goulart não cai. Eu morro, mas ele não cai. É meu compadre, nós somos amigos de infância. Fui posto aqui para garanti-lo.”

Ao voltar ao hospital, mais à noite, Moreira ouviu no rádio o pronunciamento de Kruel, colocando-se contra Goulart. Logo depois foi chamado pelo coronel Tito para uma reunião. “Ele disse assim: ‘Senhores, o general Amaury Kruel, mandou o coronel (de infantaria) aqui para saber se estão ao lado dele ou se estão contra ele. Porque ele acabou de aderir à revolução’”.

Para o presidente da Comissão da Verdade da Câmara, vereador Gilberto Natalini (PV), o depoimento de Moreira é “bombástico”. “Agora vamos sentar, analisar e levantar nomes possíveis para depor”, disse, em entrevista publicada na página da Câmara. “O que ele contou vai contribuir muito para a nossa linha de investigação – que é o financiamento civil da ditadura militar.”

Perseguição

Moreira relatou ainda que contestou o recebimento do dinheiro pelo general Kruel e acabou cassado. “De manhã, quando fui voltar ao trabalho, o general Tito me disse: ‘Major, você está em férias a partir de hoje. Vai para casa, pega família, vai viajar um pouco para melhorar essa cabeça sua’. Enquanto eu estive fora encenaram uma documentação falsa de que eu era subversivo e me cassaram.”

Os problemas não pararam aí. Moreira afirmou que o Departamento de Ordem Pública e Social (Dops) colocou uma banca de jornal na frente do laboratório dele para vigiá-lo. Depois disso, ainda teve de se mudar por conta das constantes difamações que sofria. “Eu tive de mudar de casa, ali do Cambuci, porque a minha mulher saia na rua e os vizinhos ficavam na janela da sala dizendo: ‘olha a mulher do comunista’.”

O coronel reformado afirmou durante o depoimento que nunca se envolveu com questões políticas. “Eu nunca fui comunista. Sou brasileiro nato, adoro meu país, nunca tive problema com político nenhum, nunca me envolvi em política”, disse.

Moreira foi anistiado em 1979, devido à Lei de Anistia, e conseguiu na Justiça o direito de ser promovido a ponto máximo da carreira, aposentando-se como coronel-farmacêutico.

Noschese, ex-presidente da Fiesp, morreu em 2000, aos 90 anos.

Em nota publicada em reportagem de O Globo, a federação afirmou que “é importante lembrar que a atuação da entidade tem se pautado pela defesa da democracia, do Estado de Direito e pelo desenvolvimento do Brasil”. Segundo a entidade empresarial, “eventos do passado que contrariem esses princípios podem e devem ser apurados”.

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56 comentários

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Carlos Alberto Jorge Patricio

23 de dezembro de 2015 às 10h21

A grande empresa brasileira sempre viveu dependendo de governos muito mais do que pela sua competência empresarial, e quando essa fonte de “oxigênio” fica ameaçada seus dirigentes entram em pânico, patrocinam golpes etc. Hoje por exemplo, com o Dollar na casa dos R$4,00, era hora de atacar o mercado externo para exportar, mas não, estão mais preocupados em sabotar o país. O governo da presidente é ruim, o primeiro mandato foi péssimo, mas há que se respeitar a democracia, afinal ela foi eleita pela maioria dos eleitores.

Responder

Fernando Hottum

23 de dezembro de 2015 às 02h15

Dinheiro da Cia

Responder

Milton Quadros

22 de dezembro de 2015 às 08h56

Na época não tinha CPMF para rastrear o dinheiro. O Golpe começou com malas de dinheiro e acabou com generais “´presidentes” de químicas e petroquímicas.

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Filho Servo Herdeiro Lima

22 de dezembro de 2015 às 03h08

Muitos já sabiam, mas a grande mídia não divulga.

