A audiência pública sobre a reforma tributária

Haddad: “Ciro está um pouco irascível”

Por Redação

07 de junho de 2019 : 00h20

Trecho da entrevista de Haddad a Kfouri:

Quase no final da conversa, Juca quer saber das relações com o ex-ministro e ex-candidato Ciro Gomes (PDT), que para o apresentador anda “tão bélico quanto Bolsonaro”. É o momento em que entrevistado demonstra algum desconforto. “Eu não falo com Ciro desde o domingo do primeiro turno (das eleições presidenciais de 2018)”, lembra, contando que telefonou e ele não atendeu, para depois atender à ligação da vice de Haddad, Manuela D’Ávila.

“Depois que ele viajou, não nos falamos mais. Tenho apreço pelo Ciro, sou amigo dele, fui colega de ministério. Para você procurar alguém, as pessoas precisam estar numa boa para conversar, numa situação de estabilidade. E acho que o Ciro está um pouco irascível”, diz. “O Ciro é um quadro importante, uma pessoa preparada, tem toda condição de ajudar o país, tem boas ideias. Eu espero que ele supere esse momento e procure as pessoas. Não precisa procurar todo mundo. Tem um campo com quem ele tem de dialogar.”

No site da Rede Brasil Atual

“Entre Vistas”
Fernando Haddad a Juca Kfouri: educação é a esperança da nacionalidade e da democracia

Haddad acredita que as pessoas deixaram o “luto” e voltaram às ruas, e que o Brasil vai superar o momento “doloroso”. “A sociedade não está desatenta”

Publicado por Vitor Nuzzi, da RBA 06/06/2019 22:00

São Paulo – Fernando Haddad saiu da eleição presidencial de 2018 com um capital político de 47 milhões de votos. Ele descarta candidatar-se novamente a prefeito de São Paulo. “Adorei governar a cidade, me propus a um novo mandato. As coisas não voltam. A vida anda mesmo. Tem gente com vontade, com disposição de ser prefeito, no campo do centro-esquerda”, afirma o ex-ministro da Educação. Em conversa com o jornalista Juca Kfouri, no programa Entre Vistas, da TVT, Haddad falou sobre riscos à democracia, inaptidão de Jair Bolsonaro, denúncias sobre o governo, políticas educacionais, Paulo Freire, Lula e Ciro Gomes. Sobre planos, o também professor disse que neste momento pretende “rodar o país”, levando a mensagem da reconstrução do que está se perdendo.

Para Haddad, parte da sociedade já saiu do “luto” em meio ao processo histórico pelo qual passa o Brasil e voltou às ruas. Ele procurou mostrar otimismo ao falar sobre a possibilidade de o país voltar a um certo caminho virtuoso. “Vamos superar isso. O que temos de lutar pra fazer é abreviar esse processo. Nenhum país que deu muito certo não passou por momentos dolorosos”, afirmou. “E geralmente esses momentos precederam as fases de maior prosperidade.”

“Com algum tipo de ruptura?”, quer saber Juca, lembrando dos próprios exemplos dados pelo entrevistado, sobre França e Estados Unidos. “Essa ruptura tem de vir pela democracia, pela consciência”, responde o ex-prefeito e ex-ministro, entrevistado também pelas estudantes Isis Mustafá (Políticas Públicas na Universidade Federal do ABC) e Rebeca Santana (Direito no Mackenzie), esta beneficiária do Programa Universidade para Todos (ProUni), criado em 2004 e tornado lei no ano seguinte.

“Tem gente ainda de luto. Tem gente que saiu do luto e está na rua, na luta”, diz o ex-candidato, para quem a sociedade não permitirá que se governe por decretos. Tema de dois protestos de vulto, em 15 e 30 de maio, a educação dominou boa parte da entrevista de Haddad, que na última terça-feira (4) se reuniu com outros ex-ministros da área (Aloizio Mercadante, Cristovam Buarque, José Goldemberg, Murílio Hingel e Renato Janine Ribeiro).

