Análise em vídeo das manifestações do 2 de outubro e as vaias a Ciro

A louca cavalgada de FHC rumo à doença infantil do golpismo, por Ignacio Godinho Delgado

Por Redação

25 de dezembro de 2015 : 07h16

por Ignacio Godinho Delgado, no Diário do Centro do Mundo

Autor de uma obra que lidou com temas variados, Fernando Henrique Cardoso, na condição de sociólogo, ficou conhecido principalmente pela noção de desenvolvimento dependente e associado (também vinculada ao nome de Florestan Fernandes), com a qual definiu a trajetória do capitalismo latino-americano (Cardoso e Falletto, 1970). Nela, distinguia-se das concepções ligadas à CEPAL e à versão da teoria da dependência de Gunder Frank e Ruy Mauro Marini, que apontavam limites estruturais à dinamização do mercado interno nos países do continente, sinalizando para a estagnação ou mesmo o colapso do capitalismo na região. Cardoso, ao contrário, considerava que as articulações entre os diversos segmentos da produção capitalista eram capazes de conferir dinamismo ao mercado, não obstante sua tendência à concentração de renda.

No caso brasileiro, esse diagnóstico se conectava a uma percepção de que o empresariado industrial era incapaz de “ação concertada”, dadas as características da formação do mercado para a indústria no país (Cardoso, 1972). No estágio de internacionalização do mercado interno, com a penetração das multinacionais, tal empresariado, conquanto preservasse algum espaço econômico, ficava “enfeudado” às corporações multinacionais e ao Estado (Cardoso, 1975).

Num registro que hoje soa irônico, em 1974, Cardoso assinalava que o capitalismo dependente e associado forjara, “talvez pela primeira vez na história do Brasil”, a presença de “forças sociais como a massa trabalhadora urbana, os segmentos dos setores técnicos do funcionalismo e das empresas (…) a baixa classe média urbana, o estudantado universitário em expansão…”. E pontificava que “por trás destas forças (que poderiam formar no futuro, grosso modo, uma Partido dos Assalariados) existem os deserdados de sempre que (…) talvez possam, em aliança com o Partido dos Assalariados, constituir base social para uma Oposição” (Cardoso, 1975: 220).

Na década de 1990, Fernando Henrique Cardoso negou ter dito a frase “esqueçam tudo que escrevi”, a ele atribuída já na condição de presidente da República. Não era necessário mesmo negar. O que a teoria do capitalismo dependente e associado apresentava como um diagnóstico do processo de desenvolvimento capitalista, tornou-se, no governo de FHC uma prescrição e uma terapia para o que se convencionou chamar decrise do desenvolvimentismo. A referência à possibilidade de formação de um Partido dos Assalariados não era uma escolha, mas um juízo analítico. A escolha foi, em meio às orientações das agências multilaterais sobre asreformas de mercado nos países em desenvolvimento, na década de 1990, a perspectiva de encerrar a Era Vargas, com a atração de capitais externos e o aprofundamento da internacionalização da economia nacional tomados como decisivos a um novo ciclo de desenvolvimento.

Na década de 1990, uma série de medidas do governo FHC tornou a burguesia local ainda mais “enfeudada” às multinacionais. Com a Emenda Constitucional Nº 6 foi eliminada a noção de empresa brasileira de capital nacional, interditando seu tratamento diferenciado nas políticas públicas. A desproteção tarifária, inaugurada no governo Collor, foi acompanhada, via política macroeconômica, da desproteção cambial, primeiro com a virtual paridade entre o real e o dólar (1995-1998), em seguida, de forma algo atenuada, com a política de metas de inflação. Rechaçou-se, ainda, a utilização de políticas industriais para fortalecimento de empresas e setores, induzidos a um processo de reestruturação guiado fundamentalmente pelo mercado. Por fim, mirando até a Petrobrás, e com sustentação do BNDES, a política de privatizações enfraquecia os centros de pesquisa instalados nas estatais e esvaziava um tradicional mecanismo de política industrial e de inovação, ligado aos efeitos projetados dos investimentos das empresas públicas nas cadeias produtivas e em seu entorno econômico.

