O porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, afirmou que a Rússia continua fornecendo petróleo e desempenha papel ativo na estabilização dos preços globais de energia. Ele destacou que Moscou busca minimizar os efeitos da crise no setor energético internacional em meio a tensões no Oriente Médio.
A demanda por petróleo segue em alta, segundo Peskov. A oferta global mostra sinais de retração, o que reforça a relevância dos compromissos russos de exportação.
O Kremlin mantém seus compromissos de exportação de petróleo de forma consistente. Essa postura contribui para o equilíbrio do mercado e evita oscilações bruscas nos preços internacionais do barril.
As declarações ocorrem em meio à instabilidade no estreito de Ormuz, ponto estratégico que responde por cerca de 20% do petróleo e do gás comercializados no planeta. As tensões na região ampliam as incertezas sobre o fluxo energético global e pressionam os custos de transporte marítimo.
O embaixador do Irã na ONU, Amir Saeid Iravani, declarou que novas negociações com os Estados Unidos dependem da suspensão das sanções unilaterais. Ele ressaltou que Teerã está disposto a dialogar, mas vê as pressões americanas como obstáculos centrais para o progresso diplomático.
O presidente da República Islâmica do Irã, Masoud Pezeshkian, reforçou a posição de abertura à cooperação internacional. Pezeshkian enfatizou que o respeito aos compromissos internacionais e à soberania nacional é essencial para qualquer negociação genuína.
A Rússia se posiciona como ator estabilizador no mercado global de energia. O país fortalece laços com membros do BRICS e parceiros na Ásia e no Oriente Médio.
Moscou busca reduzir a dependência de mecanismos financeiros ocidentais por meio de novas parcerias. A estratégia inclui ampliar o comércio em moedas locais para reforçar o sistema multipolar.
Conforme aponta o portal RT, o Kremlin considera a estabilidade do mercado energético essencial para a recuperação econômica global. A continuidade dos fornecimentos russos mesmo sob sanções externas reforça a relevância estratégica de Moscou no cenário internacional.
A atuação russa tende a ganhar peso adicional na definição dos rumos do mercado de energia. A cooperação com o Irã e outras nações ajuda a garantir previsibilidade e a conter a volatilidade que ameaça a economia mundial.
Com informações de ACTUALIDAD.
Leia também: Kremlin afirma que Rússia contribui para estabilizar preços de energia em meio a bloqueio em Ormuz
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Lurdinha Deus Acima de Todos
23/04/2026
Ah pronto, agora é o Putin quem vai salvar o mundo da conta de luz! 🇧🇷🙏🇺🇸
Clarice Historiadora
23/04/2026
Ah, claro, a Rússia “estabilizando” o mercado energético — do mesmo jeito que o lobo ajuda a “estabilizar” o rebanho. Desde a Guerra Fria, Moscou usa energia como instrumento geopolítico, não como caridade global. Quem acredita nessa narrativa devia ler um pouco de história econômica antes de repetir o release do Kremlin.
Adalberto Livre
23/04/2026
ESSA É BOA! COMUNISTA AGORA VIROU SALVADOR DO MERCADO! HAHAHA
Miriam
23/04/2026
Enquanto uns fazem discursos inflamados, outros cuidam de manter o fornecimento funcionando. No fim, o que importa é que o mercado não entre em colapso e as pessoas não fiquem sem energia. Política à parte, eficiência é o que conta.
Karina Libertária
23/04/2026
Ah, please, essa conversa de “estabilizar mercado” é puro marketing político. Se o pessoal no Brasil investisse mais em dólar e tivesse assets lá fora, não dependeria tanto dessas manobras de ditadura. Aqui em Miami a gasolina sobe e desce, mas ninguém chora por causa do Putin, entende?
Rubens O Pescador
23/04/2026
Karina, fácil falar de Miami com o tanque cheio, né? Aqui no interior a gente lembra bem quando o povo podia encher o carro e ainda levar carne pra casa nos tempos do Lula — não era dólar nem “asset”, era comida na mesa.
Alice T.
23/04/2026
Karina, fácil falar de “livre mercado” tomando sol em Miami enquanto metade do mundo paga o preço da especulação das petroleiras que vocês idolatram. O problema não é o Putin, é o lucro bilionário disfarçado de liberdade econômica.
Mariana Ambiental
23/04/2026
Karina, fácil falar de Miami enquanto o agronegócio daqui destrói bioma e empurra o povo pra miséria energética. A tal “liberdade de mercado” que você defende é a mesma que entrega o país pros especuladores e deixa a conta pro povo pagar.
Renato Professor
23/04/2026
Karina, esse tipo de “solução” individualista — dolarizar a própria vida — é justamente o oposto do que sustenta uma economia solidária. É fácil falar de Miami; difícil é compreender que a estabilidade real se constrói coletivamente, não com fuga de capitais.