Ao final do encontro, no Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo (IEA-USP), eles divulgaram uma nota “de alerta ao país”, sobre os riscos causados pelo comportamento do governo, que segundo o documento atua de forma sectária”, sem preocupação com a melhoria de qualidade e igualdade de oportunidades. Ressaltaram que o movimento pela educação foi um fator de unidade em tempos recentes.
Mandato vai até o fim?

“A sociedade brasileira tomou consciência da importância dela no mundo contemporâneo. Numa palavra, a educação se tornou a grande esperança, a grande promessa da nacionalidade e da democracia. Com espanto, porém, vemos que, no atual governo, ela é apresentada como ameaça”, lamentam os ex-ministros.

Na entrevista à TVT, Haddad observa que o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), “o maior já criado no país, governo Lula”, expira em 2020. “Dá impressão que o governo não sabe disso, porque não se move. ”

Haddad observa que não é o primeiro caso de reunião entre ex-ministros apreensivos com os rumos do país. Já aconteceu no caso do meio ambiente, e também nesta terça um artigo publicado no jornal Folha de S. Paulo expunha preocupações de autoridades na área de Justiça e segurança pública.

Diante de “tal estágio de loucura”, como define, o apresentador do Entre Vistas quer saber do convidado se o governo Bolsonaro chegará ao fim de seu mandato. Haddad responde com cautela, lembrando que existem apenas duas maneiras para que isso aconteça: impeachment por crime de responsabilidade ou renúncia. “Não existe outra hipótese. Se a gente sair da legalidade, vamos entrar numa aventura”, afirma, para emendar: “Entendo que a sociedade tem de se organizar para defender o país”.

Segundo ele, o Brasil enfrenta sérios problemas em pelo menos seis áreas: relações exteriores, direitos humanos, educação, segurança pública, meio ambiente e economia. E no poder está “uma pessoa que teve 30 anos para se preparar para alguma coisa”, mas vive dizendo que não está preparado para a Presidência da República. Haddad diz considerar “muito grave” o fato de o atual presidente ter “dificuldade” até para sair de Brasília, pois é sempre alvo de protestos. E há pouco tempo não conseguiu receber uma homenagem em Nova York, sendo criticado até pelo prefeito da metrópole que o petista chama de uma das capitais do mundo.
Assista à íntegra do Entre Vistas com Fernando Haddad

A universidade mudou

Isis pergunta sobre relatório do Banco Mundial que recomenda cobrança de mensalidade em universidades públicas – de resto, proposta defendida por simpatizantes do atual governo. Haddad afirma que a organização está “atrasada” em relação à realidade brasileira, pensando em um perfil “do século passado” – de uma universidade branca, elitista, de alta renda, excludente.

Cita pesquisa divulgada recentemente pela Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) mostrando outro cenário. “Nada menos que 70% dos estudantes das federais têm renda familiar média de 1,5 salário mínimo, 51% são negros. E 60% são egressos da escola pública”, destaca o ex-ministro. “A universidade mudou. Estão vendendo uma solução que não existe, que é falsa.”

O ex-ministro afirma que, em alguns anos, o número de estudantes universitários saltou de 3 milhões para 8 milhões, incluindo grande parte de jovens de baixa renda, famílias “que esperaram uma século” pelo primeiro diploma. O orçamento do ministério que ele dirigiu saltou de R$ 20 bilhões para R$ 100 bilhões. Segundo ele, Bolsonaro fala “besteira” e comete “erro grave” em seus comentários sobre a educação, lembrando que no Brasil se faz pesquisa, e principalmente em instituições públicas.
Paulo Freire

Haddad observa ainda que o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), criado em 2007, permite monitorar a situação do ensino por meio do cumprimento de metas – os dados mostram, segundo ele, que o ensino médio está “patinando” e inspira cuidados. “Em vez de o governo centrar atenção no ensino médio, fica arrumando briga com a comunidade educacional”, critica.

