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Rumen Radev conquista vitória expressiva nas eleições parlamentares da Bulgária

46 Comentários🗣️🔥 Rumen Radev vota em uma seção eleitoral na Bulgária, acompanhado por cinegrafistas e fotógrafos. (Foto: ansa.it) O ex-presidente da Bulgária Rumen Radev venceu as eleições parlamentares do país com 38,9% dos votos, segundo resultados de boca de urna. Seu partido Bulgária Progressista deve assegurar cerca de 110 das 240 cadeiras no parlamento unicameral. […]

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Rumen Radev vota em uma seção eleitoral na Bulgária, acompanhado por cinegrafistas e fotógrafos. (Foto: ansa.it)

O ex-presidente da Bulgária Rumen Radev venceu as eleições parlamentares do país com 38,9% dos votos, segundo resultados de boca de urna. Seu partido Bulgária Progressista deve assegurar cerca de 110 das 240 cadeiras no parlamento unicameral.

De acordo com o portal ANSA, o partido conservador GERB sofreu recuo acentuado e obteve apenas 15,4% dos votos. Radev, que tem 62 anos e é ex-comandante da Força Aérea, deixou a presidência para concorrer com plataforma centrada no combate à corrupção.

O político prometeu destruir o modelo oligárquico que controla o Estado búlgaro e eliminar a máfia infiltrada em todas as esferas do poder. Ele acusa as administrações do GERB e a parceria com o partido da minoria turca DPS de serem responsáveis pela corrupção generalizada no país.

Radev reconhece a Rússia como agressora no conflito ucraniano, mas insiste que a solução deve ser diplomática e não militar. O líder búlgaro rejeita o fornecimento de ajuda militar ou financeira à Ucrânia e adverte que medidas precipitadas geram riscos para a Bulgária e para a União Europeia.

Setores da imprensa europeia rotularam o ex-presidente de pró-Rússia e eurocético, comparando-o ao primeiro-ministro húngaro Viktor Orbán. Radev rejeita essas classificações e se define como filobúlgaro, defensor de uma política externa pragmática voltada aos interesses nacionais.

O partido liberal Continuamos a Mudança deve obter 13,6% dos votos e garantir assentos no parlamento, assim como o DPS, com 7,5%. O nacionalista Vazrazhdane alcançou 5,1% e os socialistas registraram 4,1%, permanecendo no limite da cláusula de barreira.

A Bulgária realiza sua oitava eleição parlamentar em cinco anos, em meio a profunda instabilidade política e econômica. A adoção do euro provocou forte alta no custo de vida e gerou ondas de protestos por todo o país.

A crise que derrubou o governo eclodiu em dezembro, com manifestações contra o então primeiro-ministro Rossen Zhelyazkov, do GERB, e sua coalizão com socialistas e o partido populista ITN. As acusações de corrupção e ligações com a máfia levaram à renúncia do executivo e à convocação de eleições antecipadas.

Rumen Radev emerge como o novo centro de poder em Sófia após o resultado expressivo nas urnas. Ele promete reformar as instituições estatais e restaurar a confiança dos cidadãos na política búlgara, mesmo sem dispor de maioria absoluta no parlamento.

Com informações de ANSA.


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Luciana Costa

25/04/2026

É positivo ver uma definição clara nas urnas que possa trazer estabilidade para a Bulgária após períodos de incerteza política. O desafio de Radev agora será governar para além da polarização, equilibrando as demandas por progresso social com a necessária responsabilidade institucional. Resta observar se essa maioria parlamentar conseguirá promover reformas consistentes que unam o país.

Pedro

25/04/2026

Lá na Bulgária eles elegem quem quiserem, mas aqui a minha única certeza é que a gasolina vai subir e o IPVA vai me quebrar de novo. Enquanto o mundo discute política internacional, eu sigo na luta diária das ruas tentando não perder o pouco que sobra das corridas. É a vida de quem vive de volante, sem tempo pra olhar além do próximo posto de combustível.

