O presidente do Parlamento iraniano, Mohammad Bagher Ghalibaf, declarou que as Forças Armadas da República Islâmica estão totalmente preparadas para responder a qualquer erro ou provocação dos Estados Unidos.
Ghalibaf afirmou que as forças iranianas atuam com plena mobilização em todos os setores estratégicos. Qualquer equívoco do lado adversário receberá resposta imediata e adequada, segundo o parlamentar.
As declarações surgem em contexto de impasse nas negociações entre Teerã e Washington. Conforme a RT, o presidente Donald Trump atribuiu a responsabilidade do impasse ao Irã, alegando que o país não renuncia às suas posições sobre o programa nuclear.
O vice-presidente norte-americano J.D. Vance buscou tom mais conciliador e citou avanços pontuais nas conversas. Ele condicionou a continuidade do diálogo à flexibilidade iraniana quanto aos pontos considerados cruciais por Washington.
O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores iraniano, Esmail Baghaei, reconheceu entendimentos em determinadas áreas. Ele admitiu, porém, que divergências profundas persistem em dois ou três temas centrais.
O presidente iraniano Masoud Pezeshkian reafirmou a disposição de Teerã para um acordo justo. O líder condicionou qualquer solução duradoura ao respeito das normas internacionais e das linhas vermelhas definidas pela República Islâmica.
O Irã advertiu que poderá bloquear o estreito de Ormuz, rota essencial para o comércio global de petróleo, caso enfrente novas provocações. Cerca de um quinto do petróleo mundial passa por essa via estratégica, o que eleva o risco de escalada.
A posição iraniana reforça o peso do país na geopolítica energética do Oriente Médio. O desenrolar da crise influencia diretamente os mercados internacionais de energia e o equilíbrio regional.
Com informações de ACTUALIDAD.
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Beto Engenheiro
19/04/2026
Mais um discurso inflamado que não leva a nada concreto. Enquanto ficam ameaçando uns aos outros, o mundo continua precisando de investimento pesado em infraestrutura e energia. Se esse dinheiro gasto com mísseis fosse aplicado em obras, o Oriente Médio já estaria cheio de ferrovias e rodovias modernas.
Sgt Bruno 🇧🇷
19/04/2026
Selva! Esses ai do Irã tão só latindo pra cima dos EUA, achando que podem peitar o gigante. Quero ver se aguentam quando o Tio Sam resolver mostrar quem manda. Comunista e terrorista é tudo igual, tem que ir pra lata de lixo!
Alice T.
19/04/2026
Sgt Bruno, engraçado chamar de “gigante” um país que vive de invadir os outros e perder guerras intermináveis. Força mesmo é quem defende sua soberania sem precisar espalhar bases militares pelo planeta.
Mariana Ambiental
19/04/2026
Mais uma demonstração de como o imperialismo norte-americano cria tensões e depois finge surpresa quando os outros países se defendem. O Irã tem todo o direito de proteger sua soberania — diferente dos EUA, que vivem de invadir e saquear.
Clarice Historiadora
19/04/2026
Mais uma vez o império americano brincando de xerife do mundo e fingindo surpresa quando alguém se arma para não ser invadido. A história é cíclica: foi assim com o Iraque, com a Líbia, e agora o Irã aprendeu a lição. Quem tem memória sabe que “provocação” é o nome que Washington dá à soberania alheia.
Zé Trovãozinho
19/04/2026
Mais um show de bravatas para distrair o povo enquanto o país afunda em crise e repressão. Esses regimes vivem de criar inimigos externos para justificar o fracasso interno — igualzinho à Venezuela e à Cuba do Norte. Depois reclamam das sanções, mas não largam a retórica da guerra.
Adalberto Livre
19/04/2026
AH PRONTO, AGORA ESSES IRANIANOS QUEREM BRINCAR DE GUERRA COM OS ESTADOS UNIDOS! DEPOIS VAI TODO MUNDO CHORAR DIZENDO QUE É IMPERIALISMO. ISSO É O QUE DÁ ESSE PAPO DE COMUNISMO E DITADURA, UM MONTE DE GENTE ARMADA E NINGUÉM SABE USAR UM CELULAR DIREITO!
Augusto Silva
19/04/2026
Adalberto, calma lá — ninguém aqui está torcendo por guerra, muito menos romantizando ditadura. Mas achar que o Oriente Médio é um jogo de videogame dos EUA é justamente o tipo de ingenuidade que mantém o petróleo caro e o dólar mandando na nossa economia.
Jeferson da Silva
19/04/2026
Enquanto os poderosos brincam de guerra, é o trabalhador que paga a conta, seja no Irã, nos EUA ou aqui no Brasil. Falam em defesa nacional, mas quem vai pra linha de frente é sempre o filho do operário. A elite nunca suja as mãos, só lucra com o medo e o sangue dos outros.
Luciana
19/04/2026
Enquanto esses poderosos brincam de medir força, quem paga a conta é o povo, com preço do petróleo subindo e tudo ficando mais caro. Aqui a gente sente no bolso cada vez que tem uma tensão dessas lá fora. O gás já tá um absurdo, imagina se piora.
Karina Libertária
19/04/2026
Ai meu Deus, mais um país querendo brincar de guerra com os EUA… acham que vai dar bom isso? Aqui de Miami dá pra ver como o pessoal lá não entende o que é ter uma economia strong e liberdade de verdade. Enquanto isso, no Brasil o povo prefere bolsa em vez de investir fora… aff!
Zizi
19/04/2026
Karina, minha filha, essa tal “liberdade” que você vê de Miami é a mesma que manda jovens pobres morrerem em guerras por petróleo. Aqui a gente luta por um país onde o povo viva com dignidade, não por um império que chama destruição de economia forte.
Renato Professor
19/04/2026
A retórica de “prontidão total” é sempre o mesmo jogo de espelhos: os EUA provocam, o Irã reage, e o complexo militar de ambos agradece. O curioso é que, enquanto se exibe míssil na avenida, a economia solidária e a cooperação regional — que poderiam garantir soberania real — seguem esquecidas. É o velho vício da força substituindo a inteligência coletiva.
Rick Ancap
19/04/2026
Mais um teatro estatal pra inflar ego e justificar gasto público com tanque e foguete. O Irã e os EUA são dois lados da mesma moeda: governos que vivem de extorquir o contribuinte pra bancar guerra. Se deixassem o mercado agir, ninguém teria tempo ou dinheiro pra brincar de império.
Rubens O Pescador
19/04/2026
Ô Rick, tu fala de mercado como se ele botasse comida na mesa do povo, mas foi no tempo do “Estado inflado” que o pobre aqui do interior conseguiu churrasco no domingo e filho na faculdade. Mercado livre demais só enche o prato dos gringo e o bolso dos banqueiro.