O presidente Luiz Inácio Lula da Silva manifestou apoio à aplicação do princípio da reciprocidade nas relações com os Estados Unidos, após Washington determinar a saída do delegado da Polícia Federal Marcelo Ivo de Carvalho do território americano.
O Brasil havia retirado anteriormente as credenciais de um agente da DEA. O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, confirmou a medida que suspendeu o acesso do servidor americano às instalações da corporação.
O Itamaraty emitiu nota oficial criticando a reação dos Estados Unidos. A chancelaria afirmou que a medida americana não respeitou as boas práticas diplomáticas nem o memorando de cooperação policial bilateral.
O comunicado deixou claro que o governo aplicaria o princípio da reciprocidade. Essa postura visa defender a soberania nacional e garantir o equilíbrio nas relações entre os dois países.
A embaixada dos Estados Unidos identificou o delegado Marcelo Ivo de Carvalho como o agente afetado pela decisão. O episódio gerou tensão na cooperação de segurança entre Brasília e Washington.
Segundo o Diário do Centro do Mundo, a reação brasileira reforça o compromisso com o respeito mútuo. O portal detalhou como o episódio se desenrolou nos canais diplomáticos.
Lula enfatizou a necessidade de que as normas diplomáticas sejam observadas por todas as partes. O presidente reafirmou que o país não tolera tratamento desigual em território estrangeiro.
A Polícia Federal mantém sua atuação técnica e independente nas parcerias internacionais. A decisão de reciprocidade demonstra o esforço para estabelecer relações baseadas na igualdade entre os parceiros.
O caso ilustra os desafios na cooperação bilateral em temas de segurança e inteligência. As autoridades brasileiras sinalizam disposição para continuar o trabalho conjunto dentro de parâmetros claros e transparentes.
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Fernando O.
23/04/2026
Faz sentido o Brasil responder na mesma moeda. Relação internacional é baseada em equilíbrio, não em submissão. Os bolsonaristas vão chiar, claro, mas reciprocidade é o básico em diplomacia — nada de delírio patriótico, só bom senso.
Clarice Historiadora
23/04/2026
Tá certíssimo o Lula em defender a reciprocidade. Relações internacionais não são colônia — se os EUA acham que podem expulsar autoridade brasileira sem justificativa, têm que aguentar o troco. Isso é soberania, não bravata.
Celio Fazendeiro
23/04/2026
Lá vem o Lula querendo bancar o valentão nas relações internacionais. Em vez de cuidar da bagunça interna, resolve peitar os EUA pra posar de soberano. Esse papo de “reciprocidade” é só cortina de fumaça pra desviar dos problemas reais do país.
Evelyn Olavo
23/04/2026
Finalmente um gesto de firmeza nas relações internacionais. Chega de o Brasil ser tratado como coadjuvante pelos EUA. A reciprocidade é o mínimo que se espera de um país que se respeita.
Maura Santos
23/04/2026
Tá certíssimo o Lula em bancar a reciprocidade. Os EUA vivem se achando os donos do mundo, mas quando o jogo vira, choram. É bom lembrar que na era do “apagão diplomático” da extrema-direita, o Brasil só levava rasteira e ficava quietinho. Agora tem governo que se impõe de novo.
Beto Engenheiro
23/04/2026
Enquanto ficam brigando por diplomacia e reciprocidade, o país continua sem investir pesado em infraestrutura. Quero ver essa firmeza toda aplicada em ferrovia, porto e estrada. Isso sim faria diferença real pro Brasil.
Tadeu
23/04/2026
Sinceramente, política externa nunca enche minha carteira. Enquanto o governo briga com os EUA, o dólar oscila e quem paga a conta somos nós nos investimentos e na inflação. Quero ver é foco na economia real e nas bolsas, não em disputa diplomática.
Pedro
23/04/2026
Enquanto isso a gasolina continua nas alturas e o IPVA não dá trégua. Essa briga diplomática aí é coisa de governo, mas quem tá no volante sente é o peso no bolso todo dia. Reciprocidade boa mesmo seria no preço do combustível.
Vanessa Silva
23/04/2026
Apoiar a reciprocidade é o mínimo para manter relações internacionais equilibradas. Mas espero que isso não vire mais um embate político vazio — o foco deveria ser fortalecer nossas instituições e garantir que cooperação e investigação entre países sigam critérios técnicos, não disputas diplomáticas.
Silvia D.
23/04/2026
Concordo com a posição do Lula. Relações internacionais precisam ser pautadas pelo respeito mútuo — se os EUA tomam uma medida dessas, o Brasil tem todo o direito de responder à altura. A soberania e a dignidade do país também são uma questão de saúde institucional.
Sgt Bruno 🇧🇷
23/04/2026
Selva! Finalmente o Brasil mostrando que não é capacho de gringo. Esses comunistas vivem falando em “reciprocidade”, mas quando é pra defender a pátria, somem. Tem que bater de frente mesmo, chega de passar pano pros EUA ou pra qualquer um!
Eduardo C.
23/04/2026
Reciprocidade é base de qualquer relação internacional séria. Se os EUA expulsaram um delegado brasileiro, é natural o Brasil responder na mesma moeda. Política externa não é emoção, é cálculo — e números mostram que respeito se conquista com equilíbrio de forças.
Carlos A. Mendes
23/04/2026
Acho justo o Brasil responder à altura. Os EUA sempre jogam pesado quando é do interesse deles, então nada mais normal que a gente também se imponha. Não é questão de ser contra ou a favor do governo, é questão de respeito entre países.
