Analista da Ideia fala sobre “voto útil” dos eleitores de Ciro a Lula no 1° turno

Imagem: Divulgação

Putin liga para o presidente do Conselho Europeu

Por Redação

07 de março de 2022 : 10h54

Na manhã desta segunda-feira, 7, o presidente da Rússia, Vladmir Putin, conversou por telefone com o presidente do Conselho Europeu, Charles Michel.

Segundo informações da agência Sputnik, Putin reforçou o posicionamento do governo russo no que diz respeito repúblicas autoproclamadas de Donetsk e Luhansk.

Ele também explicou ao chefe do Conselho Europeu que os militares russos estão tomando todas as medidas possíveis para salvar a vida dos civis na Ucrânia.

Antes de falar com Charles Michel, o presidente da Rússia conversou com o primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi.

Putin tem reiterado que a operação militar na Ucrânia tem ocorrido dentro do planejado e que o conflito só vai terminar com a rendição absoluta da Ucrânia.

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4 comentários

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EdsonLuíz.

09 de março de 2022 às 02h10

Pessoal,
Para esclarecer sobre as coisas da economia no tempo de FHC e sobre a enganação do PT, e esclarecer sobre quem repõe a verdade, se sou eu ou se é o petista-bolsonarista (na prática) Alexandre Bolso’Néris, tenho que responder ao que ele trouxe e está aí embaixo. Ao final, eu deixo uma coisa para depois.
EdsonLuiz.

No período do segundo mandato do governo Fernando Henrique o mundo passou pir CINCO turbulências econômicas, conhecidas pelos nomes dos países onde ela aflorava:

Crise da Índia;
Crise da Rússia;
Crise da Argentina;
Crise do México; …

E finalmente a crise do Brasil.

Se esta turbulência econômica houvesse acontecido alguns anos antes, se estabeleceria na economia brasileira uma realidade insuportável!

Alguns anos antes o Brasil estava mergulhado no caos. Só para ter ideia, a inflação chegava a mais de 80%….

….por dia, …
….em alguns dias!

Repetindo: antes de Fernando Henrique Cardoso…
….só fazendo esse recorte sobre taxa de inflação….
….a inflação chegava a mais de 80% – AO DIA – em alguns dias!
(A inflação anualizada chegava a mais que 2700% ao ano!).

O Brasil não tinha sequer uma moeda! Nada era possível em um país assim!

As coisas foram bem difíceis no período FHC para arrumar o entulho em que o Brasil havia sido transformado pela ditadura militar, entulho econômico este que começou a ser notado pela população no final dos anos 70 e se intensificou no início dos anos 80.

Com o problema econômico se agravando, a ditadura caiu!

O problema econômico da dimensão que tomou a economia brasileira naquele período começou a ser gestado por medidas econômicas erradas feitas ainda durante os governos da ditadura da época. Um problema econômico daquelas dimensões começam a aparecer em algum momento, mas não acontecem de um momento para outro. Monstruosidades econômicas como aquela só podem acontecer em um processo, após muitos erros e alguns anos. O Brasil havia se transformado em um entulho!

Fernando Henrique agiu e arrumou muita coisa. Ele teve como grandes obstáculos para agir, enquanto se virava como o Volodimir Zelensky está se virando na Ucránia:

1) O PT, que votou contra o Plano Real, início da parte do trabalho referente à estabilização para que o Brasil voltasse a ter uma moeda e depois continuou boicotando tudo, todas as medidas, embora tenha sido pedido ao PT para ajudar, ao que o PT se negou; e

2) o outro grande obstáculo ao esforço do Fernando Henrique para que o Brasil avançasse e tomasse o caminho para virar um país foi o limite ideológico de parte de seu próprio partido, o PSDB.

Mas Fernando Henrique conseguiu!

Agora, do mesmo modo que essa gente dita ‘de direita’ e dita ‘de esquerda’ se diz progressista e diz que defende a democracia, mas isso ficou completamente desmascarado com a guerra da Ucránia, que mostrou que na verdade essa gente falsa e mentirosa do PT, fora as excessões, quando é alguma coisa, é de ultra-esquerda e não de esquerda, e a guerra ainda está servindo também para mostrar que, na origem, ultra-esquerda e ultra-direita têm matrizes e motivações diferentes, mas na prática e na atualidade as duas se misturam, defendem as mesmas atrocidades e são iguais em seu autoritarismo é o fato de no mundo inteiro, no Brasil, em Portugal, na Itália, estarem juntas no apoio aos abusos praticados por Vladimir Put’r’in contra um povo que não lhes fez nada. Lula e a maioria dos dirigentes do PT e bolsonaro não condenam as atrocidades, se escondendo atrás de termos adversativos para enganar.