Para as empresas nacionais, acenava-se, de modo a compensar a abertura econômica, com a redução do Custo Brasil, especialmente o custo do trabalho, mirando a flexibilização das disposições da CLT (Delgado, 2001). Apostava-se, pois, no trabalho barato para assegurar competitividade às empresas locais, uma perspectiva reacionária e ineficaz para fazer frente a países como a China e Índia, em pleno processo de transição rural-urbana (já completada no Brasil), dispondo de um vasto reservatório de mão de obra a ser incorporada ao mercado de trabalho urbano, induzindo a níveis salariais reduzidos (Delgado, 2015).

Nos enunciados do governo FHC, imaginava-se que a exposição das empresas brasileiras a maior concorrência, derivada da abertura econômica e facilitação dos fluxos de capital, acentuaria a sua capacidade e disposição de inovar, uma dogmática cega às experiências reais vividas por países que já dispunham de indicadores elevados de inovação ou logravam êxito em processos de equiparação aos países centrais, partindo de posições semiperiféricas.

Em tais experiências, o papel do Estado foi central não apenas para garantir estabilidade aos contratos e segurança nos direitos de propriedade intelectual (Delgado et al., 2010; Delgado, 2015). Coube a ele, também (e principalmente), orquestrar arranjos para reduzir a incerteza que envolve a atividade inovadora, a exemplo do EUA (para ficarmos num país tomado como paradigma de uma economia liberal), que, para tal propósito, recorre a volumosos aportes estatais para a pesquisa e às compras governamentais. Por seu turno, inexistem casos de sucesso, entre países que ostentam patamares elevados de inovação, em que o êxito alcançado não estivesse assentado num núcleo sólido de empresas nacionais, dada a hierarquia que circunscreve a atuação das multinacionais, mantendo em seus países-sede as atividades de inovação mais relevantes e transferindo às suas filiais atribuições de menor significado.

O governo FHC encerrou-se, em 2002, legando ao país um crescimento monumental da dívida pública em sua dimensão financeira, desemprego, desnacionalização, retração da capacidade indutora e mesmo administrativa do Estado, colapso na infraestrutura (evidenciado de forma mais aguda na crise do setor energético), sem lograr qualquer elevação dos indicadores de inovação da economia brasileira (Delgado, 2001 e 2015). A partir daí, seguiram-se quatro vitórias do PT nas eleições presidenciais, sempre ancoradas num discurso que tinha como mote a comparação com os mandatos tucanos.

Definiu-se, então, o móvel principal do discurso e da atuação política de FHC após sua saída do governo: o ressentimento com o PT e especialmente com Lula, que se tornou o presidente mais popular da história do Brasil. É certo que, pontualmente, pode-se apontar posturas positivas de FHC, após ter deixado a presidência, como na abordagem do tema da descriminalização das drogas, uma alternativa a ser debatida dado o fracasso do tratamento apenas repressivo deste problema. O que sobressai em sua atuação, contudo, é a incapacidade, resultante da vaidade e ressentimento monumentais que o caracterizam, de apresentar-se como uma referência de equilíbrio para a consolidação da convivência democrática no país, como caberia a um ex-presidente da República.

fhc_posse_lula_ae_700

A partir da troca de faixa, FHC se deixou tomar por ressentimento em relação a Lula

Em abril, logo após o Datafolha divulgar pesquisa apontando a preferência pela renúncia de Dilma, entre os participantes de ato contra o governo, na Avenida Paulista, FHC, jogando para a sua plateia, faz eco a tal perspectiva, sugerindo a Dilma um “gesto de grandeza” com a renúncia. O ambiente amaina e ele passa a destacar a honestidade de Dilma e a desancar Lula e o PT, falando em corrupção organizada na Petrobrás apenas a partir de 2003 (tese de um dos “delatores premiados” da Lava a Jato), embora diversas fontes indicassem a existência de esquemas organizados em momentos muito anteriores. O próprio FHC confessaria candidamente em seus diários (que mereceram capa da impoluta e imparcial revista Veja), ter recebido denúncias, em 1996, sobre práticas de corrupção na Petrobrás, alegando ter evitado a apuração para não atrapalhar a tramitação legislativa da medida que punha fim ao monopólio estatal do petróleo. Pouco depois, foram redefinidos os processos de contratação de serviços pela Petrobrás, que facilitaram a prática de corrupção na empresa. Altivamente, distante de tudo, FHC preferiu fazer coro à narrativa midiática que vê na corrupção um problema inerente ao petismo, sem colaborar para a busca de soluções institucionais para o problema.