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Clayton Figueiredo de Oliveira

22 de dezembro de 2015 às 00h53

Olha aqui o resultado de que a FIESP e a Mídia manipulam a verdadeiro verdade sobre a cobrança dos impostos no Brasil em comparação aos outros países.

Brasil Debate
Artigos
Róber Iturriet Avila e João Batista Santos Conceição
No Brasil, ricos pagam pouco imposto e convencem os patos

A cobrança de tributos conforma um relevante aspecto da relação do Estado com a sociedade. Ao longo da história, os papéis do Estado foram alterando, absorvendo cada vez mais funções sociais como saúde, educação, previdência, assistência social, políticas de moradia, para além das básicas como segurança, defesa territorial e mediação de conflitos.

Tais transformações não ocorreram por acaso e tampouco espontaneamente. O processo de acumulação extremamente desigual e a oligopolização da economia constituíram o caldo de cultura para que o sindicalismo e os partidos operários e trabalhistas reivindicassem direitos sociais e distribuição da riqueza por meio de ação do Estado. Isso se deu, sobretudo, após a crise de 1929 e a Segunda Guerra Mundial.

As políticas econômicas keynesianas, o aparelho estatal de oferta de bens e serviços e o sistema de bem-estar social do período 1945-1980 foram identificados, na crítica neoliberal, como elementos que traziam pesado ônus à situação financeira dos Estados.

Após 1980, essa “nova” sistematização de ideias foi implementada. Os resultados de tais políticas consistiram em fragilização dos sindicatos, ampliação das desigualdades, perda de direitos, descompasso entre variação salarial e produtividade do trabalho e ampliação significativa da participação do 1% mais rico na renda. Piketty (2014) quantificou essa concentração.

Presentemente, a disputa de ideias se dá, em grande medida, em relação ao “tamanho” do Estado, seus papéis e quem o financia. No Brasil, em 2013, 51,3% dos impostos recolhidos nas três esferas de governo tiveram origem no consumo de bens e serviços, 25,0% na folha de salário, 18,1% na renda, 3,9% na propriedade e 1,7% em demais impostos (1).

Quando é efetuada uma comparação com outros países, se observa que na Dinamarca e nos Estados Unidos, por exemplo, metade da arrecadação está centrada em impostos sobre a renda e lucros (gráfico 1).

No que tange à América Latina, os países que mais tributam renda e lucros são: Peru, Chile e Colômbia, representando, respectivamente, 39,9%; 35,8% e 33,5% da arrecadação.

Os impostos sobre patrimônio também são mais baixos no Brasil. Eles alcançaram 3,9% da carga tributária em 2013. Já no Reino Unido, na Colômbia e na Argentina os impostos sobre patrimônio representaram, respectivamente, 12,3%; 10,6% e 9,2% da carga total.

O Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), o Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU), o Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis (ITBI) e o Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCMD) representam, respectivamente, 1,7%, 1,4%, 0,6% e 0,2% da arrecadação brasileira.

A participação do Imposto Territorial Rural (ITR) é de 0,04%do total. Não passa despercebido que o Brasil é um país extenso, conformado por vastas áreas rurais.

O Imposto de Renda de Pessoa Física (IRPF) representou 2,7% do produto brasileiro em 2013. Nos países que integram a OCDE, esse valor corresponde a 8,5%, em média. Mesmo ao se comparar com países com níveis de renda semelhante, observa-se que no Brasil a relação é inferior. Na Turquia, por exemplo, é 13,5% e no México 13,6%.

Quanto às alíquotas marginais brasileiras, tanto a mínima, quanto a máxima estão entre as mais baixas. Desde 1998, a alíquota máxima, no Brasil, é de 27,5%. Já na Alemanha é de 45%, na Turquia é de 35% e no México é de 30%.

Além de alíquotas relativamente menores, no Brasil, é possível deduzir do imposto de renda as contribuições à previdência, despesas médicas, dispêndio com dependentes, pensão alimentícia, entre outros. Em 2013, as deduções foram de R$ 295,1 bilhões, 17,4% da arrecadação e 6,1% do produto.

