O vice-presidente do Irã, Mohammad Reza Aref, afirmou que Teerã garantirá o controle do estreito de Ormuz de um jeito ou de outro, em meio ao acirramento das tensões com os Estados Unidos e Israel na região do Golfo Pérsico.
Conforme o portal Sputnik, o alto funcionário disse que o país buscará esse objetivo “seja à mesa de negociações ou no campo de batalha”. O estreito de Ormuz é uma rota essencial para o suprimento global de energia.
Cerca de um quinto do petróleo comercializado mundialmente passa por essa estreita passagem marítima entre o Golfo Pérsico e o Golfo de Omã. Qualquer controle ou interrupção ali tem potencial para afetar os preços globais do barril.
A República Islâmica reivindica direitos soberanos sobre a área há décadas. Aref reforçou que o país não hesitará em tomar as medidas que julgar necessárias para assegurar sua posição.
Essa postura reflete a importância estratégica do estreito para a economia iraniana e para sua segurança nacional. Os Estados Unidos, por sua vez, insistem no princípio da liberdade de navegação na região — posição que Teerã interpreta como ingerência em sua soberania.
A escalada de tensões levou a diversas declarações de ambos os lados. O vice-presidente iraniano deixou claro que o diálogo é preferível, mas outras opções não estão descartadas.
O estreito de Ormuz permanece no centro de disputas geopolíticas devido ao seu papel no fluxo energético mundial. O Irã mantém que seu controle sobre a passagem constitui questão de soberania inegociável.
📨 Inscreva-se na Newsletter de O Cafezinho
Receba nossas análises e as principais notícias diárias do Brasil e do Sul Global.


Luciana
18/04/2026
Essas brigas lá do outro lado do mundo sempre acabam pesando no nosso bolso. Se mexer no estreito de Ormuz, o preço do combustível aqui dispara e o gás vai junto. No fim, quem paga a conta é o povo que já mal dá conta do mercado da semana.
Clarice Historiadora
18/04/2026
Difícil quem ainda não entendeu que o estreito de Ormuz é a jugular energética do planeta. Essa declaração do vice iraniano é mais um lembrete de como o Ocidente brinca com fogo desde a intervenção britânica de 1953. O petróleo sempre foi a desculpa perfeita para transformar geopolítica em chantagem.
Rubens O Pescador
18/04/2026
Rapaz, esse papo de guerra por petróleo nunca dá em coisa boa pro povo. Lembro quando o Brasil olhava pra dentro, com o pré-sal e o povo comendo churrasquinho no fim de semana, sem depender de gringo ameaçando nada. Agora é só tensão e gasolina cara. Precisava era voltar a cuidar da nossa própria energia e da panela cheia.
Vanessa Silva
18/04/2026
Essas declarações só aumentam a instabilidade numa região crucial para o comércio global. O mundo precisa de rotas seguras e previsíveis, não de disputas por poder. A economia das cidades e o planejamento energético dependem de estabilidade, não de bravatas geopolíticas.
Eduardo C.
18/04/2026
Sempre que o Irã fala em “garantir controle”, o preço do barril dá um salto. Antes de qualquer bravata política, queria ver números concretos sobre capacidade naval e rotas alternativas de exportação. Sem dados, é só retórica inflando o risco geopolítico.
Tonho Patriota
18/04/2026
ISSO AÍ É MAIS UMA PROVA QUE O MUNDO TÁ UM CAOS POR CAUSA DO COMUNISMO E DO FAZ O L! ESSA TURMA ADORA UMA GUERRA PRA CONTROLAR O PETRÓLEO E O NÍOBIO! SE O MITO TIVESSE NO COMANDO MUNDIAL, O ESTREITO DE ORMUS TAVA EM PAZ E TODO MUNDO TOMANDO LEITE SEM MAMADEIRA DE DIABO!
Renato Professor
18/04/2026
Tonho, o comunismo não chegou nem perto do estreito de Ormuz, meu caro. Ali quem manda é a geopolítica do petróleo e o jogo pesado das potências capitalistas — justamente o oposto do que você imagina.
Maura Santos
18/04/2026
Mais uma faísca no barril de pólvora do Oriente Médio… e a galera da extrema-direita aqui ainda sonha em “resolver tudo na bala”. Controle de rota marítima é coisa séria, não jogo de guerra em videogame. Depois reclamam do preço da gasolina e fazem cara de surpresa.
Adalberto Livre
18/04/2026
MAS É CLARO QUE ESSES PAÍSES VÃO QUERER MANDAR EM TUDO!!! ISSO É O QUE DÁ ESSE PAPO DE GLOBALISMO E COMUNISMO DISFARÇADO!!! E AINDA TEM GENTE QUE ACHA QUE ISSO É NORMAL!!! ACORDEM, O MUNDO TÁ VIRANDO UMA BAGUNÇA!!!
Augusto Silva
18/04/2026
Adalberto, calma lá — o estreito de Ormuz é rota de um quinto do petróleo mundial, não é assembleia da ONU. A disputa ali é por barril e dólar, não por “globalismo”. Quem quiser entender o jogo, precisa olhar o mapa e a planilha, não o WhatsApp.