Comentários sobre o áudio vazado de André Esteves (BTG Pactual)

Ciro pede saída de Bolsonaro e defende revogação do teto de gastos

Por Redação

05 de janeiro de 2021 : 18h58

Nesta terça-feira, 5, o vice-presidente Nacional do PDT, Ciro Gomes, pediu a saída de Jair Bolsonaro após o presidente emitir o atestado de incompetência ao afirmar que não podia “fazer nada” para tirar o Brasil da maior crise social, econômica e sanitária.

Fonte: Reprodução / Twitter

Além disso, o pedetista elaborou uma lista com 10 medidas que o governo poderia adotar para evitar o aprofundamento da crise.

Dentre elas, a revogação do teto de gastos, plano nacional de vacinação, taxação de lucros e dividendos empresarias, o aumento do imposto sobre heranças e a cobrança de IPVA de jatinhos.

Fonte: Reprodução / Twitter

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17 comentários

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EdsonLuiz.

06 de janeiro de 2021 às 18h18

bolsonaro é uma tragédia política, econômica e moral!
O Brasil está há muitas décadas em tragédia política, econômica e moral.

O eleitor comum realmente não está preparado para exercer sua cidadania eleitoral com racionalidade, informação de qualidade e ‘bom senso’. Se a pessoa pensa assim, eu concordo com ela. Mas acho que todos devemos continuar pensando (e sempre entendendo que ‘bom senso’ não é o que eu ou você que está lendo ou outro queremos que seja entendido como bom senso, mas aquilo que o conhecimento possível, as experiências e as vivências constroem de sabedoria e que são internalizados pelas pessoas).

A tragédia que o Brasil vive não é de hoje. Tem décadas e mais! Experimentamos um intervalo desta tragédia iniciado em 1993, com o Plano Real, continuando nos anos seguintes e com progressos e abertura de espaços para implementar políticas de inclusão, com um abalo de instabilidade por medo do eleitor de alguma tentativa de experiência exótica a seguir, mas que foi acalmada por um documento chamado ‘Carta ao Povo Brasileiro’ de que a política econômica correta seria mantida -e foi – nos anos à frente. E foi dada também continuação às políticas de inclusão, agora em um país bem mais organizado e com uma conjuntura mundial muito favorável. Foi possível até incrementar a inclusão. Pena que com graves erros junto, mas a inclusão foi continuada s.

Esse intervalo na tragédia econômica iniciou-se em 1993, suas políticas foram amadurecendo e dando resultados, e durou até aproximadamente 2010/2011. Depois tudo foi definitivamente estragado e voltamos à costumeira tragédia).

Só que as experiências exóticas que milhões temiam foram voltando, inicialmente bem devagar, com pequenas medidas econômicas esquisitas a partir de 2006, se acentuando a partir de 2009 até rumar para o quase caos a partir de 2014. O povo eleitor reagiu com a sabedoria que pode ter. Acreditou em propostas mágicas populistas para acelerar mudanças necessárias. Foi magicamente ILUDIDO, se decepcionou com a tragédia que viu (a maior recessão econômica da história da República / 2014..-2016…) e, usando a sabedoria que pode, ficou sufocado entre um candidato co-autor da tragédia que estava vendo voltar e um aventureiro que aprendeu a operar a tecnologia de ódio que o PT construiu para usar contra os adversários e a potencializou com mais ódio. E aprendeu as palavras mágicas populistas também para iludir. Parte não se enganou e votou em branco ou nulo. Entendeu que votar em um é alimentar o outro em polarização nefasta.

O PT se diz vítima de ódio para disfarçar, mas o ódio e a tecnologia de ódio original foi a do PT. Alguns exercem o anti-petismo com muito ódio, é verdade, mas antes muitos foram muito vítima do PT. E sem motivo, só por guerra política. E o PT e os petistas continuam assim.

