O presidente Luiz Inácio Lula da Silva cobrou engajamento de governos e empresas europeus para que o acordo entre o Mercosul e a União Europeia se torne permanente.
O chefe de Estado fez o apelo durante participação no Encontro Econômico Brasil-Alemanha, na Feira de Hannover, na Alemanha. Lula defendeu que os grupos favoráveis ao tratado se manifestem de forma mais contundente do que aqueles que resistem à integração.
Ele citou as oposições vindas de setores agrícolas e industriais do continente europeu como principal desafio a ser superado. O acordo comercial entre os dois blocos abrange um mercado de quase 720 milhões de pessoas.
O Produto Interno Bruto combinado dos participantes soma cerca de 22 trilhões de dólares. Lula argumentou que o pacto trará ganhos concretos para trabalhadores, empresas e consumidores dos países envolvidos.
O presidente alertou ainda que a integração entre América do Sul e Europa pode trazer maior previsibilidade às cadeias de suprimentos globais em tempos de instabilidade internacional. O chanceler alemão Friedrich Merz celebrou o início da vigência provisória do acordo.
Merz afirmou que a parceria criará um dos maiores mercados consumidores do planeta. O líder alemão defendeu que a cooperação com a América do Sul permite diversificar as cadeias produtivas e reduzir a dependência de mercados concentrados.
Lula reforçou que o acordo deve contribuir para a geração de empregos e o fortalecimento da indústria nos países signatários. O presidente garantiu que o país está preparado para ampliar sua participação nas cadeias globais de valor.
O Brasil completou os procedimentos internos para permitir a aplicação provisória do tratado, servindo de exemplo para que outros membros do Mercosul e da União Europeia acelerem suas próprias aprovações. O tratado estabelece a redução ou eliminação progressiva de tarifas para diversos bens comercializados entre os blocos.
Essa abertura deve intensificar o volume de comércio e os fluxos de investimento mútuo nos próximos anos. Lula defendeu que a parceria siga princípios de equilíbrio e ganhos compartilhados, representando uma oportunidade concreta para o avanço das relações econômicas entre as duas regiões.
Leia mais sobre o assunto na metropoles.com.
Leia também: Lula e chanceler alemão celebram acordo Mercosul-União Europeia
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Beto Engenheiro
21/04/2026
Se esse acordo sair do papel de vez, pode destravar investimento pesado em infraestrutura e logística. O problema é que a Europa adora prometer e demorar pra assinar. Menos discurso e mais obra — é isso que o Brasil precisa.
Marcos Conservador
21/04/2026
Lá vem o Lula de novo querendo se meter com a Europa, como se a salvação do Brasil dependesse de agradar socialista de fora. Esse papo de “integração” é o mesmo de sempre: abrir mão da soberania em troca de migalhas. Depois reclama quando o país vira refém de burocrata estrangeiro.
Renato Professor
21/04/2026
Marcos, soberania não é isolamento — é saber negociar de igual para igual. O problema é que a extrema-direita confunde independência com autossuficiência mágica, como se o Brasil vivesse num aquário. Sem integração, o país vira refém não de burocratas europeus, mas da própria ignorância econômica.
Luciana
21/04/2026
Pode até ser importante esse acordo, mas aqui na ponta o que pesa é o preço do gás e do arroz. Enquanto esses políticos discutem com a Europa, a gente continua contando moedas pra pagar o cartão. Queria ver essa mobilização toda pra baixar os juros e fazer o mercado girar de verdade.
Evelyn Olavo
21/04/2026
Lula está certo em pressionar a Europa — o acordo Mercosul-UE ficou tempo demais travado por interesses protecionistas. Se houver vontade política dos dois lados, pode ser um passo importante para reindustrializar o Brasil e fortalecer nossa posição no comércio global.
Jeferson da Silva
21/04/2026
Evelyn, reindustrializar o Brasil é ótimo, mas sem garantir os direitos de quem põe a mão na graxa, vira conversa fiada de gabinete. Acordo bom é aquele que não transforma o trabalhador em refém de multinacional.
Fernando O.
21/04/2026
Faz sentido o Lula cobrar os europeus — o acordo está travado há décadas e ninguém ganha com isso parado. Mas também não dá pra fingir que só a Europa emperra; o Mercosul precisa mostrar previsibilidade econômica e ambiental. No fim, é jogo de interesse, não de ideologia.
Francisco de Assis
21/04/2026
É isso aí, Lula mostrando pro mundo que o Brasil voltou a jogar grande! Enquanto uns ficam repetindo fake news de zap, o homem tá lá, cobrando compromisso e soberania pros nossos parceiros. O país tá de cabeça erguida de novo, e quem não enxerga isso é porque anda alienado da cabeça.
Augusto Silva
21/04/2026
Lula está certíssimo em cobrar os europeus. O Brasil voltou a ser protagonista e quer parceria de igual pra igual, não mais tratado como quintal de exportação. Se a Europa quer comércio justo e sustentável, que venha de mãos dadas, não de dedo em riste.
Vanessa Silva
21/04/2026
Faz todo sentido a cobrança. Um acordo como esse pode dar previsibilidade para investimentos e impulsionar a reindustrialização verde dos dois lados. O que falta é menos discurso e mais ação coordenada entre governos e setor privado.
Tonho Patriota
21/04/2026
LÁ VEM O LULADRÃO QUERER FAZER O L COM OS GRINGO! A EUROPA NÃO QUER SABER DE COMUNISMO, MEU AMIGO! ESSE TAL DE MERCOSUL É PRA ENCHER OS BOLSOS DOS POLÍTICOS E VENDER NOSSO NIÓBIO PRA CHINA! ACORDA BRASIL, A TERRA É PLANA MAS O GOLPE É REDONDO!
Maura Santos
21/04/2026
Tonho, respira que o nióbio tá salvo e a Terra continua girando, viu? Enquanto você repete meme de zap, o acordo pode abrir mercado pros nossos produtos e gerar emprego aqui — coisa que o apagão econômico da sua turma nunca fez.
Celio Fazendeiro
21/04/2026
Lá vem o Lula querendo dar lição na Europa, como se o Brasil fosse exemplo de eficiência e seriedade. Enquanto ele fala bonito em feira internacional, o agronegócio aqui continua sendo tratado como vilão. Esse papo de acordo só serve pra encher o ego dele e engessar quem realmente produz.
Alice T.
21/04/2026
Celio, curioso você falar em “quem realmente produz” quando boa parte do agro depende de crédito público e isenção fiscal. Se a Europa exige sustentabilidade, é porque o mundo cansou de discurso bonito com floresta no chão.