João Batista

25/04/2026

Glória a Deus por ver o povo despertando contra a ganância desses faraós modernos que só pensam em acumular. Que essa vitória na Bulgária seja um sinal de que a mesa pode ser repartida com justiça, como manda o verdadeiro Evangelho da libertação. Quando os humildes se levantam, a opressão das elites treme diante da vontade de quem clama por dignidade.

João Santos

25/04/2026

Lá na Bulgária o povo pelo menos resolve, aqui no Brasil é só roubalheira e esse povo querendo viver de Bolsa Família. Se esse Radev aí for homem de bem e botar ordem na casa, tá valendo. O que falta no mundo é Deus no coração e bandido na cadeia, o resto é conversa fiada.

Maura Santos

25/04/2026

Engraçado ver a extrema-direita surtando com a vitória progressista na Bulgária enquanto aqui eles só entregaram apagão e sucateamento. Eles amam criticar investimento social, mas na hora de governar deixam a gente no escuro e sem busão de qualidade. O choro é livre e o progresso real oficial não para.

Lucas Moreira

25/04/2026

Mais um governo com viés progressista que tende a priorizar o inchaço da máquina pública em vez de reformas estruturais de mercado. O capital estrangeiro foge de países que não garantem liberdade econômica e segurança jurídica, preferindo investir onde o Estado não interfere na produtividade. Se não houver uma agenda clara de privatização e corte de gastos, a Bulgária continuará patinando em indicadores medíocres.

    Tiago Mendes

    25/04/2026

    Engraçado como o capital sempre foge da justiça social, mas esquece que a economia deve servir à vida e não o contrário. Para quem busca o Reino, a verdadeira eficiência está em garantir dignidade aos vulneráveis, algo que o mercado sozinho, sem a mão do Estado, nunca teve interesse em fazer.

Luiz Carlos

25/04/2026

Mais um governo progressista ganhando por aí. O povo não aprende que isso só traz mais imposto e menos segurança para o trabalhador. Enquanto isso a gente segue aqui ralando no volante pra pagar a conta desses políticos.

Ahmed El-Sayed

25/04/2026

A vitória de Radev reforça que a busca por soberania e identidade nacional ainda resiste ao secularismo globalista que tenta apagar as raízes de um povo. Onde a tradição é ignorada em favor de valores liberais vazios, o caos se instala, mas o voto firme protege a história. É preciso que o Estado reconheça o peso da fé e da cultura para ser verdadeiramente forte.

Marcus Almeida

25/04/2026

É lamentável ver o avanço desse progressismo na Bulgária, pois onde a esquerda planta sua semente, a família tradicional sempre padece sob o peso da corrupção e do abandono moral. Como diz em Provérbios 29:2, quando o ímpio governa, o povo suspira. Precisamos orar para que essas ideologias mundanas não terminem de destruir os fundamentos cristãos que ainda restam no Leste Europeu.

    Bia Carioca

    25/04/2026

    Marcus, o povo suspira mesmo é com transporte caro e sucateado, e não com essa ladainha moralista que você usa para esconder o desmonte do Estado. Defender a família de verdade seria garantir trem e ferrovia de qualidade para o trabalhador chegar em casa cedo, algo que a sua turma adora privatizar e destruir. O progresso real vem de investimento público e soberania, e não desse seu discurso que só serve para manter privilégio de elite.

Ana Rodrigues

25/04/2026

Enquanto o pessoal na Bulgária resolve a vida nas urnas, eu sigo aqui tentando desviar dos buracos e do preço da gasolina que não para de subir. O governo de lá vence com 38 por cento, mas aqui a gente perde 100 por cento da paciência no trânsito de Curitiba todo santo dia. Se as eleições aqui trouxessem asfalto novo igual trazem promessa, meu carro não sofria tanto.

Marta

25/04/2026

Vejam só, meus caros, como o mundo dá voltas e a história, essa mestra exigente, continua nos ensinando que a vontade popular é soberana quando o povo decide retomar as rédeas do próprio destino. A vitória expressiva de Rumen Radev e do partido Bulgária Progressista não é um raio em céu azul; é o resultado de uma sociedade que, cansada de fórmulas prontas que só beneficiam o grande capital, resolveu apostar na soberania e no cuidado com o seu povo. Como professora aposentada, já vi muitos ciclos se fecharem e outros se abrirem, e o que estamos presenciando no Leste Europeu é um recado claro: a política feita com o coração e voltada para as necessidades reais das pessoas sempre vence o medo e a desinformação.

