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Irã rejeita exigência dos EUA e promete manter seu urânio enriquecido

14 Comentários🗣️🔥 Bandeira do Irã tremula sobre a paisagem urbana de Teerã. (Foto: actualidad.rt.com) O vice-ministro das Relações Exteriores do Irã, Saeed Khatibzadeh, declarou que Teerã não entregará seu urânio enriquecido aos Estados Unidos, respondendo diretamente às exigências recentes de Washington. Segundo o portal RT, o diplomata garantiu que nenhum material enriquecido será enviado aos […]

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Bandeira do Irã tremula sobre a paisagem urbana de Teerã. (Foto: actualidad.rt.com)

O vice-ministro das Relações Exteriores do Irã, Saeed Khatibzadeh, declarou que Teerã não entregará seu urânio enriquecido aos Estados Unidos, respondendo diretamente às exigências recentes de Washington.

Segundo o portal RT, o diplomata garantiu que nenhum material enriquecido será enviado aos EUA. Ele indicou que o Irã não está preparado para iniciar nova rodada de negociações diretas.

Khatibzadeh atribuiu o impasse às posições maximalistas dos EUA, que impedem qualquer progresso rumo a um acordo equilibrado. O diplomata defendeu a definição de um marco geral antes de qualquer reunião formal.

As sanções impostas unilateralmente pelos Estados Unidos representam um dos principais obstáculos ao diálogo. O vice-chanceler classificou essas medidas como ilegais e as descreveu como terrorismo econômico destinado a sufocar a população iraniana e gerar instabilidade interna.

Khatibzadeh exigiu que as demais partes nas negociações nucleares atendam às preocupações centrais de Teerã. O fim das sanções surge como condição indispensável para qualquer diálogo construtivo.

Ao ser questionado sobre os ataques israelenses contra o Líbano, Khatibzadeh foi categórico. “O Irã não tem outra opção senão deter os agressores de uma vez por todas”, afirmou o diplomata.

As declarações ocorrem depois que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sugeriu que Washington poderia obter o urânio iraniano sem qualquer compensação. Trump também ameaçou adotar medidas mais severas caso o Irã não limite seu enriquecimento.

O impasse atual entre Teerã e Washington revela a persistência de uma abordagem de confronto que se estende por diferentes administrações americanas. Essa linha envolve sanções, ameaças e esforços de isolamento.

Para o Irã, tais ações violam o direito internacional e visam minar sua soberania em áreas como energia e ciência. O governo de Teerã alertou que responderá a qualquer provocação militar no Golfo Pérsico.

Isso inclui o estreito de Ormuz, por onde transita grande volume do petróleo mundial. Qualquer embarcação considerada hostil que se aproxime das águas territoriais iranianas enfrentará resposta imediata.

A posição adotada reforça o compromisso da República Islâmica com a defesa de sua autonomia tecnológica e soberania nacional. Ao recusar entregar material nuclear e condicionar o diálogo ao fim das sanções, o Irã mantém sua linha de independência estratégica.

Com informações de ACTUALIDAD.


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Marcos Conservador

19/04/2026

Esses aiáticos vivem desafiando o Ocidente e o pessoal ainda acha que dá pra confiar. O Irã brinca com fogo com esse urânio, e se der problema, adivinha quem vai pagar a conta? O comunismo e o globalismo adoram esse tipo de regime autoritário.

    Clarice Historiadora

    19/04/2026

    Marcos, antes de falar em “asiáticos” e “globalismo”, vale lembrar que o Irã foi empurrado para o isolamento justamente pelas sanções e interferências ocidentais desde 1953, quando a CIA derrubou Mosaddegh. A conta que o mundo paga é sempre a da hipocrisia das potências, não a do “comunismo imaginário” que você repete de corrente do WhatsApp.

