Comentários sobre o áudio vazado de André Esteves (BTG Pactual)

Agora fica mais nítida a participação dos Estados Unidos nos contornos da Lava Jato

Por Redação

29 de dezembro de 2016 : 14h09

Por Rafael Castilho, publicado em rede social

A bola da vez a ser encaçapada em definitivo é a Odebrecht.

Depois de colocarem o presidente da empresa na masmorra e o coagirem a realizar a delação premiada (tortura por outros meios), o momento é de rapinar e delapidar o patrimônio da Odebrecht por meio de multas e confiscos.

O inexistente Estado da Suíça cumpre o seu papel e aproveita da situação para meter a mão no dinheiro investido naquele país, supostamente um lugar seguro. Bem feito, nesse sentido.

O fato é que como a sociedade ficou envolvida no cotidiano do Fora Dilma e do Fora Temer, pouquíssimas pessoas se deram conta dos interesses estadunidenses no desenrolar da Lava Jato, para além das disputas partidárias locais.

Não é teoria de conspiração. Os fatos recentes demonstram o apetite dos ianques. No mais, um país com o histórico de apoio a golpes, guerras e suporte a levantes no mundo todo, sempre em defesa da “paz, liberdade e democracia”, deixa a todos bem escolados de como funciona seu modo de operação.

Quem assistiu a série do Pablo Escobar vai se dar conta de alguns detalhes. Escobar era um traficante internacional de cocaína que se tornou bilionário vendendo para o mercado americano. O negócio continua a existir, porém não mais nas mãos de Escobar. Era um negócio muito grande para ele. Vinte anos depois da morte de Escobar, os EUA continuam a ser o maior consumidor de cocaína do mundo. Metade da droga do mundo é consumida pelo mercado americano.
Pois bem, para destruir Escobar, os EUA montaram uma operação diplomática e uma rede de colaboração que envolvia as polícias, a justiça e a mídia.

A Suíça recentemente também colaborou para o desmonte da diretoria da FIFA. A justiça e a polícia fizeram o serviço. Prendeu mais de uma dezena de dirigentes e alguns foram extraditados para os Estados Unidos, como o brasileiro José Maria Marin. Sim, o futebol e as copas se tornaram um negócio grande demais também.

Na última Copa no Brasil, as construtoras nacionais não deram nenhum espaço para as estrangeiras. Ficaram com tudo. Essa foi uma decisão do governo brasileiro que trabalhou de mãos dadas com as grandes construtoras no Brasil e no exterior, transformando-as nas famosas “campeãs mundiais”.

Sim, havia uma estratégia do Governo Lula em fomentar certa parcela produtiva da burguesia nacional e construir uma aliança estratégica para o desenvolvimento do Brasil. Se deu certo durante um tempo ou se deu errado para sempre, é outra história. Dessa política nasceram as lendas como aquela que dizia “o Lula é dono da Friboi”, entre outras.

Essas empresas “campeãs”, “amigas do governo”, se consagraram definitivamente como grandes multinacionais brasileiras. Andaram de mãos dadas na política externa e tornaram-se também grandes operadoras e financiadoras do sistema político.

Muitos episódios de corrupção efetivamente ocorreram.

O fato é que está tudo dentro da “normalidade” do que ocorre nas democracias burguesas. Essa “democracia” exportada a base de golpes e bombas, é a condição necessária justamente para que os mercados privados controlem os Estados, por meio de doações de campanha e financiamento do sistema político.

A questão passa a ser a seguinte, para quem o Estado está trabalhando?

A doação das grandes instituições financeiras havia diminuído sua importância relativa, em comparação com as grandes construtoras. O funcionamento do Estado brasileiro estava mais inclinado para a realização das grandes obras. Essas empresas ficam ainda mais fortes e influenciando o funcionamento do Estado. Ainda que a corrupção como prática naturalizada na política brasileira seja algo detestável e a ser combatido, o “jogo grande”, jogado pelos grandes players do capitalismo global não envolve esse tipo de pudor.

