Antijornal Nacional de quinta-feira começa agora!

Haverá ainda 6 golpes até 2019, mas há um antídoto

Por Gustavo Santos

10 de dezembro de 2017 : 20h41

Já está mais do que evidente, para quem entende minimamente de comportamento eleitoral, que será impossível acharem algum candidato que possa vencer Lula em 2018.

Aliás, para poder impedir que Lula em 2018 vença no 1º turno, eles vão ter que colocar como candidatos todas as celebridades disponíveis: dois juízes pavões, um apresentador de TV, dois “gestores”, um santo, dois esquerdistas refinados, dois esquerdistas bravos, uma fada da floresta, um messias armamentista, um banqueiro ministro, um verde, um bando de pastores mui santos etc.

Será um zoológico de candidatos como nas eleições de 1989. Na prática, todos contra a vitória do Lula no primeiro 1º turno. Com muito esforço, muito dinheiro, muitos belos discursos e muitas mentiras, talvez consigam juntos impedir que Lula vença no primeiro turno. É o máximo que podem conseguir.

Eles sabem disso.

O golpe não foi dado para devolver o governo para o escolhido do povo e, assim, correr o risco de perder as “conquistas” que Temer ofereceu aos ‘donos do poder’. Por isso darão todos os golpes possíveis para impedir que Lula volte a ser presidente.

Haverá assim, pelo menos, mais 6 tentativas de golpe.

A primeira, todo mundo já sabe, será a condenação do Lula no TRF4, onde julga o compadre do Moro.

Enquanto isso, tentarão dar o segundo golpe, o do parlamentarismo ou “semipresidencialismo”.

O terceiro seria o que o genial Wilson Ferreira do blog Cinegnose chama de bomba semiótica. No caso, seria uma operação de sabotagem planejada teatralmente com a grande imprensa para ser divulgada de forma espetacular.

Algo que possa chocar a Nação tipo um assassinato ou uma queda de avião.

Isso pode ser contra inimigos ou aliados em potencial de Lula. Se for contra um inimigo seria algo que pudesse depois ser atribuído a Lula ou a algum apoiador. Se for contra um aliado pode ser algo que elimine uma base de sustentação fundamental a Lula e derrube a confiança de seus apoiadores. Esse alvo espetacular pode estar no Congresso, no judiciário, nas Forças Armadas ou ser alguém que tenha importância eleitoral. Pré-candidatos, juízes ou militares tendem a ser os alvos mais óbvios.

A quarta tentativa de golpe será a fraude eleitoral. O sistema de voto eletrônico brasileiro já convive com fraudes há muito tempo e nada pode ser feito contra elas porque o sistema é inauditável. Na prática, é possível escolher quem será eleito, sem nenhum vestígio legalmente comprovável de fraude. Além disso, quem vai investigar e julgar os acusados de fraude é o mesmo órgão que define todas as regras, administra todas as urnas, seus algoritmos e toda logística da eleição, Ou seja, quem podem fazer a fraude é quem vai julgá-la. E não é preciso pesquisar muito para saber de que lado esse órgão está. A fraude eleitoral em Honduras foi só mais teste antes de ser usado no Brasil.

A quinta tentativa de golpe será militar. Um golpe militar está sendo preparado no Brasil pelo menos desde 2013. Para isso adestraram uma parte da população para apoiar entusiasticamente tanto um golpe militar quanto qualquer tipo de saída através da violência. O fanatismo em torno da candidatura de Bolsonaro, adulado como “O Mito” por seus seguidores, é só uma evidência mais óbvia.

A sexta tentativa ocorrerá depois da reeleição de Lula em 2018. Será uma reedição do ‘Grande Cerco contra Dilma’ após a eleição de 2014. ‘O Grande Cerco contra Dilma’ já é uma figura clássica de golpe, quando se utiliza todas as armas simultaneamente contra um chefe de governo.

A sexta tentativa de golpe é a combinação das cinco acima citadas. Elas serão redirecionadas, no caso de não serem bem sucedidas, para ao menos produzir um Congresso e uma mídia mais hostil, um judiciário e um ministério público mais persecutórios e um clima de ódio, divisionismo e conflito civil ainda maior.

A sexta tentativa de golpe é a união de todas as armas golpistas articuladas para tentar colher pequenos recuos cumulativos por parte do futuro Presidente Lula a partir de 2019. Uma vez reeleito, à medida que Lula for cedendo espaços e recursos de poder, perderá a credibilidade frente aos apoiadores e capacidade de reação. Ao mesmo tempo, os recuos farão os inimigos se recuperarem dos desgastes do governo Temer e das derrotas em múltiplas tentativas de golpe.

