O governo do México, sob a liderança da presidenta Claudia Sheinbaum Pardo, alcançou uma economia de 81,4 bilhões de pesos com medidas rigorosas de combate à corrupção e austeridade. A Secretaria Anticorrupção e Bom Governo anunciou que essas economias foram possíveis graças a ações de prevenção da corrupção, reestruturação administrativa e fiscalização, seguindo os princípios promovidos pela chefe do Executivo.
Entre os destaques, a compra de medicamentos de patente e fonte única resultou em uma economia de 23,5 bilhões de pesos. Subastas inversas geraram 3,6 bilhões de pesos em economias adicionais. A anulação de uma compra irregular de medicamentos evitou um desfalque de 15 bilhões de pesos, demonstrando a eficácia das políticas implementadas.
O projeto do Tren Maya também contribuiu para as economias, com 25 bilhões de pesos poupados por meio da conciliação da conta pública e revisão de contratos. A reestruturação de 183 dependências e entidades da Administração Pública Federal resultou em uma redução de custos de 6,84 bilhões de pesos em dois anos, reforçando o compromisso do governo com a eficiência e a transparência.
Em termos de transparência, o organismo Transparencia para el Pueblo opera com 52% do custo do extinto INAI, resultando em uma economia bianual de 1 bilhão de pesos. A recuperação de 2,44 bilhões de pesos através de diversas gestões e a resolução favorável de 13 procedimentos por responsabilidade patrimonial do Estado evitaram uma erogação de 2,2 bilhões de pesos de recursos públicos federais.
esses resultados refletem o impacto positivo das políticas de austeridade e combate à corrupção promovidas pelo governo federal, que têm direcionado recursos anteriormente perdidos em opacidade diretamente para a população, transformando-os em infraestrutura pública e programas sociais.


Maria Antonia
07/06/2026
Austeridade bem feita não é ideologia — é senso comum. Se o México conseguiu economizar 81 bilhões de pesos sem apertar o povo, o que falta aqui é coragem pra cortar privilégios, não salários. E não confunda combate à corrupção com perseguição política — isso é conversa de quem nunca pagou imposto em dia.
Mariana Santos
07/06/2026
Maria Antonia, “senso comum” é o nome que damos à ideologia dominante quando ela já se naturalizou — e a austeridade nunca foi neutra: ela sempre protegeu bancos, não povos. Os 81 bilhões economizados no México vieram, entre outros cortes, da redução de subsídios a combustíveis que beneficiavam sobretudo a classe média alta, enquanto comunidades indígenas seguem sem água potável nem saúde pública decente — isso não é “bom senso”, é escolha política.
João Augusto
07/06/2026
Maria Antonia, o “senso comum” que você invoca é justamente o terreno onde Gramsci mostrou que se trava a batalha cultural — e a austeridade, por mais bem-intencionada, nunca se impõe sem antes desarmar a imaginação coletiva de que outra economia é possível.
Zé do Povo
07/06/2026
COMUNISMO É ROUBO! 😡😡😡 VOLTA DOS VALORES TRADICIONAIS! 🇧🇷🔥🔥🔥
Lucas Gomes
07/06/2026
Zé do Povo, enquanto você grita contra o comunismo, as florestas do México viram cinzas pra encher cofres de empresas transnacionais — sua “tradição” inclui expulsar povos originários de suas terras?