A realização de grandes obras e o aumento de investimento em infraestrutura, subverte a ordem econômica global do neoliberalismo. Para o estrangulamento dos Estados e a quebra de direitos dos trabalhadores com consequente aumento do poder de compra e diminuição do mercado interno, se deu um nome bonito de “controle orçamentário das contas públicas”. É dinheiro e poder nas mãos dos banqueiros e especuladores.

Ninguém aqui está dizendo que as empreiteiras brasileiras são vítimas ou boazinhas. O fato é que não existem empresas boazinhas. Isso seria um conflito justamente com a natureza do capitalismo, onde a competição pelo mercado e a maximização dos lucros e dos interesses estratégicos são a regra.

Mas a Odebrecht, como outras empresas brasileiras a serem esquartejadas num futuro próximo, eram sim importantes para estratégia de desenvolvimento do Brasil. Possuem ainda um acúmulo gigantesco de conhecimento, geram empregos e são responsáveis por grande parte das exportações nacionais e também de nossa estratégia para a política externa.

Conforme já foi dito, cresceram demais a partir do Governo Lula. Já eram grandes, mas ficaram mais fortes e, não por acaso, os contratos investigados dessas empresas foi justamente no setor de petróleo, o tesouro a ser verdadeiramente roubado pelos piratas internacionais.

Acreditem, não há um só segundo em que os grandes agentes envolvidos nesse processo estiveram verdadeiramente comovidos e preocupados com a corrupção. O que ocorre nada mais é do que um pano de fundo para, aí sim, o maior roubo da história do planeta que está por ocorrer. Vão engolir um gigante chamado Brasil.

A Odebrecht, concorria globalmente em vantagem competitiva com empresas americanas. Está ainda presente na África, no Oriente Médio, na Ásia, no Caribe e na América Latina.

Aquele porto de Mariel que escandalizou os coxinhas, era justamente uma porta de entrada da produção brasileira e cubana para o mercado dos Estados Unidos.

Odebrecht e outras grandes construtoras interditadas na Lava Jato, também passaram a influenciar os processos decisórios nos países da América Latina, tornando-se importantes doadoras para as campanhas eleitorais no continente. Entraram na rota de colisão com os norte americanos. Tanto do ponto de vista econômico, quanto do ponto de vista político.

Por fim, a Lava Jato também cumpriu o papel de interditar o Brasil.

Só existe um país em condições de concorrer com os EUA como hegemonia local. Esse país é o Brasil. Não que o Brasil fosse alcançar o desenvolvimento dos Estados Unidos em vinte anos, mas eles trabalham para que não sejamos uma alternativa nem em cem, duzentos ou quinhentos anos.

E para destruir o Brasil não é preciso explodir uma bomba sequer. Bombas talvez viessem a possibilitar que se identifique o inimigo. No Brasil, mais eficiente que mil bombas é a tolice de parte do nosso povo.

Que a camada da sociedade que está indesculpavelmente alijada da política não consiga nesse momento enxergar o que está ocorrendo é possível compreender, entender, dialogar, etc. Mas que a burguesia nacional, tendo, parte dela, seu dinheiro pilhado pelos chacais gringos e seus negócios prestes a serem tomados por piratas não consigam reagir, isso é de doer.

A burguesia nacional brasileira deixa demonstrações inequívocas de sua incompetência e sua incapacidade em liderar o Brasil.

A burguesia odeia o Estado e odeia a classe política, mas o fato é que o capitalismo brasileiro foi construído de cima pra baixo e se houver alguma reação possível, esta ainda virá justamente da classe política (que hoje está vulgarizada e de joelhos) e do povo brasileiro organizado.

Digo organizado para defender o Brasil, que está em processo de desaparecimento. Se for pra cada um ficar defendendo seu protagonismo político de varejo, vai ser até bonitinho, mas essa será a alegria final dos imperialistas.