Veja o ódio do PT: é contra todos que dele diverge.
Veja o ódio do bolsonaro: é contra todos que dele diverge.
Como o PT e bolsonaro são parte da mesma tragédia, com as mesmas tecnologias de ódio, um fez voltar a tragédia; o outro primeiro ajudou o PT (86% dos votos de bolsonaro em política econômica, de 1991 a 2010 foi junto com o PT – levantamento do jornal Folha de São Paulo), depois continuou a tragédia com outros requintes macabros.

Os que já estão suficientemente preparados (por terem algum tempo para ler, pesquisar, estudar), sabiam de antemão o que os esperava e não votaram, nem no bolsonaro, nem no PT. Acham que um alimenta o outro e votar no PT é esperar bolsonaro na próxima eleição e não resolver a tragédia e votar em bolsonaro é esperar o PT de novo e repetir a tragédia.

Quem já está sábio foge dos dois. Se der um contra o outro, vota em branco ou nulo. Não quer ajudar a destruir o país.

Responder

    Paulo

    07 de janeiro de 2021 às 12h32

    Muito bom! Eu fui um dos que anteviram a tragédia. E soquei nulo na urna (se bem que, pra mim, a tragédia é bem mais ampla e compreende a degradação do nosso Parlamento que vem se acelerando desde o Regime Militar, e as esperanças acabaram com o fim da geração de Tancredo e Ulisses). Pena que a maior parte do nosso povo não tem visão e só quer assistencialismo (até compreendo o miserável, mas já o pobre não)…

    Responder

    Francisco*

    07 de janeiro de 2021 às 13h24

    Cara, a narrativa, de tão frágil e descolada da realidade dos fatos (pesquise e pense, MESMO, além do desejo e interesses manifestos na dita), chega a ser inocente de tão inútil, porém, pior, demonstra além superfície, tratar-se o autor ‘indecente útil’. Vejamos.

    “Parte não se enganou e votou em branco ou nulo. Entendeu que votar em um é alimentar o outro em polarização nefasta.”

    “(…) e não votaram, nem no bolsonaro, nem no PT. Acham que um alimenta o outro e votar no PT é esperar bolsonaro na próxima eleição e não resolver a tragédia e votar em bolsonaro é esperar o PT de novo e repetir a tragédia.”

    Como se à realidade dos fatos, o PT não tivesse eleito o presidente em, 2002, 2006, 2010 e 2014 e sido impedido de eleger o presidente em 2018, após apeado do poder democraticamente conquistado, via golpe ‘honduro-paraguaio’, em 2016, através de condenação e prisão, anunciadas, do candidato favorito, por persecução jurídica-midiática, em forma de Lawfare, pela ‘justiça lavajateira’.

    E pior, como se “quem já está sábio foge dos dois”, ao ‘sabiamente’ votarem “em branco ou nulo”, “por não quererem ajudar a destruir o país”, ‘votaram’ no segundo turno de fato em Bolsonaro, ao não votarem em Haddad, repito, ‘votaram’ em Bolsonaro, sabiamente xucros, para exatamente “ajudar a destruir o país”, e portanto, não haverá tergiversação que possa livra-los dessa irresponsabilidade eterna, ainda mais com a maior farsa da justiça brasileira, nauseabundamente insustentável no ar, fazendo-se esfarelar a cada novo momento, como previsto era.

    O problema do Brasil da desigualdade campeã mundial, deixa de ser ‘as saúvas’ e passa a ser ‘os sábios’.

    Coisas do Brasil, né?

    Responder

      EdsonLuiz.

      08 de janeiro de 2021 às 00h05

      Então, Francisco,
      Tem vários tipos de sábios.
      Vejam-se a sua avaliação, há uma sapiência nela; deve haver.

      Mas como nisso as diferentes sapiências estão tão discordantes, só os fatos e dados e a prova irrefutável das consequências destes para dirimir. Mas dados e fatos e análise das consequências reais, documentadas e muito bem pensadas como estudos e não como narrativas ideológicas sustentadas com dados e fatos apanhados no lixo da internet e esgrimidos como argumentos. E alguns estudos há, sempre houve, e mais outros começam a aparecer.

