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Trump critica a OTAN e a classifica como ‘inútil’ no Estreito de Ormuz

75 Comentários🗣️🔥 Ilustração editorial sobre Trump critica a OTAN e a classifica como ‘inútil’ no estreito de Ormuz. (Ilustração: Cafezinho / Flux Pro) O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, criticou duramente a Organização do Tratado do Atlântico Norte ao tratar da situação no estreito de Ormuz. Ele afirmou que a aliança militar é ‘inútil’ […]

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Ilustração editorial sobre Trump critica a OTAN e a classifica como 'inútil' no estreito de Ormuz. (Ilustração: Cafezinho / Flux Pro)

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, criticou duramente a Organização do Tratado do Atlântico Norte ao tratar da situação no estreito de Ormuz. Ele afirmou que a aliança militar é ‘inútil’ quando realmente necessária e que os Estados Unidos não precisam de seu apoio direto na região.

O chanceler iraniano Abbas Araghchi anunciou a reabertura do corredor estratégico de transporte de petróleo e gás para todos os navios comerciais. Trump confirmou a reabertura em publicação na rede Truth Social e alegou que o Irã havia se comprometido a nunca mais interromper o tráfego marítimo no local.

O presidente norte-americano deixou claro que a pressão sobre embarcações iranianas vai continuar até que as exigências de Washington sejam totalmente atendidas. Essa postura reafirma a estratégia de pressão máxima adotada contra Teerã em meio às atuais tensões bilaterais.

Trump tem repetido críticas aos membros europeus da OTAN por não se envolverem de forma mais direta nas operações no Oriente Médio. O mandatário americano chegou a sugerir que os Estados Unidos poderiam reconsiderar seu papel dentro da aliança transatlântica.

O presidente da França, Emmanuel Macron, ordenou o envio de um porta-aviões e navios de escolta para as águas do Oriente Médio com o objetivo de salvaguardar as rotas energéticas nacionais. Macron convocou ainda uma reunião de líderes europeus em Paris para debater a crise no estreito de Ormuz e alinhar posições comuns.

O primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, co-presidiu o encontro ao lado de Macron e revelou o plano de estabelecer uma missão multinacional para assegurar a liberdade de navegação na região. A proposta europeia visa oferecer uma alternativa à abordagem unilateral de Washington e proteger os interesses energéticos do continente.

Trump respondeu à iniciativa europeia com desdém e classificou Starmer como um ‘amigo de conveniência’. O presidente indicou ainda que poderia revisar o acordo comercial firmado com Londres, que havia poupado o Reino Unido de novas tarifas.

O estreito de Ormuz, situado entre o Golfo Pérsico e o Golfo de Omã, é uma das passagens marítimas mais críticas do planeta. A rota responde pelo transporte de aproximadamente um quinto de todo o petróleo comercializado no mundo, e sua interrupção gera impactos imediatos nos preços globais de energia.

As declarações de Trump expõem o crescente unilateralismo que define a política externa dos Estados Unidos. Elas também revelam fissuras importantes na cooperação entre Washington e seus aliados europeus no contexto de crises no Oriente Médio.

A comunidade internacional acompanha os próximos passos após a reabertura do estreito. A postura de Trump em relação à OTAN pode contribuir para uma redefinição das alianças globais e para o fortalecimento de uma ordem internacional mais multipolar.

Leia mais sobre o assunto na rt.com.


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Comentários

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Fernando O.

25/04/2026

O Trump ignora que o custo operacional de manter a hegemonia sozinho seria ordens de grandeza maior do que o rateio atual com a OTAN. Chamar a aliança de inútil no Estreito de Ormuz é aquele típico delírio na maionese que a turma dele adora, ignorando a logística de defesa básica. Quem olha os números reais sabe que essa retórica não se sustenta na contabilidade dos gastos militares globais.

Lurdinha Deus Acima de Todos

25/04/2026

Trump está certo essa tal de Ontan não serve pra nada só pra perseguir cristão no Estreito de Arroz e depois vão fechar nossas igrejas aqui!!!! 🇧🇷🙏🇺🇸 Vigiai povo de Deus o fim está próximo!!!!

Beatriz Lima

25/04/2026

Trump chamando a OTAN de inútil no Estreito de Ormuz é o tipo de pérola geopolítica que a gente só consegue digerir se ignorar sumariamente como funcionam os tratados internacionais. Honestamente, esperar que uma aliança cujo próprio nome limita sua atuação ao Atlântico Norte resolva gargalos logísticos e tensões regionais no Golfo Pérsico é de um otimismo cego ou de um mau-caratismo retórico invejável. Ele sabe que a regra do jogo não é essa, mas o palanque fala mais alto que o texto jurídico. É a velha tática de criar um problema geográfico inexistente para justificar uma cobrança financeira bem real.

