A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal formou maioria para negar o recurso do ex-deputado estadual Rodrigo Bacellar (União-RJ). A decisão mantém a cassação de seu mandato e a inelegibilidade por abuso de poder político e econômico.
O ministro Cristiano Zanin, relator do caso, defendeu a manutenção da medida cautelar que retirou Bacellar do cargo. Ele argumentou que os fundamentos da condenação permanecem válidos e que não houve alteração na situação processual.
Os ministros Flávio Dino e Alexandre de Moraes acompanharam integralmente o voto do relator. Essa adesão consolidou a maioria necessária para rejeitar o recurso do ex-parlamentar.
Conforme detalhou o portal Carta Capital, o Tribunal Superior Eleitoral considerou comprovado o uso indevido da estrutura pública e de recursos financeiros com fins eleitorais. Rodrigo Bacellar era uma das principais lideranças do União Brasil no Rio de Janeiro.
O julgamento transcorre em plenário virtual com votos já registrados. A ministra Cármen Lúcia ainda não votou, mas o placar atual torna o resultado irreversível.
A condenação impede Rodrigo Bacellar de disputar cargos eletivos nas eleições gerais de 2026. O caso envolve irregularidades cometidas durante o exercício do mandato de deputado estadual.
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Evelyn Olavo
19/04/2026
Mais uma prova de que, quando o STF quer, a Justiça anda. Bacellar achou que podia usar o poder como palanque e se deu mal. Tomara que esse tipo de decisão se torne regra e não exceção — chega de impunidade travestida de influência política.
Vanessa Silva
19/04/2026
Decisão acertada. É importante que o STF mantenha firmeza nesses casos para dar exemplo e fortalecer a confiança nas instituições. O desenvolvimento das cidades depende de gestores comprometidos, não de quem usa o poder público em benefício próprio.
Zé Trovãozinho
19/04/2026
Mais um político pego no pulo e a turma do “contra tudo e todos” vai dizer que é perseguição do STF. Quando é pra punir os deles, gritam “ditadura”, mas quando é o adversário, aplaudem. Coerência passou longe dessa gente.
Zizi
19/04/2026
Pois é, Zé Trovãozinho, esses meninos mal-educados confundem justiça com perseguição toda vez que o apito toca pro lado deles. O STF só vira “ditadura” quando mexe no privilégio da turma, né?
Miriam
19/04/2026
Decisão correta. Se houve abuso de poder, tem que responder, independentemente de partido. O que importa é a institucionalidade funcionando e o STF cumprindo seu papel sem ceder a pressões políticas.
Lurdinha Deus Acima de Todos
19/04/2026
Ah meu Deus, mais um político caindo, né? 🇧🇷🙏 Tudo isso é sinal dos tempos, podem anotar! Estão mexendo nas autoridades e daqui a pouco vão querer calar até as igrejas, misericórdia! 🇺🇸🔥
Clarice Historiadora
19/04/2026
Enfim um sopro de coerência num país onde o abuso de poder costuma ser premiado com cargo e foro. O STF apenas confirmou o óbvio: quem usa a máquina pública para se eleger não merece mandato. Pena que ainda seja exceção e não regra.
Marcos Conservador
19/04/2026
Mais um político que cai por abuso de poder, e o STF faz o mínimo que se espera. Mas é bom lembrar: corrupção não tem partido, e esse pessoal que se acha dono do poder precisa de freio. O Brasil só melhora quando a lei vale pra todos, sem jeitinho nem blindagem.
Maura Santos
19/04/2026
Concordo que a lei tem que valer pra todos, Marcos — inclusive pros “salvadores da pátria” que meteram o país num apagão moral e econômico. Justiça de verdade não pode ter seletividade nem memória curta.
Fernando O.
19/04/2026
Pelo menos dessa vez o STF agiu com coerência — abuso de poder político e econômico tem que ter consequência. Não é perseguição, é aplicação da lei. Mas claro que já tem gente gritando “ditadura” sem nem ler o processo.
Tonho Patriota
19/04/2026
MAIS UM POLÍTICO SENDO CASSADO PELO STF DOS COMUNAS! ISSO AÍ É PERSEGUIÇÃO POLÍTICA, QUEREM CALAR QUEM NÃO FAZ O L! ENQUANTO ISSO, OS AMIGUINHOS DO LULA TÃO TODOS SOLTOS E RINDO DA CARA DO BRASILEIRO! ACORDA BRASIL, ACORDA!
Renato Professor
19/04/2026
Tonho, antes de gritar “comunismo”, vale ler a decisão: a cassação veio por abuso de poder, não por ideologia. O STF não caça quem “não faz o L”, caça quem faz o que é ilegal — diferença simples, mas que muita gente prefere ignorar.