Análise da reunião ministerial de Bolsonaro

Vídeo: Bolsonaro esfrega o nariz e dá mão a idosa

Por Redação

10 de abril de 2020 : 14h53

Hoje, em Brasília, o presidente Jair Bolsonaro protagonizou cenas curiosas.

1) provocou várias aglomorações.
2) abraçou e deu a mão a pessoas.
3) esfregou o nariz e, em seguida, deu a mão a uma idosa.

Os vídeos foram registrados por vários canais de TV.

O jornalista Rodrigo Vianna publicou, em sua conta twitter, o momento da cena 3.

Não basta pregar o fim das medidas de isolamento social preconizadas por cientistas, médicos e autoridades. É preciso dar o exemplo.

Com isso, Bolsonaro botou em prática a máxima de um político conhecido: ideia, exemplo e militância.

***
O mesmo vídeo, em outra conta, e com definição talvez melhor:

***

Também tem esse, mais estilizado:

Apoie O Cafezinho

Crowdfunding

Ajude o Cafezinho a continuar forte e independente, faça uma assinatura! Você pode contribuir mensalmente ou fazer uma doação de qualquer valor.

Veja como nos apoiar »

3 comentários

Os comentários aqui postados são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião do site O CAFEZINHO. Todos as mensagens são moderadas. Não serão aceitos comentários com ofensas, com links externos ao site, e em letras maiúsculas. Em casos de ofensas pessoais, preconceituosas, ou que incitem o ódio e a violência, denuncie.

Escrever comentário »

Paulo

10 de abril de 2020 às 19h04

Bolsonabo sendo ele próprio…

Responder

dcruz

10 de abril de 2020 às 18h51

A sensação é que ele quer pegar a coronavírus no muque pra dar uma de mártir, ou então sua onipotência de psicopata acha que é imune e que se pegar toma lá suas doses de cloroquina e saí ileso, pra provar suas teorias escabrosas. Olha aí, bozo, você não é tão atleta como pensa, já se esqueceu da facada e suas sequelas?

Responder

Luiz

10 de abril de 2020 às 15h27

É possível que Bolsonaro esteja querendo demonstrar que a grande obra do Positivismo consiste em aliar o ápice do formalismo liberal, o sujeito da própria existência, ao indivíduo-vírus. Talvez ele devesse se despedir da presidência para escrever um best-seller da ficção científica. Lembraria a obra preconceituosa de Mary Shelley.

Responder

Deixe uma resposta