Ao final do ano, após o acolhimento, por Cunha, do pedido de impedimento, FHC observa, diante de movimento de alta na BOVESPA, que “os mercados preferem o impeachment”, como se isso fosse relevante para a análise do mérito do processo, revelando, ademais, desatenção a outro elemento, apontado na própria mídia, para explicar o comportamento dos “mercados”, qual seja a simultânea aprovação pelo congresso da nova meta fiscal, que tanto destravou a capacidade de operação do governo, quanto esvaziou os fundamentos do pedido de impedimento formulado. Por fim, FHC terminou o ano como um reles Kim Kataguiri octogenário, convocando, pelo twitter, as manifestações de 13 de dezembro em favor do impedimento de Dilma. Já deveria ter observado que tais manifestações têm liberado a fúria fascista de uma turba formada e adulada pela mídia, a pedir por vezes a intervenção militar e a incitar à violência.

Enquanto isso, atentos aos perigos que rondam a democracia, antigos parceiros de convivência acadêmica e política, como Luiz Carlos Bresser Pereira e Paulo Sérgio Pinheiro, ex-ministros de FHC, fazem reiterados apelos ao bom senso, apontado a ausência de fundamentos no pedido de impedimento. Quem já foi o príncipe da sociologia e acabou conhecido como o príncipe da privataria, poderia ouvir velhos amigos, para não incluir em seu extenso currículo a condição de golpista.

Ignacio Godinho Delgado é professor titular da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), nas áreas de História e Ciência Política, e pesquisador do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia-Políticas Públicas, Estratégias e Desenvolvimento (INCT-PPED). Doutorou-se em Ciência Política pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), em 1999, e foi Visiting Senior Fellow na London School of Economics and Political Science (LSE), entre 2011 e 2012.

*** 

Referências

CARDOSO, F. H. (1975) Autoritarismo e Democratização. Rio de Janeiro: Paz e Terra

CARDOSO, F. H. e FALLETO, E. CARDOSO, F.H. & FALLETO, E. (1970) Dependência e desenvolvimento na América Latina. Rio de Janeiro: Zahar.

CARDOSO, F. H. Empresário industrial e desenvolvimento econômico no Brasil. 2a ed., São Paulo: DIFEL, 1972.

DELGADO, I. G (2015) “Política industrial na China, na Índia e no Brasil: legados, dilemas de coordenação e perspectivas”. Texto para Discussão Nº 2059. Brasília: IPEA

DELGADO, I. G. (2001) Previdência Social e Mercado no Brasil – a presença empresarial na trajetória da política social brasileira. São Paulo: LTr.

DELGADO, I. G. CONDÉ, E.S., ESTHER, A.B., SALLES, H.M. (2010). “Cenários da Diversidade – variedades de capitalismo e política industrial nos EUA, Alemanha, Espanha, Coréia, Argentina, México e Brasil (1998-2008)”.Dados. Rio de Janeiro.

 

Apoie O Cafezinho

Crowdfunding

Ajude o Cafezinho a continuar forte e independente, faça uma assinatura! Você pode contribuir mensalmente ou fazer uma doação de qualquer valor.

Veja como nos apoiar »

57 comentários

Os comentários aqui postados são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião do site O CAFEZINHO. Todos as mensagens são moderadas. Não serão aceitos comentários com ofensas, com links externos ao site, e em letras maiúsculas. Em casos de ofensas pessoais, preconceituosas, ou que incitem o ódio e a violência, denuncie.

