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Um silenciador não calará Marielle – Mulheres, aos milhares, herdarão sua voz

Por Bajonas Teixeira

16 de março de 2018 : 10h39

Por Bajonas Teixeira

 

A morte de Marielle Franco não será em vão. Muito menos satisfará os objetivos dos que a executaram. Seu assassinato regou com sangue o terreno da história de onde outras mil Marielles vão florescer para continuar o que ela semeou. Não foi, como gostariam, a morte de uma mulher negra, pobre e periférica, mas o nascimento, para a política, de milhares de mulheres negras, pobres e periféricas. E todas armadas com a sua voz, que não silenciará.  Não foi à-toa que sua luta começou quando uma amiga morreu, vítima de bala perdida, em um dos incontáveis tiroteios entre a polícia e o tráfico na Maré. Ela incorporou essa vítima, e a manteve viva e mais forte através da sua voz. E assim acontecerá com Marielle.

E com muito mais força, porque ela sabia que corria riscos, e se manteve firme até o último instante na sua missão de representante. E isso não em um lugar qualquer, mas numa cidade onde o inferno cospe fogo e labaredas sobre as mais de mil favelas – em 2010 já eram 1.025 –  que pontuam as suas margens.

E onde é que a violência opera absoluta? A filósofa Hannah Arendt nos responde: é nos campos de concentração dos regimes totalitários, onde não só as leis, “mas tudo e todos devem quedar em silêncio”. Para isso, para esse serviço, é que servem os silenciadores. Na  política, ao contrário, o teor de violência tem que abrandar, porque a voz e a fala estão à postos para quebrar o silêncio. (Arendt, H., Da revolução, p. 44)

Quem assassina uma representante da democracia, a quinta mais votada da cidade, quem mata 46 mil votos, como disse sua filha, quer mais do que tirar uma vida, quer aniquilar um projeto que sente como ameaça. O pesadelo de assassinatos, chacinas, opressões, barbaridades praticados  por forças do estado nas periferias e nas favelas não é um fato da natureza, uma lei irreversível, mas um dispositivo social construído há séculos. Antes, essa violência se abatia contra os quilombos nos ermos da cidade, hoje, e esse hoje já dura uma eternidade, ela cai sobre as favelas.

Por que as forças do estado martirizam essas populações? Por que elas devem ser mantidas como populações excluídas, confinadas e barbarizadas, como uma casta maldita, em território estrangeiro, para que se reproduza o conjunto das relações sociais em que “o país branco” quer se reconhecer. A violência policial serve para produzir apátridas, estrangeiros na própria casa, sem direitos, embora essa seja a sua cidade e esse seja o seu país. Negar a nacionalidade, a lei, os direitos humanos, as garantias fundamentais a essas populações é reproduzir o legado da escravidão, o estatuto do escravo privado de tudo que o escravizador possa tirar dele, até a vida. Ou, principalmente a vida. É ao neoescravismo que servem as forças de repressão.

Quando retiraram a vida da Marielle era exatamente isso que queriam. Reeditar o espectro do escravo, sem voz, sem política, sem insurgência. Relançar a favela na terra de ninguém, cortar o caminho que leva dela até a cidade, até a Câmara dos Vereadores, até à ousadia de fazer leis e redigir projetos. Especialmente de mobilizar para “mover as estruturas”. Um país da morte que hoje, com o golpe, quer recuperar pela guerra sanguinária a paz dos cemitérios de uma sonhada bucólica ditadura.

A periferia deve continuar na periferia. Essa é a lei básica. Os mudos devem continuar mudos, os silenciosos devem continuar calados, os invisíveis devem continuar na obscuridade. Ninguém deve dar voz a esses mortos in sursis, a esses cadáveres de sorte, ainda não enterrados, ninguém deve profanar os princípios sagrados da pátria, dando voz, atitude, brilho e dignidade a esses condenados da terra.