E Putin, é de esquerda ou de direita?

Sabe uma conclusão que eu tirei com os anos: autocratas, tanto faz quando eles se dizem ser de esquerda ou de direita; autocrata não é nem uma coisa nem outra! Autocratas são iguais, digam de qualquer ideologia que se disserem!

Putin não é de esquerda nem de direita!
Maduro não é de direita ou de esquerda!
Lula não é de esquerda ou de direita!

Gente assim, é só malandra!

Esta minha resposta, como eu disse lá em cima, é uma resposta ao petista-bolsonarista (na prática) Alexandre Bolso’Néris. Quero saber se nesse negócio de se é ele ou eu quem repõe de fato a verdade sobre aqueles tempos, ele quer que eu fale do documento que Lula assinou durante as eleições de 2002?

Responder

EdsonLuíz.

07 de março de 2022 às 15h31

Put’r’in – Urubu-Presidente.

Autoritários são urubus, eles se alimentam de vítimas!

Por nada! Por nada e sem motivo. Mas para eles, para esse tipo de gente como Put’r’in… por tudo! Por tudo que lhes permita ter poder, submeter e humilhar.

Put’r’in era filiado ao Partido Comunista da Federação Russa na época da União Soviética. Nada há de errado em alguém ser ou se dizer comunista. Em uma democracia, o funcionamento de partidos comunistas é autorizado. Claro que a autorização em democracias é para partidos disputarem no campo das ideias, embora aqui no Brasil muitas das ideias usadas por filiados a partidos extremistas sejam ideias antipolíticas, xingamentos, desqualificações e ataques a reputação de outros políticos e partidos. Isso, ter a política como guerra, tem dado certo para essa gente, se avaliarmos pelas pesquisas eleitorais, que mostram os candidatos desses extremos bem à frente dos outros. A agressão e deliquência política tem dado certo no Brasil, infelizmente. Eles foram destruindo a imagem política de gente séria como Fernando Henrique, Mário Covas, Geraldo Alckmin, Marina Silva, etc. Destruindo adversários, sobram eles, os urubus, representados hoje nas candidaturas de bolsonaro (ai) e Lula (ui).

A política como guerra tem dado certo no Brasil para essa gente. Mas cabe registrar que aqui, o PCdoB não pratica essas leviandades. Quando acontece de algum filiado ao PCdoB cometer uma agressão dessas, uma deliquência política, é caso isolado; já no PSOL, que eu acho uma boa promessa de partido de esquerda bem definida no Brasil, deveras por ter sua origem no PT, vemos um número bem maior de ataques de motivação apenas ideológica e sem qualidade a atores e a outras forças políticas. Essa prática importada do petismo atrapalha o PSOL e só ocupa o tempo que o PSOL tem para apresentar suas ideias.

Cabe registrar também que agressão e deliquência política não são as críticas baseadas em fatos, em dados e em evidências, sem narrativas deformadoras ou recortes parciais de dados que não expressam realmente os fatos, afinal essa é a disputa legítima em política.

Para exemplo: se em um certo número de anos uma força política no poder gastar, considerando só via BNDES e por emissão de dívida do tesouro, mais do que os Estados Unidos gastou no Plano Marshall para recuperar toda a Europa pós-guerra, com a circulação dessa montanha de dinheiro os dados de crescimento, renda e pobreza vão aparecer bem favoráveis por um tempo. Mas se essa farra de gasto for feita com projetos errados, mal feitos, com corrupção e sem responsabilidade, nos anos seguintes a economia cairá de barriga e a política econômica vendida como sucesso se mostrará de fato uma tragédia. Foi isso o que aconteceu no Brasil nos governos do PT entre 2006 e 2014. No período do PT entre 2003 e 2007 a economia brasileira esteve comparativemente bem, mas era a política do Fernando Henrique e do PSDB mantida por Lula. Dependendo do recorte de dados que for feito, Lula e o PT foram um sucesso mágico; se considerar o período PT inteiro, até a saída do PT e considerar também a dinãmica que esse fracasso gerou nos anos a frente, Lula e o PT nos enterraram em um imenso fracasso.

Dependendo de como for tratado o período, o discurso será legítimo e fundamentado ou será pura leviandade, pruduto da transformação da política em guerra.