Mariana Ambiental

19/04/2026

Mais uma vez os EUA achando que podem ditar as regras do mundo, enquanto eles mesmos mantêm arsenais nucleares absurdos. O Irã não é santo, mas a hipocrisia ocidental é gritante. Soberania não se negocia com quem vive de sanção e chantagem.

Renato Professor

19/04/2026

Mais uma demonstração de como o imperialismo norte-americano tenta ditar as regras do jogo e esbarra na soberania alheia. O Irã, goste-se ou não do regime, tem todo o direito de decidir sobre seu próprio programa nuclear — e os EUA fariam bem em lembrar que autodeterminação não é uma concessão, é um princípio básico do direito internacional.

Zé Trovãozinho

19/04/2026

Mais um capítulo da hipocrisia internacional: os EUA podem ter arsenal nuclear, mas o Irã não pode nem enriquecer urânio? Quando é o Ocidente, chamam de “defesa”; quando é outro país, é “ameaça”. Dois pesos, duas medidas de sempre.

    Rubens O Pescador

    19/04/2026

    É isso mesmo, Zé Trovãozinho. Os gringos fazem pose de xerife do mundo, mas ninguém fiscaliza o arsenal deles. No fim, quem paga o preço são sempre os povos que só querem soberania — igualzinho aqui, quando o Brasil começou a andar com as próprias pernas e o pessoal lá de cima torceu o nariz.

Eduardo C.

19/04/2026

Mais uma vez, discurso duro de ambos os lados e pouca matemática na mesa. Se os EUA exigem algo, quero ver os números: quantos quilos de urânio, qual nível de enriquecimento, qual impacto real no equilíbrio regional? Sem esses dados, é só retórica vazia.

Luciana

19/04/2026

Enquanto os poderosos brigam por urânio e influência, a gente aqui continua brigando pra pagar o gás e o cartão de crédito. Política internacional é bonita no discurso, mas no fim quem sente o peso é o povo comum, que só quer viver em paz e com comida na mesa.

Lurdinha Deus Acima de Todos

19/04/2026

Gente, isso aí tá cheirando a confusão mundial 😱🙏! Esses países ficam brincando com urânio e quem sofre é o povo inocente, pode anotar 🇧🇷🇮🇷🇺🇸. Já já vem guerra e vão querer fechar as igrejas, vocês vão ver!

    Augusto Silva

    19/04/2026

    Calma, Lurdinha, ninguém vai fechar igreja nenhuma — o que o Irã quer é negociar soberania, não hóstias. Guerra quem costuma provocar é quem já tem ogiva sobrando, e não quem tenta enriquecer urânio pra gerar energia.

Francisco de Assis

19/04/2026

Tá certíssimo o Irã em não abaixar a cabeça pros gringos. Os EUA acham que mandam no mundo, mas o jogo tá virando. O Brasil também tá mostrando que soberania se conquista com coragem e pé no chão — é isso que incomoda essa gente alienada da cabeça.

Silvia D.

19/04/2026

Mais uma vez vemos o mundo brincando com fogo enquanto tanta gente ainda sofre por falta de acesso a vacinas e hospitais. A disputa por poder e urânio parece sempre falar mais alto do que a saúde e a vida das pessoas. Precisamos de mais diplomacia e menos ameaça — afinal, sem paz, não há saúde possível.

Rick Ancap

19/04/2026

Lá vem mais um capítulo da novela dos Estados metendo o bedelho um no negócio do outro. Se o Irã quer enriquecer urânio, problema deles — cada um cuida do seu quintal. Mas claro, os EUA acham que mandam no mundo porque imprimem dólar e têm porta-aviões. Livre mercado global? Só quando é conveniente pra eles.

    Jeferson da Silva

    19/04/2026

    Rick, fácil falar de “cada um no seu quintal” quando a gente tá do lado que nunca levou bomba na cabeça. Na prática, quem tem poder econômico e militar dita as regras — e o povo, tanto lá quanto aqui, é que paga a conta dessa brincadeira de império.


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