      Houve avanços neste país, enfim, após conseguirmos nos livrar dos descalabros da ditadura. Esses avanços foram de construção muito difícil, porque o que sobrou da ditadura foi um escombro de país e o país teve que ser reiniciado. Algumas forças contribuíram sempre com essa construção, outras forças se negaram a contribuir propositivamente, eu entendo que muito por exclusivismos. E outras ainda hoje atrapalham, porque só aceitam contribuir quando é o projeto delas, e parece que as pessoas estão entendendo que o projeto delas é um projeto ruim.

      O PT, por exemplo, assim que conseguiu conquistar hegemonia, passou a tratar os avanços como processo e deu sim continuidade a ele, agora alí então propositivamente. Deu continuidade ao mesmo processo que sempre e logo antes criticava vociferalmente, sem se importar com os danos que causava, muitas vezes de forma leviana contra muitos, agressões que praticava e pratica apenas porque os agredidos não concordam com o PT. Mas deram sim, sequência aos avanços.

      A narrativa desonesta que vem é a de que não era o mesmo projeto. E repetem, e repetem e repetem. Incautos vão ouvindo e um dia ou concordam ou são tratados com arrogância, desrespeito, … ou então descobrem que há um documento que mostra que o PT não tinha um projeto e ia continuar o projeto que sempre xingou. E com assinatura!
      E o incauto pode pensar: realmente, era um projeto insuficiente, mas enquanto foi mantido deu bons resultados; quando mudaram, estragaram tudo. Podem verificar que em um momento, ainda na campanha de 2002, Lula assinou um documento de que ia manter o projeto. Era a ‘Carta ao Povo Brasileiro’. E o projeto foi mantido e isso foi bom. Se tem até um documento assinado, para que ficar negando que por muito tempo continuou o que outros começaram. E não se importando de ser desonestos e negarem, ainda são agressivos. Não desminta a mim, desminta os documentos que existem. Não desminta a mim, desminta os dados firmes, não inventados. E parabéns e obrigado por terem mantido o projeto por bastante tempo, o país agradece. Mas depois o PT mudou quase tudo e a tragédia foi voltando, trazendo com ela inclusive a escória da velha ditadura.

      Quando os recursos acabaram, em vez de continuar avançando nas reformas – a tributária, por exemplo. O escombro deixado pela ditadura era – é – tão grande que, mesmo feitas muitas coisas, não tinha dado para fazer a tributária. Serviria para tachar as grandes fortunas e outras mudanças necessárias. E o que o PT fez? Fez apenas alguns puchadinhos para arranjar algum dinheiro, e quando nem isso mais era possível, passou a falsificar o orçamento mesmo. E deu no que deu.
      É só pensar antes de falar “e as grandes fortunas, por que não taxam? Então!?Precisa taxar! O PT ficou mais de treze anos no poder e nem projeto de reforma tributária para gravar mais os ricos e aliviar os mais pobres ele fez. Não quis taxar as grandes fortunas. Apenas foi gastando, gastando…

      O povo reage. Em algum momento o povo reage. Em algum momento o povo usa a sapiência que pode. Menos sábia do que a sua, certamente. Mas quem diz que é a sua, que é a sapiência de vocês, do PT, que é a certa? Parece que o povo pensa que o projeto de vocês é uma porcaria e que quando devagarzinho vocês foram implantando, devagarzinho foram estragando tudo.
      E não adianta questionar a sapiência do povo.

      Com certeza, ou a sapiência do povo (porque para provocar um resultado precisa de milhões, e muitos deles não vão apoiar você só porque você quer. Se o povo entender que o que você quer continuar está fazendo mal, ele se nega a apoiar. Vai apoiar outra coisa, que infelizmente pode ser uma nova aventura ou não apoiar ninguém. Se o povo achar que todos os projetos não são bons, pelo contrário, são enganos ou maldades que se retroalimentam, irá negar todos). Retomando, ou a sapiência do povo que está contra o PT é contra bolsonaro – contra os dois – está muito errada, ou errada é a de vocês. Não me xingue, convença o povo. Eu não acredito em vocês e vou apoiar outra coisa. Estou no meu direito. Se estivesse na União Soviética, ou na Venezuela, ou no Chile do Pinochet, ou no Brasil da ditadura ( e eu sei bem o que foi), você conseguiria me impor a sua maravilha. Quando você conseguir implantar alguma coisa autoritária aqui, vai conseguir me impor, mas não sem resistência. Vou reagir a autoritarismos, sempre. Seja de direita ou de esquerda.
      O povão fará isso.