Se formos analisar os fatos sem o filtro da histeria, a OTAN não tem mandato automático para patrulhar rotas de petróleo fora da sua zona de influência, a menos que algum membro sofra um ataque direto que acione o Artigo 5. O que Trump faz aqui é o clássico gaslighting diplomático: ele ignora as limitações técnicas da organização para vender a narrativa de que os aliados são parasitas. O cinismo é palpável, especialmente quando lembramos que a estabilidade do Estreito de Ormuz interessa ao mercado global como um todo, mas ele quer que a conta seja dividida apenas da forma que lhe convém politicamente. É como reclamar que seu liquidificador não aspira o pó da sala e depois chamá-lo de sucata.

Claro que a OTAN também não é nenhuma irmandade de caridade imaculada. A burocracia em Bruxelas é lenta, custosa e muitas vezes serve apenas como um braço de expansão dos interesses americanos quando o vento sopra a favor. O ponto é que ninguém ali é inocente. Enquanto o presidente americano faz seu show para o eleitorado que mal sabe localizar o Irã no mapa, os líderes europeus fingem que estão profundamente preocupados com a segurança coletiva enquanto torcem para que os EUA continuem bancando a maior parte dos custos operacionais. É um jogo de cena onde a verdade é a primeira vítima, soterrada por bravatas de rede social.

No fim das contas, essa classificação de inútil é apenas a cereja no bolo de uma política externa baseada no imediatismo transacional. Trump não parece querer uma aliança de defesa, mas sim uma empresa de segurança privada onde ele atue como CEO. Se a organização não garante o fluxo de óleo que mantém o preço da gasolina baixo para o seu eleitorado, ela perde a razão de existir na lógica dele. Pouco importa o equilíbrio de forças na Europa Oriental ou a contenção de potências nucleares; o que vale é o retorno sobre o investimento imediato. É o pragmatismo levado ao nível do absurdo.

Alguém precisava avisar em Washington que geografia ainda é uma ciência e tratados internacionais não são contratos de aluguel que você renegocia no grito toda segunda-feira. Mas, em tempos de pós-verdade e diplomacia de entretenimento, quem se importa com os fatos quando se tem uma manchete bombástica para alimentar o caos? Sigo aqui, com meu café, observando esse roteiro mal escrito que insistem em nos vender como alta política. É cansativo, para dizer o mínimo.

Miriam

25/04/2026

Essas críticas ignoram que a OTAN opera sob protocolos e jurisdições geográficas bem específicos. É mais uma manifestação histérica que desconsidera os processos burocráticos e os tratados firmados entre as nações. O foco deveria ser o funcionamento técnico das instituições, não retóricas de palanque.

Maria Antonia

25/04/2026

Trump está certo em cobrar eficiência de quem só sabe gastar o dinheiro alheio. A OTAN virou uma burocracia pesada que foge da responsabilidade na hora de proteger rotas comerciais estratégicas como Ormuz. O mundo precisa de menos conversa fiada e mais pragmatismo na gestão desses recursos globais.

    Mariana Alves

    25/04/2026

    Prezada Maria Antonia, sua defesa do pragmatismo e da eficiência na gestão de recursos globais ressoa, lamentavelmente, com a lógica gerencialista que o neoliberalismo impôs a todas as esferas da vida, inclusive à geopolítica. O que você classifica como uma mera burocracia pesada é, na realidade, a cristalização institucional de um projeto de hegemonia que não visa à proteção de povos, mas à salvaguarda dos fluxos de capitais. Ao adotar a retórica de Trump, você reduz a complexidade das tensões no Estreito de Ormuz a uma planilha de custos e benefícios, ignorando que a segurança nessas rotas é, antes de tudo, a garantia de que o extrativismo predatório e a circulação de mercadorias das potências centrais continuem operando sem interrupções, independentemente das soberanias locais ou das crises sociais que o próprio Ocidente fomenta na região através de décadas de intervenções desastrosas.