É a única forma de impedirem que Lula reorganize seu novo governo a tempo de obter resultados, consolidando novamente uma fortaleza inexpugnável de popularidade. Se os inimigos de Lula puderem colher recuos, vacilações e quebras de promessas como colheram de Dilma em 2015, poderão novamente acumular recursos de poder e credibilidade junto ao povo para um golpe definitivo.

Todas essas tentativas de golpe acontecerão. É tão inevitável quanto uma picada em quem confia em escorpião. Os inimigos da vontade popular estão obcecados e tem à disposição todos os recursos necessários para promover esses golpes com, aparentemente, um mínimo custo ou risco.

Mas acredito que todos esses golpes fracassarão. Lula até agora teve muita sorte. Algo nos diz que essa sorte não acabará enquanto ele estiver defendendo as causas básicas do povo.

Todavia, sem um dispositivo amplo de defesa, cada golpe poderá causar grandes feridas e sofrimento. E não convém só contar com a sorte.

O antídoto aos golpes, um dispositivo amplo de defesa e reação contra esses golpes vai muito além de campanhas eleitorais. É preciso fortalecer vínculos sólidos com um conjunto de aliados mais amplo. Aliados que possam reagir contra cada uma das tentativas de golpe citadas, mas que sejam realmente leais, mesmo após as eleições.

Uma lealdade real só pode ser conquistada com a comunhão de ideais, caminhos, projetos e utopias. Hoje o PT ainda está oferecendo muito pouco nesse sentido. Está se baseando quase que apenas na recuperação das conquistas de seus governos.

Isso é insuficiente para conquistar partes importantes dos empresários produtivos, da classe média, do funcionalismo público, das forças armadas, da intelectualidade, dos outros partidos e políticos de esquerda, dos sindicatos, movimentos sociais recalcitrantes e dos jovens.

Todos esses setores se sentem parcialmente descontentes, não contemplados ou pouco entusiasmados com o simples retorno ao que foi o governo Lula. Promessas específicas a cada um desses setores tendem a ter um impacto pequeno porque carecem de credibilidade. Além disso, podem gerar contradições e objeções mútuas entre esses grupos ou, ainda, com outros grupos de aliados fiéis ou potenciais de Lula.

O antídoto a todos esses golpes é conseguir um discurso unificado que garanta aliados fiéis em todos os grupos citados acima e que, não por acaso, são base de apoio fundamental em todos os tipos de golpe.

Esse discurso precisa se alimentar de um arcabouço e uma narrativa que sintetize e unifique o interesse de todos esses grupos e ao mesmo tempo seja já conhecida, compreensível e crível.

Essa narrativa existe e é compatível com as propostas e história do Lula. É o nacional-desenvolvimentismo de Vargas, de Juscelino, de Jango, de Brizola e de parte dos militares nacionalistas. O nacional-desenvolvimentismo propõe altas taxas de crescimento, investimento pesado em tecnologia e infraestrutura, além de Estado e Funcionalismo Fortes. Essas políticas favorecem os setores mais receosos em relação a Lula.

Se Lula abraçar com credibilidade esse discurso, terá em mãos o antídoto que eliminará boa parte do isolamento e da indiferença em relação a ele nos grupos que podem desmontar os golpes vindouros antes que causem grandes danos. Essa credibilidade precisa ser conquistada por meio da atração de aliados leais que sejam historicamente ligados ao discurso e aos interesses beneficiados pelo nacional-desenvolvimentismo.

Caso contrário, será visto como um discurso meramente eleitoreiro.

Se nenhum desses golpes der certo – como os planos do Cebolinha para roubar o coelhinho da Mônica – Lula tomará posse em 2019 e fará seu melhor governo até 2022, quando o Brasil terá muito que comemorar no bicentenário de nossa independência!

 

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27 comentários

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André Carvalho

11 de dezembro de 2017 às 21h53

Em tempo…
Os coxinhas fascistinhas reaças estão assanhados heim! Só pra lembrar, rir de tudo é desespero! Vocês só ganharão golpeando! Foi o que restou pra vocês, sangue sugas do Brasil!

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André Carvalho

11 de dezembro de 2017 às 21h46

Concordo com a análise! Os inimigos, de dentro e de fora, são muitos! Há que se ter muita clareza e objetividade para mostrar ao povo o que o eventual governo Lula quer! e realizar com esse mesmo povo um pacto de sangue!

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Clá

11 de dezembro de 2017 às 19h16

Gustavo Santos: no seu texto, você apresenta saídas absolutamente teóricas e ideais. Se você pousar, verá que aqui no Planeta Terra, a realidade é bem diferente daquilo que você propõe.

