A vice-presidenta executiva da Venezuela, Delcy Rodríguez, exigiu o fim imediato das sanções econômicas e financeiras impostas pelos Estados Unidos ao país bolivariano.
Ela destacou que essas medidas prejudicaram gravemente os setores de saúde, educação e serviços públicos essenciais. Em declaração pública, a vice-presidenta detalhou que o governo percorre o território nacional para conversar com a população sobre os efeitos do bloqueio.
Segundo o portal RT, Rodríguez mobiliza apoio popular à campanha pelo levantamento das sanções. A vice-presidenta enfatizou que a Venezuela não pede favores, mas exige respeito aos seus direitos soberanos.
A peregrinação nacional busca unir o povo em uma voz contra as restrições impostas há mais de uma década. A Casa Branca concedeu licenças temporárias para os setores de petróleo, gás, eletricidade e mineração, embora o marco geral das sanções tenha sido renovado por mais um ano.
Rodríguez criticou a falta de segurança jurídica das licenças temporárias para investidores estrangeiros. Essa situação cria incerteza e limita a capacidade de reindustrialização e de reconstrução das cadeias produtivas nacionais.
De acordo com o governo venezuelano, as sanções representam uma forma de guerra econômica para desestabilizar o país e forçar mudanças políticas. As medidas violam o direito internacional e os princípios da Carta das Nações Unidas ao afetarem diretamente a população civil.
Organismos multilaterais e especialistas independentes alertaram repetidamente para o impacto humanitário dessas sanções. As restrições dificultam transações financeiras, importações de medicamentos e investimentos externos no país.
A mobilização liderada por Rodríguez busca converter a denúncia em ação política concreta com apoio popular. A estratégia visa pressionar por uma revisão da política de bloqueio nos fóruns internacionais.
A vice-presidenta reiterou que a Venezuela continuará lutando pela recuperação integral de sua economia. Ela defendeu que o fim total das sanções é indispensável para o bem-estar do povo e o fortalecimento da soberania nacional.
Com informações de ACTUALIDAD.
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Jeferson da Silva
21/04/2026
Essas sanções dos EUA são uma covardia disfarçada de “defesa da democracia”. Quem sofre é o trabalhador venezuelano, que vê hospital sem remédio e escola sem estrutura enquanto os gringos seguem lucrando. O imperialismo não muda: sempre apertando o pescoço de quem tenta ser soberano.
Luciana
21/04/2026
Essas sanções só servem pra castigar o povo, que já sofre com falta de comida e remédio. Política de pressão nunca enche prato de ninguém, só aumenta o sofrimento de quem tá na base.
Pedro
21/04/2026
Enquanto isso, aqui na rua a gente sente na pele o peso das decisões dos grandões. Gasolina cara, IPVA subindo, e ainda tem país inteiro sofrendo com sanção. No fim, quem paga a conta sempre é o povo, seja em Caracas ou em São Paulo.
Vanessa Silva
21/04/2026
As sanções acabam afetando diretamente a população, não a elite política. É difícil falar em desenvolvimento urbano e social com o país asfixiado financeiramente. O ideal seria negociar caminhos que permitam retomada econômica sem cair em discursos ideológicos de ambos os lados.
Silvia D.
21/04/2026
As sanções sempre acabam atingindo quem menos tem culpa: a população. No caso da Venezuela, isso significa hospitais sem insumos e vacinas em falta. É desumano usar a saúde como arma política. O diálogo e a cooperação internacional deveriam ser o caminho, não o bloqueio.
Alice T.
21/04/2026
Engraçado como os EUA vivem falando em “democracia” e “liberdade”, mas continuam sufocando um país inteiro com sanções que só ferram o povo. Bilionário americano pode especular à vontade, mas se um país tenta ser soberano, aí vira “ameaça”. Hipocrisia nível hard.
Miriam
21/04/2026
Sanções nunca resolvem nada, só complicam a vida da população comum e travam o funcionamento do Estado. O certo seria negociar de forma técnica e pragmática, sem esses bloqueios que só alimentam discursos histéricos de ambos os lados.
Carlos A. Mendes
21/04/2026
Essas sanções dos EUA só pioram a vida do povo comum, não resolvem nada. Podem criticar o governo venezuelano o quanto quiserem, mas punir a população é covardia. Política externa devia ser menos ideológica e mais prática.
Eduardo C.
21/04/2026
Sem números concretos sobre o impacto das sanções, esse tipo de declaração fica no campo do discurso político. Gostaria de ver dados comparativos: PIB antes e depois das sanções, inflação, exportações de petróleo. Só com isso dá pra avaliar o real peso das restrições externas versus a má gestão interna.
Francisco de Assis
21/04/2026
Chico (PE): Esses americanos vivem achando que mandam no quintal dos outros. As sanções só servem pra sufocar o povo e tentar dobrar governos soberanos. A Venezuela tem todo direito de exigir respeito e autonomia. O Brasil, com Lula, mostra que a integração latino-americana é o caminho da dignidade!
Zé Trovãozinho
21/04/2026
Ah pronto, lá vem o papo de sempre! A culpa de tudo é dos EUA, nunca da incompetência do regime. Querem o fim das sanções pra continuar com o mesmo modelo que transformou a Venezuela num desastre tipo Cuba. É o manual da esquerda: errar e culpar o “imperialismo”.
Clarice Historiadora
21/04/2026
Zé, antes de repetir o bordão da Jovem Pan, vale lembrar que as sanções começaram bem antes do colapso econômico e foram justamente o que bloqueou a exportação de petróleo e medicamentos. Chamar isso de “manual da esquerda” é fechar os olhos pra história recente e abrir pra desinformação.