Analista da Ideia fala sobre “voto útil” dos eleitores de Ciro a Lula no 1° turno

Barroso inicia ano judiciário com duras críticas a mais um crime de Bolsonaro

Por Redação

01 de fevereiro de 2022 : 20h14

Na abertura do Ano Judiciário no TSE realizada nesta terça-feira, 1, o ministro Luis Roberto Barroso afirmou que Jair Bolsonaro b(PL) vazou dados sigilosos “que auxiliam milícias digitais”.

Barroso que ainda exerce a presidência do órgão também falou que “faltam adjetivos para a atitude deliberada [de Bolsonaro] de facilitar ataques criminosos”.

O magistrado também citou o inquilino do Planalto quando se referiu a comissão de transparência eleitoral que vai fiscalizar os testes das urnas eletrônicas que serão utilizadas nas eleições.

“Confiamos na integridade dos membros da comissão para cumprirem a palavra de manterem sigilo nas conversas para evitar vazamentos indevidos. Ninguém fornece informações que possam facilitar ataques. Tudo aqui é transparente, mas sem ingenuidades”, declarou.

“Informações sigilosas fornecidas pela PF [Polícia Federal] foram vazadas pelo presidente, divulgando dados que auxiliam milícias digitais. O presidente vazou a estrutura interna da TI [tecnologia da informação]. Tivemos que tomar uma série de reforços. Faltam adjetivos para a atitude deliberada de facilitar ataques criminosos”, prosseguiu.

Já sobre o famigerado voto impresso, bandeira que foi defendida arduamente por Jair Bolsonaro (PL) durante o ano de 2021, Barroso mandou um recado ao dizer que não existe clima para a retomada de discussão sobre o tema.

“Não há qualquer sentido em se retomar a discussão sobre o voto impresso com contagem pública manual para as eleições 2022, como voltou a circular. Um retrocesso que já assombrou o país no ano passado, e que volta e meia é ressuscitado”.

“Retomar essa discussão constituiria tão somente uma tentativa deliberada de tumultuar o processo eleitoral. O país está precisando, em meio a muitas coisas, de debate de ideias e não da repetição de bobagens”, finaliza.

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3 comentários

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Henrique martins

02 de fevereiro de 2022 às 00h02

O assassinato covarde do jovem negro africano mostra o retrato de um país governado por um líder racista – dentre outras coisas igualmente aviltantes – que é incensado por 20 por cento da população. Resta saber até quando os outros 80 por cento vão suportar essa situação. A ver.

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William

01 de fevereiro de 2022 às 21h12

Como é que essas democracias que o Barroso tanto gosta vota-se no papel e ninguém sente a mínima falta do falso progresso das irmãs eletrônicas….?

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Kleiton

01 de fevereiro de 2022 às 20h35

O voto é no papel o resto são invencionices a moda tupiniquim.

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