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O discurso de Marcia Tiburi no encontro de intelectuais com Lula

Por Miguel do Rosário

10 de dezembro de 2017 : 20h15

A escritora e filósofa Marcia Tiburi participou do encontro de intelectuais com Lula, e fez um discurso antológico. Assista e comente.

Miguel do Rosário

Miguel do Rosário é jornalista e editor do blog O Cafezinho. Nasceu em 1975, no Rio de Janeiro, onde vive e trabalha até hoje.

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98 comentários

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Edson

13 de dezembro de 2017 às 10h20

Lula será preso antes das eleições minha querida..vc até que é inteligente, dá pra ver que raciocina mas é cega pois está defendendo um grande ladrão, assim como a Direita também tem seus ladrões. todos devem ser presos.

Responder

Carolina

13 de dezembro de 2017 às 00h29

Sua linda!! ??❤️

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jose carlos

12 de dezembro de 2017 às 06h13

Lamentavel.

Responder

Cristiane Brasileiro

11 de dezembro de 2017 às 23h10

Não é a tôa que esse discurso está sendo chamado de “antológico”. O tom tão pessoal e ao mesmo tempo tão político que essas palavras da Márcia Tiburi trazem à tona já é um marco a que muito pouca gente se atreveria, especialmente quando diante de uma plateia dessas. E essa consciência da própria dor e da própria alegria, de que ela fala tão abertamente, se mostra em sintonia fina com o que há disso também nos movimentos coletivos, e nos diz muito de uma trajetória humana de quem realmente se arrisca, se lança e se abre pra todas as aprendizagens, e assim tem superado tantas ciladas, mesquinharias e limitações de origem. E assim tem buscado dialogar de verdade com tantas outras vozes que, reunidas no Brasil de hoje, teriam ou terão uma chance real de superar o luto que temos vivido – trazendo, por exemplo, uma prática de profundo amor para o centro da cena política, como se isso fosse (como de fato é) uma força mais alta, mais funda e mais explosiva.

Responder

cezar

11 de dezembro de 2017 às 22h36

Querida esquerda, precisamos falar sobre nacionalismo
29/03/2016editorbrasilem5
Querida esquerda brasileira,
chegamos em um ponto em que todos se dão conta que uma mudança em nossos rumos é necessária, mesmo que as alternativas sejam várias.
Vamos tocar num assunto que você não gosta de falar? Nacionalismo. Não faça careta, por favor. Não te incomoda esse monte de gente de verde e amarelo na rua, achando que é patriota? As mesmas pessoas que gritam aos quatro ventos que têm vergonha de ser brasileiro? Sim, incomoda. Mas vejamos, eles não são nossos verdadeiros inimigos. Sim, muitos ali são conservadores mesmo, mas tantos outros estão ali manipulados. E tomam como símbolo de sua manifestação aquilo que há de comum: são todos brasileiros.
O que me incomoda, e gostaria de dividir com você, é o fato de não utilizarmos os símbolos pátrios. Afinal, não somos também brasileiros? Não é sábio para um projeto político e social de massas, simplesmente deixar de graça para o inimigo uma ideologia que mexe com algo comum a todos, você não acha?
Sim, eu sei, a classe trabalhadora é internacional, Marx disse. Só que Marx também disse, no próprio Manifesto que “a luta do proletariado contra a burguesia, embora não seja na essência uma luta nacional, reveste-se dessa forma num primeiro momento”. Negar a nacionalidade e a influência que ela tem sobre as pessoas é querer negar a gravidade. Negar que o mundo está dividido em Estados-nação há séculos e achar que isso pode ser simplesmente jogado de lado é um erro colossal. Negar que é justamente a classe trabalhadora que carrega, nos seus genes, na sua produção diária e no seu patrimônio simbólico o ser brasileiro, é ser míope diante da realidade.
Numa rápida análise histórica, vemos que as revoluções socialistas ocorreram, na sua grande maioria, em países da periferia do sistema. Onde a causa da libertação nacional do colonialismo e do imperialismo sempre esteve presente. Alguém negará o caráter nacionalista de Revoluções como a Cubana ou a Chinesa? De que Chávez só fez o que fez, porque aliou um projeto nacional à revolução social?
Quando se fala em Nação, se fala em nome de todos. É um discurso legitimador, pois brasileiros somos todos nós. Para além de bandeiras, e paleta de cores, as pessoas são brasileiras porque se sentem brasileiras e esse patrimônio coletivo não pode ser negado por projetos de transformações sociais.
Querida esquerda brasileira, sei que você passa por momentos difíceis. Mas sejamos otimistas e trabalhemos. Nas horas de crise é que aparecem as mais criativas soluções. Acreditamos na transformação como princípio, não é mesmo? A única certeza é que “tudo que é sólido desmancha no ar”.
De quem sinceramente continua acreditando em você,
Roberto Santana Santos