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33 comentários

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Maria B. de Oliveira

03 de abril de 2017 às 20h53

Os EUA, é o grande monstro devorador da economia mundial. É só um outro país dar mostras de desenvolvimento pra eles atacaram com unhas e dentes. Quando os habitantes do país em questão são patriotas e decididos a defender seu patrimônio, eles partem para a destruição total. No caso do Brasil, eles cientes que são do viralatismo e entreguismo dos brasileiros, eles usam menos chamativos e dispendiosos: $$$$$$$$$$$$$$$!

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Luiz Luz

17 de janeiro de 2017 às 20h20

Claro está que se trata de Golpe dentro de Golpe como em 1967. Derrubar Dilma fora moleza. Agora, o tal do Moro é ligado ao PSDB; Meireles aos bancos de Chicago. O objetivo é o esquartejamento da Petrobras, e seus ativos serão Doados a empresas americanas especializadas em golpe. Fácil, fácil, como tirar biscoito da mão de criança. Isso tudo sob os auspícios de uma imprenda marrom mal cheirosa e Elites de M..

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Fagner Alexandre

31 de dezembro de 2016 às 04h10

Poderiam ne informar o autor do Texto? Gostei muito e gostaria de ler outras matérias políticas escritas por ele(a).

Ats,

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etoremachado

31 de dezembro de 2016 às 00h54

Burguesia brasileira ou vocês se unem em defesa do Brasil ou vão ficar a REBOQUE DAS MULTINACIONAIS FEROZES DEVORANDO TODOS VOCES:COMO FIZERAM COM A INDUSTRIAL NAVAL INDÚSTRIA PETROLEO PETROBRAS CONSTRUÇÃO CONSTRUÇÃO CIVIL COM 3 MILHOES SÓ EM 2016 DESEMPREGADOS MENOS SALÁRIOS MENAS VENDAS DO COMÉRCIO.NÃO COMPREM NADA DOS EUA-ALEMANHA-FRANÇA SÃO TODOS ABUTRES LADROES INTERNACIONAIS. VAZA MERDAS

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    etoremachado

    31 de dezembro de 2016 às 00h58

    Vamos comprar gazolina da Venezuela é 5 vezes mais barata que e da SHELL esso Ipiranga que roubaram nosso pre-SAL e pau no cu dessas multisnacional.só VOTO em presidente que adotar essa politica pro povo em 2018.VAI SER MINHA COBRANÇA E A SUA.PAGAR MAIS PRA ENCHER O VI DE MULTIS.VAI CAGAR JUDEUZADA GOZADA.

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Rafael Mendes

30 de dezembro de 2016 às 23h25

Kkk cheio de gente doida aqui…pra vcs o que importa são os resultados, como alguns que o autor escreveu… Se são atingidos por meios fraudulentos ou corruptos é outra história né. História essa que fingem nem saber. Por isso o Brasil está assim…povo idiota que sabe que está defendendo bandido e msm assim finge que n sabe de nada… Acho é bom os EUA estarem envolvidos, assim garantem a prisão desses lixos. Muitos já perceberam que a esquerda é algo que n dá certo…Agr é a vez da Direita. Está sendo uma tendência mundial…podem chorar a vontade pois
vcs são minoria msm kkk (esperando petistas se vitimizarem, como de costume, em 3…2…1) ;)

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    Almir Bispo

    01 de janeiro de 2017 às 17h57

    Vez da Direita ?Cara Deus nos livre.Direita ja governou durante 500 anos.Não quero volta da escravidão

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Hermann Vargens

30 de dezembro de 2016 às 19h38

Eu ainda leio esses blogs de esquerda tentando achar algo que seja realmente verdadeiro. Mas leio tanta baboseira, tanta justificativa pros erros da esquerda brasileira, tanta tentativa de encontrar uma teoria da conspiração que abone os erros dos governos petistas, além de defender que “os fins justificam os meios”, que to chegando a conclusão que é perda de tempo. Muita bobagem.