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Assissinho Souza

11 de dezembro de 2017 às 13h11

Ilma Maria, tu és doente ou mama nas tetas petista ,para querer um ladrão, Pedófilo, assassino, cachaceiro, canalha, na presidência tens o q alienação crônica, ou confusão mental para o teu caso o diagnóstico é
Bolsonaro presidente
BOLSONARO Salvador
Bolsonaro forever
Bolsonaro 2018

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SERGIO OSCAR

11 de dezembro de 2017 às 11h00

LULA 60 MILHOES DE VOTOS ??W HAUHAUHAUHAHAHUA

ACHAM QUE O EXERCITO VAI ACEITAR SER LIDERADO POR UM LADRÃO FINANCIADO POR DITADOR LIBIO ??

NEM DILMA COM ODEBRECH E TUDO MAIS TEVE 60 MILHOES..

LULA NAO ELEGEU NEM PREFEITO NEM O HADAD .. NEM NINGUEM .. ISSO ANTES DE SER O VERME QUE E HOJE SO AGUARDANDO A CADEIA

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    Ruy Acquaviva

    11 de dezembro de 2017 às 13h26

    Nãoadianta ficar desesperado desse jeito. O Lula é invencível porque o povo já percebeu que os que odeiam o lula são todos vagabundos, ladrões e pilantras da pior espécie.

    Responder

Ilma Maria DA Silva

11 de dezembro de 2017 às 11h05

Lula2018

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Clara Piñón

11 de dezembro de 2017 às 10h00

Só o povo na rua, para enfrentar esses batizinhos.

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Hildermes José Medeiros

11 de dezembro de 2017 às 07h59

Palavras são palavras são palavras, nada mais do que palavras. Está claro que tudo que está arrolado são armas da direita golpista, utilizadas desde sempre, mais fortemente quando conseguem forças suficientes para se expor, atacar. Na verdade não deram golpe para entregar o poder, abandonar o projeto de vinte anos com que contavam. Esperavam que a receita testada e desaprovada em todo o mundo do neoliberalismo desse certo, invertesse a tendência de queda da economia que ajudaram a acontecer boicotando o Governo Dilma Rousseff, e os deixasse espoliar o povo e o Brasil em paz. Pelo visto, como não poderia deixar de ser, não tem dado certo, e mesmo mantendo uma baixa inflação, não conseguem apoio popular, porque continuam com treze milhões de desempregados, e nada têm criado mais postos de trabalho. O máximo que conseguem, com ajuda da mídia canalha, não são empregos, mas bicos, onde grande parte de desempregados, sem a mínima experiência para negócios, tornam-se empreendedores, gastando as magras indenizações que recebem ou alguma poupança que disponham, com poucas chances de êxito nessa aplicações, em lugar de procurar um bico de fato e preservar esses recursos para poder sobreviver por mais tempo, resistir ao esbulho que os golpistas lhes impõem. Na realidade, o golpe de 2016 parece que está com dificuldades de chegar aos finalmente. Está faltando candidato competitivo pela via do voto e a via militar está encontrando dificuldades (pode ser também de nome, como na política, que a todos una, já que parece que o General Mourão não seja esse nome). Sobra o caminho de mudança institucional (Parlamentarismo, Presidência mitigada, o que seja), desde que permita manter os golpistas no comando do país por vinte anos, como explicitamente é o desejo, basta ver o controle fiscal nesse mesmo prazo que impuseram a todos os governos do país. Aqui, também, parece que não dá, já que faltam votos no Parlamento, muita conversa e tempo, visto que o ano de 2018 é de eleições. Ou, se tiverem apoio e financiamento externos (a fonte pode ser a mesma que deu suporte à eclosão do golpe em 2016, e até aqui os apoiam), viram a mesa e partem para a aventura (nesse caso só pode ser pela via militar com um fascista como o General Mourão), ou jogam a toalha, e tentarão uma composição política que os permitam afastarem-se do poder, sem desonra, que é um caminho difícil de parte à parte, diante dos estragos que já causaram à economia do país e ao povo, principalmente o povo trabalhador. Conciliação que está sendo um caminho difícil de ser vendido, já que todos os golpistas (no Judiciário, nas Procuradorias, no Parlamento, no Executivo, incluídas as áreas militar e policial), que passaram a empunhar a bandeira do combate a corrupção (os petitas no governo organizaram o arcabouço legal, adequando as áreas institucionais para execução desse combate), passando a usar esse arcabouço para dar o golpe e perseguir os petistas e aliados. Essas atitudes dos golpistas só foram possíveis até aqui com a forte corrupção de muitos dos envolvidos no golpe, com destaque da mídia liderada pela Rede Globo, não só na compra de votos e de apoio, mas também na venda de patrimônio público. Fica difícil, muito difícil, admitir esses crimes, muitos crimes de lesa-pátria, sem castigo, sem identificação dos culpados.

