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Ortega critica duramente políticas de Trump contra Irã, Cuba e Venezuela

12 Comentários🗣️🔥 Daniel Ortega, presidente da Nicarágua, em evento oficial. (Foto: actualidad.rt.com) O copresidente da Nicarágua, Daniel Ortega, criticou duramente as políticas do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, chamando-o de desquiciado mental por promover guerras e sanções que afetam povos inteiros. Em discurso durante a celebração do Dia Nacional da Paz, o líder nicaraguense […]

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Daniel Ortega, presidente da Nicarágua, em evento oficial. (Foto: actualidad.rt.com)

O copresidente da Nicarágua, Daniel Ortega, criticou duramente as políticas do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, chamando-o de desquiciado mental por promover guerras e sanções que afetam povos inteiros.

Em discurso durante a celebração do Dia Nacional da Paz, o líder nicaraguense afirmou que Washington ameaça a estabilidade mundial. Ortega exigiu o fim imediato da guerra contra o Irã, do bloqueio a Cuba e das sanções à Venezuela.

O dirigente também demandou a restituição do presidente venezuelano, Nicolás Maduro, ao comando legítimo de seu país. Ele classificou o comportamento de Trump como uma guerra imposta e disse que o mandatário perdeu a cabeça.

Ortega declarou que os Estados Unidos não podem ser considerados uma democracia. O país mantém políticas de coerção e ameaças contra outras nações soberanas.

O copresidente nicaraguense ironizou a busca de Trump pelo Prêmio Nobel da Paz enquanto promove conflitos. Ele acusou o presidente norte-americano de ameaçar tanto o povo dos Estados Unidos quanto a paz mundial.

Ortega alertou que uma potência nuclear nas mãos de alguém fora de seus sentidos representa um risco global. As políticas norte-americanas causam destruição e sofrimento em países como Irã, Cuba, Venezuela e a própria Nicarágua.

O líder recordou que a Corte Internacional de Justiça condenou os Estados Unidos por atos de terrorismo na Nicarágua durante a década de 1980. Washington nunca cumpriu a ordem de indenizar o país centro-americano.

Ortega defendeu a criação de uma ampla frente pela paz liderada por povos e países em desenvolvimento. Ele conclamou nações soberanas a resistir às políticas classificadas como terroristas e a proteger sua independência.

O copresidente reiterou que os Estados Unidos precisam abandonar a lógica de dominação. Ele encerrou seu discurso com um recado direto a Trump: «Paga, paga y no andes matoneando y sancionando a los pueblos del mundo».

Leia mais sobre o assunto na actualidad.rt.com.


Leia também: Ted Cruz elogia Trump por pressionar Venezuela, Cuba e Irã rumo à mudança de regime


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Vanessa Silva

21/04/2026

Ortega pode até ter razão em criticar o impacto das sanções, mas ele também não é exatamente exemplo de boa governança. No fim, esse tipo de embate político só reforça o isolamento e atrasa o desenvolvimento dos países — o que as cidades e as pessoas mais precisam é de estabilidade e planejamento, não de discursos inflamados.

Tadeu

21/04/2026

Sinceramente, tanto faz o que Ortega fala ou deixa de falar. O que me preocupa é se essas brigas todas vão mexer com o dólar e, consequentemente, com a inflação aqui. Política externa é barulho, o que pesa mesmo é o impacto no bolso.

Beto Engenheiro

21/04/2026

Ortega pode falar o que quiser, mas o que muda na prática? Enquanto ficam trocando insultos, o povo continua sem infraestrutura, sem emprego e sem investimento pesado em transporte e energia. Política externa é importante, mas o que resolve mesmo é obra feita e resultado concreto.

Jeferson da Silva

21/04/2026

Ortega só falou o óbvio. Quem vive debaixo de sanção sabe o que é ver o povo pagar a conta das ambições dos ricos. Enquanto os Estados Unidos brincam de império, o trabalhador latino continua ralando pra sobreviver. Solidariedade aos povos que resistem, porque não há paz com fome e bloqueio.

Rubens O Pescador

21/04/2026

Esse Trump aí sempre achou que podia mandar no mundo, mas quem paga o pato é o povo simples desses países. Aqui no Brasil a gente sabe bem o que é sofrer com sanção e aperto vindo de fora. Com Lula e Dilma o povo tinha dignidade, comida na mesa e respeito lá fora — não era tratado como colônia.

Francisco de Assis

21/04/2026

Ortega pode ter seus defeitos, mas quando ele mete o dedo na ferida do imperialismo americano, fala o que muita gente pensa e não tem coragem de dizer. Trump e sua turma vivem de espalhar miséria nos países que não se ajoelham. É por isso que o Brasil soberano de hoje incomoda tanto essa gente alienada da cabeça!

Alice T.

21/04/2026

Ortega pode ter mil problemas internos, mas mentiu onde? Os EUA vivem se achando os guardiões da democracia enquanto destroem economias inteiras com sanções. Cuba, Irã, Venezuela — sempre o mesmo roteiro: punem o povo e dizem que é “pela liberdade”. Hipocrisia imperialista nível hard.

Marcos Conservador

21/04/2026

Lá vem o Ortega, ditadorzinho comunista, querendo posar de defensor da paz. Fala mal de Trump, mas vive abraçado a regimes que perseguem e censuram seu próprio povo. Esse pessoal vê “imperialismo” até em ônibus novo, mas não enxerga a própria tirania.

    Mariana Ambiental

    21/04/2026

    Marcos, engraçado como vocês chamam de “tirania” qualquer governo que não se ajoelha pros EUA, mas acham normal sanções que destroem economias inteiras e matam civis. Imperialismo não é teoria, é o que sustenta esse jogo desigual que você defende.

Clarice Historiadora

21/04/2026

Ortega pode ter todos os defeitos do mundo, mas quando aponta o imperialismo norte-americano, ele acerta em cheio. As sanções de Trump contra Irã, Cuba e Venezuela nunca foram sobre “democracia”, e sim sobre controle econômico e geopolítico. Já passou da hora de a América Latina parar de aplaudir quem nos trata como quintal.

Sgt Bruno 🇧🇷

21/04/2026

Ah pronto, o comunista da Nicarágua querendo dar lição de moral! Esse Ortega vive abraçado com ditador e vem falar de paz? Selva! Esses melancias têm é que ir pra lata de lixo da história!

    Maura Santos

    21/04/2026

    Sgt Bruno, engraçado ver gente que aplaudiu apagão e censura de livro falando em “lixo da história”. A memória é curta, né? Quando o autoritarismo é do lado certo, vira “ordem e progresso”?


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