O porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, afirmou que os países europeus estão trilhando um caminho de militarismo crescente e de hostilidade aberta contra a Rússia.
Peskov declarou que há um aumento claro da agressividade no continente, traduzido diretamente em rearmamento militar direcionado à Federação Russa. O representante russo criticou os governos europeus que abandonaram o diálogo em favor de retórica permanente de ameaça e intimidação.
Essa tendência de confrontação total, segundo Peskov, obriga Moscou a adotar medidas para proteger seus interesses estratégicos. O dirigente russo deu atenção especial ao caso da Alemanha, que simboliza o auge dessa nova doutrina militar europeia.
Peskov descreveu o conceito de defesa alemão como a expressão mais clara da confrontação com a Rússia. Berlim foi apontada como núcleo do esforço continental de rearmamento.
O plano das Forças Armadas da Alemanha considera que a Rússia atua à beira da guerra. O documento oficial determina que o país deve se preparar para possível escalada bélica e se tornar o exército convencional mais poderoso da Europa.
Peskov advertiu que muitos cidadãos europeus podem sentir um calafrio ao ver o continente priorizar novamente o poderio militar. Ele reiterou que a Rússia não tem planos de atacar países europeus e classificou como absurdas as teorias que sugerem o contrário.
O presidente Vladimir Putin criticou a histeria disseminada pelas elites europeias. Putin denunciou os esforços para convencer as populações de que a guerra contra os russos estaria iminente.
Segundo Putin, essa narrativa serve para justificar os elevados gastos militares nos países europeus. O presidente russo apontou que tal abordagem consolida a dependência do continente em relação à OTAN e aos Estados Unidos.
As declarações do Kremlin surgem em meio à intensificação da corrida armamentista no continente europeu. Diversos países aumentam seus orçamentos de defesa e ampliam a presença de tropas sob comando da aliança atlântica.
A Rússia insiste na criação de uma arquitetura de segurança coletiva que não dependa da OTAN. Moscou defende que essa estrutura deve respeitar a soberania dos Estados e o princípio da não ingerência.
Conforme detalhou o portal RT, Peskov reforçou a percepção russa sobre os riscos dessa escalada. O porta-voz alertou que o movimento mina qualquer tentativa real de diálogo construtivo entre as partes envolvidas.
Com informações de ACTUALIDAD.
Leia também: Porta-voz do Kremlin confirma que Rússia se prepara para guerra contra a Otan
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Adalberto Livre
23/04/2026
EU AVISEI!!! ESSA EUROPA VAI VIRAR UM CIRCO DE TANQUE E COMUNISTA BATENDO PALMA!!!
Celio Fazendeiro
23/04/2026
Lá vem o Kremlin chorando de novo enquanto faz exatamente o que acusa os outros de fazer. Europa só está se protegendo de um urso que vive rosnando e invadindo vizinhos. Quem planta guerra não pode reclamar da colheita.
Karina Libertária
23/04/2026
Ah pronto, mais drama do Kremlin pra cima da Europa. Se cada país cuidasse melhor da sua economia e investisse direito, em vez de depender de governo e subsídio, ninguém precisava ficar nessa vibe de guerra. Gente precisa aprender a ser self-sufficient, não ficar chorando por causa de OTAN ou Rússia.
Fernando O.
23/04/2026
Lá vem o Kremlin de novo posar de vítima enquanto move tanques na fronteira. A Europa pode até estar se rearmando, mas isso é consequência direta da invasão da Ucrânia, não causa. Difícil falar em “hostilidade” quando foi a própria Rússia que reacendeu a lógica da Guerra Fria.
Vanessa Silva
23/04/2026
Essas declarações do Kremlin soam como mais um capítulo previsível da retórica geopolítica. Enquanto isso, a Europa deveria estar focada em planejamento urbano sustentável e cooperação econômica, não em corrida armamentista. Militarização não desenvolve cidades, só consome recursos que poderiam melhorar a vida das pessoas.