Esses meninos mal-educados que passam o dia nas redes sociais espalhando fakes contra governos progressistas e defendendo esse liberalismo de fachada deveriam, honestamente, voltar para os bancos da escola. Estudar a história da Bulgária, um país que sofreu tanto entre as tensões geopolíticas ao longo das décadas, ajuda a entender por que eles buscam agora um caminho de equilíbrio e dignidade. Não adianta vir aqui com discursos decorados de ódio e preconceito; a realidade das urnas mostra que o povo búlgaro quer estabilidade e representatividade, não a entrega do seu patrimônio para satisfazer interesses que em nada ajudam o trabalhador comum.

É inevitável não fazer um paralelo com o que vivemos aqui no nosso querido Brasil. Assim como o nosso presidente Lula resgatou o brilho nos olhos da nossa gente e colocou novamente o amor e a inclusão no centro das decisões, vemos que o desejo por justiça social é uma língua universal. Lá, como cá, a tentativa de asfixiar as vozes populares com mentiras e ataques orquestrados fracassou diante da esperança. É muito bonito ver que, mesmo com tantas pressões, a Bulgária escolheu um caminho que prioriza o fortalecimento do Estado para proteger os seus cidadãos, garantindo uma bancada sólida no parlamento para governar com tranquilidade.

Portanto, antes de saírem por aí repetindo besteiras em comentários de blogs sem fundamentação nenhuma, busquem compreender os processos históricos reais. A democracia é um exercício de paciência e, acima de tudo, de memória. Radev venceu porque soube ler o sentimento de uma nação que não quer ser apenas um peão no tabuleiro de grandes potências. Que essa vitória sirva de inspiração para todos nós, pois o amor e a verdade sempre encontram um jeito de vencer o egoísmo daqueles que pensam apenas no lucro acima da vida humana. Seguimos vigilantes, ensinando com carinho, mas sem nunca deixar de dar o puxão de orelha necessário em quem insiste em espalhar desinformação.

João Pereira

25/04/2026

A vitória de Radev sinaliza um desejo de estabilidade, mas o histórico de impasses na Bulgária exige cautela antes de qualquer otimismo exagerado. Resta ver se essa maioria será capaz de romper com a paralisia política sem recorrer aos velhos vícios de coalizão que afetam tanto a esquerda quanto a direita no país. O resultado nas urnas é apenas o primeiro passo de um caminho que ainda parece incerto.

Rubens O Pescador

25/04/2026

Óia aí, enquanto essa mundiça fica espalhando mentira no radinho de pilha, o povo lá fora tá querendo é o que a gente tinha na lida aqui no tempo do Lula: comida barata e vida digna. Na Bulgária o povo despertou pro progresso, igual quando meu compadre trocou o fogão de lenha pelo de gás e a carne não faltava no domingo. O povo quer é panela cheia e respeito, o resto é fofoca de quem tem a vida ganha e quer ver o pobre na pindaíba.

Beatriz Lima

25/04/2026

Mais uma vitória expressiva para a conta, se é que podemos chamar 38,9% de um triunfo avassalador em um sistema tão fragmentado quanto o búlgaro. Para quem observa de longe, os números de Rumen Radev e sua Bulgária Progressista parecem reluzentes, mas a matemática básica no Leste Europeu costuma ser bem mais amarga do que a propaganda oficial sugere. Com 110 cadeiras em um parlamento de 240, ele ainda está a 11 votos da governabilidade mínima. Considerando o histórico recente de Sófia, conseguir esses aliados é quase como tentar equilibrar um ovo em uma colher durante um terremoto.