E o ataque bolsonarista a Paulo Freire, Patrono da Educação Brasileira? “Você não acredita que o Bolsonaro e o ministro dele leram Paulo Freire…”, comenta Haddad. Ele cita o livro Pedagogia do Oprimido, publicado pela primeira vez em 1968. Para o ex-ministro, Freire transcendeu a educação, tornando-se referência universal. “Aos olhos dos especialistas, ele se transformou em filósofo.”

Na sequência, Rebeca quer saber da meta de destinar 10% do Produto Interno Bruto (PIB) ao setor, uma das metas do Plano Nacional de Educação (PNE). O ex-ministro observa, inicialmente, que no início dos anos 2000 o então presidente Fernando Henrique Cardoso vetou o dispositivo que falava em 7%. Lembra que houve avanços com Lula, que entregou o governo com aproximadamente 6%. Mas aponta um cenário de estagnação.

“Durante quase 100 anos, nós investimos menos que a média da OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico). Sistematicamente”, diz Haddad. Para ele, o ideal seria que o Brasil ficasse pelo menos 1 a 2 pontos percentuais acima da média da entidade, que está entre 5% e 6% do PIB. “O Brasil não podia ficar nesse faixa, tem de ser um pouco mais. Aí o Congresso resolveu pôr 10%.” Juca pergunta que nível seria considerado ideal. “Qualquer coisa de 7% para cima é um número muito respeitável” avalia, acrescentando que o período da ditadura “foi um dos piores” para a educação e marcou o início de um processo de sucateamento da escola pública.
Governo tem de cair na real

Ele acredita que a população já começou a reagir. “Não me parece que a sociedade esteja desatenta aos riscos. É o país que está em jogo. A reação está vindo. Acho que eles se assustaram com o 30 de maio. Quem sabe tenham outra surpresa boa em 14 de junho”, afirma, referindo-se à greve geral que está sendo organizada pelas centrais sindicais e por movimentos sociais. Não é para desgastar, ressalta. “O objetivo é fazer o governo cair na real. As coisas não estão bem. Não é verdade que a economia está reagindo”, diz Haddad, ao citar o resultado negativo do PIB no primeiro trimestre, anúncios “preocupantes” na segurança pública, e itens que alimentam a inflação, como gás, combustíveis, que têm impacto nos gêneros de primeira necessidade.

Para ele, mesmo quem votou no candidato vencedor e torce para que as coisas deem certo precisa pressionar e fazer o governo sair do Twitter, das redes sociais. “Teria de fazer umas cinco, seis substituições imediatamente.”

E quanto ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, preso desde 7 de abril do ano passado? Seu ex-ministro conta que ele demonstra capacidade de comunicação e destaca o fato de Lula recuperar o direito de dar entrevistas. “Parcela ponderável” da sociedade, que conseguiu acompanhar o noticiário, não consegue encontrar justificativa para a prisão, diz ele, originada de um imóvel que Lula nunca possuiu, enquanto um só filho do atual presidente da República tem uma investigação do Ministério Público sobre 17 imóveis, “e tudo de papel passado”. “A Folha de S. Paulo fez uma reportagem muito criterioso, mostrando que não há explicação para o patrimônio da família Bolsonaro. Quem é assalariado sabe o esforço para comprar um imóvel na vida.”

Juca aproveita para adiantar que a TVT também entrevistará Lula. Na semana que vem, ele e José Trajano viajarão a Curitiba para conversar com o ex-presidente na Superintendência da Polícia Federal do Paraná. O acesso à entrevista foi obtido por meio de ação no Supremo Tribunal Federal (STF), por intermédio do ex-ministro da Justiça Eugênio Aragão, em nome da emissora.

Quase no final da conversa, Juca quer saber das relações com o ex-ministro e ex-candidato Ciro Gomes (PDT), que para o apresentador anda “tão bélico quanto Bolsonaro”. É o momento em que entrevistado demonstra algum desconforto. “Eu não falo com Ciro desde o domingo do primeiro turno (das eleições presidenciais de 2018)”, lembra, contando que telefonou e ele não atendeu, para depois atender à ligação da vice de Haddad, Manuela D’Ávila.