Almir Felitte
advogado
Sexta-feira, 29 de setembro de 2017
Esquerda deveria ressignificar nacionalismo brasileiro
o
o
Foto: Eduardo Galeano (Montevidéu, 3 de setembro de 1940 – Montevidéu, 13 de abril de 2015)/Divulgação
“Para os Estados Unidos sai mais barato o ferro que recebem do Brasil ou da Venezuela do que o ferro que extraem de seu próprio subsolo.”
O trecho poderia pertencer a qualquer jornal brasileiro da atualidade, mas foi retirado da antológica obra de Eduardo Galeano, “As Veias Abertas da América Latina”, clássico publicado em 1971.
O uruguaio segue, em sua análise, lembrando a trágica queda de Getúlio Vargas, o qual escolhera desrespeitar a imposição americana firmada em acordo militar que proibia o Brasil de vender matérias-primas estratégicas para países socialistas, vendendo ferro para a Polônia e a Tchecoslováquia a preços mais altos que os que conseguia com os EUA em 53 e 54.
Em 1957, a americana Hanna Mining Co. compraria grande parte da mineradora britânica que explorava o Vale do Paraopeba, em Minas Gerais, onde, à época, se encontrava a maior concentração de ferro do mundo. Mas, apesar do grande negócio, a empresa não estava legalmente habilitada para explorar a riqueza cobiçada. A mineradora, porém, contava em seus quadros com pessoas que integravam o alto escalão do Estado brasileiro.
Jânio Quadros, em 21 de agosto de 1961, tentaria se defender da cobiça das empresas americanas, anulando as autorizações ilegais que favoreciam a Hanna e restituindo as jazidas de ferro à reserva nacional. Quatro dias depois, porém, seria obrigado a renunciar após pressão de ministros militares. Mas a Campanha da Legalidade, liderada por Brizola, frearia o anseio militar e americano ao colocar o vice João Goulart no poder.
Jango tentaria pôr em prática o ataque fatal a Hanna, a partir de julho de 1962, com um plano de estabelecer um entreposto de minerais no Adriático para abastecer europeus capitalistas e socialistas. Tal objetivo somou-se a outras medidas, como a restrição à drenagem dos lucros de empresas estrangeiras, criando uma situação cada vez mais explosiva no país que culminaria no golpe militar de 1964.
A revista Fortune consideraria o golpe como um “resgate de último minuto pelo Primeiro da Cavalaria” para a Hanna. Já o Washington Star diria que “um bom e velho golpe de estado, no velho estilo, dos líderes militares conservadores bem pode servir aos melhores interesses de todas as Américas”.
Mas a história logo mostraria que nem todas as Américas sairiam satisfeitas.
Logo após o golpe, homens da Hannah ocuparam a vice-presidência do Brasil e mais três ministérios. Não tardaria para que a mineradora americana tivesse seus desejos atendidos. Em 24 de dezembro de 1964, quando o corpo da democracia ainda esfriava, a Hanna ganharia um decreto que a autorizava a explorar o ferro de Paraopeba.
E a US Steel não poderia ficar atrás. A outra mineradora americana se associou à Vale do Rio Doce, o que lhe garantiria a concessão das jazidas de ferro da Serra dos Carajás, na Amazônia. Galeano ainda lembra que, “como de costume, o governo aduziu que o Brasil não dispunha de capitais para realizar a exploração por conta própria”.
Estes primeiros atos da ditadura militar certamente contrastavam com o discurso que o tinha “justificado” meses antes e que seguiria em forma de propaganda nos 21 anos seguintes. Slogans como “Brasil, ame-o ou deixe-o” e até mesmo o uso político da vitoriosa seleção brasileira seriam recorrentes em todo o regime.
Mas as tenebrosas transações entre os militares brasileiros e o governo e o capital privado americanos mostravam uma história bem diferente. Ao final da ditadura, a herança do “milagre econômico” seria a alta dependência externa, uma inflação monstruosa e uma dívida externa impagável, tudo isso sem que se atingisse o sonho de ver o país, enfim, possuir uma indústria verdadeiramente nacional que pudesse dar uma sustentação estável à economia.
O mesmo roteiro se seguiu em outros países latinos. Se as reformas de base de Jango, que buscavam a redução das desigualdades e a melhoria das condições de vida do povo brasileiro, ensejaram o golpe no país, no Chile de Allende, as políticas de coletivização de fábricas multinacionais e de nacionalização das reservas de cobre seriam a justificativa para os militares chilenos, igualmente apoiados por americanos. Em ambos, o verdadeiro nacionalismo, de caráter popular, acabou sendo engolido por uma patriotada fajuta propagandeada por militares e civis de desejos entreguistas.
Mas foram vários os momentos na história brasileira em que movimentos semelhantes ocorreram. O atual, por exemplo, é um deles, e ainda está em jogo.
As manifestações que levaram ao impeachment de Dilma e ao golpe no país eram recheadas de discursos patrióticos de pessoas que vestiam-se e pintavam-se com as cores brasileiras. Boa parte dos políticos da direita surfaram nessa onda pseudonacionalista para angariar votos. A grande imprensa (a mesma de 64) não poupou editoriais “em defesa da pátria” ao propor o impeachment, repetindo o apoio ao golpe militar em 64.
Mas as políticas que se sucederam ao golpe não seguiram o tom dito “nacionalista”. O Wikileaks, por exemplo, já revelou que, em documentos de 2009, Exxon e Chevron, petrolíferas americanas, tinham o desejo de alterar a legislação brasileira para acabar com o domínio da Petrobras sobre o petróleo nacional, usando-se de relações com políticos como Serra e organizações como FIESP e CNI.