Os 71.440 brasileiros mais ricos declaram deduções na ordem de R$ 100,1 milhões com dependentes, R$ 82,5 milhões com instrução e R$ 804,2 milhões em despesas médicas. No total, os abatimentos representaram uma média de R$ 13,8 mil por indivíduo. Desses mais ricos, 51.419 são os recebedores de lucros e declararam um patrimônio total de R$ 1,1 trilhão. Dessa maneira, a renda média individual anual é de R$ 4,5 milhões e a média patrimonial é de R$ 20,8 milhões por pessoa.

Os rendimentos isentos e não tributáveis somaram R$ 632,2 bilhões em 2013. Os 71.440 mais ricos obtiveram R$ 297,9 bilhões, dos quais R$ 196,0 bilhões estão isentos, 65,8% do total. O valor mais significativo dessa categoria provém dos lucros e dividendos distribuídos ao declarante e/ou dependentes. O total foi de R$ 231,3 bilhões. Cumpre frisar que no ano de 1995 a Lei nº 9.249 isentou a tributação sobre os dividendos.

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Dentre o grupo de 34 países que integram a OCDE, apenas a Estônia aplica o modelo de isenção sobre os dividendos. No Reino Unido, a alíquota é de 36,1%; no Chile, 25%; nos Estados Unidos, 21,2%; e, na Turquia, 17,5%. O México passou a tributar em 17,1% os dividendos em 2014.

Ao se efetuar comparações das alíquotas do imposto sobre herança e doação, observa-se que o desalinhamento persiste sob o aspecto de justiça fiscal. A alíquota no Reino Unido é de 40%. Em outros países, ela é variável: nos Estados Unidos, a média é de 29%; no Chile, 13%. No Brasil a cobrança de ITCMD varia de acordo com cada estado.

A alíquota média é 3,9%, porém, elas variam entre 1% e 8%, com faixas díspares. Países como Argentina, Colômbia, França, Índia, Noruega, Suécia e Uruguai adotam o Imposto sobre Grandes Fortunas (IGF), com alíquotas que estão entre 0,4% a 4,8%. O Brasil não cobra esse imposto.

Os direitos sociais no Brasil foram aprimorados na Constituição de 1988. Eles exigiram maior tributação. Assim como a Constituição, a configuração tributária brasileira não foi gerada espontaneamente. Ela representa interesses e o poder de segmentos da sociedade. Mesmo que haja uma constante tentativa de convencimento de que os ricos e os grandes empresários “pagam o pato”, ao se comparar os dados com outros países, observa-se o contrário. Os ricos no Brasil nunca pagaram o pato. Eles apenas convencem os patos que pagam.

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grafico2-receita-tributaria

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Notas

(1) Impostos indiretos são regressivos, pois sua incidência não têm como referência a renda, apenas o consumo. Não diferencia, portanto, os diferentes níveis de poder aquisitivo. A maior participação deste tipo de tributo vai de encontro ao princípio de equidade.

Referências

PIKETTY, T. Capital in the twenty-first century.Londres: The Belknap press of Harvard University press, 2014.

– See more at: http://brasildebate.com.br/no-brasil-ricos-pagam-pouco-imposto-e-convencem-os-patos/#sthash.xXjLYT2T.MsQ5NRs5.dpuf

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Gorila Man

22 de dezembro de 2015 às 00h34

Responder

Kika Zanon

22 de dezembro de 2015 às 00h19

e qdo vamos chegar as”forças ocultas” do jânio?

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Vitor Hugo Dewitt Pereira

21 de dezembro de 2015 às 23h35

Esta foto com Fuscas da década de 70 não tem nada ver com 1964 . Estranho e duvidoso !!?

