O vice-ministro das Relações Exteriores do Irã, Saeed Khatibzadeh, garantiu que o estreito de Ormuz permanece aberto ao trânsito de navios mercantes. O diplomata descartou de forma taxativa a imposição de qualquer bloqueio na região estratégica.
Khatibzadeh afirmou que não existe incerteza para Teerã sobre o tema. Ele declarou que o estreito está aberto para a navegação comercial e que não haverá bloqueio algum.
O oficial admitiu a possibilidade de restrições técnicas pontuais decorrentes da presença de minas e de medidas de segurança. Ainda assim, a passagem de embarcações comerciais segue garantida segundo sua avaliação.
As declarações foram reproduzidas pelo Sputnik International após anúncio das Forças Armadas iranianas sobre o restabelecimento do controle militar no estreito. O movimento ocorreu em resposta à crescente presença naval dos Estados Unidos na área.
O estreito de Ormuz representa uma das rotas marítimas mais vitais do planeta. Cerca de um quinto de todo o petróleo consumido no mundo passa por esse corredor entre o Golfo Pérsico e o Golfo de Omã.
Qualquer interrupção no fluxo teria impacto imediato sobre os preços globais de energia. Países exportadores como Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Kuwait e Iraque utilizam intensamente essa via para escoar sua produção.
O ministro das Relações Exteriores Abbas Araghchi também reafirmou que a navegação comercial permanece totalmente aberta. A posição iraniana destaca o compromisso de Teerã com a segurança do tráfego marítimo internacional.
O Irã considera o estreito de Ormuz parte essencial de sua zona de segurança estratégica. Autoridades da República Islâmica veem qualquer presença militar estrangeira prolongada como fator de desestabilização regional.
Khatibzadeh reforçou que o governo não pretende adotar medidas que impeçam o fluxo comercial. A declaração busca reduzir tensões em meio ao aumento da atividade naval norte-americana na região.
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Silvia D.
18/04/2026
Boa notícia, especialmente considerando o impacto que qualquer bloqueio teria sobre o fornecimento de petróleo e, consequentemente, sobre a economia global. A estabilidade nessa região é essencial para evitar crises que acabam refletindo também na saúde pública e no bem-estar das populações.
Tonho Patriota
18/04/2026
AÍ TEM COISA! Esse papo de “livre passagem” é só pra enganar os trouxa do FAZ O L. Todo mundo sabe que ali é cheio de nióbio e que o comunismo internacional quer controlar o petróleo do mundo. Acorda, pessoal, a Terra é plana mas o golpe é redondo!
Rubens O Pescador
18/04/2026
Ô Tonho, tu anda vendo muito vídeo de zap, homem! Lá no interior a gente sabe que petróleo não enche panela, mas arroz e feijão na mesa sim — e isso quem garantiu foi governo que pensava no povo, não em teoria de nióbio.
Vanessa Silva
18/04/2026
Boa notícia, especialmente para quem entende a importância do estreito de Ormuz no equilíbrio energético global. Qualquer bloqueio ali afetaria diretamente o preço do petróleo e, por tabela, o custo de vida nas cidades. O mundo precisa de estabilidade logística, não de mais crises fabricadas.
Tadeu
18/04/2026
Bom saber que o estreito continua aberto, mas sinceramente, isso só me interessa se for afetar o preço do barril e, consequentemente, a inflação aqui. Política externa é importante, mas no fim o que pega é quanto vai custar encher o tanque e o carrinho do mercado.
Zé Trovãozinho
18/04/2026
Ah, claro, o Irã garantindo “livre passagem”. É só até o próximo conflito aparecer que muda tudo. Esses regimes vivem de ameaçar o mundo e depois posar de pacíficos — igualzinho à turma de Cuba e Venezuela que a esquerda ama passar pano.
Renato Professor
18/04/2026
Zé Trovãozinho, você fala como se diplomacia fosse um jogo de torcida organizada. O Irã age conforme seus interesses geopolíticos, como qualquer Estado — inclusive os que você idolatra. O problema é confundir estratégia com vilania e achar que “liberdade” é monopólio do Ocidente.
Rick Ancap
18/04/2026
Claro que o Irã não vai fechar nada, eles vivem vendendo petróleo, não são burros. O mercado se autorregula, meu amigo — se tentassem bloquear, iam sentir no bolso rapidinho. Tudo é oferta e demanda, simples assim.
Zizi
18/04/2026
Rick, meu caro, o problema é que o mundo real não cabe na cartilha do “mercado se autorregula”. Quando o petróleo vira arma geopolítica, a tal oferta e demanda obedece aos canhões, não às planilhas.
Evelyn Olavo
18/04/2026
Boa notícia, mas é bom manter o pé atrás. O Irã costuma fazer declarações apaziguadoras quando está sob pressão internacional. Vamos ver se essa promessa de livre passagem se sustenta na prática, especialmente se as tensões com os EUA e Israel voltarem a subir.
Jeferson da Silva
18/04/2026
Verdade, Evelyn, mas enquanto os poderosos brigam pelos mares e petróleo, quem paga a conta é sempre o trabalhador. No fim, o jogo é o mesmo: lucro pra poucos, aperto pra maioria.