    A crítica de Trump à OTAN não é uma busca por justiça fiscal ou responsabilidade administrativa, mas sim uma reconfiguração do imperialismo sob a ótica da reificação máxima: a segurança internacional tratada como mercadoria de balcão. Quando se exige que outros países paguem mais, não se está combatendo o desperdício, mas sim consolidando um modelo de neoliberalismo bélico onde a força militar é terceirizada e precificada. Esse pragmatismo que você louva é o mesmo que despoja o Estado de suas funções sociais para priorizar o militarismo, alimentando o complexo industrial-militar que sobrevive da instabilidade que ele próprio afirma combater. O problema da OTAN não reside em uma suposta ineficiência técnica, mas na sua eficácia ontológica em manter uma ordem mundial profundamente desigual, onde a proteção de rotas comerciais é hierarquizada acima da vida humana.

    Portanto, questionar a OTAN apenas sob o prisma da utilidade financeira é cair na armadilha ideológica que oculta a verdadeira função do dispositivo militar no capitalismo tardio. Não se trata de gastar o dinheiro alheio, mas de decidir quais corpos e quais territórios são sacrificáveis em nome da fluidez das mercadorias. A defesa das rotas de Ormuz pelo viés do mercado ignora as raízes históricas da exploração no Oriente Médio e o papel das potências na desestabilização sistêmica da periferia do capital. Precisamos de menos lógica de eficiência corporativa e de mais reflexão crítica sobre como essas estruturas de poder perpetuam a subordinação do Sul Global aos interesses do capital transnacional, algo que o discurso simplista da gestão de recursos jamais será capaz de alcançar por estar comprometido com a própria estrutura que pretende reformar.

Roberto Lima

25/04/2026

O Trump tá certo e não tem conversa, essa tal de OTAN virou só mais um esquema pra sustentar burocrata com dinheiro alheio. Enquanto esses intelectuais de gabinete ficam teorizando, quem produz de verdade sabe que a esquerda adora essas organizações que não servem pra nada. É a soberania que importa, o resto é conversa fiada de quem nunca pegou no pesado.

Capitão Tavares 🇧🇷

25/04/2026

Trump está coberto de razão porque essas instituições globais só servem para gastar dinheiro e não resolvem nada no teatro de operações. Aqui no Brasil a situação é ainda pior, com o país entregue à bandidagem enquanto aguardamos o comando definitivo para a faxina necessária. Se o braço forte não agir agora, o terreno será perdido para sempre e a intervenção é a única munição que nos resta para salvar a pátria.

    Luisa Teens

    25/04/2026

    Que mico esse papo de intervenção enquanto o Trump e as corporações destroem o nosso futuro, a Greta já avisou que how dare you! #ForaBolsonaro #JustiçaClimática #GretaThunberg

Carmem Souza

25/04/2026

É muito preocupante ver líderes usando palavras que dividem em vez de buscar a concórdia entre as nações. O mundo já enfrenta tantos desafios que a cooperação e a paz deveriam ser prioridades absolutas para todos. Que Deus conceda sabedoria para que o diálogo prevaleça sobre as críticas que não constroem nada.

Carlos Rocha

25/04/2026

Trump está coberto de razão ao expor a inutilidade dessa burocracia transnacional sustentada pelo setor privado. A OTAN virou um cabide de empregos de luxo que consome bilhões e falha miseravelmente em proteger rotas comerciais estratégicas. Dinheiro público jogado no lixo enquanto o livre mercado paga a conta dessa ineficiência estatal.

Diego Fernández

25/04/2026

A OTAN sempre foi o braço armado do imperialismo pra garantir o saque de recursos, e ver o Trump admitir essa inutilidade só escancara a decadência de um modelo que a nossa elite vira-lata adora copiar. Enquanto eles discutem quem paga a conta da guerra, a América Latina continua sangrando com juros de dívida externa pra sustentar esse teatro financeiro internacional. Já passou da hora de pararmos de importar essas fórmulas falidas do Norte Global que só servem pra nos manter dependentes e submissos.

Carlos Mendes

25/04/2026

Trump está certo em cobrar eficiência de uma burocracia que custa bilhões e entrega pouco na proteção das rotas comerciais vitais. Enquanto o Estado incha e políticos de todos os lados se lambuzam com verbas públicas, o pagador de impostos financia uma estrutura que não garante o livre mercado onde ele é mais necessário. Precisamos de menos gastos inúteis e mais pragmatismo para reduzir o custo do petróleo e das mercadorias no mundo real.

Ricardo Menezes

25/04/2026

Trump está coberto de razão ao expor a ineficiência dessa burocracia globalista. A OTAN virou um clube de parasitas que custa caro e não protege as rotas comerciais de quem realmente produz e gera riqueza. É o pragmatismo de mercado atropelando essa estrutura inútil que só serve para queimar o dinheiro dos pagadores de impostos.

