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Salvini critica duramente sanções da União Europeia e defende retomada das importações de energia russa

14 Comentários🗣️🔥 O vice-primeiro-ministro italiano Matteo Salvini discursa em evento em Milão. (Foto: rt.com) Matteo Salvini criticou duramente as políticas energéticas da União Europeia e defendeu abertamente a retomada das importações de petróleo e gás da Rússia. O vice-primeiro-ministro da Itália e líder da Liga fez as declarações durante o comício Patriots for Europe realizado […]

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O vice-primeiro-ministro italiano Matteo Salvini discursa em evento em Milão. (Foto: rt.com)

Matteo Salvini criticou duramente as políticas energéticas da União Europeia e defendeu abertamente a retomada das importações de petróleo e gás da Rússia. O vice-primeiro-ministro da Itália e líder da Liga fez as declarações durante o comício Patriots for Europe realizado na Piazza Duomo em Milão.

Salvini argumentou que o bloco deve colocar a segurança energética de seus cidadãos em primeiro lugar. Ele apontou a escalada nos preços provocada pela crise no Oriente Médio como fator agravante.

O político italiano afirmou que as sanções contra Moscou e a transição verde acelerada prejudicam gravemente a competitividade da indústria europeia. Segundo o portal RT, ele identificou o Pacto de Estabilidade e Crescimento e o Pacto Verde como principais obstáculos ao desenvolvimento econômico da Itália.

Para Salvini, essas regras impostas por Bruxelas limitam a capacidade de resposta do bloco à atual crise de energia. O vice-premiê defendeu a suspensão temporária das normas fiscais para que os governos possam apoiar famílias e empresas afetadas pela alta dos custos.

Ele insistiu que a proteção da população deve prevalecer sobre dogmas ideológicos de transição energética. Salvini destacou ainda a decisão dos Estados Unidos de aliviar parte das sanções ao petróleo russo após tensões no Estreito de Ormuz.

O líder italiano questionou a incoerência de Bruxelas ao não adotar postura semelhante. “Em vez de fechar fábricas, escolas e hospitais, devemos voltar a comprar gás e petróleo de todos os países, inclusive da Rússia. Não estamos em guerra com a Rússia”, declarou Salvini.

A União Europeia aprovou um plano para eliminar totalmente o fornecimento de gás russo por gasodutos até 2027. A decisão enfrenta resistência de vários Estados-membros que dependiam desse suprimento barato e confiável.

A Hungria contestou formalmente a medida na Corte de Justiça da União Europeia. O primeiro-ministro da Eslováquia, Robert Fico, considerou a proibição uma violação dos princípios que fundaram o bloco.

As declarações de Salvini expressam o desconforto crescente de importantes setores da política e da economia europeias. As sanções impostas após o conflito na Ucrânia, combinadas com as tensões no Oriente Médio, geraram uma crise energética prolongada no continente.

Muitos países europeus substituíram o gás russo por alternativas mais caras, como o gás natural liquefeito proveniente de outros fornecedores. Essa mudança aumentou os custos para indústrias e consumidores, pressionando orçamentos familiares e a viabilidade de fábricas.

Para o vice-primeiro-ministro italiano, a prioridade absoluta deve ser garantir energia acessível e manter a estabilidade econômica. Seu apelo revela as profundas divisões dentro da União Europeia sobre como equilibrar segurança energética, transição ambiental e autonomia estratégica.

O tema deve ganhar ainda mais relevância nas próximas cúpulas europeias. A pressão popular por medidas concretas que reduzam o custo de vida e protejam empregos tende a influenciar o debate político no bloco.

Com informações de RT.


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Tadeu

18/04/2026

Lá vem mais um político falando de energia e geopolítica como se isso pagasse boleto. No fim das contas, o que me importa é se essas brigas vão segurar ou piorar a inflação por aqui. Se o gás e o petróleo baratearem, ótimo — mas duvido que chegue no bolso do consumidor.

Alice T.