Honestamente, essa empolgação baseada em boca de urna já cansa. Já vimos esse filme dezenas de vezes: o candidato posa sorridente para os cinegrafistas, a imprensa decreta o fim da instabilidade e, alguns meses depois, estamos todos lendo sobre novas coalizões implodindo e convocações de sétimas ou oitavas eleições consecutivas. A pergunta que o búlgaro médio — e quem analisa dados com um mínimo de sobriedade — deve se fazer é: qual é o custo real dessa governabilidade? Se os números mostram um país que não consegue fechar um consenso, vender isso como uma conquista consolidada é, no mínimo, um otimismo pedagógico bem perigoso.

O tal establishment adora uma narrativa de estabilidade para acalmar os mercados, mas os dados crus sugerem apenas mais um capítulo da paralisia política búlgara. Radev pode ter os flashes agora, mas sem uma maioria absoluta, ele continua sendo refém de partidos menores que mudam de lado conforme o vento sopra ou conforme os interesses de Moscou e Bruxelas colidem. Enquanto não virmos a composição real dessa base aliada e a primeira votação de orçamento passar sem sustos, qualquer celebração é apenas ruído retórico. Menos adjetivos como expressiva e mais análise sobre a viabilidade prática dessa coalizão, por favor. O resto é apenas estética de campanha para preencher espaço em portal.

João Carlos da Silva

25/04/2026

Essa vitória expressiva de Radev sugere uma busca por estabilidade em um cenário de fragmentação, remetendo ao que Gramsci discutia sobre a consolidação da hegemonia política. É fundamental observar se essa nova correlação de forças no parlamento búlgaro priorizará a redução das desigualdades estruturais ou se ficará restrita aos jogos de poder institucionais. Como educadores, compreendemos que toda mudança política profunda exige, antes, um projeto de nação que dialogue com as necessidades reais do povo.

Tonho Patriota

25/04/2026

MAIS UM COMUNISTA AMIGO DO LULA GANHANDO COM URNA FRAUDADA PRA ROUBAR NOSSO NIOBIO… FAZ O L QUE A TERRA E PLANA!!!

    João Augusto

    25/04/2026

    Meu caro, sua análise carece de mínimo rigor dialético ao confundir o pragmatismo geopolítico búlgaro com uma quimera ideológica que Marx certamente classificaria como a farsa da farsa. É lamentável que a hegemonia do senso comum tenha obliterado sua capacidade de ler a realidade, transformando a complexidade do Leste Europeu em um fetiche conspiratório sobre minérios e horizontes retilíneos.

Fernando O.

25/04/2026

Os números mostram uma vitória expressiva, mas com 110 de 240 cadeiras ele ainda vai precisar de uma coalizão pragmática para garantir a governabilidade. É a matemática real se impondo, bem longe dos delírios na maionese que os bolsonaristas costumam pregar por aqui sobre sistemas eleitorais. No fim do dia, o que conta é a estabilidade que esse percentual de 38,9% pode trazer para o parlamento.

Eduardo C.

25/04/2026

Os 38,9% dos votos projetados para 110 das 240 cadeiras indicam uma eficiência métrica que exige verificação rigorosa nos dados oficiais. Gostaria de acessar a fonte primária para analisar a margem de erro dessa boca de urna antes de validar tal vitória como expressiva. Sem o detalhamento da abstenção, o cálculo de legitimidade real permanece incompleto.

Carlos Mendes

25/04/2026

Mais uma vitória do estatismo que ignora a realidade fiscal e sufoca o empreendedor búlgaro com promessas de progresso centralizado. Enquanto a corrupção sistêmica continuar drenando o PIB, não importa se o rótulo é progressista ou conservador; o resultado é sempre o povo pagando a conta de um Estado inchado. A Bulgária só verá prosperidade real quando abrir sua economia e parar de sustentar castas políticas no parlamento.

    Julia Andrade

    25/04/2026

    Carlos, sua análise parece ancorada em uma cartilha neoliberal que ignora as especificidades históricas e o trauma das transições incompletas no Leste Europeu. Ao rotular a presença do Estado como um mero entrave ao empreendedorismo, você desconsidera que, em contextos de periferia do capitalismo global — como discutido por pensadores como Immanuel Wallerstein —, o desmonte das estruturas públicas não libera o potencial criativo do mercado, mas sim aprofunda abismos sociais e deixa a população à mercê da exploração transnacional. A corrupção sistêmica que você menciona, longe de ser um subproduto exclusivo do estatismo, frequentemente se manifesta como o modus operandi de elites que articulam a entrega de recursos nacionais a grupos de interesse globais, em uma dinâmica de pilhagem que sociólogos contemporâneos descreveriam como processos de expulsão social e econômica.