Pouco tempo após o impeachment, não por acaso, a Câmara aprovou projeto de autoria de Serra que possibilitava a exploração do pré-sal por companhias estrangeiras.

Mesmo a família Bolsonaro, que tem ganhado público na Câmara com um discurso patriótico vazio, votou a favor da entrega de nossas reservas aos estrangeiros.
Sinais do sentido que tomou o sentimento nacionalista no país. Um “nacionalismo” que vê as pessoas de pele mais escura como inimigas.
Que enxerga como mais “merecedores” da condição de brasileiros aqueles que vivem mais ao sul. Uma verdadeira patriotada que não hesita em defender políticas que tirem vidas de outros brasileiros. Mas que, paradoxalmente, adota práticas entreguistas que acabam favorecendo o capital estrangeiro em detrimento do próprio povo brasileiro.
Assim, o nacionalismo fajuto brasileiro acabou se transformando em uma espécie de refúgio para a direita liberal, uma patriotada que do fascismo europeu herdou apenas a truculência, o discurso de ódio e o apelo policial.
Não que ideais nacionalistas sejam, necessariamente, fascistas. Há exemplos pelo mundo de políticas nacionalistas que, ao contrário do ideal nazifascista, reconheciam a luta de classes e a diversidade e, justamente por isso, criaram projetos de desenvolvimento nacional soberanos sem recorrerem a discursos de ódio e xenofobia ou à criação de um inimigo interno.
Nossa vizinha Bolívia, por exemplo, sofreu inúmeras críticas quando adotou uma política de nacionalização de setores estratégicos, como o de exploração de hidrocarbonetos. Hoje, vê a grande mídia se calar para evitar maiores holofotes no país que criou um modelo nacionalista e inclusivo de desenvolvimento econômico.
Entre 2007 e 2012, por exemplo, os bolivianos experimentaram um aumento anual médio de 4,8% em seu PIB. O próprio FMI, antes crítico do país, já reconheceu que as políticas de Evo Morales ajudaram a aumentar em quase três vezes a renda média da população e reduziram a pobreza e a desigualdade.
Os elogios vieram apesar das críticas ao órgão pelo presidente boliviano, que já afirmou que o FMI deveria ressarcir seu país pelos danos causados com os 20 anos de imposição de medidas neoliberais.
O próprio nacionalismo cubano, apesar das críticas, com seu tom anti-imperialista e anticapitalista, trouxe inúmeros benefícios para o país. Afinal, aRevolução Cubana alçou um país agrário de população miserável a uma nação que praticamente erradicou o analfabetismo, incluiu negros nas universidades e criou um sistema de saúde que é exemplo para o mundo todo.
Na Europa, também, apesar do que alardeia a grande mídia, não é só a extrema direita que adota o discurso nacionalista.
Desde a crise de 2008, a esquerda europeia tem crescido com um discurso antiglobalista, antiliberal e que reconhece as injustiças regionais da UE. Por lá, a posição “anti-europeísta”, como se diz, não é exclusiva da extrema direita, muito menos ligada apenas ao discurso xenófobo.
Foi com esse discurso, por exemplo, que Portugal fez aquilo que, para o povo grego, ficou apenas no desejo. O país governado pelo Bloco de Esquerda peitou o FMI e a UE ao recusar as medidas de austeridade como forma de superar a crise de 2008. Hoje, os dois órgãos, principalmente em suas figuras alemãs, têm de engolir seco e ceder elogios à economia de base socialista portuguesa. Além disso, o país adota uma série de medidas que impulsionaram o turismo por lá e aumentaram a receptividade portuguesa aos estrangeiros.
São exemplos de nacionalismo como esses que a esquerda brasileira deveria observar. Seria um ótimo contraponto ao patriotismo preconceituoso que vem crescendo na direita liberal de nosso país.
Desse modo, a esquerda brasileira deve trabalhar para tomar o discurso nacionalista do país para si, ressignificando-o. É preciso agregar à bandeira brasileira valores esquecidos como a igualdade entre as variadas etnias e gêneros, a redução das desigualdades regionais e de classe e o respeito aos estrangeiros.

