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O Secretário Executivo do Ministério do Planejamento, Gleisson Cardoso Rubin durante coletiva no Palácio do Planalto.​ Foto: Antônio Cruz / Agência Brasil

Secretário de Guedes afirma que estabilidade no serviço público “não faz sentido”

Por Redação

03 de setembro de 2020 : 12h03

Na manhã desta quinta-feira, 03, o secretário executivo do Ministério da Economia, Gleisson Rubin, afirmou que a estabilidade no serviço público não faz sentido.

“Se formos ao Ministério das Relações Exteriores, todo mundo tem estabilidade: do agente de portaria ao diplomata. Isso não faz sentido no Brasil e em lugar nenhum do mundo.”

A afirmação de Rubin foi dada no momento que apresentava a proposta de reforma administrativa que defende o fim da estabilidade no funcionalismo público.

Ainda segundo Rubin, a estabilidade só precisa ter a finalidade de “preservar a memória institucional” de um cargo e para servir como proteção ao servidor em situações de pressão.

“Acontece que isso precisa dialogar com o tipo de trabalho que a pessoa desempenha. Se a função que ela desempenha perpassa os governos e seu trabalho está exposto a pressão, então, sim, é necessário manter a estabilidade.”

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8 comentários

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dentinho

04 de setembro de 2020 às 08h58

O q não faz sentido é essa indústria do concurso público que só existe por conta dessa imensa busca das pessoas por essa tal estabilidade. Tem q acabar mesmo! E o concurso público tem q ser menos atrativo.

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    Paulo

    04 de setembro de 2020 às 11h43

    Sério?

    Responder

      dentinho

      04 de setembro de 2020 às 21h21

      É claro, oras…

      Responder

        Paulo

        06 de setembro de 2020 às 09h40

        Mas…Por quê? Não é esperado, em todo o mundo, que o serviço público reúna os melhores, nas carreiras principais? Isso não é transparente e democrático, se os concursos são sérios? Coo recrutar os melhores, então?

        Responder

          João

          08 de setembro de 2020 às 20h16

          Paulo, vc já ouviu falar em concurseiros?? Alguns vivem pulando de galho em galho, oq significa toda vez aprender e ensinar tudo do zero. Outros tentam até conseguir passar em algum q julgam bom e lá se acomodam.
          E outra, é tudo mto rigido no serviço público e nada é tão monolitico assim. É preciso haver mais flexibilidade.

Paulo

03 de setembro de 2020 às 20h13

Aliás, sob um Governo potencialmente inquisidor, como o de Bolsonaro, a estabilidade se faz ainda mais necessária…

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Paulo

03 de setembro de 2020 às 20h12

“Acontece que isso precisa dialogar com o tipo de trabalho que a pessoa desempenha. Se a função que ela desempenha perpassa os governos e seu trabalho está exposto a pressão, então, sim, é necessário manter a estabilidade.”

Ou seja, o que o gênio prevê é uma especie de estabilidade “ad hoc”. E pensar que esses gênios ressentidos estão à frente da Reforma Administrativa.

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chichano goncalvez

03 de setembro de 2020 às 13h54

Elegeram um psicopata, genocida, cheio de maus e piores desejos, estão esperando o que ?

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