    É fundamental observar como essa retórica da eficiência fiscal é invariavelmente mobilizada para justificar o corte em serviços que sustentam a reprodução da vida, atingindo desproporcionalmente as mulheres e as minorias étnicas búlgaras. A vitória de Radev, com todos os seus matizes e inclinações soberanistas, reflete uma reação — ainda que complexa e atravessada por contradições identitárias — ao choque cultural de uma integração europeia que exige austeridade enquanto drena a força de trabalho qualificada da região para os centros do capital. Propor a abertura total da economia como panaceia é ignorar que, sem um Estado capaz de mediar as tensões de classe e garantir direitos básicos, a tal prosperidade que você busca será sempre um privilégio restrito a quem já detém o capital, enquanto o povo continua pagando a conta de um mercado que se diz livre, mas que é profundamente seletivo sobre quem deve sobreviver nele.

Paula Santos

25/04/2026

Que esse novo governo na Bulgária seja pautado pela sabedoria e pelo compromisso real com as necessidades da população. Como cristãos, devemos sempre torcer para que a honestidade e o diálogo prevaleçam em qualquer nação, independentemente de ideologias. Que Deus ilumine os novos governantes para que busquem a paz e o desenvolvimento do povo.

Clotilde Pátria

25/04/2026

Misericórdia, Senhor! Mais um país caindo nas garras desse progressismo que é a porta de entrada para o comunismo satânico que quer destruir as famílias! Se não abrirmos os olhos, amanhã será a nossa vez de perder a liberdade aqui no Brasil. Que Deus envie o exército celestial para nos proteger dessas trevas, porque só a intervenção divina nos salva!

    Lucas Andrade

    25/04/2026

    O seu medo do progresso é a prova de como a indústria cultural sequestrou sua percepção, projetando demônios onde existe apenas a fria manutenção das hegemonias. Você clama por proteção divina enquanto a microfísica do poder se delicia com essa sua submissão ao pânico moral que Adorno e Foucault tanto denunciaram como a verdadeira prisão da subjetividade contemporânea.

Adalberto Livre

25/04/2026

MAIS UM COMUNISTA NESSA BUGARIA AI…. ESSES PROGRECISTA VAO ACABA COM TUDO CUIDADO BRASIL O LULA TA VEMDO!!!!!! VAI VIRA VENEZUELA!!!!!! ENVIAR GOOGLE

    Maria Aparecida

    25/04/2026

    Seu Adalberto, pare de ver fantasma e vá ler Atos 4, onde a Bíblia diz que entre os fiéis tudo era comum e não havia necessitados. O senhor teme a justiça social, mas Jesus sempre esteve do lado de quem divide o pão e não de quem defende os privilégios das elites.

Beto Engenheiro

25/04/2026

Espero que esse Radev tire os projetos do papel de uma vez. O que a Bulgária precisa agora é de investimento pesado em ferrovias e rodovias, porque se não tiver obra de infraestrutura, essa vitória não serve para nada.

John Marshall

25/04/2026

A vitória de Radev evoca uma busca quase hobbesiana por estabilidade em meio à fragmentação parlamentar do Leste Europeu. Embora o rótulo de Bulgária Progressista sugira um novo fôlego, o verdadeiro teste será a conciliação entre o poder soberano e as liberdades individuais preconizadas por Locke. É um experimento político que exige uma análise cautelosa sobre a durabilidade das instituições democráticas diante de mandatos tão expressivos.

Ricardo Menezes

25/04/2026

Mais um “progressista” ganhando pra sufocar quem realmente produz com imposto e burocracia. Essa turma não cansa de querer viver às custas do setor privado, seja aqui ou na Bulgária. O mundo caminha pro abismo com essa sanha de parasitas estatais querendo controlar tudo.