É necessário, também, que o sentimento verde e amarelo revisite sua própria história para, enfim, reconhecer que a insistência em políticas liberais nos torna cada dia mais dependentes e subordinados aos países mais desenvolvidos.

Por fim, a esquerda brasileira deveria criar um sentimento nacionalista colado a um projeto político que passe pela criação de uma indústria nacional que torne nossa economia independente, sem se esquecer de que tal processo deve ser feito de forma popular, para que nenhum brasileiro (ou quem quer que escolha morar nesse país) fique para trás.
Um nacionalismo que negue, enfim, qualquer forma de exploração.
Almir Felitte é advogado, graduado pela Faculdade de Direito de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo.

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joao

11 de dezembro de 2017 às 19h50

simplesmente contundente pela gente

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vania da rosa

11 de dezembro de 2017 às 19h28

Tocante e humano discurso! Para os que entran para vilependiar, atacar, ridicularizar, vulgarizar isto se chama crescimento interior e expansão de consciência, coisa que vocês estão muito longe de alcançar porque envolve conhecer-se a si mesmo e dignidade humana. conceitos que vocês, coxinhas e ventríloquos da globo NUNCA irão entender.

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cezar

11 de dezembro de 2017 às 18h05

Vacaria é a terra da filósofa elegeu PETISTAS na Prefeitura..Inclusive fazendo um bom Governo.Coligação PT-PDT. O prefeito eleito de Vacaria, Elói Poltronieri (PT), a vice Vera Marcelja (PDT)..Oito anos de Governo..Fez muita coisa pelos excluidos….Ela deveria falr com eles..

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Tania Maria dos Santos

11 de dezembro de 2017 às 14h37

Excelente!!! Me representa!!

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Orlando Coelho

11 de dezembro de 2017 às 14h19

-: Singela e profunda fala de quem exercita a sensibilidade humana…

#Lula2018

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Regiane vidal

11 de dezembro de 2017 às 13h38

Gente que delícia poder escutar um discurso tão honesto e tão profundo…da para perceber que houve uma construção desse entendimento e de tudo que o nosso querido Lula representa hoje…

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Edlberto Pires

11 de dezembro de 2017 às 12h48

Lula não é um Cristo, no entanto, Jesus não virá jamis na Terra, Ele manda os seus prepostos e LULA É O REPRESENTANTE DE JESUS NO BRASIL.PORTANTO NA TERRA. Daí, ser ora odiado e ora amado, a exemplo da Filosofa que soube discernir entre amor e ódio: O AMOR PREVALECE

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Mauro Nascimento

11 de dezembro de 2017 às 14h02

#FilósofaDeixaPlatãoDeLadoEDáApoioALula

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Sônia Gutierrez

11 de dezembro de 2017 às 13h57

Quem não se movimenta é estátua! Muito bom.

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Lia Baião Feder

11 de dezembro de 2017 às 12h50

Emocionante e transparente. Com um destaque: Lula tem que deixar de ser um caso de amor / ódio. Já se sabe que ele carrega é o programa de governo do PT.