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    Rafael Mendes

    30 de dezembro de 2016 às 23h28

    Haja criatividade deles né kk

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    Almir Bispo

    01 de janeiro de 2017 às 18h06

    Sou critico do escritores de esquerda devido que eles tem que escrever textos muitos complexos para desfazer conspirações.E muito dificil fazer alguem perceber que está sendo enganado.Por exemplo,como explicar que o governo dos EUA criou o “estado islamico” para derrubar um presidente…

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Benedito Domingos DA Silva

30 de dezembro de 2016 às 13h04

Que desperdício de informações HEIN! ÉS A FAVOR DA CORRUPÇÃO HEIN… ZÉ MANÉ… LUGAR DE BANDIDO É NA CADEIA E DE CONIVENTES COM CORRUPÇÃO IDEM… É RAFAEL GOSTAS DE BANDIDOS…

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Fatima Pellizzer

30 de dezembro de 2016 às 12h51

quanta gente maluca por aqui, hein?

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venondie

30 de dezembro de 2016 às 12h32

Pra que partido mais burguês doque o PT, criado e fundado no berço da burguesia paulistana, bairro de Higienópolis no colégio de Sion. Ou será que vão tentar me fazer crer que foi no ABCD paulista, pelo partido dos metalúrgicos. Aliás que de metalurgicos não tinham nada, eram para serem chamados de partido das montadoras de carro e linha branca. Metalúrgico, cria transforma a matéria prima em metal, tipo as siderúrgica. Bem temos muito há aprender, somente o meu segundo grau não me compete a ensinar.

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Gileno Araújo

30 de dezembro de 2016 às 06h46

Sempre somos informados de que os EUA têm atuado para desestabilizar governos, ao longo de sua história. E sempre quando se fala sobre isto, parece um conto fantástico. Mas é a mais pura realidade. E no entanto os cordeiros continuam acreditando no lobo.

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Alberdogam

30 de dezembro de 2016 às 02h38

Realmente. Entregar o Estado brasileiro nas mãos de mega empreiteiras para fermentar um projeto de grandeza “megalomaniacamente” impossível vale. Afinal, é da “índole” do capitalismo. Só não vale receber reformas de sítios e pedalinhos como contra partida, OK?

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    Gileno Araújo

    30 de dezembro de 2016 às 06h43

    “Reforma de sítios e pedalinhos”, o texto acima nos mostra o quanto é pueril tal argumentação infundada, diante dos colossais interesses dessa briga de cães.

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      Alberdogam

      30 de dezembro de 2016 às 09h47

      Ironic mode ON my “dear”.

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Ivete Caribe Rocha

29 de dezembro de 2016 às 23h54

Me pergunto porque as cabeças pensantes do Brasil, demoraram tanto a perceber o verdadeiro objetivo da Operação lesa pátria? Porque o então Ministro Cardoso não colocou ordem na PF, nos tantos desrespeitos tornados públicos, em comentários à Presidenta Dilma e ao ex Lula? Para mim, que estudei o período Vargas e o Golpe de 1964, era bem visível, que não se tratava só de uma operação de combate à corrupção. Os métodos de trabalho, seguem a mesma Cartilha dos que fabricaram o golpe de 64 e as tentativas anteriores.

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    Almir Bispo

    01 de janeiro de 2017 às 18h04

    Não é questão de detectar,mas de como divulgar.

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RALFO B PENTEADO

29 de dezembro de 2016 às 23h47

O PT foi incompetente e nos jogou na goela dos inimigos de sempre. ¡ zyphu !

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    Capitão

    30 de dezembro de 2016 às 10h53

    Quá-quá-quá…

    Responder

    Dinarte Bonetti

    02 de janeiro de 2017 às 06h18

    Como coxinha é burro mesmo

    Responder

17Abril2016

29 de dezembro de 2016 às 20h38

Sr Rafael, seja explicito, cristalino em sua narrativa. A tese é relevante mas o desenvolvimrnto confuso,.