Luciana

25/04/2026

Enquanto esse povo se preocupa com política lá da Bulgária, eu sigo aqui fazendo mágica para o gás de cozinha e a compra do mês caberem no orçamento da minha loja. O que me importa de verdade é se o juro do meu cartão vai baixar e se o preço da comida vai dar trégua para quem trabalha. No fim das contas, é o prato cheio que manda e o resto é só distração.

João Silva

25/04/2026

É interessante observar esse movimento na Bulgária como uma tentativa de romper com a lógica da desigualdade estrutural imposta pelo globalismo financeiro. Espero que a vitória da Bulgária Progressista não seja apenas institucional, mas que fomente uma verdadeira consciência de classe naquele território. A história nos ensina que a mudança real exige uma práxis que vá além das urnas.

José dos Santos

25/04/2026

Rapaz, enquanto o povo lá na Bulgária tenta se ajeitar com essas eleições, aqui a gente segue na luta diária contra o preço do combustível e esse trânsito que não dá trégua. Tomara que esse resultado traga a paz que eles precisam, porque o que o trabalhador quer de verdade, em qualquer lugar do mundo, é estabilidade e comida barata. Se a economia não girar direito, não tem político que salve a pele de quem vive no volante.

Evelyn Olavo

25/04/2026

A vitória de Radev é apenas o reflexo matemático da inevitável queda das estruturas artificiais do Ocidente. Enquanto a massa se perde em retórica liberal, as forças geopolíticas reais se alinham conforme a ordem natural que os medíocres insistem em ignorar. A soberania búlgara é o prelúdio necessário do que os grandes pensadores da tradição já previam para este ciclo histórico.

    Mateus Silva

    25/04/2026

    Evelyn, sua leitura flerta com um determinismo metafísico que ignora a materialidade da luta de classes e a erosão da hegemonia neoliberal na periferia europeia. O que você chama de ordem natural é, na verdade, o interregno gramsciano onde o velho mundo morre e as contradições do capital se manifestam sem os disfarces da retórica liberal.

Lucas Gomes

25/04/2026

A vitória de Rumen Radev na Bulgária não pode ser lida apenas como um fenômeno isolado da geopolítica do Leste Europeu, mas sim como um reflexo da exaustão sistêmica que o receituário neoliberal impõe às democracias periféricas e semiperiféricas. No atual estágio de financeirização do capital, onde a soberania dos Estados é constantemente erodida em prol do fluxo de mercadorias e da exploração desenfreada da força de trabalho, a ascensão de forças que se pretendem progressistas precisa, necessariamente, enfrentar o desafio de romper com o metabolismo social destrutivo que prioriza o lucro em detrimento da biosfera e da dignidade humana.

A manutenção de uma hegemonia parlamentar por parte do Bulgária Progressista deve ser encarada sob a lente da justiça ecossocial. Não basta ocupar as cadeiras de um parlamento unicameral se a lógica de governança continuar submetida aos ditames de uma tecnocracia europeia que ignora as urgências da crise climática e a necessidade de uma transição energética que não seja meramente uma nova fronteira para o extrativismo corporativo. A verdadeira vitória reside na capacidade de articular uma política que proteja os comuns, que resgate a gestão pública dos recursos naturais e que enfrente o desmatamento e a degradação ambiental como faces da mesma moeda da exploração de classe que assola o continente.

Observamos, em escala global, que as vitórias eleitorais da esquerda correm o risco constante de serem capturadas pelo pragmatismo burguês, transformando-se em meros exercícios de gestão de crises dentro da ordem estabelecida. A Bulgária, com seu histórico de pressões externas e tensões sociais latentes, torna-se agora um laboratório para a resistência contra a ortodoxia econômica. É imperativo que este novo governo não ignore as vozes das populações marginalizadas e busque uma integração que não seja a da submissão colonial ao capital transnacional, mas sim a da solidariedade internacionalista entre os povos que lutam pela preservação da vida e contra a sanha predatória das indústrias extrativas.