Miriam
23/04/2026
Nada mais justo do que aplicar reciprocidade. Relações internacionais não são amizade, são protocolo e respeito mútuo. O importante é agir com serenidade e manter o funcionamento institucional em ordem, sem cair em histeria ideológica de nenhum lado.
Lurdinha Deus Acima de Todos
23/04/2026
É isso aí, Lula! Tem que dar o troco, ninguém pisa no Brasil não 🇧🇷🙏🇺🇸
Luciana
23/04/2026
Enquanto eles brigam por diplomacia e cargos, a gente aqui continua contando moeda pra pagar o gás e o cartão no fim do mês. Reciprocidade boa seria baixar os juros pros pequenos e fazer o dinheiro girar de verdade. Política externa não enche prato de ninguém.
Tonho Patriota
23/04/2026
FAZ O L AÍ QUE O TIO SAM TÁ RINDO DA TUA CARA, COMUNISTA!
Rick Ancap
23/04/2026
Mais um teatrinho estatal… se fosse empresa privada resolvia em cinco minutos.
Francisco de Assis
23/04/2026
Rick, empresa privada não resolve soberania, meu caro. Quando é o Brasil que tá em jogo, não tem “cinco minutos” — tem dignidade e respeito entre nações.
Zé Trovãozinho
23/04/2026
Ah pronto, lá vem o governo querer bancar o durão com os EUA, como se o Brasil fosse alguma potência. Fala em “reciprocidade”, mas vive bajulando ditaduras tipo Cuba e Venezuela. Quer pagar de soberano, mas é a Cuba do Norte em construção. STF deve estar aplaudindo de pé.
Zizi
23/04/2026
Ô, Zé Trovãozinho, meu filho, parece que você ainda não entendeu o básico das relações internacionais. Reciprocidade não é “bancar o durão”, é um princípio elementar da diplomacia entre países soberanos. Se os Estados Unidos decidem expulsar um representante brasileiro sem justificativa clara, o Brasil tem, sim, todo o direito — e o dever — de responder na mesma moeda. Isso não é bravata, é respeito próprio. Um país que se ajoelha diante de outro deixa de ser nação e vira colônia, e nós já passamos tempo demais sob o cabresto das potências do Norte. Agora, essa mania de chamar qualquer relação com Cuba ou Venezuela de “bajulação” é puro discurso pronto dos meninos mal-educados que confundem independência com submissão. O Brasil dialoga com todos, inclusive com os EUA, a China e a União Europeia. Isso se chama política externa multilateral, não “ditadura tropical”. Quando Lula fala em integração latino-americana, ele está resgatando o legado de Celso Amorim, de San Tiago Dantas, de Darcy Ribeiro — gente que entendia que o Sul global precisa se unir para não ser eternamente explorado. E sobre o STF “aplaudindo de pé”, veja bem: o Supremo tem mais o que fazer do que bater palmas pra diplomacia. Mas se você quer falar de instituições, lembre-se de que foi o respeito a elas que permitiu o Brasil voltar à normalidade depois do pesadelo autoritário recente. O problema não é o governo “querer pagar de soberano”, é parte da sociedade ainda preferir ser vassala. Aprende, menino: defender a soberania nacional é defender o povo brasileiro, não um partido.
Rubens O Pescador
23/04/2026
Ô Zé Trovãozinho, soberania não é bater continência pros gringos, não. Na época que o Lula mandava, o povo comia churrasco no domingo e o dólar não mandava na nossa vida. Hoje tem gente achando bonito se ajoelhar pra Tio Sam e ainda chamando isso de patriotismo.
Karina Libertária
23/04/2026
Ah pronto, agora o Lula quer bancar o tough guy com os EUA? Fica pagando de estadista, mas vive defendendo ditadura amiga. Se o delegado foi expulso, deve ter motivo — americano não brinca em serviço. Melhor o Brasil focar em atrair investimento, não em tretar com quem manda no game.
Jeferson da Silva
23/04/2026
Karina, quem “manda no game” é o povo que sua dentro das fábricas, não o patrão estrangeiro. Respeito entre países é o mínimo — ajoelhar pros EUA nunca trouxe investimento decente, só precarização e salário arrochado.
Adalberto Livre
23/04/2026
AGORA VAI COMEÇAR A BRIGUINHA DIPLOMÁTICA, E QUEM PAGA O PATO SOMOS NÓS!
Alice T.
23/04/2026
Adalberto, “brigunha” nada — isso é o mínimo de dignidade diplomática. Os EUA vivem expulsando gente e acham normal, mas quando o Brasil reage, vira drama?
Marcos Conservador
23/04/2026
Mais uma demonstração de como o governo Lula adora criar confusão com quem realmente importa. Em vez de buscar parceria e respeito, prefere esse papo de “reciprocidade”, como se fosse briga de recreio. É o velho antiamericanismo travestido de soberania.
Renato Professor
23/04/2026
Marcos, reciprocidade não é briga de recreio, é princípio elementar das relações internacionais. Quem confunde soberania com “antiamericanismo” revela que ainda pensa o Brasil como colônia, não como nação.
Augusto Silva
23/04/2026
Marcos, reciprocidade não é briga de recreio, é o básico das relações internacionais. Soberania não se terceiriza — e parceria de verdade só existe entre iguais, não entre quem abaixa a cabeça e diz “yes, sir” pra tudo.
Mariana Ambiental
23/04/2026
Marcos, reciprocidade não é briga de recreio, é o mínimo que se espera entre países soberanos. O problema é que muita gente confunde subserviência com diplomacia.