“Depois que ele viajou, não nos falamos mais. Tenho apreço pelo Ciro, sou amigo dele, fui colega de ministério. Para você procurar alguém, as pessoas precisam estar numa boa para conversar, numa situação de estabilidade. E acho que o Ciro está um pouco irascível”, diz. “O Ciro é um quadro importante, uma pessoa preparada, tem toda condição de ajudar o país, tem boas ideias. Eu espero que ele supere esse momento e procure as pessoas. Não precisa procurar todo mundo. Tem um campo com quem ele tem de dialogar.”

A última questão é sobre racismo. Para Haddad, o Brasil só começou a abolir a escravidão recentemente. “Até os anos 50 não havia negros na escola pública.” Estendendo o raciocínio, ele afirma que o país só avançará de fato quando democratizar três itens: educação de qualidade, crédito e terra. “Não fizemos nenhuma destas três coisas durante o século 20.”

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30 comentários

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Roberto dos santos costa

09 de junho de 2019 às 00h17

Quem elegeu o acéfalo que entende menos de economia de mercado que um Office boy foram justamente 57 milhões de pessoas que iludidas pela promessa de um governo ” diferente” resolveram pagar pra ver a brincadeira e agora ao descobrir que caíram numa arapuca, se removem de tristeza ao ver que erraram na dose do xarope,agora só em 2022 pra tentar reverter o problema, enquanto isso, façam ” arminha” que passa a dor…

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Fernand Coup Doux

08 de junho de 2019 às 19h33

“Golpe é uma palavra muito dura”
Fernando Haddad , Professor Universitário.

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Raquel Dias Franco

08 de junho de 2019 às 10h01

O Haddad é extremamente culto, virtuoso, inteligente e estratégico. Especialista em economia, ele sabe exatamente, como alavancar esse setor, em do país. Conhece todas nuances, e as dificuldades que o cidadão brasileiro passa em seu dia a dia. Portanto é claro, que sendo experiente na área da educação, estudar e prover o estudo é um ponto essencial para o nosso crescimento econômico.
Por outro lado, é vergonhoso, ter hoje como representante do Brasil um sujeito como o Bolsonaro, que, claramente não estudou, não estuda e foi escolhido pelo povo, por grande influência de fake news e ajuda de grandes empresários americanos e israelenses. Bolsonaro saí ao mundo pra envergonhar o Brasil e nos representar da pior forma possível, com aquele sorriso sonso, e claramente despreparado. Levando piadas efêmeras e que nos discredibiliza ao redor do mundo, com todo o seu preconceito, machismo, racismo, misoginia e ignorância.

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Bruno Nobre

07 de junho de 2019 às 20h50

Primeiramente, #Ciro2022 e unidade é o KCT!

Como o PT e Lula podem ser tão sórdidos com esse povo entregue ao rentismo e interesses estrangeiros. Covardes, Ciro lutou contra o golpe enquanto Haddad diz que golpe é palavra forte e Bilsonaro dizia que Cunha era herói. Foi isso que quiseram para o país!

Ciro 2022

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Getulio

07 de junho de 2019 às 20h47

Pelos comentários acima, percebe-se que está havendo problemas cognitivos, a turminha aí não consegue perceber o conteúdo sensato e evoluido de Haddad. Pelo o andar da carruagem, logo estará fazendo arminhas com as mãos, numa campanha acirrada por Ciro para Síndico de um condomínio qualquer.

