O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Guo Jiakun, criticou duramente os exercícios militares conjuntos entre Estados Unidos, Filipinas e Japão.
Ele advertiu que essa cooperação não deve minar a confiança mútua entre os países nem comprometer a estabilidade regional.
O diplomata chinês enfatizou que a região do Ásia-Pacífico necessita de paz e tranquilidade. A presença de forças externas na área, segundo sua avaliação, apenas fomenta divisões e confrontações desnecessárias.
Guo Jiakun alertou que a insistência de alguns países em formar alianças de segurança pode levá-los à autodestruição. Ele previu que tais ações trarão apenas consequências contraproducentes para todos os envolvidos.
As declarações acontecem em meio ao aumento das tensões militares no Pacífico. Washington busca reforçar suas parcerias estratégicas diante do papel crescente da China na região.
Conforme o portal RT, os exercícios deste ano contam com a participação direta de tropas japonesas. Essa inclusão amplia significativamente o alcance da cooperação militar norte-americana no sudeste asiático.
As autoridades em Pequim consideram que esse tipo de manobra ameaça o equilíbrio regional existente. Tais exercícios podem ainda desencadear uma nova corrida armamentista com impactos sobre toda a área.
O governo chinês reafirma sua oposição a intervenções unilaterais em assuntos regionais. Pequim defende consistentemente o diálogo diplomático e o respeito ao direito internacional como caminhos preferenciais.
Analistas observam que o alerta chinês responde a uma estratégia mais ampla de contenção militar. Washington mantém bases e sistemas avançados de defesa nas Filipinas, no Japão e na Coreia do Sul há décadas.
A diplomacia chinesa busca consolidar seu papel como promotora da estabilidade no Ásia-Pacífico. O país defende a construção de uma ordem internacional multipolar baseada em cooperação e soberania.
Especialistas destacam que o fortalecimento de canais de diálogo entre as potências permanece essencial. A preservação da paz regional depende do afastamento de ações que elevem as tensões militares de forma desnecessária.
Com informações de ACTUALIDAD.
Leia também: EUA e Japão cogitam envio em massa de mísseis as Filipinas para tentar combater a China
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Fernando O.
20/04/2026
A China reagir assim é previsível — ninguém gosta de ver manobras militares na sua porta. Mas também não dá pra fingir que EUA e aliados estão ali só “promovendo estabilidade”. No fim, é o mesmo jogo de sempre: cada lado testando o limite do outro enquanto o resto do mundo segura a respiração.
Tadeu
20/04/2026
Lá vem mais confusão no outro lado do mundo… Enquanto isso, o que me preocupa mesmo é como essas tensões podem mexer com o dólar e, por tabela, com a inflação aqui. Se começar a subir o petróleo de novo, já viu: vai tudo pro saco no mercado.
Vanessa Silva
20/04/2026
Essas demonstrações de força só reforçam a tensão na região e afastam qualquer chance de cooperação real. Em vez de gastar energia em manobras militares, os países deviam investir em infraestrutura e integração que tragam desenvolvimento para suas cidades e populações.
Beto Engenheiro
20/04/2026
Mais um capítulo da velha disputa no Pacífico. Enquanto uns gastam bilhões em manobras militares, a infraestrutura na região continua precária. Se esses recursos fossem canalizados pra ferrovias e energia, todo mundo sairia ganhando.
Eduardo C.
20/04/2026
Sempre a mesma equação: três potências somando forças militares e um gigante asiático reagindo. O saldo disso é previsível — aumento de tensão e queda na confiança regional. Gostaria de ver números concretos sobre o impacto econômico dessas manobras, porque discurso sem dados é só ruído.
Celio Fazendeiro
20/04/2026
Ah, pronto, a China chorando de novo porque os outros estão fazendo o mesmo que ela faz há anos. Quer domínio no mar, mas não quer concorrência. O mundo não gira em torno de Pequim, minha gente — cada país tem o direito de se defender e proteger seus interesses.
Maura Santos
20/04/2026
Célio, engraçado como essa lógica de “direito de se defender” some quando é o Ocidente fazendo base militar em tudo quanto é canto, né? Se fosse a China cercando os EUA de navio, aí o choro seria outro.
Rubens O Pescador
20/04/2026
Esses americanos não sossegam, né? Sempre metendo o bedelho onde não são chamados. O povo só quer paz pra trabalhar e comer, mas os gringos vivem brincando de guerra. No tempo do Lula, o Brasil falava com China, EUA e todo mundo sem precisar apontar míssil pra ninguém.
Jeferson da Silva
20/04/2026
Esses exercícios são só mais uma demonstração de como os EUA vivem cutucando os outros pra manter seu império militar funcionando. Enquanto isso, o trabalhador do mundo inteiro paga a conta com desemprego e insegurança. O que a gente precisa é de cooperação e soberania, não de provocação armada.
Rick Ancap
20/04/2026
Lá vem mais drama estatal fingindo preocupação com “confiança mútua”. No fim, é tudo governo brincando de guerra com o dinheiro dos outros. Se fosse mercado livre resolvendo, ninguém gastava um centavo com tanque e desfile.
Zizi
20/04/2026
Rick, meu filho, o “mercado livre” que você tanto ama só existe porque teve Estado pra garantir fronteira, moeda e exército. Sem isso, nem o seu teclado pra reclamar estaria garantido.