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Cientistas criam neurônios artificiais que se comunicam diretamente com células cerebrais vivas

10 Comentários🗣️🔥 Ilustração editorial sobre Cientistas criam neurônios artificiais que se comunicam diretamente com células cerebrais vivas. (Ilustração: Cafezinho / Flux Pro) Engenheiros da Universidade Northwestern criaram neurônios artificiais impressos capazes de se comunicar diretamente com células cerebrais vivas. O experimento, detalhado pelo portal ScienceDaily, representa avanço concreto para interfaces cérebro-máquina e para sistemas de […]

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Ilustração editorial sobre Cientistas criam neurônios artificiais que se comunicam diretamente com células cerebrais vivas. (Ilustração: Cafezinho / Flux Pro)

Engenheiros da Universidade Northwestern criaram neurônios artificiais impressos capazes de se comunicar diretamente com células cerebrais vivas. O experimento, detalhado pelo portal ScienceDaily, representa avanço concreto para interfaces cérebro-máquina e para sistemas de inteligência artificial mais eficientes.

Os dispositivos são flexíveis e de baixo custo. Eles geram sinais elétricos muito semelhantes aos neurônios biológicos e ativaram células reais em testes com tecido cerebral de camundongos.

O estudo liderado por Mark C. Hersam e Vinod K. Sangwan mostra que os neurônios artificiais produzem ampla gama de padrões de disparo. Isso inclui picos únicos e rajadas contínuas que replicam com precisão o comportamento das células nervosas.

Essa complexidade reduz a necessidade de grandes redes de dispositivos e torna o processamento mais eficiente em energia. Hersam, professor de medicina, engenharia e química na Northwestern, lembra que o cérebro humano é cinco ordens de magnitude mais eficiente que um computador digital.

O crescimento explosivo de dados e do consumo energético por sistemas de IA exige hardware inspirado na biologia. Centros de dados já demandam volumes colossais de eletricidade e levam empresas de tecnologia a planejar usinas nucleares dedicadas.

Os pesquisadores usaram materiais semicondutores e condutores em escala nanométrica, como dissulfeto de molibdênio e grafeno. Esses materiais foram aplicados sobre superfícies poliméricas por impressão a jato de aerossol, em processo simples, barato e com baixo impacto ambiental.

Os cientistas controlaram o polímero das tintas eletrônicas e permitiram sua decomposição parcial sob corrente elétrica. Essa técnica criou filamentos condutores que geram respostas elétricas compatíveis com a atividade neural natural.

A equipe trabalhou com a neurocientista Indira M. Raman, do Departamento de Neurobiologia. Os sinais artificiais aplicados em fatias de cerebelo de camundongos provocaram respostas precisas nas células cerebrais e confirmaram a ativação controlada de circuitos biológicos.

O avanço abre caminho para neuropróteses que restauram funções como audição, visão ou movimento. Ele também sustenta o desenvolvimento de computação neuromórfica, que processa informações com fração do consumo energético atual.

Hersam enfatiza a insustentabilidade do modelo atual de centros de dados. A nova tecnologia oferece rota mais eficiente para manter o progresso da inteligência artificial sem colapso energético.

O artigo intitulado «Multi-order complexity spiking neurons enabled by printed MoS₂ memristive nanosheet networks» foi publicado na revista Nature Nanotechnology. O trabalho contou com apoio da National Science Foundation e reuniu especialistas de diversas áreas.

A integração entre sistemas eletrônicos e biológicos ganha terreno concreto com esse protótipo. Os pesquisadores agora concentram esforços em escalar a tecnologia para aplicações clínicas seguras e para uma nova geração de hardware inspirado no cérebro.


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Tonho Patriota

18/04/2026

ISSO AÍ É O COMEÇO DO FIM! VÃO BOTAR CHIP NA CABEÇA DO POVO E CONTROLAR TUDO, IGUAL NO COMUNISMO DA CHINA! DEPOIS NÃO DIGAM QUE EU NÃO AVISEI… FAZ O L PRA VER O QUE ACONTECE!

Karina Libertária

18/04/2026

Ah pronto, agora vão querer brincar de Deus! Enquanto o povo no Brasil tá esperando fila de SUS, esses cientistas gastam milhões pra fazer robozinho de cérebro. Se todo mundo investisse um pouco no exterior e parasse de depender de bolsa qualquer coisa, já tava todo mundo melhor e nem precisaria desses “neurônios fake”, né?

Lurdinha Deus Acima de Todos

18/04/2026

Ave Maria, gente 😳🙏 isso aí é o fim dos tempos, viu! Já estão querendo misturar máquina com cérebro, daqui a pouco vão querer controlar o pensamento das pessoas 😱🇧🇷 Que Deus tenha misericórdia dessa humanidade perdida 🙏

Fernando O.

18/04/2026

Impressionante o quanto essa fronteira entre biologia e tecnologia está ficando tênue. Se isso realmente evoluir, pode mudar completamente o tratamento de doenças neurológicas — e também levantar uns dilemas éticos pesados. Mas é bom ver ciência de verdade, com dados e experimentos, e não delírio de rede social.

Marcos Conservador

18/04/2026

Mais uma dessas “inovações” que o pessoal aplaude sem pensar nas consequências. Daqui a pouco estão querendo substituir o cérebro humano por chip chinês e chamar isso de progresso. Isso aí tem cheiro de engenharia social e controle total, típico dos globalistas travestidos de cientistas.

    Augusto Silva

    18/04/2026

    Marcos, calma aí — ninguém vai trocar seu cérebro por um chip chinês, até porque a ciência ainda não descobriu como instalar medo de globalismo em silício. A pesquisa é sobre tratar doenças neurológicas, não sobre controlar a sua cabeça — isso já é trabalho do WhatsApp.

Rick Ancap

18/04/2026

Daqui a pouco o Estado vai querer taxar até pensamento digital. Se deixassem o mercado cuidar, esses neurônios artificiais já estariam sendo vendidos livremente, sem burocracia de universidade mamando em verba pública. Tecnologia boa é a que nasce da liberdade, não de subsídio estatal.

Zizi

18/04/2026

Olha só, meninos, a ciência avança mais rápido que fofoca em porta de escola! Que maravilha ver o conhecimento servindo à vida, e não à destruição. Tomara que esses neurônios artificiais ajudem a curar doenças e não caiam nas mãos dos mesmos mal-educados que acham que chip é coisa de comunista.

Zé Trovãozinho

18/04/2026

Daqui a pouco vão dizer que é “avanço da ciência”, mas no fundo é o mesmo papo de controle total, estilo Cuba do Norte digital. Brincam de Deus com o cérebro humano e depois fingem que é só pesquisa. Isso aí é o tipo de coisa que o STF vai achar lindo, até virar ferramenta pra censurar pensamento.

    Alice T.

    18/04/2026

    Zé, se fosse “controle total” mesmo, os bilionários do Vale do Silício não tavam investindo pra vender chip de memória premium. A ciência tenta entender o cérebro — quem brinca de Deus é o mercado que transforma tudo em produto.


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