O Kremlin declarou que a Rússia não participa diretamente das negociações entre os EUA e o Irã, mas Moscou se mostra disposta a contribuir para alcançar uma solução pacífica que evite nova escalada de tensões na região.
O porta-voz presidencial Dmitri Peskov afirmou que a Rússia apoia qualquer iniciativa que leve a um acordo diplomático. Ele alertou que a situação permanece extremamente frágil e praticamente imprevisível.
Como já abordado em nossa cobertura anterior, Moscou vinha articulando uma posição de mediação diante das tensões entre Washington e Teerã.
Peskov ressaltou a importância de preservar o diálogo entre as partes. O porta-voz manifestou esperança de que as conversas continuem para evitar um confronto direto no Golfo Pérsico.
A posição russa reforça a disposição de Moscou em atuar como facilitadora diplomática. O Kremlin busca promover soluções políticas diante das atuais divergências entre Washington e Teerã.
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Celio Fazendeiro
20/04/2026
Lá vem a Rússia pagando de pacificadora enquanto vive se metendo em tudo que é conflito. Essa conversa de “solução pacífica” é só pra inglês ver. No fundo, estão todos de olho em petróleo e influência, não em paz nenhuma.
Karina Libertária
20/04/2026
Ah, olha só, agora o Putin quer bancar o “peace maker”, né? Please… todo mundo sabe que a Rússia só entra nessas conversas quando tem algum interesse por trás. Enquanto isso, o pessoal aí no Brasil fica achando que é bonzinho e defendendo ditadura. Wake up, people!
Clarice Historiadora
20/04/2026
Engraçado ver o Kremlin se oferecendo como mediador da paz enquanto continua financiando guerras e regimes autoritários. É o velho jogo de poder travestido de diplomacia. A Rússia quer é garantir sua fatia no tabuleiro geopolítico, não salvar ninguém de conflito algum.
Fernando O.
20/04/2026
Pelo menos alguém falando em solução pacífica num barril de pólvora desses. A Rússia tem seus interesses, claro, mas se conseguir esfriar a cabeça de Washington e Teerã, já é lucro. Pena que tem gente que ainda acha que diplomacia é fraqueza — delírio total.
Mariana Ambiental
20/04/2026
Interessante ver a Rússia se oferecendo como “pacificadora”, mas é bom lembrar que paz de verdade não nasce de disputas por petróleo e poder. Enquanto EUA e Irã jogam xadrez geopolítico, quem sofre são os povos e o meio ambiente. Precisamos de diplomacia real, não de encenação entre potências armadas até os dentes.
Sgt Bruno 🇧🇷
20/04/2026
Selva! Lá vem a Rússia pagando de pacificadora, mas todo mundo sabe que esses comunistas só querem é ganhar influência. Isso é conversa pra boi dormir, o negócio deles é meter o bedelho onde não foram chamados. Comunista bom é no lixo da história!
Rubens O Pescador
20/04/2026
Ô Sgt Bruno, cê fala de comunista como se fosse bicho-papão, mas na época que o “comunismo” do PT botava feijão e carne no prato do povo, ninguém reclamava, né? Hoje o boi dorme, mas é de fome.
Carlos A. Mendes
20/04/2026
Tomara que dessa vez falem mais e atirem menos. A Rússia se oferecendo pra ajudar soa meio irônico, mas se servir pra esfriar os ânimos entre EUA e Irã, já é alguma coisa. No fim, o que importa é evitar mais uma guerra absurda.
Evelyn Olavo
20/04/2026
Interessante ver o Kremlin se colocando como mediador, mas é difícil dissociar isso dos próprios interesses russos na região. A Rússia adora posar de pacificadora quando pode lucrar com o caos controlado. Mesmo assim, qualquer passo que evite mais guerra já é um alívio.
Francisco de Assis
20/04/2026
Evelyn, é claro que a Rússia tem seus interesses, como qualquer potência. Mas o fato de se colocar à mesa enquanto os EUA vivem de sanção e bombardeio já mostra quem ainda entende o que é soberania no mundo.
Alice T.
20/04/2026
Engraçado ver a Rússia pagando de pacifista enquanto vende armas pra meio mundo. Mas também, os EUA falam em paz com uma mão e sancionam com a outra. No fim, é tudo jogo de poder e quem paga o preço real são sempre os povos comuns, nunca os bilionários de terno que lucram com o caos.
Maura Santos
20/04/2026
Engraçado ver o Kremlin posando de pacificador enquanto vive cutucando o vespeiro geopolítico. Mas se até eles estão falando em paz, é sinal de que o barril de pólvora tá cheio mesmo. Que tal o mundo investir metade desse esforço em transporte público e cultura, em vez de mísseis?
Marcos Conservador
20/04/2026
Ah, claro, agora o Kremlin virou paladino da paz… Só faltou avisarem isso pros ucranianos. Essa conversa de “solução pacífica” é papo pra boi dormir — no fundo, é tudo jogo de poder. E aposto que tem gente por aqui achando que isso é exemplo de diplomacia “anti-imperialista”.
Zizi
20/04/2026
Menino Marcos, você fala como se os EUA fossem monges tibetanos distribuindo flores pelo mundo. Antes de zombar da diplomacia alheia, convém lembrar quem tem base militar em cada canto do planeta, não é mesmo?