Escrever comentário »

surreal

27 de dezembro de 2015 às 18h36

Tucanos corruptos pensam que são intocáveis, mesmo assim estão no desespero por um “impeachment”, porque todo cuidado é pouco diante de tanto crimes hediondos lesa-pátria praticados por eles, o povo quer que a justiça faça o trabalho e os prendam, é o mínimo.
Lava jato é movido por mega interesses externos.
LAVA-JATO É SELETIVA,GOLPISTA E FAZ TORTURA PSICOLÓGICA.
NENHUM LESA-PÁTRIA SERÁ ESQUECIDO.

ALÉM DE MUITOS POLÍTICOS CORRUPTOS NA CÂMARA E NO SENADO FEDERAL, AINDA TEMOS JUIZES NO STF COMPRADOS PARA TRAIR A NAÇÃO BRASILEIRA. EXISTE UMA GUERRA COMERCIAL CONTRA O BRASIL, COM AJUDA DE POLÍTICOS TRAIDORES E ENTREGUISTAS, O BRASIL POSSUI MUITOS RECURSOS NATURAIS E ESTRATÉGICOS, UM DOS EX.: ENORMES RESERVAS DE PETRÓLEO E ESSE MANIFESTO VEM SE REPETINDO A MAIS DE UM ANO: AGORA INCLUINDO EDUARDO CUNHA COM CINCO DELATORES NAS COSTAS E SEUS COMPARSAS.

O POVO QUER SABER… SE NÃO QUEREM OU NÃO PODEM CHEGAR NOS VERDADEIROS MAFIOSOS TUCANALHAS E ASSOCIADOS DA CÂMARA E DO SENADO, CORRUPTOS SECULARES E NA MÍDIA MÁFIA ANTI-NACIONAL, VERDADEIROS LESA PÁTRIA, QUALQUER OPERAÇÃO DA PF, MP E STF CONTRA A CORRUPÇÃO SERÁ APENAS OPERAÇÃO POLÍTICA COVARDE DESTRUIDORA DE NOSSO POVO E DO BRASIL, PORQUE DESSA FORMA A JUSTIÇA CONTINUARÁ SENDO UMA BALANÇA MUITO DESEQUILIBRADA. O POVO QUER SABER… E OS MAFIOSOS CORRUPTOS TUCANALHAS SOLTOS??? SOLTOS DE INÚMERAS CPIS. ATÉ QUANDO??? ATÉ QUANDO OS CORRUPTOS TUCANALHAS VÃO CONTINUAR SENDO BLINDADOS PELOS JUÍZES E MÍDIA CÚMPLICE MERCENÁRIA SONEGADORA DE IMPOSTOS??? O POVO QUER SABER. ATÉ QUANDO??? OU ATÉ QUANTO??? OU MUITAS EMPRESAS, COMERCIANTES, POLÍTICOS, E AGORA TAMBÉM MILITARES, O POVO BRASILEIRO E A DEMOCRACIA VÃO PAGAR AS PENAS, MENOS O LÍDER DAS CORRUPÇÕES: O PSDB E SEUS PROTEGIDOS DENTRO DA CÂMARA E DO SENADO FEDERAL? ATÉ QUANDO A MÍDIA CRIADORA DE CAOS E SONEGADORA GOLPISTA VAI TRAIR O BRASIL E CONTINUAR IMPUNE???

NENHUM LESA-PÁTRIA SERÁ ESQUECIDO.

A pátria dos traidores é o dinheiro sujo, não importa de onde vem, é dinheiro manchado com o sangue do povo brasileiro.