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Wilde Gomes

11 de dezembro de 2017 às 08h40

Tudo serviu para mostrar qual era e continua a ser o “propósito” dos golpistas durante todo o processo do golpe e pós golpe! “Reaja meu povo”! (Bete Carvalho).

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Cecilia Corrêa

11 de dezembro de 2017 às 02h51

2019?

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Marcio Oliveira

11 de dezembro de 2017 às 01h47

Kkkkk só que não. Eu pego um andarilho apresentasse a sociedade e então ele ainda sim terá mais votos que o pinguinha.

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    Jackie Alboledo

    11 de dezembro de 2017 às 02h11

    Parece que vc não tá sóbrio né? O Lula tem 60 milhões de votos garantidos .

    Responder

    Marcio Oliveira

    11 de dezembro de 2017 às 02h16

    Bom não acredito nisso não. Porém sabendo que isso pode acontecer sim, pois o dinheiro é uma tremenda vantagem na política. Eu odeio corrupção.

    Responder

      Ruy Acquaviva

      11 de dezembro de 2017 às 13h25

      Odeia nada. Você é mais um vagabundo corrupto que odeia o Lua porque ele representa tudo que é contr tua vagabundagem e desonestidade. Somente os ladrões, pilantras e vagabundos odeiam o lula e fazem esse discurso mentiroso contra a corrupção enquanto roubam, enganam e apóiam ladrões feito Aécio e Temer.

    Goncalo Eifler Pérez

    11 de dezembro de 2017 às 05h30

    Vcs sofrem de abstinência, diante de tanta ansiedade por um bebum desses, verdadeiro estadista, sim, mas de “galinheiro”!

    Responder

    Marcio Oliveira

    11 de dezembro de 2017 às 11h31

    Nas últimas eleições tiveram pouco mais de 51 milhões de votos, porém ainda tira os votos da legenda pmdb que é o maior partido em votação em legenda. Ainda assim sobrou mais de 80 milhões de votos que não foram para o PT então, segundo os fatos, não é bem simples do Lula ganhar. Mas se ele tiver peito de fazer novamente aliança com o pmdb teremos uma eleição estranha de novo. O país na minha opinião tá meio sem esperança, pois não tem políticos com reputação boa só temos uns menos piores.

    Responder

    Andre Massao Noce

    11 de dezembro de 2017 às 11h40

    Marcio Oliveira kkkkkk… O pato amarelo escravo masoquista, prefere ser roubado pelos seus amigos golpistas corruptos da direita corrupta como o PSDB corrupto do Paraná…

    Responder

    Andre Massao Noce

    11 de dezembro de 2017 às 11h42

    Goncalo Eifler Pérez kkkkkk… Gaúcho adora eleger os amigos golpistas corruptos da direita corrupta… PSDB e PMDB corrupto, destruíram o Estado do Rio Grande do Sul…

    Responder

    Marcio Oliveira

    11 de dezembro de 2017 às 11h51

    Bom eu não sou muito conhecedor da política gaúcha. Mesmo eu nunca tendo votado no pmdb ainda sim tive dando uma olhada no Tse nos dados dos partidos políticos, porque escutei muitos militantes do PT que afirma a maioria dos votos na eleição passada sendo do PT se tirarmos os votos da legenda do Michel a Dilma não teria ido ao segundo turno. Não me entende mal, também não votei no aecio

    Responder

Humberto Rolo Paulino

11 de dezembro de 2017 às 01h18

Viajou na maionese…

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Michel Rezende da Silveira

11 de dezembro de 2017 às 01h14

Debora Neves

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Mar

10 de dezembro de 2017 às 22h29

Sendo assim é um erro achar que as eleições vai acabar com o golpe. O golpe tem que ser derrotado antes. Oh povo masoquista, o golpe comendo no centro, atacando a nação de todas as formas, e ainda quer esperar as eleições para ver o que acontece? Vocês acham que vão aguentar este tempo todo? Acorda minha gente, enquanto ainda é tempo!

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Lucinaldo Soares Gomes

10 de dezembro de 2017 às 23h42

eleições 1989 por Alipio Martins https://www.youtube.com/watch?v=VxtaM60LPtY

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Reginaldo Gomes

10 de dezembro de 2017 às 21h09

Estratégia boa é fazer essa eleição ter segundo turno com 2 candidatos da esquerda progressista.
Lula X Ciro Gomes , por exemplo.
Dito popular: “barba e cabelo” ; deixar a direita sem pai nem mãe.
Imaginem o debate na globo de ciro gomes e lula!!!!!!!!!!! pra quem a globo ia torcer!!!! e nos outros canais golpistas de televisão!!!
Seria a apoteose.
Acho que boa parte dos golpistas ia tudo pra miami com a cabeça inchada.

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