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Roberto Barros

11 de dezembro de 2017 às 12h49

André Arruda

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Lidiana Dias Nazar

11 de dezembro de 2017 às 12h26

Carlos Alberto Fantacini

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Claudia Buch

11 de dezembro de 2017 às 12h23

Obrigada Márcia ❤

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Francine Lemes

11 de dezembro de 2017 às 12h15

Aninha Rangel

Responder

Marta Pordeus

11 de dezembro de 2017 às 11h41

Marta Pordeus

Responder

Juli

11 de dezembro de 2017 às 08h40

Vi a palestra toda. Todos os discursos. Senti um clima entre ela e o Lula. Ele inclusive disse que ela estaria convidada a convidá-lo novamente para um jantar. (Ela tinha dito certa vez que convidaria Lula mas não o fez) daí ele reavivou a possibilidade do convite.
Será que rola?

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Neide dos Santos Gonçalves

11 de dezembro de 2017 às 07h22

… E eu que tinha meu “pezinho atrás” com você, Márcia…. passo a admirá-la…. Parabéns pelo despertar….. eu tb morei numa cidade onde a ditadura passava despercebida….. a história das mulheres tem sempre vários “pontos de intersecção” , semelhantes aos encontrados nos conjuntos numéricos da Matemática….. Abs!

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Gustavo Rodrigues Piveta

11 de dezembro de 2017 às 09h08

Parabéns e bem vinda Professora.

Responder

Fernanda Gomes

11 de dezembro de 2017 às 09h02

Gabriela Araujo, Milton de Faria, Cristiano Monteiro de Miranda

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Ivanice Rodrigues

11 de dezembro de 2017 às 08h16

Mas era ela que dava entrevista xingando o Lula.

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Erasmo Penteado

11 de dezembro de 2017 às 05h18

Abner, Filipe

Responder

Daniel Queiroz

11 de dezembro de 2017 às 04h35

Responder

Alessandro Filipe

11 de dezembro de 2017 às 03h46

Roberto Muniz

Responder

Celeste Gomes da Silva

11 de dezembro de 2017 às 01h03

Emocionante! Como vc Marcia também admiro o Lula e votarei de novo com o PT.

Responder

Cláudio P. Pinheiro, o CPP!

11 de dezembro de 2017 às 00h59

“CUBRA-NOS COM SEU MANTO OH MÃE!”

BOA NOITE MEU BRASIL VARONIL! (APESAR DOS PESARES).

SÓ NÃO ENXERGA QUEM NÃO QUER VER MESMO MEUS BROTHERS E SISTERS! URGENTE! URGENTÍSSIMO!

A “GLOBOSTA” DEGENEROU O RESTINHO DE CÉREBRO DOS COXINHAS!

NÃO SE PODE ENTENDER TANTO BESTEIROL, NEM FREUD EXPLICARIA! “HOMI!” “SEU MININO!” ESSES BOBÕES NÃO SE TOCAM. “CHÁ DE SIMANCOL PRA ESSES…!”

“#LULA DO BRASIL 2018!”

“TAMO JUNTO MEU POVÃO DO MEU BRASIL VARONIL!”

“PRA FRENTE É QUE SE ANDA!” “LEVANTA A CABEÇA, NÃO ESMOREÇA!” “BABADO NÃO É BICO NÃO!” JUÍZO GENTE E JÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁ…!!!

É 13. É 13. É 13. É LULA DO BRASIL VARONIL!

“LULA DO BRASIL, ESTRELA DE PRIMEIRA GRANDEZA”.

#LULA DO BRASIL 2018.

DEUS LHE PROTEJA LULA DO BRASIL! AMÉM!

BOA NOITE MEU BRASIL VARONIL! (apesar dos pesares).

BOA NOITE MEUS BROTHERS E SISTERS!

O POVO BRASILEIRO TEM SENTIMENTO DE GRATIDÃO!
O POVO QUER LULA DO BRASIL!

“LULA DE NOVO, COM A VONTADE E A FORÇA DO POVO!”

“HOMI!” “SEU MININO!” SEM ÓDIO E SEM RANCOR!

“SEM MEDO DE SER FELIZ DE NOVO!”

“TAMO JUNTO MEU POVÃO!”

#LULA DO BRASIL 2018.