https://www.youtube.com/watch?v=eIJgyUQ5tSs

https://www.youtube.com/watch?v=T-4KzC4vgAQ

https://pbs.twimg.com/media/ByjU66OIEAAxgfh.jpg:large

Responder

Garcez Veiga

26 de dezembro de 2015 às 19h47

Cara de pau…

Responder

Silvio Guedes

26 de dezembro de 2015 às 12h11

A oposição quando era governo quebrou o país 3 vezes e vivíamos de joelhos para o FMI, essa oposição junto com a mídia lesa-pátria, que querem tomar o poder sem votos nunca tiveram o povo brasileiro nos seus projetos, não construíram nada de bom para o Brasil, só provocaram caos do quanto pior melhor para eles. Se você fazer uma simples pesquisa no Google e comparar a idade do atraso com os anos pós 2002 verá claramente a grande diferença. Querem parar a justiça em todas as frentes, querem golpe porque não conseguiram os votos e estão enlameados na corrupção. Esses corruptos juntos com mídia lesa-pátria querem voltar ao poder, destruir os avanços sociais e fazer valer o pensamento profético de Ayn, que serve perfeitamente a eles:
“Quando você perceber que, para produzir, precisa obter autorização de quem não produz nada; quando comprovar que o dinheiro flui para quem negocia não com bens, mas com favores; quando perceber que muitos ficam ricos pelo suborno e por influência, mais que pelo trabalho, e que as leis não nos protegem deles, mas, pelo contrário, são eles que estão protegidos de você; quando perceber que a corrupção é recompensada, e a honestidade se converte em auto sacrifício; então poderá afirmar, sem o temor de errar, que sua sociedade está condenada”. Ayn Rand

Responder

Maisa Do Carmo Grizotto Guerreiro

26 de dezembro de 2015 às 14h08

O sapo barbudo só conseguiu governar porque pegou um país organizado, equilibrado e com credibilidade, olha no que os ptralhas transformaram o Brasil em chacota mundial, em rombos, desvios, corrupção, como se toda as falcatruas fossem normal. Olha quem são os países que simpatizam com o Brasil, e vejam onde esta a ELITE BRANCA, ?? DIVIDINDO A SOCIEDADE EM COTAS, PROMOVENDO O RACISMO, o Brasil está a deriva, sem comando, pagar pessoas para irem as ruas defender uma politica suja. UM DIA A CASA CAI.

Responder

Maisa Do Carmo Grizotto Guerreiro

26 de dezembro de 2015 às 14h08

O sapo barbudo só conseguiu governar porque pegou um país organizado, equilibrado e com credibilidade, olha no que os ptralhas transformaram o Brasil em chacota mundial, em rombos, desvios, corrupção, como se toda as falcatruas fossem normal. Olha quem são os países que simpatizam com o Brasil, e vejam onde esta a ELITE BRANCA, ?? DIVIDINDO A SOCIEDADE EM COTAS, PROMOVENDO O RACISMO, o Brasil está a deriva, sem comando, pagar pessoas para irem as ruas defender uma politica suja. UM DIA A CASA CAI.

Responder

Fabio Dantas

26 de dezembro de 2015 às 02h49

Esse cara é um velho ‘ sem prestígio, sem carreira política, iremos destruir ainda mais

Responder

Maria Do Rosário Brandão Nogueira

26 de dezembro de 2015 às 02h10

Lobo em pele de cordeiro. Velho safado.

Responder

Antonino Barros

26 de dezembro de 2015 às 01h05

Ta dificil. Pra todo lado que mexe so da larapio se posando de santo. Salve’nos oh senhor.

Responder

Antonino Barros

26 de dezembro de 2015 às 01h00

Ja ouvir comentarios que nunca foi exilado e sim aconselhado a estudar fora do Brasil para melhorar seus conhecimentos como sociologo para lascar com o povo e entregar o Pais.

Responder

    Hell Back

    26 de dezembro de 2015 às 00h24

    Ele foi estudar no Chile, isto é, se aconselhar com os “economistas” do “democrático” general Augusto Pinochet.

    Responder

Elvira Cereijo Rodriguez

25 de dezembro de 2015 às 23h08

Golpistas,ladrões e escória da humanidade é o pt

Responder

Fernando Afonso

25 de dezembro de 2015 às 18h18

Eu juro que li “Ignácio Gordinho Delgado” :D

Responder

    Hell Back

    25 de dezembro de 2015 às 23h17

    E eu juro que li: F.H.C. (Fez Horrível Cagada). He he he

    Responder

Antonio Espinosa

25 de dezembro de 2015 às 18h12

FHC, foi o pior presidente que tivemos. Quebrou o país 3 vezes e foi ao FMI de joelhos e pires na mão. Já passou da hora de ir para casa, colocar o pijama e parar de encher o saco.