Mariana Ambiental
23/04/2026
Enquanto os europeus correm pra reforçar seus arsenais, ninguém fala do quanto essa lógica de guerra serve aos mesmos conglomerados que lucram com petróleo e agronegócio. A paz nunca vai brotar de tanques, mas de soberania alimentar, energia limpa e cooperação entre povos.
Alice T.
23/04/2026
Engraçado como a Europa finge ser “pacifista”, mas tá despejando bilhões em armas e tanques, tudo em nome da “defesa da democracia”. É o mesmo papo liberal de sempre: dizem odiar guerra, mas o lucro das indústrias bélicas nunca caiu.
Marcos Conservador
23/04/2026
Mais uma prova de que a Europa está perdida nos delírios globalistas e belicistas. Tudo isso é fruto do mesmo espírito revolucionário que odeia a ordem e a tradição. Depois reclamam quando a Rússia reage para se defender.
Jeferson da Silva
23/04/2026
Marcos, fácil falar em “ordem e tradição” sentado no sofá. Queria ver você dentro de uma fábrica, com salário apertado e patrão cortando direito, pra entender o que é guerra de verdade — a do trabalhador contra a exploração diária.
Miriam
23/04/2026
Mais uma vez a histeria geopolítica toma conta do noticiário. Enquanto uns gritam sobre ameaças e escaladas, quem trabalha na administração pública sabe que o que resolve mesmo é papelada, tratado e fiscalização. O resto é barulho para consumo interno.
Zé Trovãozinho
23/04/2026
A Europa está colhendo o que plantou com essa submissão cega à OTAN e aos EUA. Depois vão chorar dizendo que a Rússia é a vilã, mas quem está cercando e provocando é o Ocidente. Caminho perigoso, igualzinho ao que transformou a Ucrânia em um peão de guerra.
Beto Engenheiro
23/04/2026
Enquanto ficam batendo boca sobre quem é mais agressivo, ninguém fala em reconstruir ferrovias, portos ou energia. É sempre mais tanque e menos infraestrutura. No fim, quem paga a conta é o povo que precisa de estrada e emprego, não de míssil novo.
Augusto Silva
23/04/2026
Lá vem o Kremlin posar de vítima enquanto joga gasolina na fogueira que ele mesmo acendeu. A Europa não acordou militarista do nada — foi depois que Putin resolveu brincar de czar no século XXI. No fundo, é o velho truque: culpar o Ocidente pra esconder o caos interno e o custo da guerra que já sangra a economia russa.
Tadeu
23/04/2026
Essas notícias de escalada militar lá fora até preocupam, mas sinceramente eu só fico pensando no impacto disso nos mercados. Se isso fizer o dólar subir e a inflação apertar aqui, aí sim começa a doer no bolso. O resto é barulho geopolítico que não muda minha carteira de investimentos.
Luciana
23/04/2026
Enquanto eles gastam bilhões em armas, aqui o povo mal consegue pagar o botijão e o arroz. Essa briga de gigante não enche prato de ninguém. O mundo enlouqueceu e quem paga a conta é sempre o trabalhador.
Pedro
23/04/2026
Enquanto os poderosos se armam e falam em escalada, a gente aqui continua contando moeda pra encher o tanque. No fim, quem paga essa conta é sempre o povo, seja na Rússia, na Europa ou no Brasil. O mundo parece cada vez mais virando um campo de batalha, e a gasolina só sobe.
Eduardo C.
23/04/2026
Difícil discutir sem números concretos. Qual é o aumento percentual real dos gastos militares europeus nos últimos cinco anos? Antes de falar em “escalada”, quero ver dados comparativos — senão vira só retórica de ambos os lados.
Rick Ancap
23/04/2026
Mais guerra, mais gasto público — socialista de farda é tudo igual.
Renato Professor
23/04/2026
Rick, essa sua frase de efeito é simpática, mas revela um equívoco clássico: gasto militar não é política social, é subsídio estatal às corporações bélicas — o oposto da economia solidária que você tanto teme.
Silvia D.
23/04/2026
Enquanto os governos investem em armas, quem paga a conta é sempre a população — e com impactos diretos na saúde, como cortes em políticas públicas e no financiamento do SUS. O mundo precisa de mais cooperação científica e menos corrida armamentista.
