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Irã exige que EUA abandonem política de ‘Israel primeiro’ e promovam justiça no Oriente Médio

0 Comentários🗣️🔥 O presidente do Parlamento do Irã, Mohammad Bagher Ghalibaf, exigiu que os Estados Unidos alterem sua política externa no Oriente Médio. O líder parlamentar iraniano criticou duramente o favoritismo de Washington em relação a Israel e defendeu que a paz regional só será possível com justiça para o Líbano, o Hezbollah e o […]

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Imagem gerada por IA pelo Flux Pro (fal.ai), a partir de prompt do Cafezinho. 15/04/2026 23:21

O presidente do Parlamento do Irã, Mohammad Bagher Ghalibaf, exigiu que os Estados Unidos alterem sua política externa no Oriente Médio.

O líder parlamentar iraniano criticou duramente o favoritismo de Washington em relação a Israel e defendeu que a paz regional só será possível com justiça para o Líbano, o Hezbollah e o Eixo da Resistência.

As declarações de Ghalibaf surgem em um momento chave das negociações para um cessar-fogo integral no Líbano.

Ele destacou que a resiliência do Hezbollah e a unidade do Eixo da Resistência serão elementos centrais para que qualquer trégua seja consolidada de forma efetiva.

O parlamentar reforçou ainda que a Resistência e o Irã formam uma única entidade tanto nos momentos de guerra quanto durante os processos de alto o fogo.

Com tom direto, ele alertou a administração americana de que os Estados Unidos precisam abandonar imediatamente a equivocada política de ‘Israel primeiro’.

Essas posições iranianas se conectam às conversas diretas inéditas em décadas entre representantes de Israel e do Líbano.

As discussões ocorrem em território dos Estados Unidos com a meta de pôr fim aos combates que se arrastam na fronteira entre os dois países.

Os ataques promovidos por Israel no Líbano resultaram em centenas de mortes e feridos. Tel Aviv sustenta que as operações visam instalações ligadas ao Hezbollah na região.

Israel mantém o objetivo de criar uma zona de segurança ao sul do Líbano.

As autoridades israelenses ameaçam destruir casas de libaneses próximos à linha de fronteira e impedem o retorno de centenas de milhares de deslocados.

O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu esteve com suas forças na fronteira libanesa recentemente.

Ele admitiu que, apesar de terem frustrado algumas ameaças, ainda resta muito a ser feito para garantir a segurança israelense.

O ministro da Defesa israelense Israel Katz foi ainda mais explícito em suas declarações.

Ele afirmou que as residências próximas serão demolidas e que os civis deslocados não poderão voltar até que a segurança no norte de Israel seja plenamente assegurada.

O Irã condiciona qualquer diálogo direto com os Estados Unidos ao respeito real de uma trégua que inclua o Líbano como área plenamente protegida.

Bagher Ghalibaf denunciou diversas violações do acordo e apontou o envolvimento direto de Washington nesses descumprimentos.

As autoridades de Teerã cobram que os Estados Unidos pressionem Israel para que cesse as ações militares no Líbano.

Esse ponto é visto como fundamental para que se construa uma paz duradoura em toda a região.

A desconfiança iraniana em relação às promessas americanas permanece elevada.

O Irã adverte que não aceitará que o cessar-fogo se transforme em mera retórica sem aplicação prática no terreno.

O chamado para que Washington abandone a doutrina de ‘Israel primeiro’ representa um pedido por transformação profunda na estratégia dos Estados Unidos.

Bagher Ghalibaf defende que apenas com um papel mais equilibrado de Washington será possível avançar para uma solução que contemple os direitos de todos os envolvidos.

A unidade do Eixo da Resistência surge como pilar fundamental nessa visão iraniana.

Conforme publicou o portal Actualidad RT, as declarações reforçam a posição de que a paz exige o reconhecimento do papel da Resistência na equação regional.

Com informações de actualidad.rt.com.

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