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Arcebispo afirma que “pátria amada não é pátria armada”

Por Redação

12 de outubro de 2021 : 16h34

Neste feriado de 12 de outubro, dom Orlando Brandes, disse durante a tradicional missa no Santuário Nacional em Aparecida (SP), homenagem a Nossa Senhora, que “para ser pátria amada não pode ser pátria armada”.

“Hoje é o Dia das Crianças. Vamos abraçar os nossos pobres e também nossas autoridades para que juntos construamos um Brasil pátria amada. E para ser pátria amada não pode ser pátria armada”, afirmou o arcebispo.

O religioso se referiu ao slogan do Governo Bolsonaro, “Pátria Amada Brasil”. O arcebispo também criticou a “criança fuzil” no que diz respeito as fotos recentes de Bolsonaro com jovens segurando armas.

“Pátria amada não é transformar crianças inocentes em crianças fuzil. Pátria amada não é transformar a criança em consumista. As crianças precisam de outras armas, da oração, da obediência, da convivência com seus irmãos”.

“Só vamos vencer com a força do espírito. A nossa maior arma é a penitência, a oração, o pedir perdão e ser um bom cristão”, completou. Durante a fala, o religioso também defendeu a ciência, a vacinação contra a Covid-19, a paz e o desarmamento.

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3 comentários

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Rafiusk

12 de outubro de 2021 às 22h21

Capetão tomando dura do arcebispo hahahahahha lindo de ver

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Paulo

12 de outubro de 2021 às 21h36

Mandou bem Dom Orlando…

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Galinzé

12 de outubro de 2021 às 17h14

Quem arma as crianças é o crime organizado, ninguém mais.

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