Responder

    Asdrubal Caldas

    25 de dezembro de 2015 às 19h48

    Antônio Espinosa> Depois de todos estes encômios proferidos pela tia Dilma, em homenagem, reconhecimento, e respeito ao maior presidente/Estadista que já governou este pai. O resto que todos os imbecis vomitam a respeito dele, não passa de inveja, ignorância, e analfabetismo político. Vão aproveitar o tempo de vocês, lendo, e descobrindo verdades. Pensem!!!

    https://www.youtube.com/watch?v=eFjfpo0brKE

    Responder

    Hell Back

    25 de dezembro de 2015 às 23h25

    Sim; e isso depois de vender (ou doar) as empresas estatais mais rentáveis, ou seja
    vendeu as joias da família e ainda aumentou as dívidas. Esse cara é um “gênio”.
    he he he

    Responder

Francisco De Assis Assis Kelly

25 de dezembro de 2015 às 18h00

Responder

    Asdrubal Caldas

    25 de dezembro de 2015 às 19h55

    Francisco de Assis Assis Kelli > Realmente golpe não Empeachment. Golpe foi o que a Dilma deu em 214, durante a sua campanha, mentindo desavergonhadamente. E o Lula confirmou publicamente que ela mentiu. Mas só veio confirmar, depois que ela havia assumido. Ai já não adiantava mais. E golpe também, foi o que o STF fez, passando por cima da lei, para beneficiar a tia Dilma. Estes são dois tipos claros de Golpe. Entendeu, ou precisa desenhar? Veja o vídeo a seguir, e cale-se de vergonha.

    Depois de todos estes encômios proferidos pela tia Dilma, em homenagem, reconhecimento, e respeito ao maior presidente/Estadista que já governou este pai. O resto que todos os imbecis vomitam a respeito dele, não passa de inveja, ignorância, e analfabetismo político. Vão aproveitar o tempo de vocês, lendo, e descobrindo verdades. Pensem!!!

    https://www.youtube.com/watch?v=eFjfpo0brKE

    Responder

Francisco De Assis Assis Kelly

25 de dezembro de 2015 às 18h00

Responder

Marilena Dorea

25 de dezembro de 2015 às 16h19

Segundo Ruy Mauro Marini, Fernando Henrique Cardoso é a favor do projeto de Washington de conter os movimentos intelectuais radicais no Brasil. Minar técnicos radicais, inclusive Marini.

Responder

Decio Monteiro

25 de dezembro de 2015 às 15h15

SER MAIS ABJETO, QUE AINDA RASTEJA POR AQUI.

Responder

    Asdrubal Caldas

    25 de dezembro de 2015 às 19h47

    Décio Monteiro> Depois de todos estes encômios proferidos pela tia Dilma, em homenagem, reconhecimento, e respeito ao maior presidente/Estadista que já governou este pai. O resto que todos os imbecis vomitam a respeito dele, não passa de inveja, ignorância, e analfabetismo político. Vão aproveitar o tempo de vocês, lendo, e descobrindo verdades. Pensem!!!

    https://www.youtube.com/watch?v=eFjfpo0brKE

    Responder

Diego

25 de dezembro de 2015 às 12h18

Precisamos acabar com o tribunais de faz de contas criados por fhc, são redutos de esquemas corruptos de políticos ladrões e fracassados.

http://www.gazetadopovo.com.br/vida-publica/tribunais-de-contas-viram-novo-alvo-de-combate-a-corrupcao-bfzjmcpv7tyq9sde9iiykjm8e

Responder

    Hell Back

    25 de dezembro de 2015 às 23h57

    O que acho engraçado é que toda essa onda moralista surgiu no governo do PT, que liberou todos os tribunais para fazerem o seu trabalho: “doa a quem doer”. Lembrando que antes disso, no governo de FHC, tínhamos o “Engavetador Geral da República”, o notório Sr. Geraldo Brindeiro.