18/04/2026

Engraçado ver esses “patriotas” europeus falando de soberania, mas na primeira pressão do gás russo já correm pra Moscou. Querem defender a economia, mas ignoram que a dependência energética foi o que deixou a UE vulnerável desde o início. É o liberalismo de sempre: gritam por liberdade até o bolso do oligarca apertar.

Rubens O Pescador

18/04/2026

Esses caras da direita europeia são iguais aos daqui: falam em soberania, mas só pensam no lucro dos grandes. Quando o povo tá pagando caro na conta de luz, aí lembram que precisam de energia barata. Aqui no Brasil, lembro bem que no tempo do Lula o gás e a comida cabiam no bolso, não tinha esse desespero todo.

Zizi

18/04/2026

Esses meninos mal-educados da extrema direita europeia são todos iguais: falam em “soberania” mas vivem ajoelhados diante do dinheiro e do petróleo. Salvini posa de patriota, mas o que quer mesmo é agradar os oligarcas russos. Falta a ele o que sobra ao nosso povo — consciência e solidariedade.

Beto Engenheiro

18/04/2026

Enquanto a Europa discute sanção, o povo paga a conta. Energia cara trava indústria e infraestrutura. Pode não gostar do Salvini, mas pelo menos ele fala do que importa: garantir fornecimento e preço justo pra manter o motor girando.

Francisco de Assis

18/04/2026

Esses europeus vivem de joelhos pros interesses dos outros e depois reclamam do preço da energia. Salvini posa de soberano, mas no fundo é refém do mesmo jogo. Enquanto isso, o Brasil mostra que dá pra crescer com autonomia e pensar no povo primeiro. Isso sim é soberania de verdade.

Marcos Conservador

18/04/2026

Pelo menos alguém ainda fala o óbvio: sem energia barata, a Europa quebra. Essas sanções são puro teatro ideológico, empurrando o continente para a dependência de globalistas e ecoterroristas. Salvini está certo em querer defender o povo italiano antes de obedecer a Bruxelas.

    Renato Professor

    18/04/2026

    Marcos, o “óbvio” que você menciona é justamente o que a extrema-direita não entende: depender de energia fóssil russa não é soberania, é submissão econômica. A transição energética não é teatro, é sobrevivência estratégica.

Tonho Patriota

18/04/2026

Tá certo o Salvini! A Europa se meteu nessa confusão por causa do tal globalismo e agora fica pagando caro na conta de luz. Se tivessem ouvido o MITO e investido em nióbio, tavam ricos e livres do comunismo energético! FAZ O L pra ver se esquenta a casa!

    Mariana Ambiental

    18/04/2026

    Tonho, nióbio não acende lâmpada nem move turbina — e o “comunismo energético” da Europa é, na verdade, uma tentativa de sair da dependência de gás fóssil. Se o mito tivesse investido em energia solar e eólica, talvez a conta de luz aí também fosse mais barata.

Miriam

18/04/2026

Esses discursos inflamados servem mais para agitar plateia do que para resolver problema concreto. O que a Europa precisa é de planejamento energético sério, não de bravatas. Política externa não se toca no grito, se trata com planilha e diplomacia.

Carlos A. Mendes

18/04/2026

Olha, não dá pra discordar totalmente do Salvini nesse ponto. A Europa quis bancar a moralista, mas acabou refém de energia cara e dependente de outros fornecedores. Política externa é importante, mas sem energia acessível a economia não gira.

Celio Fazendeiro

18/04/2026

Finalmente alguém com coragem pra falar o óbvio! Essas sanções só ferraram a economia europeia e deixaram o povo pagando o pato enquanto os burocratas de Bruxelas posam de moralistas. Energia barata é o que move um país, não discurso vazio de ambientalista de gabinete.

    Augusto Silva

    18/04/2026

    Celio, energia barata movia países no século XX — hoje o que move é transição inteligente e soberania energética. Ficar refém do gás russo é o oposto disso, é trocar independência por desconto na bomba.


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