E o fundamento de tudo isso é semelhante ao que Hannah Arendt percebia em relação aos judeus: a sociedade desintegrada deve se cristalizar ideologicamente em torno de um massacre (Ver As origens do totalitarismo). Numa sociedade e num estado assentados sobre a rapina dos recursos públicos, nutrido pelas relações econômicas sem limites para a exploração, montando todo tipo de parceria espúria entre os “poderes” e os interesses privados (veja-se os grupos de extermínio e seus vínculos com os patrões das periferias), a figura do bandido, e da população bandida, é peça essencial. Só criando esses fantasmas com uma violência férrea e implacável, pode a ficção ganhar realidade e, assim, ocultar aquilo que todo mundo sabe: que é na outra ponta, na Zona Sul e não na favela, na Avenida Atlântica e não na Maré, que está o território dominado do crime.

O genocídio brasileiro, com meio milhão de homicídios a cada década, é a prova contundente disso tudo.

A execução de Marielle Franco foi calculada para atingir alguns objetivos, e isso não é coisa de milícia. Em primeiro lugar, e rigorosamente dentro do clima potencializado pela intervenção, de um suposto “descontrole da criminalidade” no Rio, o assassinato foi calibrado para desmoralizar o exército e a intervenção. E, contudo, a vítima escolhida, foi uma que era crítica feroz da intervenção, de forma que o envio da sua cabeça em uma bandeja para os interventores pudesse soar como uma ironia brincalhona, quase que uma afronta cordial. Em segundo lugar, calando uma voz de contundência e rigor inusitados saída da favela, como já dissemos acima, se buscou recolocar as coisas nos eixos, a periferia na periferia, instaurando uma regressão de mais de dez anos (o tempo de militância da Marielle) na maturidade política e na história das periferias do Rio. Em terceiro lugar, se quis satisfazer, locupletar, todos os apetites de maldade e de vingança contra alguém que somava tantos atributos simbólicos sobre os quais o fascismo lança seu ódio: mulher, periférica, militante de esquerda, lésbica, brilhante, combativa.

Em quarto lugar, se cometeu um atentado, na pessoa de Marielle Franco, contra a democracia, no holocausto de 46 mil votos. Em quinto lugar, o assassinato, por sua ousadia bem meditada, cuidadosamente calculada, destinou-se a infundir terror de massa, um elemento novo, na cena do crime, isto é, na cena da segurança do Rio. (Mas ninguém cogita em aplicar aqui a Lei do Terrorismo, LEI Nº 13.260, DE 16 DE MARÇO DE 2016)

O que esse exímio planejador não contava é que a política do assassinato só cabe, só é eficaz, no submundo confinado em que suas forças estão habituadas a se impor à bala. Fora daí, a política pode falar mais alto. E o fato de o Brasil inteiro ter se levantado em solidariedade a Marielle Franco mostra o fracasso dos cálculos do assassino. Não importa, é claro, se algum dia o executor que puxou o gatilho será apanhado. Pode até mesmo já ter sido eliminado. O importante é que o efeito de terror despertou uma onda de indignação e resistência. Essa já é a vitória da vida contra a morte.

Por trás disso tudo, levanta a cabeça o espectro da boçalidade sem limites. Essa cidade que precisa do turismo porque quase não tem mais nada, dá ao mundo o espetáculo do pavor e da violência ano após ano. Não há verão em que a truculência não promova as correrias na Zona Sul, simplesmente porque não querem que adolescentes negros dos confins da cidade tomem um ônibus e sejam visto na praia. Para o turista, essa tolice é dispensável, porque ele está bem informado de que a maioria da  população do Rio é negra e parda. Mas para o brasileiro inseguro da sua cor ‘branca’, o exercício dessa perseguição anual tem serventia, traz prazer e conforta.

Enquanto isso ocorre, uma cidade com uma enorme orla marítima, conhecida no mundo inteiro por sua incomparável beleza natural, fica em 88ª lugar entre as cidades do mundo mais visitadas, recebendo, mesmo com um crescimento de 12,6% no turismo, devido aos Jogos Olímpicos,  apenas 2.3 milhões de turistas em 2016. Compare-se com Paris, que recebeu 14.4 milhões, Londres, que teve 19.2 milhões e Hong Kong, com 26.5 milhões.

