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Irã alega ter repelido frota aérea dos EUA

0 Comentários🗣️🔥 O Irã afirmou, por meio de seu comando militar, ter interceptado e destruído uma frota aérea dos Estados Unidos que teria invadido seu território para uma operação de resgate. A declaração foi feita pelo porta-voz do Quartel-General Central Khatam al-Anbiya, um dos principais comandos das Forças Armadas iranianas. Segundo a narrativa oficial divulgada […]

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O Irã afirmou, por meio de seu comando militar, ter interceptado e destruído uma frota aérea dos Estados Unidos que teria invadido seu território para uma operação de resgate.

A declaração foi feita pelo porta-voz do Quartel-General Central Khatam al-Anbiya, um dos principais comandos das Forças Armadas iranianas.

Segundo a narrativa oficial divulgada em vídeo, após “esforços desesperados do exército terrorista dos EUA” para resgatar o piloto de um caça abatido, “várias aeronaves inimigas” entraram no espaço aéreo iraniano no dia 6 de abril do calendário persa (correspondente a cerca de 26 de junho de 2024).

A declaração detalha que, com o uso de guerra eletrônica e sistemas modernos de defesa aérea, as forças iranianas teriam forçado o pouso de emergência de várias dessas aeronaves em uma área ao sul de Isfahan.

A frota descrita é de grande porte: dois aviões de transporte militar C-130 e 32 helicópteros Black Hawk.

O comunicado prossegue afirmando que, após as aeronaves serem cercadas, os próprios americanos teriam bombardeado os equipamentos e o pessoal no solo para “evitar a humilhação” perante o presidente Joe Biden e a liderança de seu exército.

A mensagem é uma advertência direta e contundente. O porta-voz declarou que “qualquer agressão e operação terrestre e infiltração em qualquer ponto do Irã enfrentará a força dos soldados divinos”, resultando em uma “derrota completa e vergonhosa” para os EUA.

A retórica classifica o presidente americano como “ignorante” e “preso na armadilha de uma guerra”, e seus generais como “incompetentes e covardes”.

Até o momento da publicação desta matéria, não há confirmação independente ou reconhecimento por parte dos Estados Unidos ou de qualquer outra fonte militar internacional sobre a ocorrência de tal incidente.

A ausência de imagens ou de uma confirmação formal por canais tradicionais coloca a narrativa no centro de uma intensa guerra de informações.

O episódio, real ou narrativo, ocorre em um momento de tensão extrema entre Washington e Teerã, com o risco de um conflito aberto pairando sobre o Oriente Médio.

A declaração do Khatam al-Anbiya serve como um recado claro sobre a capacidade defensiva que o Irã afirma ter e a disposição de responder com força máxima a qualquer incursão.

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