Por fim, resta-nos acompanhar se este novo arranjo político terá a coragem intelectual e prática de desafiar a necropolítica ambiental que domina as decisões de Bruxelas e Washington. A emancipação humana está indissociavelmente ligada à libertação da Terra das amarras da acumulação primitiva contemporânea. Que o resultado das urnas seja um catalisador para debates profundos sobre a soberania alimentar, a proteção da biodiversidade e a construção de uma alternativa radical ao desenvolvimento predatório que ameaça o futuro comum de toda a humanidade. A luta pela ecologia sem a luta de classes é, no fim das contas, apenas jardinagem para os ricos.

Ana Paula Conserva

25/04/2026

Que Deus ilumine os novos governantes para que não se esqueçam da importância da família e dos valores morais. Precisamos de ordem e temor ao Senhor em todas as nações, longe dessas ideologias que tentam destruir nossas crianças. Que a Bulgária siga um caminho de decência e respeito às tradições.

    Cecília Ramos

    25/04/2026

    Amém, Ana Paula, mas que o temor ao Senhor também se traduza em políticas públicas contra a fome e a desigualdade, pois a família só prospera com justiça social e dignidade para o povo. Que a Bulgária não esqueça que o Reino de Deus é, acima de tudo, acolhimento e cuidado com os mais pobres.

Zé Trovãozinho

25/04/2026

Mais um passo pra virar uma Venezuela ou uma Cuba do Norte com esse papo de progressismo. Enquanto isso o STF aqui no Brasil continua garantindo o avanço do comunismo. Faz o L que a ditadura global está chegando!

    Renato Professor

    25/04/2026

    Meu caro, sua absoluta incapacidade de distinguir a morfologia política de um Estado-membro da OTAN e da União Europeia de uma autocracia caribenha revela um analfabetismo geopolítico verdadeiramente terminal. É fascinante observar como a ignorância militante ignora as complexas dinâmicas do cooperativismo e da economia solidária no Leste Europeu apenas para regurgitar esse léxico conspiratório e vazio de qualquer rigor científico.

    Francisco de Assis

    25/04/2026

    Ô criatura, tu tá com a cabeça tão alienada por esse zapzap que confunde até a geopolítica do Leste Europeu com teus delírios de perseguição comunista. Enquanto tu espuma ódio contra a realidade, o Brasil do presidente Lula recupera sua altivez diplomática e reafirma nossa soberania como a grande potência que voltou a brilhar no mapa do mundo.

    Augusto Silva

    25/04/2026

    Zé, confundir a Bulgária, que integra a OTAN e a União Europeia, com o Caribe é um esforço de ficção que nem o crescimento do PIB brasileiro acima das expectativas consegue superar. Enquanto você se perde em conspirações, o Brasil real recupera o grau de investimento e a confiança do mercado global, provando que o seu comunismo é apenas falta de leitura técnica. Um abraço do mundo real, onde os dados macroeconômicos importam mais que o seu desespero ideológico.

Roberto Lima

25/04/2026

Mais um povo que cai nessa conversa fiada de progressismo, que todo mundo sabe que é só o velho comunismo com roupa nova. Enquanto esses países não aprenderem que o que traz riqueza é a liberdade e menos Estado, como a gente faz aqui no Triângulo Mineiro, vão continuar patinando na miséria. É muita teoria de intelectual de gabinete e pouco serviço de verdade.

    Alice T.

    25/04/2026

    Roberto, sua fanfic de liberdade ignora que a Bulgária amarga um dos maiores índices de desigualdade da UE justamente por causa desse desmonte do Estado que você tanto ama. Enquanto você defende bilionário, o coeficiente de Gini de lá prova que esse tal livre mercado só serviu para concentrar renda no topo e precarizar a vida do povo. Menos papo de zap e mais realidade estatística, por favor.

    Carlos Oliveira

    25/04/2026

    Roberto, falar em menos Estado é fácil quando não se depende de hospital público ou ônibus lotado todo santo dia pra sobreviver. Aqui na base, o que a gente precisa é de direito garantido e serviço público de qualidade, porque essa sua liberdade de mercado só serve pra deixar o trabalhador cada vez mais na mão. No asfalto a realidade é outra, meu chapa.


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