Enfim, a bestialidade da violência, que é um fato político antes de tudo, serve de vitrine para debilitar o turismo,  e, junto com ele, muitas outras atividades econômicas que viriam junto. O efeito disso é a ampliação da  miséria pelo desemprego, o subemprego e a favelização. O que deságua nos verdadeiros campos de concentração desterritorializados, apátridas, sem justiça nem lei, em que todas as forças organizadas da violência, com ou sem o monopólio do estado, podem dar livre curso às suas iras alucinadas.

Era contra isso que Marielle lutava, sem carro blindado e sem ignorar onde pisava, afinal seu trabalho de mestrado versava exatamente sobre as orgias de violência institucional nas favelas –  UPP – A favela reduzida a três letras: uma análise da política de segurança pública do estado do Rio de Janeiro. Heróis são os que vivem para a luta e, sobretudo, os que morrem pela luta. Da favela da Maré até a universidade, da graduação ao mestrado, da massa anônima até a posição de quinta maior votação para a Câmara da cidade do Rio de Janeiro. O intenso brilho do heroísmo de Marielle iluminará as gerações de Marielles que estão à caminho. Nenhum silêncio se fará ouvir, muito pelo contrário. Sua voz não se calará tão cedo.

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4 comentários

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Antonia Torreão Herrera

17 de março de 2018 às 13h00

Excelente análise, de reflexão clara, sem a linguagem do ódio que obscurece a denúncia principal, a estrutura social que dá sustentáculo a esses atos que se proliferam em momentos como o que vivemos de totalitarismo e preconceito assassino. Não adianta repetirmos a palavra preconceito. Necessário se faz sempre explicar suas motivações. a dor de ver um ser, que deveria ser humano, nesse planeta matando com objetivo tão espúrio um verdadeiro ser humano atinge nossa dignidade, nosso coração.

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Luiz Felipe

16 de março de 2018 às 13h34

MUNIÇÃO QUE MATOU A VEREADORA FOI COMPRADA PELA POLÍCIA FEDERAL EM 2006 E NÃO FOI RECARREGADA. ORA, SE NÃO FOI RECARREGADA, ESTAVA GUARDADA EM AMBIENTE CONTROLADO, POIS, PELO TEMPO, NÃO IRIA ATIRAR. QUEM NESTE BRASIL TEM CONDIÇÃO DE GUARDAR MUNIÇÃO TANTO TEMPO MANTENDO SEU PODER DE DESTRUIÇÃO? COMO ERA DA POLÍCIA FEDERAL, ACREDITO QUE A POLÍCIA FEDERAL TEM DE DAR SÉRIOS ESCLARECIMENTOS À SOCIEDADE.

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Lucy

16 de março de 2018 às 12h56

A VEREADORA MARIELLE FRANCO DENUNCIOU NO TWITER AS POUCOS DIAS ANTES DE SER MORTA, AS MANOBRAS DO GOLPE, A OCUPAÇÃO MILITAR ELEITOREIRA E POLITIQUEIRA PARA OS CORRUPTOS ESCAPAREM NESSA TERCEIRA CONDENAÇÃO DE TEMER, O ENCONTRO FURTIVO DO INVESTIGADO SR MICHEL TEMER COM CARMEM LÚCIA EM SUA CASA QUE ELA COMENTOU NO TWITER, FORAM AS CAUSAS DO BRUTAL ASSASSINATO DA VEREADORA MARIELLE FRANCO.

AS EVIDÊNCIAS E OS COMENTÁRIOS NO TWITER MOSTRAM QUE A VEREADORA DO PSOL MARIELLE FOI SENTENCIADA A MORTE PELOS GOLPISTAS NUM CRIME POLÍTICO POR TER FEITO CRÍTICAS A OCUPAÇÃO MILITAR NO RIO.

