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Lula intensifica ofensiva por apoio feminino após encolhimento da vantagem sobre Flávio Bolsonaro

26 Comentários🗣️🔥 O presidente Lula conversa com uma mulher durante evento, em meio à sua agenda para reconquistar o eleitorado feminino. (Foto: diariodocentrodomundo.com.br) O presidente Luiz Inácio Lula da Silva intensificou sua agenda de políticas voltadas às mulheres nos últimos meses, buscando reconquistar o eleitorado feminino depois que pesquisas recentes mostraram redução na vantagem sobre […]

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O presidente Lula conversa com uma mulher durante evento, em meio à sua agenda para reconquistar o eleitorado feminino. (Foto: diariodocentrodomundo.com.br)

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva intensificou sua agenda de políticas voltadas às mulheres nos últimos meses, buscando reconquistar o eleitorado feminino depois que pesquisas recentes mostraram redução na vantagem sobre o senador Flávio Bolsonaro.

Desde o início de 2026, o mandatário participou de mais de dez compromissos sobre o tema. Esses eventos incluíram seminários, cerimônias e anúncios de novas medidas, conforme reportagem do Diário do Centro do Mundo.

Em grande parte dessas agendas, o presidente esteve acompanhado da primeira-dama Rosângela da Silva, conhecida como Janja. Assessores do Planalto consideram a influência dela determinante para a expansão da pauta de gênero dentro do governo.

Levantamentos de março indicavam Lula com 50% das intenções de voto entre as mulheres, contra 37% de Flávio Bolsonaro. Em abril, a diferença caiu para 47% contra 43%, configurando empate técnico dentro da margem de erro.

O dado levou o núcleo político do governo a priorizar ações de impacto social e gestos simbólicos de proteção e valorização das mulheres. Entre as medidas recentes está o Pacto contra o Feminicídio, firmado entre os Três Poderes após forte repercussão de casos de violência de gênero.

O governo sancionou leis que reforçam a proteção às vítimas de agressão. Essas iniciativas preveem o uso obrigatório de tornozeleiras eletrônicas para agressores e a tipificação do feminicídio vicário, quando o agressor mata os filhos para atingir a mãe.

Outras ações envolvem a modernização do Ligue 180 como canal de denúncias de violência doméstica e a instituição do Dia Nacional de Luto e Memória às Mulheres Vítimas de Feminicídio. O Executivo também regulamentou a profissão de doula, que acompanha gestantes.

Nos discursos mais recentes, Lula tem dado ênfase ao tema da violência de gênero e à necessidade de resposta mais firme do poder público. Essas iniciativas buscam ampliar a rede de proteção e reforçar o compromisso estatal com políticas de cuidado e dignidade feminina.

Em uma de suas falas mais emocionadas, o presidente relatou a influência direta de Janja em sua decisão de endurecer o combate à violência. Lula contou que a primeira-dama chorou ao assistir reportagens sobre o assunto e lhe pediu que assumisse responsabilidade maior.

“Eu acordei domingo para tomar café e no café a Janja começou a chorar. De noite vendo o Fantástico, a Janja voltou a chorar. Ontem ela voltou a chorar. E hoje no avião ela pediu para mim: ‘Assuma a responsabilidade de uma luta mais dura contra a violência do homem contra a mulher no planeta Terra’.”

A presença de Janja ao lado do presidente ganha peso simbólico na tentativa de reaproximação com eleitoras, especialmente as jovens e urbanas. O governo aposta que a combinação de medidas concretas e discurso de empatia pode reverter a tendência de queda observada nas pesquisas.

Com a disputa eleitoral de 2026 se aproximando, o Palácio do Planalto considera a pauta de gênero um dos eixos principais da estratégia. A expectativa é que a agenda feminina, associada à defesa da democracia e à ampliação de direitos, remobilize eleitoras que foram fundamentais na vitória de 2022.


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Vanessa Silva

19/04/2026

Tomara que essa ofensiva vá além do marketing político. As mulheres esperam resultados concretos em creche, segurança e renda, não só discursos em palanque. Política pública bem planejada é o que realmente muda a vida nas cidades.