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Célia Maria de Souza

07 de junho de 2019 às 13h51

É triste ver como a mentira faz parte do PT. O Luladrão preso outros também e outros como Haddad respondendo processo e vem falar do filho do Presidente. Ele ainda nem foi ouvido e já dão o veredicto. E vocês. Ministro que queria que crianças tivesse cartinha para colocar menino com outro e menina também. Escola é para ensinar matéria e não educação sexual. Pior prefeito de São Paulo. Teve ainda votos porque existem doentes e fanáticos por ladrões. No FIES os alunos estão com dívidas e estão tendo que renegociar. O Presidente Bolsonaro encontrou uma bomba em todos os setores onde a corrupção era escondida. Os bancos BNDES, BB e Caixa tudo com rombo e cheios de cargos apadrinhados pelo PT. As obras paradas por corrupção do seu governo com empreiteiras. Muitos no MST recebendo terras sem precisar e orquestrando com as crianças lavagem cerebral igual de guerrelinha. É tanta coisa terrível que dá para fazer muitos livros e o que fez alguma coisa não cabe nas mãos de contar. Idiota e muito burro quem acredita.

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    Marcio

    07 de junho de 2019 às 19h10

    E’ uma facção criminosa, nada mais.

    O que se instalou de bandidos no Brasil nas ultimas decadas è sem precedentes na historia…ainda vai demorar lustros para varrer esse lixo todo.

    Os brasileiros finalmente deram o primeiro passo nas ultimas eleições.

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Marcio

07 de junho de 2019 às 13h30

#circogomesneles

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Miramar

07 de junho de 2019 às 13h18

Engraçado quando a petezada compara a votação de segundo turno do poste com a votação do Ciro no primeiro turno…mais de 90% dos eleitores do Ciro votaram no poste no segundo turno, e só porque do outro lado era Bolsonaro. Nunca mais ocorrerá. Portanto quando falarem do eleitorado do poste, sejam honestos uma vez na vida e descontem 12%. Esses vocês já perderam.

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    Marcio

    07 de junho de 2019 às 13h28

    Na proxima rodada vai votar para Lula de novo….quer apostar ?

    Responder

      Miramar

      07 de junho de 2019 às 18h00

      Prazer, Márcio. Eu não o conhecia, e pelo visto, o amigo também não me conhece.

      Responder

        Marcio

        07 de junho de 2019 às 19h13

        Quer não ?

        Responder

Justiceiro

07 de junho de 2019 às 12h12

Qualé, ô mamadeira de piroca….vocês culpam o coronel por sua derrota e querem que ele fique sorrindo pra vocês?

Vai trabalhar, cara. Um professor fora de sala de aula é mau exemplo. É vagabundagem.

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Roberio

07 de junho de 2019 às 12h06

Enquanto o PT insistir em dividir a esquerda com seu fanatismo periga que a direita se perpetue no poder. Graças a insistência do PT em candidatura própria o Bolsonaro foi eleito. Eles nunca aprendem com seus erros. São a versão de esquerda dos bolsominions.

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    Luis Augusto de Moraes

    07 de junho de 2019 às 12h58

    Quem está dividindo a esquerda é o Ciro Gomes, que a hava que com o Lula preso os votos da esquerda iriam para ele , por isso não aceitou a proposta do Lula de vir como vice dele , igual o Haddad, para depois assumir a cabeça da chapa no impedimento do Lula, o PT tem que ser cabeça de chapa sempre , o “poste” comk o ciro cgana o Haddad, só teve 48 milhões de votos , enquanto o Ciro só teve 11 milhões, se não fosse intransigente teria ganho as eleições, por isso esse ódio e ressentimento todo , vai ser a nova Marina Silva!!!!

    Responder

      Carlos Vasconcellos

      07 de junho de 2019 às 14h40

      O PT jamais apoiou Brizola e Darcy Ribeiro e faz o mesmo com Ciro. O PT elegeu Bolsonaro por insistir na estratégia suicida de ludibriar o povo brasileiro com o simulacro da candidatura de Lula, que nunca existiu, para, à beira do precipício, transferir os votos para Haddad. Todas as pesquisas indicavam que Ciro era o único candidato que, no segundo venceria Bolsonaro e todos os adversários. Mas o PT não abre mão de seu projeto de poder. Jamais apoiou o PDT, fez isso com Brizola e agora com Ciro, mesmo tendo recebido apoio durante décadas dos trabalhistas (Brizola aceitou ser vice de Lula, em 1998, para unir as esquerdas contra a reeleição de FHC). “Dialogar” com a esquerda e construir “unidade” para os petistas e ser puxadinho do PT. Estamos fora.