A INTERVENÇÃO FOI PLANEJADA E USADA COMO “GOLPE ELEITOREIRO DO VAMPIRÃO CORRUPTO ENTREGUISTA E TRAIDOR DA NAÇÃO SR MI-SHELL TEMER”, POIS O ESTADO DO RIO DE JANEIRO FOI O MAIS AFETADO PELOS DESMONTES LESA PÁTRIAS DO GOLPE JUDICIÁRIO E PARLAMENTAR DE 2016 COM O ENTREGUISMO ACORDADO COM A CIA E AS PETROLÍFERAS ELES ENTREGARAM EM ACORDO SECRETO NOS EUA (PEC-131 DE LESA PÁTRIA LADRÃO SR JOSE CHIRICO SERRA) RESERVAS DE PETRÓLEO QUE VALEM 20 TRILHÕES DE DÓLARES COMO COMEMOROU O SR ROCKEFELLER, TRANSFERIRAM SEIS MILHÕES DE EMPREGOS PARA OS EUA, E AINDA DESMOBILIZARAM CENTENAS DE OBRAS DO PETRÓLEO NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO QUE É O MAIOR ESTADO PRODUTOR E AINDA DE BRINDE ESSES CANALHAS ISENTARAM AS PETROLÍFERAS ESTRANGEIRAS DE IMPOSTOS POR 20 ANOS!!OS GOLPISTAS SÃO CANALHAS LADRÕES, ENTREGUISTAS LESA PÁTRIAS E ASSASSINOS POLÍTICOS.

ASSASSINATO DA VEREADORA MARIELLE FRANCO FOI UM CRIME POLÍTICO, UM RECADO PARA A RESISTÊNCIA AO GOLPE: SE CRITICAR OS GOLPISTAS E O VAMPIRÃO LADRÃO MI-SHELL TEMER TERÁ O MESMO DESTINO: MORTE POR EXECUÇÃO. MAS A ESQUERDA VALENTE NÃO SE CALARÁ, ESSE LADRÃO FEZ A OCUPAÇÃO MILITAR POR MERA POLITICAGEM E NO MOMENTO EM QUE SURGE A TERCEIRA DENÚNCIA DE CORRUPÇÃO E ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA, TEMER PELA TERCEIRA VEZ TERIA QUE SER LEVADO A JULGAMENTO POR EXTORSÃO, CRIMES POLÍTICOS, CHEFE DE ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA CONHECIDA NA POLÍCIA FEDERAL COMO “QUADRILHÃO” (TEMER, O GATUNO ANGORÁ MOREIRA FRANCO, O “SANTO-CORRUPTO” GERALDO ALKIMIN, O LADRÃO JOSÉ CHIRICO SERRA, O CANALHA ENTREGUISTA FHC, O BANDIDO MEGA CORRUPTO ROMERO JUCÁ, GEDDEL VIERA, MARUN, SENADORES TRAFICANTES ALOISIO NUNES – AÉCIO CHEIRA NEVES – JOSÉ PERRELA- BLAIRO MAGGI, O “LADRÃO DO PORTO DE SANTOS” BETO MANSUR, ROCHA LOURES E MUITOS OUTROS CORRUPTOS MEGA DELATADOS PASMEM “TODOS FORAM DESCARADAMENTE BLINDADOS NA OPERAÇÃO “FARSA A JATO” QUE DEU TODO O APOIO DE FALSIFICAÇÃO DE PROVAS, BLINDAGEM A CORRUPTOS DO QUADRILHÃO DESDE 1997 NA SINISTRA “TEIA JUDICIÁRIA DE PROTEÇÃO TUCANA” , O JUIZ TUCANO SEM OAB SR SERGIO MORO PARENTES DE BANQUEIROS E DONOS DE EMISSORAS SÃO OS FUNDADORES DO PSDB NO PARANÁ E TAMBÉM DONATÁRIOS DO PODER NAQUELE ESTADO E SUPLENTES DOS CORRUPTOS TUCANOS PARANAENSES OS IRMÃOS METRALHA “DIAS” ÁLVARO DIAS E OSMAR DIAS.
O sinistro pavão de Curitiba sem OAB sr Sergio Moro, age desde 1997 nessa nefasta TEIA TUCANA DE PROTEÇÃO JUDICIÁRIA ele soltou em 1997, 1999 e 2001 todos os 70 doleiros presos no Paraná no maior escândalo de corrupção da história da república “ESQUEMA BANESTADO” BANCO DO ESTADO DO PARANÁ, O PROPINODUTO DAS PRIVATARIAS TUCANAS DAS MULTINACIONAIS NO GOVERNO FHC, O BANESTADO CAPTOU MEIO TRILHÃO DE REAIS EM PROPINAS AO QUADRILHÃO DE TEMER E FHC, com a descarada blindagem do juiz tucano Sergio Moro. Moro foi treinado pela CIA em 2009 no projeto ponte (CIA BRAZIL AND PARAGUAY BRIDGE PROJECT COERCITIVE JUDGE PROCEDURES) para derrubar o governo no Brasil usando como ensaio o golpe da CIA no Paraguai.

