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Imagem: Reprodução

PT rechaça abrir mão de candidatura para apoiar Boulos em São Paulo

Por Redação

20 de outubro de 2021 : 10h30

O presidente estadual do PT de São Paulo, Luiz Marinho, negou a hipótese do partido abrir mão da candidatura do ex-prefeito Fernando Haddad ao governo estadual para apoiar a postulação de Guilherme Boulos (PSOL) ao Palácio dos Bandeirantes.

“Qual é a pré-candidatura que tem a maior possibilidade de chegada? É a candidatura do PSOL, do PT? Hoje, o que está muito claro é que o Haddad tem maior possibilidade. Então se alguém tem que retirar para alguém, não seria a candidatura do Haddad”, disse o cacique petista ao Metrópoles.

Marinho também afirmou que o partido de Boulos nunca apoiou uma candidatura do PT logo no 1° turno.

“‘Ah, o Boulos apoiou o Lula, apoiou a Dilma’. Apoiou quando? Apoiou contra o impeachment e contra a prisão, a condenação, e nem todo o PSOL apoiou. Tem psolista até agora apoiando lavajatista. Então, é preciso deixar muito claro essas questões para botar os pingos nos is em relação a esse debate. É um direito legítimo o PSOL pensar em ter candidato, como era um direito legítimo do PT ter candidato na capital em 2020. E imediatamente anunciado o resultado, anunciamos apoio ao Boulos. E deve ser assim. A gente espera que seja assim com todos os partidos de esquerda. E nem todos têm agido assim, vide as viagens a Paris quando anuncia-se o resultado das urnas”.

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1 comentário

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Edivaldo Dias de Oliveira

20 de outubro de 2021 às 14h57

Faz tempo que venho refletindo sobre o que vou falar, o que não significa que minha reflexão esteja correta. Mas como tive preguiça de por no word, vai aqui mesmo, de sopetão. Por que os partidos, seja de esquerda ou direita não exclui SP, tanto a capital como o estado desse tipo de acerto e articulação? Ao não fazerem isso, acabam por tornar as conversas mais abrasivas, muitas vezes descambando para o desacerto. É preciso levar em conta a dimensão do estado e da cidade, sob todos os aspectos mas principalmente economico/eleitoral, sem desmerecer nenhum outro. É muito natural portanto, que cada organização partidária queira aqui prevalecer, se possível com a exclusão do parceiro/adversário. Assim, se coloca como condição para o apoio que o apoiado abra mão da disputa principal nesse celeiro, ora, que aqui já está bem estabelecido vai ter muitas dificuldades para fazer tal concessão, bem como é justa que organização menor queira aqui fincar um pé, o que não pode é que isso ocorra às custas do sacrifício de quem aqui já esteja estabelecido. O que proponho? Que toda a benzedeira/conchavo/negociação seja feita deixando SP por último ou mesmo de fora, não sendo condição para se fazer nenhum outro acerto. É isso, penso.

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