    Silvia D.

    19/04/2026

    Concordo, Vanessa. Sem políticas públicas bem estruturadas e investimento sério em saúde, educação e proteção social, não há campanha que sustente confiança. O discurso precisa se traduzir em leito, vacina e dignidade no dia a dia.

      Pedro

      19/04/2026

      Falou tudo, Silvia. A gente sente isso na rua, quando o povo tá escolhendo entre abastecer o carro e comprar remédio. Promessa sem resultado vira buzina em engarrafamento: faz barulho, mas não leva ninguém pra frente.

Tonho Patriota

19/04/2026

AGORA O LULADRÃO QUER ENGANAR AS MULHERES COM PAPINHO DE APOIO, MAS TODO MUNDO SABE QUE É PRA FAZER O L! ISSO É COMUNISMO DISFARÇADO, GENTE! DAQUI A POUCO ELE VAI DIZER QUE VAI DAR MAMADEIRA DE PÊRA PRA TODO MUNDO PRA GANHAR VOTO! ACORDA BRASIL, O PLANETA É PLANO MAS A ENGANAÇÃO DESSE GOVERNO É REDONDA!

    Eduardo C.

    19/04/2026

    Tonho, antes de falar em planeta plano, tenta ao menos arredondar os números: o apoio feminino ao governo caiu de 46% para 39%, mas ainda é maior que o masculino. Matemática simples mostra que o “papinho” ainda convence mais gente do que parece.

Beto Engenheiro

19/04/2026

Enquanto o governo foca em discurso e marketing pra tentar reconquistar eleitorado, o país continua sem grandes obras de infraestrutura. Falta ver investimento pesado em ferrovias, portos e rodovias — isso sim gera emprego e resultado concreto. Política sem entrega real não sustenta apoio por muito tempo.

    Zizi

    19/04/2026

    Ô Beto, meu filho, o Lula tá justamente retomando as obras que os meninos mal-educados pararam quando venderam o país a preço de banana. Ferrovia, porto e estrada não nascem do nada — precisam de Estado forte e planejamento, não de planilha de mercado.

Carlos A. Mendes

19/04/2026

Tomara que essa movimentação não fique só no discurso. Política pra mulher não é só foto com militante, é creche, salário decente e segurança. Se o Lula entregar resultado de verdade, o apoio volta — se for só marketing, o povo percebe rápido.

    Zé Trovãozinho

    19/04/2026

    Carlos, curioso ver alguém cobrando resultado justo quando o governo anterior desmontou creches e programas sociais. Mas concordo: se for só discurso, ninguém compra — é hora de mostrar serviço de verdade.

    Maura Santos

    19/04/2026

    Concordo contigo, Carlos — mulher não vive de slogan. Mas vale lembrar que quem desmontou creche, cortou verba de saúde e empurrou o país pro apagão social foi justamente a turma do “Deus, pátria e família”. Resultado de verdade começa reconstruindo o que eles destruíram.

Fernando O.

19/04/2026

Pelo menos o Lula está olhando pros números e tentando reagir. Política se faz com dados, não com gritaria. Enquanto isso, o pessoal do Bolsonaro continua achando que basta postar meme pra ganhar voto feminino… delírio total.

Rubens O Pescador

19/04/2026

Lula tem que lembrar o povo do que já viveu, ué. No tempo dele o feijão tava barato, o gás cabia no bolso e as mulherada do interior começou a ter faculdade e emprego. Agora é só promessa e fofoca pra enganar, mas o povo não esquece barriga cheia e respeito na mesa.

    Renato Professor

    19/04/2026

    Rubens, você tocou num ponto crucial: memória social é capital político. A direita tenta apagar o passado de prosperidade popular porque sabe que comparar realidades é um golpe mortal no discurso vazio da “nova gestão eficiente”.