      Vou fazer aqui agora uma coisa em companhia de Marina Silva, que conhece muito bem o que é o PT:
      FORA bOLSONARO! FORA PSDB! FORA PT!

      Mas é uma grande pena que o PT não se repense. Vai fazer falta. Está fazendo.

      Responder

PAULO HENRIQUE MOTA LIMA

06 de janeiro de 2021 às 11h25

Lembrem: Ciro já foi governador, prefeito e ministro da Fazenda. Não tem um dia de déficit. Mundo da Lua vive quem não aprende com ele.

Lembrando que Ceará também é referência em saúde fiscal no Brasil, mesmo sendo um estado pobre.

Responder

    Adevir

    06 de janeiro de 2021 às 15h29

    Falou o fanboy….

    Responder

    Batista

    07 de janeiro de 2021 às 13h55

    Há mais de quarenta anos, Ciro é ego-impressionante…, a cada novo ciclo e/ou novo partido, renova o quadro de devotos jovens ‘independentes e únicos’, normalmente seduzidos e conquistados no circuito universitário e agora também nas redes sociais, com o mesmo discurso e plano de governo, devidamente repaginados para espanar a poeira do tempo.

    Isso dito, vamos a Ciro ministro da Fazenda por breves 116 dias, ou seja, menos de 4 meses, como ministro tampão ao fim do governo Itamar, em função do ‘escândalo da parabólica’ e à espera da posse do ‘Príncipe de Higyennópolis’.

    Breve, né?
    Mas não, tratando-se de Ciro: Ministro tampão, não!
    Tão turbulento que pareceram ano, deixando tucanos de penas reais em pé.

    Mas isso a gente deixa pro jovem devoto, ‘independente e único’, pesquisar e descobrir com funciona à realidade o seu ego-candidato, preterido no ministério do Príncipe do ‘Reino No Limite da Irresponsabilidade e da Província da Reeleição Recompensada’.

    Responder

Ivan Lima

06 de janeiro de 2021 às 09h01

Bolsonaro pode sair, mas não ir para Paris, onde não será bem-vindo.

Responder

Luiz Carlos Pauli

06 de janeiro de 2021 às 08h02

O Ciro Gomes??? sério que isso, o Ciro Gomes?? kkkkk

Responder

Batista

06 de janeiro de 2021 às 02h07

Na noite de 07 de outubro de 2018 essa insana tragédia mais que anunciada, inclusive pelo próprio a personifica-la e não esconder dos cidadãos brasileiros os trágicos propósitos, pelo contrário, demonstrava prazer em escancara-los em relação a tudo, desde sempre, tornou-se uma das opções na eleição em segundo turno para presidente, no caso, para desgovernar o país, quando então poderia ter sido facilmente evitada, optando-se pelo outro candidato, Haddad, do PT, caso à moda não estivesse, além da cegueira política, a mediocridade, misturada a ignorância, e a campanha de criminalização e ódio ao PT, ao invés do bom senso, do conhecimento, do contraditório e da lógica, necessários para evitar-se a então tragédia apenas anunciada.

Na noite de 28 de outubro de 2018, o Brasil teve um pouco mais que meio orgasmo, obviamente não por terem eleito a tragédia anunciada (evitavam pensar nisso, hoje evitam a responsabilidade por isso), mas por terem “Derrotado o PT Nunca Mais”, nas urnas, elegendo Jair Bolsonaro, ao invés de Fernando Haddad, presidente do Brasil.

Muitos desses colaboraram através de votos diretos dados à tragédia anunciada, outros tantos através da omissão, também traduzida em votos indiretos dados à tragédia anunciada, com todos sendo auto eleitos responsáveis pela tragédia anunciada ter se tornado realidade a partir de 01 de janeiro de 2019.

