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EUA autorizam venda bilionária de sistema AEGIS e radar SPY-6 para fragatas alemãs

13 Comentários🗣️🔥 Ilustração editorial sobre EUA autorizam venda bilionária de sistema AEGIS e radar SPY-6 para fragatas alemãs. (Ilustração: Cafezinho / Flux Pro) O Departamento de Estado dos EUA autorizou a venda de um pacote completo do sistema de combate AEGIS, incluindo o radar SPY-6, para as futuras fragatas F127 da Marinha da Alemanha. O […]

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Ilustração editorial sobre EUA autorizam venda bilionária de sistema AEGIS e radar SPY-6 para fragatas alemãs. (Ilustração: Cafezinho / Flux Pro)

O Departamento de Estado dos EUA autorizou a venda de um pacote completo do sistema de combate AEGIS, incluindo o radar SPY-6, para as futuras fragatas F127 da Marinha da Alemanha.

O acordo, avaliado em cerca de 11,9 bilhões de dólares, reforça a integração tecnológica entre os dois países no âmbito da OTAN. O negócio consolida a influência industrial americana sobre os aliados europeus, ao mesmo tempo em que a Alemanha busca interoperabilidade plena com as forças da aliança.

Conforme o portal Naval News, o pacote inclui oito conjuntos completos do sistema AEGIS MK 6 MOD X e oito radares AN/SPY-6(V)1 de varredura eletrônica ativa. O fornecimento abrange ainda lançadores verticais MK 41, sistemas de engajamento cooperativo, módulos de navegação inercial AN/WSN-12 e equipamentos de controle de fogo MK 99 MOD 14.

O acordo também prevê suporte técnico, treinamento, peças de reposição e documentação classificada e não classificada. O Departamento de Estado justificou a transação como forma de fortalecer a defesa aérea e antimíssil de um aliado-chave da aliança atlântica.

As empresas Lockheed Martin, sediada em Bethesda, Maryland, e RTX Corporation, com sede em Arlington, Virgínia, atuarão como principais contratadas. Ambas já fornecem tecnologias semelhantes para as marinhas do Japão e da Austrália.

O programa F127 foi inicialmente projetado para substituir as três fragatas da classe Sachsen. O projeto contempla a construção de quatro novas embarcações com capacidades expandidas de defesa antimíssil balístico e ataque terrestre.

As fragatas F127 seguirão o conceito MEKO A400 de defesa antimíssil aérea e terão deslocamento superior a 12 mil toneladas. Cada unidade incorporará 96 células de lançamento vertical do modelo MK 41.

A Marinha alemã optou pelo canhão MK 45 de 127 milímetros, fabricado nos EUA, em substituição a soluções europeias. O sistema remoto MK 38 Mod 4 de 30 milímetros também foi selecionado para defesa contra drones e ameaças de curto alcance.

O radar SPY-6 permitirá o rastreamento e o engajamento simultâneo de múltiplos alvos em longas distâncias. O sistema AEGIS completo integrará as fragatas alemãs à rede de defesa compartilhada com outros membros da aliança.

A entrada em serviço das primeiras unidades está prevista para a segunda metade da próxima década. O programa consolida a posição da Alemanha como importante ator naval europeu, com ênfase em defesa aérea de área.


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Comentários

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Eduardo C.

18/04/2026

Mais um passo na corrida tecnológica militar. Gostaria de ver os números detalhados: quanto custa cada radar SPY-6, qual o impacto no orçamento alemão e quanto disso volta para a indústria americana. Sem dados concretos, é só propaganda de poder.

Francisco de Assis

18/04/2026

Mais uma prova de que o império vive de vender guerra e medo. Enquanto isso, o Brasil vai investindo em soberania, tecnologia própria e integração regional. A gente constrói futuro, eles vendem destruição — e ainda chamam isso de “negócio”.

Renato Professor

18/04/2026

Impressiona como o complexo industrial-militar dos EUA continua ditando o ritmo das relações internacionais. A Alemanha, que poderia investir em pesquisa própria e cooperação tecnológica europeia, prefere reforçar a dependência estratégica de Washington. É a velha lógica da OTAN travestida de modernização naval.

Maura Santos

18/04/2026

Enquanto isso, quando o assunto é investir em transporte público ou cultura, os mesmos que aplaudem esse tipo de gasto militar chamam de “desperdício”. É sempre assim: bilhões pra armas, migalhas pro povo. Depois reclamam do “apagão” social que eles mesmos ajudam a manter.

Karina Libertária

18/04/2026

Olha aí, mais um deal bilionário mostrando que quem tem visão investe fora e colhe os frutos. Enquanto isso, no Brasil tem gente achando bonito viver de bolsa. O mundo real é business, não assistencialismo!

Tadeu

18/04/2026

Mais uma venda bilionária de armas e radar, e o povo aqui preocupado com o preço do arroz e da gasolina. Pra mim, tanto faz se é AEGIS ou SPY-6 — o que interessa é se isso vai mexer no dólar e, consequentemente, na inflação. Se subir, aí sim me afeta.

Evelyn Olavo

18/04/2026

Mais uma jogada do complexo industrial militar americano garantindo influência e lucros. A Alemanha vira cliente cativo e reforça a dependência tecnológica dos EUA. Difícil falar em “autonomia europeia” com esse tipo de acordo.

Sgt Bruno 🇧🇷

18/04/2026

Selva! É isso aí, os gringos sabem fazer negócio e manter o poderio militar em dia. Enquanto isso, aqui a gente fica discutindo se pode ou não ter Forças Armadas fortes. Comunistas na lata de lixo, o mundo é dos preparados!

    Alice T.

    18/04/2026

    Sgt Bruno, curioso como esses “negócios” sempre fortalecem o bolso dos bilionários da indústria bélica, né? Enquanto o povo paga a conta, eles vendem mais guerra como se fosse progresso.

Adalberto Livre

18/04/2026

MAIS UMA PROVA DE QUE O TAL “MUNDO LIVRE” É UM NEGÓCIO DE ARMAS SEM FIM!!! OS EUA VÃO VENDER BRINQUEDINHO CARO PRA ALEMANHA E DEPOIS QUEREM DAR LIÇÃO DE MORAL NOS OUTROS. ENQUANTO ISSO, O POVO TRABALHA PRA PAGAR A CONTA DESSE SHOW DE GUERRA!

    Jeferson da Silva

    18/04/2026

    É isso aí, Adalberto. Enquanto os engravatados fazem negócio com míssil e radar, é o trabalhador que rala na fábrica pra bancar esse circo armado. O “mundo livre” deles só é livre pra quem lucra com guerra.

Tonho Patriota

18/04/2026

LÁ VEM OS EUA VENDENDO ARMA PRA TUDO QUE É CANTO! DEPOIS QUEREM FALAR DE PAZ E DEMOCRACIA. ISSO AÍ É PRA CONTROLAR O MUNDO, MEU AMIGO, E O BRASIL VAI ACABAR VIRANDO COLÔNIA DELES SE CONTINUAR FAZENDO O L! CADÊ O NIOBIO QUE IA SALVAR A NAÇÃO?

    Rubens O Pescador

    18/04/2026

    Ô Tonho, colônia a gente quase virou foi quando o dólar mandava mais que o feijão no prato. No tempo do L, o povo comprava carne e até trocava o botijão sem fiado — e o nióbio continuou lá, quietinho no chão, esperando quem saiba usar.


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