Augusto Silva

19/04/2026

Lula faz certo em reforçar o diálogo com as mulheres — afinal, são elas que sustentam o país real, da fila do SUS ao caixa do mercado. Enquanto a extrema-direita só oferece discurso moralista e zero política pública, o governo precisa mostrar resultado concreto: salário, creche e segurança. Política se ganha com vida melhor, não com grito em rede social.

    Mariana Ambiental

    19/04/2026

    Perfeito, Augusto — e é bom lembrar que essas mulheres que seguram o país também são as primeiras a sentir o peso do agronegócio predatório e do desmonte ambiental. Se o governo quer de fato o voto delas, precisa provar que desenvolvimento não é sinônimo de veneno no prato.

Evelyn Olavo

19/04/2026

É bom ver o governo percebendo que precisa dialogar mais com as mulheres, mas não pode ser só discurso e evento simbólico. As políticas concretas — salário, creche, segurança — é que mostram respeito de verdade. Tomara que essa “ofensiva” vire compromisso real.

    Jeferson da Silva

    19/04/2026

    Perfeito, Evelyn. Discurso bonito não paga boleto nem garante comida na mesa — quero ver é investimento pesado em trabalho decente, creche e salário digno. Sem isso, é papo de quem nunca suou dentro de fábrica.

Tadeu

19/04/2026

Sinceramente, pouco me importa essa disputa de narrativa. O que eu quero ver é se o governo vai conseguir segurar a inflação e fazer o Tesouro Direto render alguma coisa decente. Política de imagem não paga boleto nem melhora o IPCA.

Karina Libertária

19/04/2026

Ah pronto, agora o Lula quer pagar de defensor das mulheres só porque viu que tá perdendo pontos nas pesquisas. Isso é puro marketing político, nada de real commitment. Enquanto isso, quem trabalha e paga imposto segue sendo ignorado — mas o pessoal do bolsa família vai aplaudir, né?

Sgt Bruno 🇧🇷

19/04/2026

Lá vem o Lula com papo de “apoio feminino” só pra tentar segurar voto, mas na prática não muda nada. É a velha tática de enganar o povo com discurso bonito. Enquanto isso, o país afunda e a culpa é sempre dos “outros”. Selva!

Luciana

19/04/2026

Tomara que ele ouça de verdade as mulheres, não só em época de pesquisa apertada. O que a gente quer é comida mais barata, gás acessível e menos juros no cartão. O resto é conversa pra político.

Miriam

19/04/2026

É bom ver o governo se mexendo para ouvir as mulheres, mas espero que isso vá além de gestos simbólicos. Política pública séria precisa de continuidade e orçamento, não só de eventos e fotos. Enquanto isso, a gritaria da direita segue sem contribuir em nada de concreto.

Clarice Historiadora

19/04/2026

É curioso ver bolsonaristas fingindo surpresa com Lula falar com mulheres, como se o governo anterior tivesse algum compromisso real com elas. Foi justamente o bolsonarismo que desmontou políticas de proteção, cortou verba de creches e tratou feminicídio como “mimimi ideológico”. Se Lula está retomando esse diálogo, é porque há muito entulho misógino pra limpar desde 2019.

Francisco de Assis

19/04/2026

Chico (PE) aqui. Lula sabe que mulher não se engana com discurso vazio — quer ver resultado, respeito e oportunidade. É isso que esse governo vem fazendo, com política real e não bravata de zap. O Brasil soberano se constrói com elas na linha de frente, e os alienados que não entendem isso vão ficar falando sozinhos.

Rick Ancap

19/04/2026

Lá vem o Estado tentando comprar voto com política identitária. Em vez de deixar o mercado gerar emprego e renda de verdade, o cara prefere posar de salvador das mulheres. É fácil prometer benefício com o dinheiro dos outros, né?

    Alice T.

    19/04/2026

    Rick, engraçado como vocês liberais sempre falam em “dinheiro dos outros”, mas nunca reclamam quando o Estado banca isenção pra bilionário e perdão de dívida pra banco. O mercado que tu defende gera lucro pra poucos e precarização pra maioria — e adivinha quem paga essa conta?


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