Responder

Atineli

11 de dezembro de 2017 às 00h57

Márcia se posicionou em relação ao PT de forma surpreendente. O fato de ter se desligado do Psol mostra também seu aprendizado político, como ela mesma disse. O mais interessante foi ela puxar a questão da origem de classe e se colocar nesse ponto próxima da experiência do Lula. Quanto as suas pautas são simplesmente perfeitas: mulheres, índios, negros e cidadania para todos como prioridade máxima. Lula com certeza anotou tudo direitinho. Márcia é mais uma luz nesse momento de trevas.

Responder

Marcelo Marinho

11 de dezembro de 2017 às 02h28

Me apaixonei pelo livro dela chamado “RIDÍCULO POLITICO”. Super indico! deveria estar sendo lido em todos os colégios para que jovens entendesses o porque colocam a frase que “politica e religião não se discute” e que é maliciosa, pois sem debater politica, não entendemos como ela se dá, e só através da politica é que um País existe democraticamente, quando estamos iterado e sendo parte atuante podemos cobrar dos políticos que nos representa. e esse livro mostra isso, e o porque tentam destruir

Responder

Marcelo Marinho

11 de dezembro de 2017 às 02h28

#@# Me apaixonei pelo livro dela chamado “RIDÍCULO POLITICO”. Super indico! deveria estar sendo lido em todos os colégios para que jovens entendesses o porque colocam a frase que “politica e religião não se discute” e que é maliciosa, pois sem debater politica, não entendemos como ela se dá, e só através da politica é que um País existe democraticamente, quando estamos iterado e sendo parte atuante podemos cobrar dos políticos que nos representa. e esse livro mostra isso, e o porque tentam destruir

Responder

Wescley Fernandes

11 de dezembro de 2017 às 02h27

Eu apoio o Lula, antes de tudo! Muito do que ela disse outros já disseram! Aliás, é melhor que Lula ouça os próprios índios e os próprios negros, em suas comunidades! Com todo respeiro, como mestiço, entendo que nosso lugar de fala precisa ser preservado, longe da retórica intelectual, a despeito dela ter sua importância!

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Sônia Pereira

11 de dezembro de 2017 às 00h18

É isso: o apoio de Márcia Tiburi tem uma pauta. Um projeto para o país, compromisso com a educação; com as mulheres, os indígenas e contra o racismo. Para Lula não esquecer. Márcia Tiburi é corajosa e clara em sua escolha. Lula, registre em sua agenda O que ela declarou, pois ela parece representar o sonho de muitas mulheres e homens!

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Regina Borges

11 de dezembro de 2017 às 00h17

A MÁRCIA TIBURI, é um exemplo de mulher e de resistência para esse momento político tão sombrio e caótico que estamos vivendo. Precisamos de pessoas como ela para voltarmos a lutar e acreditar em uma sociedade mais igualitária e justa. A fala que ela nos representa uma parcela grande de pessoas que ainda estão resistindo a tudo isso que estamos atravessando no país, pois à educação, as mulheres , os indígenas, as comunidades remanescentes , entre outros, precisam de um olhar e atenção especial. Parabéns Marcia Tiburi pela excelente explanação, clareza e lucidez.

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Ana Maria

11 de dezembro de 2017 às 00h14

Lucidez a toda prova

Responder

Selma Athayde

11 de dezembro de 2017 às 02h14

Com simplicidade a grande filosofa Marcia Tiburi tocou em questões importantes como o preconceito de classe e a voz feminina dentro do PT.

Responder

Crisales Santos

11 de dezembro de 2017 às 02h03

Vejam q discurso amigos Derivalda Andrade Estévenson Chaves de Melo Sinval Barros Mota

Responder

Diogo Roger da Hora

11 de dezembro de 2017 às 01h52

defensora de bandido,merece ficar no ostracismo mesmo,uma doutrinadora burra a menos

Responder

    Mauricio

    11 de dezembro de 2017 às 08h56

    Ela defendeu os indios, negros e mulheres, eles são bandidos Diogo?

    Responder

Diogo Ferreira Silva

11 de dezembro de 2017 às 01h48

Márcia tiburi e o bolsonaro de saia versão esquerda. Igualmente desprezível.