      Responder

      Pedro Accioli

      10 de junho de 2019 às 16h48

      Grande m***** o Haddad chegar ao segundo turno para perder depois!!!! A eleição já estava perdida seu b****!!!! E fique esperto pois se não fizer a tão esperada autocritica, da próxima vez o PT terá menos de 40 milhões de votos e com certeza perderá para a direita e desta vez será um cara de direita muito mais racional (ex: Doria ou Amoedo)

      Responder

Marcos Brasilino de Carvalho

07 de junho de 2019 às 10h22

Haddad representa um potencial de esperanca no futuro do Brasil. Nao é preciso concordar com ele, mas se a classe política tivesse mais pessoas do seu nível, não teríamos tanto espaço para baixarias, intolerância e autoritarismo.

Responder

    Jeferson

    07 de junho de 2019 às 11h10

    Andrade é apenas um poste. Uma pessoa que submete a fazer apenas o que um presidiário manda, nunca terá o apoio do povo brasileiro. O Brasil não deixará surgir outra Dilma…

    Responder

Gustavo Covre

07 de junho de 2019 às 09h53

É impressionante a cara de pau do Haddad. Considerado o pior prefeito de SP , contestado dentro do próprio partido por sua inoperância. Pior de tudo é a pessoa ou o partido que não consegue fechar uma conta de campanha , querer opinar sobre o atual governo.

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Jairo severo

07 de junho de 2019 às 09h22

O povo cansou de ser retém das elites vermelhas corruptas, e optou pela verdadeira democracia e liberdade que privilegia os cidadãos pagadores de impostos, a maioria da população. Seus ídolos estão na cadeia, babacas.

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marco

07 de junho de 2019 às 08h52

Unidade é o cacete .
Pt nas próximas eleições , nem para vereador.

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    Jairo severo

    07 de junho de 2019 às 09h25

    O PCC também tem unidade, a unidade tem de ser entre a maioria da população brasileira e não entre grupelhos que tentam manipular as massas para deter o poder.

    Responder

O país tem os políticos e os ex políticos q merecem

07 de junho de 2019 às 08h49

O país, tem os políticos e os ex políticos que merece

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Roseli de oliveira silva,,

07 de junho de 2019 às 08h37

Infelizmente o povo não sabe separar o joio do trigo. Um ministro da educação como Haddad isso é motivo de orgulho para uma nação..mas vendo meu país nas mãos de gente insana sem preparo, sem apreço pela vida humana.me choca muito.

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Alfredo Domingos Cilos

07 de junho de 2019 às 08h11

Infelizmente o Sr Haddad não está preocupado com o nosso Grande BRAZIL. Está preocupado com sua situação de perdedor. Precisamos creditar em quem se propõe a fazer e Parar com as intrigas e desavenças. Deixe os outros trabalhar. Vamos estimular a PAZ entre as Pessoas.

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Alan C

07 de junho de 2019 às 07h29

Vc precisa voltar a conviver, a procurar as pessoas, vc é importante, não deixe que um evento ruim estrague tudo, vc está um pouco magoado, é normal, bola pra frente.

Ass: o assaltante que te assaltou.

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Carlos Oliveira

07 de junho de 2019 às 01h12

Mais uma da série: golpe é palavra muito dura.

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Miramar

07 de junho de 2019 às 01h01

Nada pessoal, rapaz.
Mas nós, eleitores do Ciro, não queremos mais vê-lo na companhia de vocês. E, a julgar pela reação da petezada boboca que daqui a pouco aparecerá, meu sentimento é recíproco.

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Viviane

07 de junho de 2019 às 01h00

Não Haddad, vc que esta fora da realidade. A vida boa, sem trabalhar e ganhando bem, te seduziu.

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