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Bolsonaristas entram em desespero e tentam emplacar narrativa de “perseguição” a Ramagem

Após ser alvo de mandados de busca e apreensão da Polícia Federal, o deputado federal Alexandre Ramagem (PL) e pré-candidato à prefeitura do Rio, obteve amplo apoio de seus seguidores nas redes sociais. Uma análise da consultoria Arquimedes, solicitada pelo jornal O GLOBO, revelou que 65% das menções ao ex-chefe da Agência Brasileira de Inteligência […]

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Carolina Antunes/PR

Após ser alvo de mandados de busca e apreensão da Polícia Federal, o deputado federal Alexandre Ramagem (PL) e pré-candidato à prefeitura do Rio, obteve amplo apoio de seus seguidores nas redes sociais.

Uma análise da consultoria Arquimedes, solicitada pelo jornal O GLOBO, revelou que 65% das menções ao ex-chefe da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) foram em sua defesa.

A operação contra Ramagem, que também é figura central em outras investigações, gerou uma onda de publicações em suas redes sociais.

Entre quinta-feira, 25, e sexta-feira, 26, às 15h, foram registradas 295 mil publicações sobre o caso no X (antigo Twitter).

Dentre as manifestações favoráveis, destaca-se o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que compartilhou um vídeo de março de 2023 em que Ramagem se defende de acusações de monitoramento ilegal na Abin.

Pedro Bruzzi, pesquisador da Arquimedes, aponta que a divulgação dessas gravações antigas por Ramagem foi bem recebida pelos seus apoiadores, sendo consideradas um forte álibi.

Além disso, a base de apoio do deputado adotou uma narrativa de “perseguição” e uso político da Polícia Federal, com comparações entre os casos de Ramagem e Carlos Jordy, outro político alvo recente da PF.

Na contrapartida, 35% das publicações nas redes sociais foram contrárias a Ramagem, com pedidos de divulgação da lista de pessoas supostamente monitoradas ilegalmente pela Abin.

Entre os críticos está o deputado federal Tarcísio Motta (PSOL), também pré-candidato à prefeitura do Rio, que questionou os motivos e os responsáveis pelo suposto monitoramento.

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Zulu

27/01/2024 - 16h01

Quando chega a época das eleições no Rio começam a acontecer coisas estranhas, é sempre o mesmo circo, a mesma palhaçada.


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