Put’r’in, o Presidente-Urubu, trata política como guerra. A guerra política de Vladimir Put’r’in na Rússia se dá por perseguição, prisão, envenenamento e várias outras táticas abusadas. A imprensa profissional e seus jornalistas são as maiores vítimas e as pessoas só podem ser informadas pelos jornais oficiais e pelos blogues sujos que apoian Put’r’in, o urubu. É a isso que o povo ucraniano não aceita ser submetido novamente e por isso está fazendo um apelo à única instituição que pode protegê-la, a OTAN.

Eu, para além da questão da Ucrânia, acho que Put’r’in deve ser retirado do poder por ser um grande risco para o mundo.

A filiação de Put’r’in ao PC sob a União Soviética não era uma filiação submetida; eu não sei, mas certamente ele não era um dos milhões de russos que eram obrigados a se filiar ao partido comunista para ter comida e emprego. Put’r’in, hoje Urubu Presidente, era Agente de Inteligência da KGB, a polícia secreta russa, portanto, ele só podia ser um filiado espontâneo ao PC soviético e concordar com o arbítrio da época. Ele era espião soviético. Não cabe ingenuidade nenhuma sobre quem é Put’r’in. Não cabe ingenuidade nenhuma sobre quem são os autoritários antiprogressistas e antipolíticos, lá e aqui. Se aqui eles fingem jogar o jogo democrático, é porque não podem ser mais autoritários e mentirosos do que já são.

Quer saber o que eles realmente pensam, entre nos blogues sujos de apoio a bolsonaro e nos de apoio a Lula: são ninhos de urubus! Há excessões, como sempre. Alguns dos que você vir nesses ninhos não são urubus. E, aliás, essas excessões cheiram muito bem! No PT, quisera eu eles disputassem o PT aos urubus; nos ninhos bolsonaristas eu não sinto bons cheiros e dali eu não tenho nenhuma esperança.

Fuja de urubus!

Edson Luiz Pianca.

Responder

    Alexandre Neres

    08 de março de 2022 às 02h01

    Mais uma vez sou obrigado a intervir devido às fake news. Como tem leitores que não viveram o governo FHC, tenho que repor a verdade dos fatos, pois está sendo dourada a pílula. O segundo governo FHC foi um fiasco do início ao fim, crise atrás de crise, de joelhos e de pires na mão diante do FMI, tendo em vista que o primeiro foi baseado na ancoragem cambial artificialmente mantida, desmoronando logo após as eleições. Se hoje temos alguma tranquilidade, deve-se às reservas acumuladas durante os governos do PT.

    Por seu turno, qualquer um que fosse minimamente liberal não convalidaria os atos persecutórios perpetrados por um juiz ladrão e parcial que corrompeu o sistema judicial, destruindo um dos pilares mais básicos do liberalismo, qual seja, o de assegurar os direitos individuais e garantias fundamentais de qualquer cidadão, pouco importando o nome na capa do processo. Tampouco reconheço autoridade em quem não é do campo da esquerda e vive a criticar este segmento como se tivesse dando um toque, sobretudo em razão de o poder por essas plagas ter sido usurpado por meio de golpe híbrido e de em decorrência de tudo isso estamos submetidos a um desgoverno de extrema-direita, praticante contumaz de barbaridades nas áreas ambiental, educacional, científica e ambiental.

    Ao ler o texto, afigura-se-me que, tal qual afirmou Ana Maria Braga, a Rússia seja comunista. E que Putin seja de esquerda, bem como que esteja incluído no rol do campo progressista.

    Em uníssono como de costume, a imprensa dita profissional brasileira, seguindo bovinamente a mídia ocidental, vem demonstrando uma parcialidade escancarada na guerra da Ucrânia ao tomar partido, o que compromete a sua obrigação de informar.

    Sou a favor da autodeterminação dos povos e do respeito à soberania territorial de qualquer nação. Se fosse ucraniano, decerto estaria lutando em defesa do meu país e contra o invasor de plantão com vocação imperialista, ainda que não compactuasse com um humorista advindo da antipolitica nem com o batalhão Azov.

    O que não posso perder de vista, contextualizando e estando inserido em determinada situação fática, é que soy latino-americano e meu opressor é outro. Justo o país que se arvora em ser o defensor das liberdades e da democracia, apesar de aliado eterno da ditadura sanguinária execrável da Arábia Saudita e de Israel que massacra os palestinos sem dó nem piedade, cujo declínio assistimos a pouco e pouco. Tudo isso para não tratar do nosso quintal, porquanto por aqui os exemplos abundam. Síndrome de Estocolmo?

    Responder

canastra

07 de março de 2022 às 11h31

Estorou de vez a merda na cabeça desse imbécil…isso é o que dà deixar per muito tempo a mesma pessoa no poder.

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