    Responder

Vera Lucia Alves Milanez

25 de dezembro de 2015 às 14h06

safado

Responder

    Asdrubal Caldas

    25 de dezembro de 2015 às 19h43

    Vera Lucia Alves Milanez> Depois de todos estes encômios proferidos pela tia Dilma, em homenagem, reconhecimento, e respeito ao maior presidente/Estadista que já governou este pai. O resto que todos os imbecis vomitam a respeito dele, não passa de inveja, ignorância, e analfabetismo político. Vão aproveitar o tempo de vocês, lendo, e descobrindo verdades. Pensem!!!

    https://www.youtube.com/watch?v=eFjfpo0brKE

    Responder

Ivã Carvalho Fonseca

25 de dezembro de 2015 às 13h51

veja desde quando vem sendo estudado a dez estabilidade brasileira

Responder

Alvaro Piton

25 de dezembro de 2015 às 13h31

Ele sempre foi golpista!

Responder

    Asdrubal Caldas

    25 de dezembro de 2015 às 19h44

    Alvaro Piton> Depois de todos estes encômios proferidos pela tia Dilma, em homenagem, reconhecimento, e respeito ao maior presidente/Estadista que já governou este pai. O resto que todos os imbecis vomitam a respeito dele, não passa de inveja, ignorância, e analfabetismo político. Vão aproveitar o tempo de vocês, lendo, e descobrindo verdades. Pensem!!!

    https://www.youtube.com/watch?v=eFjfpo0brKE

    Responder

Mardete Sampaio

25 de dezembro de 2015 às 13h28

Nada como um texto bem fundamentado. Sem achismos, o professor elucida a trajetória de quem um dia foi o príncipe dos sociólogos e termina a vida como octogenário golpista.

Responder

    Asdrubal Caldas

    25 de dezembro de 2015 às 19h42

    Mardete Sampaio> Depois de todos estes encômios proferidos pela tia Dilma, em homenagem, reconhecimento, e respeito ao maior presidente/Estadista que já governou este pai. O resto que todos os imbecis vomitam a respeito dele, não passa de inveja, ignorância, e analfabetismo político. Vão aproveitar o tempo de vocês, lendo, e descobrindo verdades. Pensem!!!

    https://www.youtube.com/watch?v=eFjfpo0brKE

    Responder

Joseane Nascimento

25 de dezembro de 2015 às 13h00

about:blank

Responder

Hypolito Kalinowski

25 de dezembro de 2015 às 12h51

Para quem comprou uma mudança constitucional para ter um mandato extra…

Responder

    Asdrubal Caldas

    25 de dezembro de 2015 às 19h40

    Depois de todos estes encômios proferidos pela tia Dilma, em homenagem, reconhecimento, e respeito ao maior presidente/Estadista que já governou este pai. O resto que todos os imbecis vomitam a respeito dele, não passa de inveja, ignorância, e analfabetismo político. Vão aproveitar o tempo de vocês, lendo, e descobrindo verdades. Pensem!!!

    https://www.youtube.com/watch?v=eFjfpo0brKE

    Responder

Marcio Do Leite

25 de dezembro de 2015 às 12h32

Queria dar um golpe lascou-se.

Responder

Maria Teresa Costa

25 de dezembro de 2015 às 12h23

Marcela Carolina, Helena Christofoleti

Responder

Maria Albuquerque

25 de dezembro de 2015 às 12h04

Em Portugal ele diz uma coisa, no Brasil ele diz outra ….cala boca Fernandito!

Responder

Eduardo Santtos

25 de dezembro de 2015 às 11h53

O melhor presidente que este país já teve!!!

Responder

Juliano Santos

25 de dezembro de 2015 às 11h52

No caso chamado de “petrolão” o cartel foi chamado de quadrilha… no caso referente ao “trensalão” é apenas um cartel, qué detalhe, parece que houve um “suborno”, para tentar aliviar para os estes envolvidos…. vergonhoso o tratamento dado pela mídia nativa para as duas situações, que em tese são iguais!

Responder

Sandra Sartoris

25 de dezembro de 2015 às 11h43

Impressionante, ver quais figuras que estão contra. Quase inimaginável em outros tempos.