NAS SUAS ULTIMAS MENSAGENS A VEREADORA MARIELLE FRANCO DO PSOL FEZ DUAS CRÍTICAS AO CARÁTER ELEITOREIRO E POLITIQUEIRO DA OCUPAÇÃO MILITAR, AO ENCONTRO FURTIVO DE TEMER COM CARMEN LÚCIA QUE RECEBEU EM CASA UM CORRUPTO LADRÃO O VAMPIRÃO MI-SHELL TEMER INVESTIGADO POR CORRUPÇÃO E A VEREADORA MARILELLE AINDA LEMBROU NO TWITER O ÁUDIO DO CORRUPTO ROMERO JUCÁ “FAZER UM GRANDE ACORDO NACIONAL COM O STF E COM O APOIO DOS JUIZES PARA DERRUBAR DILMA SEM CRIME E COLOCAR O TEMER”

CONFIRAM AS ULTIMAS MENSAGENS DA VEREADORA MARIELLE FRANCO NO TWITER: EM QUATRO MENSAGENS ELA CRITICOU AS MORTES DO BATALHÃO DE ACARI (O BATALHÃO QUE MAIS MATA NO ESTADO DO RIO) E NAS FAVELAS DA REGIÃO AS EXECUÇÕES DE JOVENS DURANTE A DESTRUIÇÃO DE QUIOSQUES NA VILA KENNEDY, EXECUÇÃO DE NOVE JOVENS NA FAVELA DA MARÉ E A EXECUÃÃO DE UM JOVEM QUE SAIU DE UMA IGREJA EM ACARI.

MARIELLE NO TWITER: “O AUDIO DE JUCÁ SOBRE O GRANDE ACORDO NACIONAL COM O JUDICIÁRIO E TUDO PARA DERRUBAR DILMA E COLOCAR O TEMER, E ESTANCAR A SANGRIA DAS INVESTIGAÇÕES DA POLÍCIA FEDERAL, O ENCONTRO FURTIVO DE TEMER NA CASA DE CARMEM LÚCIA RECEBENDO UM CORRUPTO INVESTIGADO, E EXISTE AINDA ALGUÉM QUE TENHA DÚVIDA QUE NÃO FOI GOLPE?????”,

A VEREADORA MARIELLE NO TWITER AINDA FEZ DURAS O VAMPIRÃO GOLPISTA MI-SHELL TEMEROSO E A BRUXA SRA CARMEM LÚCIA TER RECEBIDO EM CASA UM CORRUPTO POLÍTICO INVESTIGADO POR CORRUPÇÃO E ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA E DENUNCIADO PELA TERCEIRA VEZ O USO DE OCUPAÇÃO MILITAR PARA FINS MIDIÁTICOS E ELEITOREIROS . O ESTADO DO RIO FOI O MAIS AFETADO PELOS DESMONTE DO GOLPE JUDICIÁRIO PLANEJADO PELA CIA PARA SAQUEAR AS RIQUEZAS NACIONAIS DO BRASIL, OBTER A RENÚNCIA DE IMPOSTOS POR 30 ANOS E AINDA AS LEIS DO TRABALHO ESCRAVO.