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Marivaldo Neves

29 de dezembro de 2016 às 20h28

Rafael Castilho parabéns pela matéria. A lucidez pode despertar o gigante.

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Teate

29 de dezembro de 2016 às 20h27

Tratando

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Evandro Prestes Guerreiro

29 de dezembro de 2016 às 19h54

…A política internacional está desaparelhada estratégica e logisticamente para confrontar o berço do capitalismo moderno e que opera sua visão de capital que é inovar, para mudar, como são os Estados Unidos…E, talvez, se assim for possível, a Rússia de VP encontrou uma lógica inteligente de reviver os segredos da guerra fria…O mesmo se aplica à China…Coreia do norte… Brasil…??? Como assim???? Estamos prisioneiros de nossa ecológica esquizofrenia coletiva…Ainda anestesiados com o choque de realidade que tivemos, como síntese do poder, que é a ética política de um lado e, do outro, a prática da imoralidade como ética hegemônica…OK, brother, estamos fodidos in neon… Precisamos de Coaching…Diria live coaching e Business coaching, mediado pelo sistema de liderança… Precisamos de estratégia política fundada na ideologia do povo brasileiro, como apresentou Darci Ribeiro ou como clamou Paulo Freire, uma pedagogia do oprimido…Diria, transformar a indignação em inteligência política, econômica, cultural, educacional…O capital do terceiro milênio chama-se inteligência. A aprendizagem é o método natural para desenvolver nossa inteligência. o que aprendemos com tudo que aconteceu com o Brasil nesta última década? Que recursos temos para reagir inteligentemente? O que podemos fazer para mudar a ecologia cinzenta que nos envolve como uma névoa intoxicante?

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UlyssesBoscolo de Paula

29 de dezembro de 2016 às 19h50

Texto esclarecedor sobre a participação dos americanos do norte no desmonte da política brasileira. Estou chocado com os rumos promíscuos da Operação Lava Jato. A história, após 25 ou 30 anos irá cobrar a conta dos herdeiros que ainda estiverem vivos – no país – desta patifaria. Espero que o brasileiro acorde por aquilo que estamos vivendo e reaja. A mídia tradicional é cúmplice de toda uma horda de eventos mesmo antes da deposição sem crime de responsabilidade da Presidenta Dilma.

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Ricardo Medeiros

29 de dezembro de 2016 às 19h27

Luis Nassif erra ao considerar que ele não será um bom presidente. Ele foi o único a defender a imediata auditoria da dívida pública. Ele terá meu voto e da minha família. Se ele se comprometer a fazer a tal da auditoria prevista na CF88, viro cabo eleitoral dele e nem precisa me pagar !

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Sérgio

29 de dezembro de 2016 às 18h55

Direto ao ponto. Parabéns pelo texto mais objetivo e claro sobre a situação atual.
Estamos no mato s/ cachorro, rumo a nova fase de Colonização.
Como diz o Mino Carta: Temos a pior elite/burguesia do Mundo. Racista; Preconceituosa; Burra e Lesa-Pátria.

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José Flávio de Assis

29 de dezembro de 2016 às 18h16

esta luta é maior que um Davi contra Golias , é de uma pulga contra um t.rex, uma multidão de desempregados ,degregados em seus direitos desfalecidos,sem nenhum líder ,totalmente sem ação …

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Miguel do Rosário

29 de dezembro de 2016 às 17h52

Testando

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C.Poivre

29 de dezembro de 2016 às 16h34

Far$a a Jato: o$ negócio$ acima de tudo!

https://caviaresquerda.blogspot.com.br/2016/12/cartinha-aberta-um-negociante-de.html

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João Bosco

29 de dezembro de 2016 às 14h31

E, pra continuar o serviço sujo, a privatização da previdência, via extinção do direito de aposentadoria pública já em curso, e a mais nova fase da lava-jato, a destruição dos bancos nacionais, a ser iniciada no ano que vem. Meus sinceros parabéns aos GOLPISTAS da FIESP e da FEBRABAN.

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