Responder

Maria Do Socorro Mesquita

11 de dezembro de 2017 às 01h37

BRILHANTE FALA DE MÁRCIA TIBURI!
Ela declarou que o que a fez se aproximar do Lula foi ver tranquilidade com que ele traz seu legado de classe pro processo político.
Nestes anos de governo do PT vi boquiaberta o incômodo de muitos intelectuais e artistas de esquerda em relação ao Lula: com sua fala, seus modos, sua pouca escolaridade, sua origem. Então, percebi que existe preconceito de classe também na esquerda.
Artistas e intelectuais de esquerda amam defender causas sociais, mas o poder deve estar nas mãos de intelectuais com perfil acadêmico. O intelectual orgânico.
Muito bom ver uma intelectual que valoriza justamente o legado de classe trazido genuinamente por Lula.

Responder

Vera Lucia Santos

11 de dezembro de 2017 às 01h35

Muito bom!

Responder

Euler

10 de dezembro de 2017 às 23h30

Em poucos minutos de fala Marcia Tiburi sintetizou pontos essenciais: a) o legado de classe que a candidatura Lula (e o próprio) representa; b) a construção de um projeto de país, de nação (implicitamente ela disse: detone a Globo, Lula, pois enquanto essa emissora existir não seremos um país, mas uma colônia); c) a importância da Educação para a formação crítica e humanista dos cidadãos. Ela não disse exatamente assim, mas claro que pensou assim, rsrs. Em geral as pessoas associam a Educação apenas às necessidades do mercado, da concorrência mercadológica, mas formar pessoas humanas é muito mais importante do que preparar mão de obra qualificada para ser explorada pelos donos do PIB. Sem consciência crítica, essa “nova classe média”, que deveria honrar o legado proletário do qual se origina, vira fantoche nas mãos dos candidatos do sistema. E por último, falou também em defesa dos povos indígenas, dos negros e das mulheres, condição para que tenhamos uma sociedade menos desigual, com respeito e proteção à riqueza das diferenças culturais, étnicas, entre outras.

Responder

Miriane Lucca

11 de dezembro de 2017 às 01h28

Cláudio Roberto Da Silva

Responder

Zilda Castro

11 de dezembro de 2017 às 01h25

Baaa guria tu podias e ainda podes pedir que o povo elejam o Lula e uma bancada de congressistas descentes e eliminem todos os golpistas. Guria so mais uma coisa, fico feliz por teu amor ao Lula e finalizo te dizendo, tamo junto.

Responder

Serjão

10 de dezembro de 2017 às 23h11

Ainda falta um outro filósofo careca, estamos aguardando o mesmo.
Parabéns à Márcia Tiburi pela coragem de assumir em público a sua mudança em relação ao Lula; espero o mesmo de muitos, um deles é o Samuel Rosa do Skank.

Responder

Rosa De Lima Cunha

11 de dezembro de 2017 às 01h09

Que bonita fala Marcia. Todo povo precisa entender o que vc explicou sobre o caminho percorrido por vc ate chegar as conclusões tão bem colocadas.

Responder

Luiz Azevedo

11 de dezembro de 2017 às 01h05

Encontro de intelectuais e a extrema direita PIRA!!!KKKKK

Responder

Laura Faria

11 de dezembro de 2017 às 00h57

Orgulho de ser Petista.

Responder

Deyvison Gabriel Santos

11 de dezembro de 2017 às 00h56

Os pedidos que ela fez a lula devem ser feitos a Jair Bolsonaro, porq ele seja o nosso futuro presidente

Responder

Lopes

10 de dezembro de 2017 às 22h53

Que merda! Com esse discurso, vamos continuar tomando paulada na cabeça.

O correto é partir para luta sem dó nem piedade!

Responder

hb cwb

10 de dezembro de 2017 às 22h41

Só a educação liberta e garante que todos lutarão por seus direitos e pela democracia.

Responder

Juarez de Magalhães

10 de dezembro de 2017 às 22h40

Em poucas palavras a Professora Márcia abordou questões importantíssimas de forma direta e indireta que com certeza o companheiro Lula entendeu perfeitamente com brilhantismo e profunda educação e respeito. Crítica; autocrítica; novo projeto nacional, prioridades, Democracia,etc.
Enfim, ela falou muita coisa importante em pouco tempo de fala.
Lula 2018! Para vencer as eleições barrar o golpe e reconstruir o “Projeto Nacional de um Brasil, livre, soberano e socialmente mais justo.

Responder

Marcelo Marinho

11 de dezembro de 2017 às 00h40

O livro dela “O RIDÍCULO POLITICO” é muito bom! mais que bom ele desperta a população para esse propósito por tras do ridiculo. super indico!