Trágico isso tudo, em especial quem por na ocasião ter se mandado pra França, mais precisamente pra Paris, ache agora poder ‘cantar de galo’ contra a ‘tragédia empossada’, como se responsável pela mesma não fosse, pela omissão em não evita-la, então.

Pode isso, Redação?

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EdsonLuiz.

06 de janeiro de 2021 às 01h55

O Ciro postou uma destas mensagens rápidas de twiter.
Quando fala em revogação do teto de gastos, não pode ser entendido que ele quer fazer isso sem mais e sem menos. Junto ele sugere a necessidade de fazer a reforma tributária para tornar a tributação mais justa.

Nossos impostos possuem um perfil concentrador de renda e precisam ser mudados para serem uma ferramenta de distribuição e desenvolvimento.
É inconcebível que forças políticas que se dizem progressistas e que estiveram por anos e anos no poder sequer encaminharam um projeto propondo a reforma. Quando precisavam de mais receita, faziam um puxadinho e agravavam o problema. Quando nem isso era mais possível, passaram a falsificar o orçamento. Deu no que deu.
O presidente atual nem condições de fazer um projeto ele tem. E nem quer.

O que o Ciro cita em uma mensagem no twiter são apenas pontos de um programa bem completo a ser implementado, com foco em desenvolvimento a médio e longo prazos, mas consciente de que nossa realidade precisa de medidas urgentes para a situação de emergência que se vive, principalmente medidas de socorro para os excluídos da ordem econômica e social.

Esse socorro não pode esperar dois anos até que termine o mandato do bolsonaro. O Brasil todo e mais principalmente os milhões de miseráveis do país ficarão com o peito em carne viva de se rastejarem por dois anos até que um novo presidente seja eleito.

Um impeachment, de fato, é uma medida política cuja necessidade é provocada quando o presidente já não é mais capaz de dar respostas sequer para as emergência econômicas. Essa incapacidade o bolsonaro acabou de confessar. Os outros fatores secundários para o impeachment, falta de base no Parlamento Central e impopularidade, logo vão ficar escancarados. O motivo jurídico, desculpa para afastar presidentes que já não têm capacidade para governar, podem ser escolhidos em uma lista imensa.

FORA bOLSONARO!

Responder

Paulo

05 de janeiro de 2021 às 20h02

Como é que ele vai pedir pra sair se ainda vê como tarefa primordial livrar a cara dos filhos? Pra isso, precisa continuar com a caneta e o poder nas mãos, especialmente para comprar apoio parlamentar e se valer dos Órgão públicos de controle: UIF (COAF), ABIN, PF, PGR, etc

Responder

Valeriana

05 de janeiro de 2021 às 19h54

A situaçào em que o Brasil caiu nos ultimos 15 anos pra cà é igual ao transtorno mental do Cirolipa…irreversivél.

Responder

Adevir

05 de janeiro de 2021 às 19h17

Vc já viu o q acontece a uma casa sem teto?? E a um orçamento sem limite de gasto??
Acabar com o teto de gasto é a maior burrice keynesiana da história. Mas essa sugestão vinda do Ciro Gomes não surpreende. Ele vive no mundo da lua, onde não chove.

Responder

    Matheus

    06 de janeiro de 2021 às 10h58

    Não existe “teto de gastos”, porque a despesa financeira e desonerações fiscais não entram. O tal CONGELAMENTO DAS DESPESAS PRIMÁRIAS serve para forçar de maneira semiditatorial um programa ultraliberal de cortes de áreas sociais (saúde, educação, previdência) e transferência de fundos públicos para magnatas e rentistas.
    E recorrendo a analogias toscas: se você tentar morder uma carne sem descongelar ela antes, o mais provável é quebrar os dentes tentando.

    Responder

      Adevir

      06 de janeiro de 2021 às 15h27

      Parei de ler no ultraliberal….

      Responder

        Batista

        07 de janeiro de 2021 às 14h11

        No teu caso, ainda bem!

        Certamente poupou a emergência no dentista.

        Responder

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