O VAMPIRÃO LADRÃO REI DA EXTORSÃO E CHEFE DO QUADRILHÃO SR MI-SHELL TEMER GASTOU 63 BILHÕES DE REAIS DO ERÁRIO PÚBLICO PARA SE LIVRAR DAS DUAS CONDENAÇÕES (ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA E EXTORSÃO) ELE COMPROU VOTOS DE 300 DEPUTADOS CORRUPTOS DO QUADRILHÃO PAGANDO 11 MILHÕES DE REAIS EM MALAS DE DINHEIRO PARA ESCAPAR DA CADEIA E TAMBÉM LIVRAR O QUADRILHÃO DO GOVERNO GOLPISTA.
O ESTADO DO RIO FOI O MAIS AFETADO ECONOMICAMENTE PELO GOLPE DE 2016 ENTRETANTO NÃO É O MAIS VIOLENTO DO BRASIL, PASMEM, O RIO DE JANEIRO ESTÁ EM “DÉCIMO LUGAR” EM TAXAS DE HOMICÍDIO, A OCUPAÇÃO FOI UMA GOLPE DO VAMPIRÃO PARA TENTAR ESCAPAR DA TERCEIRA CONDENAÇÃO E AINDA FAZER CAMPANHA USANDO O EXÉRCITO E A SEGURNAÇA COMO PRETEXTO E PALANQUE POLÍTICO, A VEREADORA PAGOU COM A VIDA POR TER CRITICADO OS ATOS NEFASTOS DO GOLPE E AINDA TER CRITICADO A BRUXA CARMEM LÚCIA TER RECEBIDO EM CASA UM LADRÃO CHEFE DE QUADRILHA E DE ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA PARA BLINDAR O GOLPE JUDICIÁRIO DE 2016 .

Marielle não foi morta no padrão dos 60 mil crimes por ano na marca dos crimes do Brasil: não foi morta por ladrões em assalto ou por bala perdida ela teve nove tiros de pistola calibre 40 de uso exclusivo militar que foram certeiros na sua cabeça para matar por ter criticado nas suas últimas mensagens no TWIIER o golpe judiciário, a farsa da lava a jato, e ainda ter criticado o vampirão usando a ocupação para escapar da condenação e fazer palanque político no Rio de Janeiro e ainda criticou o planejamento do GOLPE muito evidente no áudio do golpista ladrão Romero Jucá de novembro de 2015 quando ele foi ameaçado de prisão na Polícia Federal em investigações de corrupção e extorsão, roubo de malas de dinheiro da CEF, extorsão a empresários e muitos outros crimes blindados na lava jato que esconde desde 2014 os crimes do senador corrupto ladrão de malas de dinheiro assassino e traficante Aécio Cheira Neves, Temer, Eduardo Cunha, o gatuno Moreira Franco, Eliseu Quadrilha, Henrique Meirelles, Marun, Beto Mansur, Caiado, Mendonça Filho, Cristóvão Buarque, o traficante Alosío Nunes, Blairo Maggi e muitos outros ladrões golpistas.

https://blogdacidadania.com.br/2018/03/assassinato-de-marielle-foi-recado-a-esquerda/

Nas suas ultimas mensagens no Twiter a vereadora mostram que ela teve sua sentença de morte decretada pelos golpistas confiram o que ela denunciou antes de ser morta brutalmernte: Ao final da mensagem Marielle afirma: “APÓS O ENCONTRO FURTIVO DE TEMER NA CASA DE CARMEM LUCIA RECEBER EM CASA UM INVESTIGADO POR ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA, O ÁUDIO DO CORRUPTO ROMERO JUCÁ ANUNCIANDO O GOLPE COM O JUDICIÁRIO E TUDO E AGORA ESSA OCUPAÇÃO MILITAR ELEITOREIRA PARA TEMER ESCAPAR DA TERCEIRA CONDENAÇÃO POR CORRUPÇÃO, VOCÊS AINDA TÊM DÚVIDA DE QUE DILMA FOI VÍTIMA DE UM GOLPE?

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FRANCO MESQUITA

16 de março de 2018 às 11h18

COMO BEM DISSE O PERSONAGEM CAPITÃO NASCIMENTO DO FILME TROPA DE ELITE: ” O INIMIGO AGORA É OUTRO…” E O PHA, EM SEU BLOG CONVERSA AFIADA: “QUEM MATOU MARIELLE SABIA ATIRAR”. UMA LIDERANÇA EMERGENTE, CARISMÁTICA E INCÔMODA PARA O SISTEMA. É DE CHORAR, MAS A HISTÓRIA É FEITA DE MÁRTIRES. MATARAM COVARDEMENTE UMA LINDA MULHER MAS NÃO OS SEUS SONHOS E IDEAIS DE JUSTIÇA E IGUALDADE. REAJE BRASIL!

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