Responder

Iasmin Moris

25 de dezembro de 2015 às 11h15

#EuachoqueoPSDBéBANDIDO

Responder

    Jeremias Soares da Cunha

    25 de dezembro de 2015 às 12h15

    Boa #PSDBeBANDIDO

    Responder

      JB

      27 de dezembro de 2015 às 18h53

      I gualzinho o PT, pois social democracia é o comunismo com outro nome para atrair incautos. Tatica das tesouras de Lenin, nunca foi partido de direita.

      Responder

    JB

    27 de dezembro de 2015 às 18h59

    O psdb é tão bandido quanto o Pt, pois social democracia é comunismo. Leia oque lenin diz pra chegar ao poder: – Faça qualquer coisa para chegar ao poder, esqueça debates, minta, engane, mate. Só depois quando estiver no poder se dê ao luxo de debates, pois aí já poderá matar qualquer um que discordar de você.

    Responder

      JB

      27 de dezembro de 2015 às 19h05

      Aliás a algum tempo atrás apareceram uns idiotas esquerdistas sugerindo a matança dos discordantes dos que não aceitam este governo.

      Responder

Julio Cesar Bonamigo

25 de dezembro de 2015 às 11h01

O grande canalha

Responder

    Asdrubal Caldas

    25 de dezembro de 2015 às 20h03

    Julio Cesar Bonamigo >Depois de todos estes encômios proferidos pela tia Dilma, em homenagem, reconhecimento, e respeito ao maior presidente/Estadista que já governou este pai. O resto que todos os imbecis vomitam a respeito dele, não passa de inveja, ignorância, e analfabetismo político. Vão aproveitar o tempo de vocês, lendo, e descobrindo verdades. Pensem!!!

    https://www.youtube.com/watch?v=eFjfpo0brKE

    Responder

Raimundo Lima

25 de dezembro de 2015 às 10h59

A Altsom aceitou pagar uma indenização de R$ 60 milhões para se livrar de um processo no qual é acusada de pagar propina para uma empresa do governo de São Paulo; mas a quem foi paga a propina?; quem se beneficiou?; é possível se chegar a um acordo judicial justo quando se identifica e pune quem pagou a propina, mas quando se age da mesma forma com quem foi beneficiado com o dinheiro?; reportagens do ano 2000 da Folha e da Veja indicam que pelo menos R$ 3 milhões arrecadados por Andrea Matarazzo foram usados na contabilidade paralela de FHC, na disputa presidencial de 1998; a planilha com o caixa dois foi montada pelo ex-tesoureiro de campanha Luiz Carlos Bresser Pereira, que confirmou o papel de Matarazzo na arrecadação extraoficial; no entanto, Matarazzo, que hoje é vereador em São Paulo e deseja ser candidato a prefeito da cidade, não figura nem mesmo como réu no processo

Responder

JB

25 de dezembro de 2015 às 08h40

Isso é conversa fiada, fhc sempre foi comunista desde o berço, social democracia é a mesma ideologia comunista, ou melhor” leninista .” Esta é a famosa tática das tesouras de lenin. Fingem ser oposição e não são, são iguais na ideologia. O sr fhc e lula seguem a cartilha do dialogo interamericano. Podem dar as mãos, são unha e carne. o Único golpe que pretendem dar é a implantação de um regime totalitário.

Responder

    Hell Back

    26 de dezembro de 2015 às 00h42

    Sim; um regime totalitário igual ao dos EUA. He he he

    Responder

      JB

      26 de dezembro de 2015 às 18h19

      Não , não é não imbecil, é regime comunista mesmo! Não me venha com conversinha de fascismo ou nazismo, pois o comunismo é igualzinho aos dois ismos citados, sem tirar ou por.

      Responder

        JB

        26 de dezembro de 2015 às 18h23

        A proposito hell back, vá morar em Cuba, país admirado por vocês, onde há democracia e progresso.

        Responder

          JB

          27 de dezembro de 2015 às 19h44

          Você também pode escolher a Coreia do Norte, exemplo de democracia, não e´ mesmo?


Deixe um comentário