Mariana Costa

25/04/2026

Essa postura do Trump acaba gerando uma insegurança desnecessária no cenário internacional, o que raramente ajuda a resolver crises reais. Por outro lado, é inegável que a OTAN precisa se modernizar para lidar com desafios fora do seu eixo tradicional. O equilíbrio faz falta quando o debate se resume a desqualificar parcerias em vez de aprimorá-las.

Luiz Carlos

25/04/2026

O Trump tá certo em cobrar essa gente. Essas organizações internacionais só servem pra gastar dinheiro e não resolvem nada na hora do aperto. Segurança é coisa séria e não dá pra ficar só na conversa fiada.

    Maura Santos

    25/04/2026

    Engraçado falar em segurança quando essa galera que você defende não conseguiu nem manter a luz acesa no país, nos largando num apagão histórico por pura falta de gestão. Segurança real é garantir o básico pra população, Luiz, e não ficar fazendo esse teatrinho de valentão enquanto o povo fica no escuro.

Cecília Silva

25/04/2026

Enquanto esses senhores de terno brigam por controle e petróleo do outro lado do mundo, a nossa realidade aqui na favela continua sendo o cano da arma e a fome. Chamam de inútil o que não gera lucro imediato, mas pra oprimir corpo preto a máquina deles nunca falha. É o imperialismo mostrando que só se importa com o próprio umbigo.

Sgt Bruno 🇧🇷

25/04/2026

Trump está coberto de razão porque essa OTAN só tem general melancia que não quer saber de combate real. Selva! É Trump lá e o nosso capitão aqui mandando esses comunistas direto para a lata de lixo da história.

Zé Trovãozinho

25/04/2026

Trump está certo em expor essa farsa globalista, porque a OTAN é tão inútil quanto o STF que temos aqui. Se continuarmos assim, o Brasil vira uma Venezuela ou uma Cuba do Norte rapidinho sob as ordens desses comunistas. Faz o L que a ditadura chega!

Silvia Ramos

25/04/2026

É o que acontece quando as nações se esquecem de Deus e passam a confiar apenas em acordos vazios e burocracias sem alma. Trump apenas disse a verdade que muitos não querem ouvir, pois maldito é o homem que confia no homem e nessas alianças mundanas que não protegem nossas famílias. Que o Senhor tenha misericórdia e levante líderes que não tenham medo de expor a inutilidade desse sistema secular.

Mariana Lopes

25/04/2026

É complicado ver o Trump atacando instituições dessa forma, mesmo que a OTAN precise de reformas na partilha de custos. Por um lado, ele expõe a passividade de alguns aliados, mas chamar de inútil sem apresentar uma alternativa viável só aumenta a instabilidade para o comércio global. O diálogo e o pragmatismo deveriam prevalecer antes de discursos agressivos que podem comprometer a segurança internacional.

Karina Libertária

25/04/2026

Trump está certíssimo, essa OTAN é um bando de free ryders que não serve pra nada. Enquanto o povo aí no Brasil fica chorando por Bolsa Família, eu sigo com meu mindset focado em fazer investment aqui na Flórida. Vocês precisam de um reality chek urgente pra parar de ser losers.

Cecília Alves

25/04/2026

A OTAN é o exemplo máximo de burocracia estatal ineficiente que só serve para queimar dinheiro de quem realmente produz. Se essa aliança não garante segurança em rotas comerciais estratégicas, não passa de um sorvedouro de impostos global que fere qualquer lógica econômica. Trump está certo em questionar essa estrutura inchada e obsoleta que vive às custas do setor privado.

Paulo Rocha

25/04/2026

Trump está certo, essa tal de OTAN é uma piada globalista que só serve para alimentar o marxismo cultural e gastar dinheiro dos outros. Enquanto isso, a esquerda aqui no Brasil fica batendo palma para essas entidades inúteis, mas na hora de defender a soberania de verdade eles somem. Faz o L agora e, se não estiver contente com a realidade, vai pra Cuba!

Laura Silva

25/04/2026

A retórica de Donald Trump ao classificar a OTAN como “inútil” no Estreito de Ormuz não deve ser lida apenas como um arroubo de isolacionismo, mas sim como um sintoma profundo da crise de hegemonia do bloco histórico neoliberal. O que vemos aqui é a explicitação de uma fratura no aparato militar que sustenta a ordem do capital desde o pós-guerra. Para a lógica de acumulação desenfreada que Trump representa, o multilateralismo da OTAN tornou-se um fardo burocrático pesado demais; ele prefere a força bruta direta e transacional, despida das máscaras diplomáticas que outrora tentavam conferir alguma legitimidade moral às intervenções imperialistas no Oriente Médio.