Responder

Maria Claudia

10 de dezembro de 2017 às 22h39

Sensacional. Grande apoio.

Responder

Marilu Gomes Parreiras

10 de dezembro de 2017 às 22h39

Espetacular!! Concordo quando disse que que o legado de classe é algo muito enraizado mesmo.

Responder

Jose Geraldo Pessoa Vieira

11 de dezembro de 2017 às 00h29

Lula é o cara

Responder

Sebastiao Rocha A Neto

11 de dezembro de 2017 às 00h29

Basta o Lula eleito e pronto?

E os 500 e tantos deputados federais e 80 e tantos senadores a gente faz o que?

Responder

Mônica De Toledo E Silva Spegiorin

11 de dezembro de 2017 às 00h19

Simples e por isso profundo! Marcia Tiburi é uma das maiores intelectuais do Brasil! Uma pena que a grande mídia não lhe ofereça nenhum espaço.

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Augusta Taurinorum

11 de dezembro de 2017 às 00h15

Cátia Dias

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    Cátia Dias

    11 de dezembro de 2017 às 00h24

    Maravilhosa… que discurso magnifico. O pedido foi melhor ainda!!! ????????

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Carolina Lopes

11 de dezembro de 2017 às 00h14

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Cynthia Fiorini

11 de dezembro de 2017 às 00h13

#Lula2018 ❤️ Que belo discurso!

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Mary Chaves De Oliveira

11 de dezembro de 2017 às 00h09

Lacrou!!! Essa escritora me representa!!! #Lula2018

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Adélia Arruda

11 de dezembro de 2017 às 00h05

Discurso cheio de emoção e verdade. Muita esperança em novos tempos.

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Rosa Keith De Moraes

10 de dezembro de 2017 às 23h58

Otonio Lima Junior

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Maria Fernanda Ferraro

10 de dezembro de 2017 às 23h55

MARAVILHOSA!!!

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Marcia Amaral Freitas

10 de dezembro de 2017 às 23h51

Que discurso conciso mas que ao mesmo tempo contem tantas coisas!!

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Marina Bordignon

10 de dezembro de 2017 às 23h38

Lara Albino Marianah Bordignon

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Madge Porto

10 de dezembro de 2017 às 23h34

Foi maravilhoso, emocionante, forte e preciso. Senti-me contemplada como mulher, feminista e socialista.

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Sidnei Paixão Antunes

10 de dezembro de 2017 às 21h29

Viva o século das mulheres vcs sempre foram os oráculos de nossa sociedade eu tem estou com LULA.

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Malu Porto

10 de dezembro de 2017 às 23h19

Maravilha.

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Marthinha Oliveira

10 de dezembro de 2017 às 23h17

Muito bom!

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Simone Milhazes

10 de dezembro de 2017 às 23h17

Sensacional!!!!

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cezar

10 de dezembro de 2017 às 21h11

Vacaria é a terra da professora elegeu PETISTAS na Prefeitura..Inclusive fazendo um bom Governo.Coligação PT-PDT. O prefeito eleito de Vacaria, Elói Poltronieri (PT), a vice Vera Marcelja (PDT)..Oito anos de Governo..

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Cristina Trintinella Padial

10 de dezembro de 2017 às 23h02

Esta mulher é muito inteligente e, ao mesmo tempo, muito simples!

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Eliete Chuff Souto

10 de dezembro de 2017 às 22h58

Brava! Bravoooo!

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Sandra Cristina Souza

10 de dezembro de 2017 às 22h53

Gabriella Helena

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Pivetta Fatima

10 de dezembro de 2017 às 22h52

Jorge Huet

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Leticia Zotta

10 de dezembro de 2017 às 22h44

Só de ver os que caminham ao nosso lado… muito orgulho!

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Marli Alheiros

10 de dezembro de 2017 às 22h44

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Sillhouette Madeleine

10 de dezembro de 2017 às 22h41

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Wilson Silva

10 de dezembro de 2017 às 22h35

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Wilson Silva

10 de dezembro de 2017 às 22h34

Só esquedopatas. Foram 13. Só Deus na causa!

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Simarone Rodrigues de Medeiros

10 de dezembro de 2017 às 22h32

Muito bom, Márcia.

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Mauricio Passos

10 de dezembro de 2017 às 22h32

Tania Regina Altoe

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Tadeu Braga

10 de dezembro de 2017 às 22h25

Perfeita, Márcia Tiburi! Bravo!

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