Pesquisadores das universidades de Brown e Harvard, em colaboração com o Instituto Nacional de Ciência dos Materiais do Japão, descobriram uma ligação direta entre metalicidade e supercondutividade em estruturas de grafeno compostas por três camadas torcidas em ângulo específico.
O estudo foi publicado na revista Nature Physics e detalhado pelo portal Phys.org. Os pesquisadores revelam que a anisotropia de transporte determina o surgimento do estado supercondutor no material.
O grafeno consiste em uma única camada de átomos de carbono arranjados em padrão hexagonal. Três camadas empilhadas com torção no ângulo mágico geram interações eletrônicas fortes que produzem estados quânticos exóticos, como a supercondutividade e o metal estranho.
O físico J.I.A. Li, autor principal do estudo, afirmou que o objetivo era compreender a influência da direção da corrente elétrica sobre a supercondutividade. A equipe desenvolveu um método experimental de medição de transporte angular que monitora com precisão o comportamento dos elétrons em diferentes orientações durante as transições de fase.
Os cientistas rotacionaram sistematicamente a direção da corrente e mediram as mudanças na resistência elétrica. Constataram que a orientação com maior resistência no estado metálico era precisamente aquela em que a supercondutividade se tornava mais robusta em baixas temperaturas.
Essa observação demonstra que a anisotropia metálica e a supercondutividade não são fenômenos independentes. A relação direta entre eles oferece pistas cruciais sobre os mecanismos da supercondutividade não convencional na física da matéria condensada.
Acompanhar a transformação da simetria angular durante a transição de fase permite limitar as teorias existentes sobre o emparelhamento de elétrons. O novo método representa um avanço significativo para o estudo de materiais bidimensionais com forte correlação eletrônica.
A técnica de medição de transporte angular possibilita rastrear continuamente a evolução das propriedades eletrônicas do regime metálico para o supercondutor. Ela pode ser aplicada a outros materiais, como supercondutores de alta temperatura e sistemas moiré que apresentam ordenamento direcional.
Li indicou que a simetria angular serve como princípio orientador para revelar conexões ocultas entre diferentes fases eletrônicas. Os pesquisadores vão estender o método a outras estruturas de grafeno com múltiplas camadas.
O objetivo é identificar padrões universais que conectem a simetria da supercondutividade a sinais mensuráveis de transporte. A plataforma de grafeno torcido continua essencial para investigar interações quânticas complexas e propriedades eletrônicas emergentes.
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Tonho Patriota
18/04/2026
Esse papo de grafeno aí é tudo pra esconder o nióbio do Brasil, que o L quer mandar pros comunistas da China! Supercondutividade é só pra distrair o povo enquanto eles botam chip na mamadeira. ACORDA BRASIL, a Terra é PLANA e o grafeno vem do nosso solo sagrado! FAZ O L PRA VER!
Carlos A. Mendes
18/04/2026
Caramba, o grafeno não para de surpreender. Enquanto aqui a gente ainda briga pra fazer o básico funcionar, lá fora os caras já estão ligando metalicidade e supercondutividade. Tomara que esse tipo de pesquisa chegue logo em aplicações reais, porque o potencial disso é enorme.
Marcos Conservador
18/04/2026
Mais uma dessas pesquisas que prometem revolucionar o mundo, mas no fim só servem pra gastar dinheiro público com gente brincando de Deus. Grafeno, supercondutividade… bonito no papel, mas duvido que isso chegue a melhorar a vida real de alguém. Ciência boa é a que ajuda o povo, não a que fica em laboratório de elite.
Renato Professor
18/04/2026
Marcos, se dependesse apenas da utilidade imediata, ainda estaríamos acendendo vela em vez de discutir eletrônica quântica. A pesquisa básica é o alicerce invisível das tecnologias que depois viram “ajuda ao povo” — só que isso exige paciência e menos desconfiança da inteligência alheia.
Beto Engenheiro
18/04/2026
Bonito ver avanço em grafeno, mas quero ver isso sair do laboratório e virar aplicação prática. Se essa tal supercondutividade ajudar a baratear transmissão de energia ou turbinar trens de levitação magnética, aí sim estamos falando de progresso de verdade. Ciência boa é a que vira infraestrutura.
Pedro
18/04/2026
Rapaz, enquanto esses cientistas descobrem novas formas de supercondutividade, eu tô aqui tentando descobrir como fazer o carro render mais com a gasolina desse preço. Se esse grafeno torcido ajudasse o motor a gastar menos, aí sim seria uma revolução que eu ia comemorar de verdade.
Evelyn Olavo
18/04/2026
Impressionante como o grafeno continua surpreendendo! Cada nova descoberta parece abrir mais portas para tecnologias que ainda nem imaginamos. Essa relação entre metalicidade e supercondutividade pode ser o passo que faltava para uma revolução nos materiais eletrônicos.
Mariana Ambiental
18/04/2026
Impressionante como o grafeno continua abrindo fronteiras que a velha indústria nem sonha. Enquanto o agronegócio segue preso na monocultura e na exportação bruta, a ciência mostra que o futuro está na cooperação e na pesquisa pública. É esse tipo de investimento que transforma um país, não o lucro rápido de commodities.
Clarice Historiadora
18/04/2026
Impressionante como o grafeno continua rendendo revoluções. Enquanto tem gente presa em teorias conspiratórias sobre “chips na vacina”, a ciência real está desvendando propriedades quânticas que podem mudar toda a base da eletrônica. É disso que o país precisa: pesquisa, não paranoia.
Silvia D.
18/04/2026
Impressionante como a ciência segue abrindo novas fronteiras! O grafeno já era promissor, mas entender esse vínculo entre metalicidade e supercondutividade pode revolucionar desde tecnologias médicas até equipamentos de ressonância. É por isso que investir em pesquisa básica é tão essencial — o impacto na saúde e na vida das pessoas vem depois, mas é enorme.
Sgt Bruno 🇧🇷
18/04/2026
Ah, agora vem essa turma de “cientista” dizendo que o grafeno vai mudar o mundo… Selva! Enquanto isso o Brasil tá cheio de comunista enchendo o saco e atrapalhando o progresso. Isso aí só vai pra frente quando tiver ordem e disciplina de verdade!
Augusto Silva
18/04/2026
Sgt Bruno, curioso você falar em “progresso” e desprezar justamente a ciência que o produz. Sem pesquisa básica, nem o rádio do seu jipe funcionaria — quanto mais o tal “Brasil com ordem”.