Cientistas chineses alcançaram um marco na reprodução artificial de enguias, simulando em laboratório a complexa jornada de 6 mil quilômetros que essas espécies realizam entre o oceano e os rios de água doce.
O pesquisador da Academia Chinesa de Ciências Pesqueiras, Zhao Feng, liderou o projeto. Seus resultados permitem o cultivo controlado de reprodutores e a produção em larga escala de alevinos.
A equipe recriou as condições de temperatura, pressão e luminosidade do oceano profundo no Pacífico, conforme reportou o South China Morning Post. Essa simulação foi essencial para superar as barreiras biológicas que impediam a reprodução em cativeiro.
As enguias passam por seis estágios distintos de transformação física ao longo de pelo menos cinco anos. Essa migração complexa das profundezas do Pacífico até rios e lagos sempre representou um grande desafio para a aquicultura.
Após três a quatro meses de ajustes precisos na nutrição e no ambiente controlado, os cientistas cultivaram mais de 3 mil enguias reprodutoras de alta qualidade. O experimento resultou ainda na geração de mais de 3 milhões de alevinos viáveis.
O programa nacional de pesquisa e desenvolvimento foi lançado em dezembro de 2024. Ele passou por avaliação preliminar bem-sucedida em março de 2026 nas bases de testes localizadas nas províncias de Hainan e Fujian.
A China responde por 75% da produção mundial de enguias cultivadas. O país exportou mais de 65 mil toneladas de peixes e derivados em 2025, de acordo com dados alfandegários.
A dependência histórica da captura de filhotes selvagens gerava riscos ambientais e econômicos ao setor. A nova tecnologia desenvolvida pela equipe de Zhao Feng reduz significativamente essa pressão sobre os ecossistemas marinhos.
Especialistas destacam o potencial de controle genético e redução de custos com a reprodução artificial em escala. O método pode ainda ser adaptado para outras espécies de valor comercial na indústria pesqueira.
O avanço consolida a liderança chinesa em biotecnologia aplicada à segurança alimentar. Pesquisas orientadas pelo Estado demonstram capacidade de entregar soluções sustentáveis para os desafios globais de produção de proteínas.
Com informações de SCMP.
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Adalberto Livre
21/04/2026
ISSO AÍ É MAIS UMA INVENÇÃO DESSA TURMA QUE QUER BRINCAR DE DEUS!! SE NÃO BASTASSEM OS EXPERIMENTOS COM COMIDA E GENTE, AGORA VÃO MEXER ATÉ COM ENGUIA. DEPOIS QUEREM CULPAR O CAPITALISMO QUANDO DER RUIM!!
Miriam
21/04/2026
Impressionante ver a ciência conseguindo reproduzir algo tão complexo sem precisar interferir no ambiente natural. É disso que eu gosto: método, precisão e resultado concreto, sem alarde ideológico. Que sirva de exemplo para outras áreas onde falta mais técnica e menos gritaria.
Renato Professor
21/04/2026
Impressionante ver a ciência reproduzindo em laboratório o que a natureza levou milênios para aperfeiçoar. Esse tipo de pesquisa mostra o potencial da biotecnologia quando usada com método e rigor — e desmonta o discurso tosco de quem acha que “ciência é só gasto”. É investimento em conhecimento e sobrevivência.
Lurdinha Deus Acima de Todos
21/04/2026
Gente, isso é coisa de outro mundo 😳🐍! Essas experiências aí na China tão mexendo até com os bichos do mar… daqui a pouco vão querer clonar gente também! Que Deus tenha misericórdia 🙏🇧🇷
Augusto Silva
21/04/2026
Impressionante como a ciência asiática avança enquanto aqui ainda tem gente achando que “pesquisa é gasto”. Simular 6 mil km de jornada reprodutiva em laboratório é engenharia biológica de ponta — e ainda tem quem diga que investir em ciência não traz retorno. É por isso que eles exportam tecnologia e a gente ainda discute terraplanismo.
Vanessa Silva
21/04/2026
Achei fascinante esse avanço! Recriar um processo natural tão complexo em laboratório mostra como a ciência pode ajudar na preservação de espécies e reduzir pressões sobre o meio ambiente. Esse tipo de pesquisa é o que realmente move o desenvolvimento sustentável das cidades e das cadeias alimentares.
Clarice Historiadora
21/04/2026
Impressionante como a ciência chinesa avança enquanto aqui ainda tem gente achando que “pesquisa é gasto”. Recriar uma migração de 6 mil km em laboratório não é só um feito técnico, é um lembrete de que investir em conhecimento transforma até o impossível em rotina.
Maura Santos
21/04/2026
Imagina se a gente tivesse metade desse investimento em pesquisa aqui no Brasil? Enquanto os caras recriam a viagem das enguias em laboratório, a gente ainda tá brigando pra manter bolsa de pesquisa e verba pra universidade. Dá pra ver quem aposta em ciência e quem prefere o apagão do conhecimento.
Tonho Patriota
21/04/2026
AH PRONTO, AGORA OS CHINESES ESTÃO BRINCANDO DE DEUS COM ENGUIA! ISSO É COISA DE COMUNISTA QUE QUER DOMINAR O MUNDO PELO LABORATÓRIO! DEPOIS VAI TER ENGUIA 5G CONTROLADA PELO PARTIDO, E O POVO AQUI FAZENDO O L!
Zizi
21/04/2026
Ô Tonho, meu filho, comunista agora é até enguia? Esses cientistas estão estudando a natureza, não fazendo campanha eleitoral. Deixa de medo bobo e vai ler um livrinho de biologia antes de falar em 5G, vai.