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Vera Teixeira

21 de dezembro de 2015 às 23h03

(y)

Responder

Vera Teixeira

21 de dezembro de 2015 às 23h03

(y)

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Alvaro Freitas

21 de dezembro de 2015 às 21h45

Fiesp Fiesp tu tambem tem um pé na lama… nãp fiquem latindo muito…

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?ajro A?gusto

21 de dezembro de 2015 às 20h48

Esperavam o que da FiESP?

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Colchões Júnior Franco

21 de dezembro de 2015 às 20h31

O caráter de um (homem), se é que se pode chamar isso de homem, vale pouco de mais quando o assunto envolve dinheiro. Agora, qdo HOMEM, não há valor que o compre.

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Jorge Do Prado

21 de dezembro de 2015 às 19h32

Eu lembro muito bem do dep Zé Dirceu dizendo q impedimento ê constitucional.

Responder

Jorge Do Prado

21 de dezembro de 2015 às 19h32

Eu lembro muito bem do dep Zé Dirceu dizendo q impedimento ê constitucional.

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Carlos Carvalho

21 de dezembro de 2015 às 19h20

Hehe

Responder

Carlos Carvalho

21 de dezembro de 2015 às 19h20

Hehe

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Jorge Vasconcelos de Brito

21 de dezembro de 2015 às 19h00

Mais lama na luta ante comunista, da diradura!!

Responder

Jorge Vasconcelos de Brito

21 de dezembro de 2015 às 19h00

Mais lama na luta ante comunista, da diradura!!

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Cleiton Eduardo

21 de dezembro de 2015 às 18h39

Golpe? Estávamos a beira da guerra cívil.

Responder

Cleiton Eduardo

21 de dezembro de 2015 às 18h39

Golpe? Estávamos a beira da guerra cívil.

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Petralha Zuero

21 de dezembro de 2015 às 18h28

O general era um homem de valor,não se pode negar.

Responder

Petralha Zuero

21 de dezembro de 2015 às 18h28

O general era um homem de valor,não se pode negar.

Responder

Manoel Barboza

21 de dezembro de 2015 às 17h58

Quanta bandidagem!

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Raimundo Freitas Freitas

21 de dezembro de 2015 às 17h41

Ótimo! kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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Gf Andrezão

21 de dezembro de 2015 às 17h40

Aqui não vai ter golpe…!!

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Diana De Castro Teles

21 de dezembro de 2015 às 17h33

Apoiar golpe deve estar no estatutto da fiesp desde a fundacao ! E depois quem paga o pato e o povo !

Responder

Marra Stutz

21 de dezembro de 2015 às 17h30

Tudo que é ilegal, é ilegal. O golpe foi ilegal, imoral inconstitucional. Fruto de ações dos USA apoiada até hoje por bandidos.

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Lucia Kammer

21 de dezembro de 2015 às 17h29

Desenterrando defunto?

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    Daniel

    21 de dezembro de 2015 às 16h26

    Quem não lembra do seu passado está fadado a repetí-lo.

    Responder

Eduardo Benzatti

21 de dezembro de 2015 às 17h25

FIESP = Golpismo.

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Marco Espirito Santo

21 de dezembro de 2015 às 17h25

Nada mais que verdadeiro….e real.

Responder

Raphael Castelo

21 de dezembro de 2015 às 17h22

Leiam 1964, a conquista do estado, de renne armand dreifuss, que vocês verão como o empresariado se articula a favor do golpe!