Sgt Bruno 🇧🇷
23/04/2026
Selva! Esses europeus tão brincando com fogo, achando que podem peitar a Rússia como se fosse exercício de quartel. Comunistas na lata de lixo e melancia no campo, mas tem que respeitar força militar de verdade. Quem entende de estratégia sabe que provocação assim só piora tudo!
Carlos A. Mendes
23/04/2026
Difícil saber quem está certo nessa história toda. A Europa diz que reage à Rússia, e a Rússia diz que só responde à Europa. No fim, quem paga a conta é sempre a população comum, enquanto os governos brincam de guerra.
Evelyn Olavo
23/04/2026
Mais uma vez a retórica de “autodefesa” vira justificativa para ampliar arsenais e tensões. Enquanto isso, quem paga a conta são os povos europeus e russos, que veem seus recursos drenados para sustentar essa escalada sem sentido.
Zizi
23/04/2026
Evelyn, você tocou num ponto essencial: a tal “autodefesa” que os governos europeus tanto repetem é, na verdade, uma velha desculpa para alimentar a engrenagem da indústria bélica. Esses meninos mal-educados do liberalismo europeu, que vivem de pregar austeridade e privatização, não hesitam em abrir os cofres públicos quando o assunto é comprar armas dos Estados Unidos. O povo, como sempre, fica com o ônus: cortes em serviços, inflação, desemprego, e o medo constante de uma guerra que serve apenas aos interesses de poucos.
A Rússia, por sua vez, também não é inocente nesse jogo. O Kremlin defende sua soberania, claro, mas o discurso de cerco e ameaça acaba reforçando a lógica da militarização mútua. É o velho ciclo imperialista, que Marx já explicava: cada potência se move para proteger seus capitais e zonas de influência, e quem morre nas trincheiras são os filhos dos trabalhadores. A diferença é que, hoje, a propaganda é mais sofisticada — falam em “valores”, “democracia” e “segurança”, mas é o lucro das corporações de defesa que dita o ritmo.
Enquanto isso, Evelyn, as vozes que pedem paz e cooperação são tratadas como ingênuas. Mas é justamente nelas que reside a saída. O Brasil, com Lula, tem mostrado que diplomacia e soberania não precisam de mísseis, e sim de coragem política e amor ao povo. É preciso romper com essa lógica de blocos armados e lembrar que segurança verdadeira não se constrói com tanques, e sim com pão, escola e dignidade. Esses meninos mal-educados da OTAN e do mercado ainda não aprenderam isso — quem sabe um dia, quando o povo europeu acordar, eles tomem umas boas aulas com a gente.
Lurdinha Deus Acima de Todos
23/04/2026
Vixe Maria 😱 tão armando tudo de novo, é o fim dos tempos mesmo! 🙏🇧🇷🇺🇸
Rubens O Pescador
23/04/2026
Calma, Lurdinha! Fim dos tempos era quando o povo passava fome e o botijão custava o olho da cara. Agora é só barulho de gente grande brigando pra vender arma.
Clarice Historiadora
23/04/2026
Engraçado ver o Kremlin falar em “escalada militar” quando foi justamente a invasão russa da Ucrânia que reacendeu o belicismo europeu. É o velho jogo de espelhos: Moscou finge ser vítima enquanto reativa fantasmas da Guerra Fria. História básica — quem planta expansionismo, colhe cercas e tanques na fronteira.
Tonho Patriota
23/04/2026
EU AVISEI! ISSO É TUDO PLANO DO COMUNISMO PRA DOMINAR O MUNDO, FAZ O L AÍ PRA VER!
Maura Santos
23/04/2026
Calma, Tonho! O único plano que a gente viu dar errado foi o da turma que privatizou tudo e deixou o país no apagão. Melhor fazer o L mesmo, porque pelo menos a luz fica acesa.
Francisco de Assis
23/04/2026
Tonho, tu tá vendo fantasma vermelho até na sombra da tua parede, bicho. O mundo é bem mais complexo que essa paranoia de comunismo — abre o olho que o Brasil agora anda de cabeça erguida, sem patrão estrangeiro mandando.