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Aras cita motins de PMs no Ceará para defender dossiê sobre antifascistas

O Procurador-Geral da República Augusto Aras, no julgamento sobre a existência de um dossiê encomendado pelo Ministério da Justiça a respeito de policiais antifascistas, recomendou que órgãos de inteligência fiquem “atentos” com “grupos policiais que se organizem em grupos sociais”. Na ocasião, Aras defendeu a elaboração de dossiês sobre policiais antifascistas. Ele citou, comparando com […]

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O Procurador-Geral da República Augusto Aras, no julgamento sobre a existência de um dossiê encomendado pelo Ministério da Justiça a respeito de policiais antifascistas, recomendou que órgãos de inteligência fiquem “atentos” com “grupos policiais que se organizem em grupos sociais”.

Na ocasião, Aras defendeu a elaboração de dossiês sobre policiais antifascistas.

Ele citou, comparando com o caso dos policiais antifascista, o episódio de Sobral que terminou com o senador Cid Gomes (PDT-CE) baleado, além de mencionar o caso de George Floyd para defender a elaboração do dossiê.

“Relatórios de inteligência são elaborados exatamente para o levantamento de cenários de risco, não para fins investigativos. Nesse contexto, é compreensível que órgãos de inteligência permaneçam atentos a grupos policiais que se organizem em grupos sociais. Sobretudo após um episódio ocorrido no estado do Ceará em que um parlamentar foi alvejado com tiros em meio a ânimos acirrados que poderiam causar tragédias. Em nenhum país do mundo o episódio da retroescavadeira e dos tiros poderia ser visto como algo normal”, afirmou Aras na transmissão do UOL.

Aras também afirmou que o Ministério Público não admite a governos a espionagem de “opositores políticos nem seus alcólitos”.

A fala dele acontece em 1h44min24seg do vídeo abaixo.

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Comentários

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Paulo

20/08/2020 - 22h43

O que seriam, exatamente, os tais “alcólitos”, conforme a fala do Aras?

Matheus

20/08/2020 - 13h34

Ações de policiais fascistas, como os motins de PMs e a violência policial, agora são justificativa para as perseguições e espionagem política contra os ANTIfascistas?

Isso é tanta demência, tanto retardamento, um atentado tão óbvio e grotesco contra as leis mais elementares do pensamento lógico e do bom-senso, que me recuso a comentar ou a refutar.

Ademais, uma alegação criminosa de um PGR que chegou ao poder por favor político, pisando no pescoço de mulheres e minorias sexuais, e agora atua descaradamente como advogado deste desgoverno corrupto, autoritário, entreguista, fanático e mentiroso.

Marco Vitis

20/08/2020 - 11h42

Os PMs fascistas que cometeram crimes no Ceará foram utilizados para justificar o dossiê de antifascistas !!! E dos fascistas não houve a elaboração de nenhum dossiê. Não houve e não haverá, porque os criminosos fascistas são parceiros de Bolsonaro. Ou não ?


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