Responder

Juliana Candido

21 de dezembro de 2015 às 17h22

Branca
Valeria Beatriz fuskinha fuskinha

Responder

Fernando Loureiro

21 de dezembro de 2015 às 17h20

Não sei o que teria levado Mark Zuckerberg a comprar o WhatsApp. Sei que ele esta dando uma canseira nas telefônicas e no Skype. Creio que ele e Bill Gates têm claro que, se são bilionários, é pq houve uma demanda que possibilitou tal acúmulo de capital e tentam equalizar tal fato. O que a Fundação Bill e Melinda Gates fazem na África não esta no gibi.
Não conheço nenhuma iniciativa do Senhor Jorge Paulo Lemann em prol da população do interior do nordeste brasileiro que enfrenta a maior crise hídrica dos últimos 5 anos.
Conheço a iniciativa do presidente da FIESP, Senhor Paulo Skaf, contra uma CPMF de 0,2%. É muita canalhice!!!!!

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Delbão Alencar

21 de dezembro de 2015 às 17h20

Convenhamos, poucas pessoas resistiriam a uma boa mala cheia de dólares… quanto mais seis! Eu mesmo conheço bem poucas kkkkkk.

Responder

Venturelli Borges

21 de dezembro de 2015 às 17h16

Depois que o cafezinho disse que o PT não pediu o impeachment de FHC, perdeu a credibilidade. E eu sempre votei no PT, mas mentira é foda!

Responder

    Diego Vieira

    21 de dezembro de 2015 às 17h19

    cala boca

    Responder

    O Cafezinho

    21 de dezembro de 2015 às 18h55

    ~sempre votei no Pt~ e ainda chama os outros de mentirosos

    Responder

    O Cafezinho

    21 de dezembro de 2015 às 18h55

    ~sempre votei no Pt~ e ainda chama os outros de mentirosos

    Responder

    O Cafezinho

    21 de dezembro de 2015 às 18h55

    Mostra um link ou doc com o Pt apoiando o impeachment

    Responder

    O Cafezinho

    21 de dezembro de 2015 às 18h55

    Mostra um link ou doc com o Pt apoiando o impeachment

    Responder

    Venturelli Borges

    21 de dezembro de 2015 às 21h03

    Cafezinho, não vou discutir com vc e nem brincar de mostra link. Vc já deu mole em relação a.propaganda dos deficientes físicos, agora tá errando no assunto do impeachment do FHC. Não utilize as mesmas armas do inimigo. Apenas um conselho.

    Responder

    Euripedes Benedito da Silva

    21 de dezembro de 2015 às 23h45

    acabou de mentir

    Responder

Gat Emerson

21 de dezembro de 2015 às 17h16

Apoiar o golpe em 2015 só faz confirmar tal afirmacao!

Responder

Americo Fagundes

21 de dezembro de 2015 às 17h11

O cafézinho o site mais safado do face deveria ser chamado o cafézes

Responder

    Diego Vieira

    21 de dezembro de 2015 às 17h20

    e vc ta fazendo o q aq? leitor do PIG

    Responder

    Americo Fagundes

    21 de dezembro de 2015 às 17h23

    Diego Vieira Va chupar um prego seu prego até virar taxinha

    Responder

    Daniel

    21 de dezembro de 2015 às 16h28

    Que bonitinho… o pirralho sabe fazer ataques ad hominem.

    Responder

    O Cafezinho

    21 de dezembro de 2015 às 18h56

    Coxinhas estão nervosinhos não ?

    Responder

    O Cafezinho

    21 de dezembro de 2015 às 18h56

    Coxinhas estão nervosinhos não ?

    Responder

    Americo Fagundes

    21 de dezembro de 2015 às 19h51

    Cafézes só fico nervoso quando falta dinheiro o resto quero que se exploda kkkkkkkkk

    Responder

    Americo Fagundes

    21 de dezembro de 2015 às 19h51

    Cafézes só fico nervoso quando falta dinheiro o resto quero que se exploda kkkkkkkkk

    Responder

    O Cafezinho

    21 de dezembro de 2015 às 20h00

    Bem vou banir

    Responder

    O Cafezinho

    21 de dezembro de 2015 às 20h00

    Bem vou banir

    Responder

Heloisa Reis

21 de dezembro de 2015 às 17h10

Agora querem nos enfiar um pato de goela adentro.

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