O Estreito de Ormuz é, historicamente, uma das artérias vitais do capitalismo fóssil. Quando o presidente norte-americano questiona a utilidade da aliança nesse ponto estratégico, ele está, na verdade, sinalizando que a proteção dos fluxos de mercadorias e energia deve ser feita sob uma gestão mais eficiente e menos custosa para o tesouro de Washington, transferindo o ônus para os aliados ou impondo uma hegemonia unilateral ainda mais agressiva. Sob a perspectiva da sociologia marxista, essa dita “inutilidade” revela que as instituições criadas para estabilizar o sistema estão colapsando sob o peso de suas próprias contradições internas, incapazes de responder aos desafios de um mundo multipolar onde a periferia do capital começa a buscar alternativas ao Consenso de Washington.

Para as populações do Sul Global, essa disputa entre o que é “útil” ou “inútil” para o imperialismo é um jogo de soma zero. Enquanto as potências discutem como melhor policiar as rotas de exportação de petróleo, a classe trabalhadora mundial sofre as consequências da volatilidade dos preços e da militarização constante de seus territórios. A crítica de Trump não é um aceno à paz, mas uma reconfiguração da máquina de guerra para torná-la mais ágil em sua função de extração de valor. É fundamental denunciar que, independentemente da eficácia da OTAN, o objetivo final permanece a manutenção da subordinação das nações periféricas aos interesses das elites financeiras e do complexo industrial-militar.

Portanto, o que está em jogo não é apenas a sobrevivência de um tratado de defesa mútua, mas a forma como o império decide exercer sua coerção no século XXI. Se a OTAN é vista como obsoleta por uma ala da direita ascendente, é porque o capital agora exige formas de dominação mais imediatas e menos mediadas por protocolos internacionais. Como intelectuais comprometidos com a emancipação, nosso papel é apontar que a verdadeira utilidade que devemos buscar é a de uma ordem internacional baseada na soberania dos povos e na desmilitarização de pontos estratégicos, retirando das mãos de bilionários e autocratas o poder de decidir o destino das rotas que alimentam o mundo.

Ahmed El-Sayed

25/04/2026

A OTAN é apenas uma ferramenta de imposição da decadência ocidental que ignora as soberanias regionais e os valores tradicionais que realmente sustentam as nações. Trump apenas confirma o que já sabemos: essas alianças seculares são vazias e inúteis diante da realidade estratégica do mundo islâmico. A verdadeira ordem em Ormuz não virá de burocratas estrangeiros, mas do fortalecimento da identidade e do poder local.

Paula Santos

25/04/2026

É preocupante ver declarações que fragilizam alianças em momentos tão delicados. Como cristãos, devemos sempre clamar por sabedoria e diálogo entre as nações, buscando a paz que o mundo tanto precisa. Que a cooperação prevaleça sobre a discórdia para o bem comum de todos os povos.

Ana Costa

25/04/2026

Trump toca em uma ferida real sobre a divisão de custos, todavia, classificar a aliança como inútil ignora que a OTAN foca no Atlântico Norte e não possui jurisdição automática no Golfo Pérsico. Embora menos de um terço dos membros atinja a meta de 2% do PIB em defesa, o isolacionismo americano pode custar caro à estabilidade geopolítica, porém a omissão europeia também é um fato estatístico difícil de refutar.

Mariana Oliveira

25/04/2026

É fundamental analisarmos as declarações de Trump sobre a suposta inutilidade da OTAN no Estreito de Ormuz para além da superfície do pragmatismo militar ou do isolacionismo econômico. Quando o republicano mobiliza esse tipo de retórica, ele não está questionando a existência da violência imperialista em si, mas sim renegociando os termos da hegemonia dentro do que bell hooks denomina como patriarcado capitalista supremacista branco. A crítica à aliança transatlântica surge como um sintoma de uma masculinidade tóxica estatal que busca a reafirmação de um poder unilateral, onde a cooperação multilateral só é validada se servir estritamente aos interesses da manutenção de uma ordem racializada e colonial de exploração de recursos energéticos.

A perspectiva da interseccionalidade, conforme articulada por Kimberlé Crenshaw, nos permite observar que as decisões tomadas nesses fóruns de alto poder não são neutras nem universais. A geopolítica desenhada em torno do Estreito de Ormuz é projetada sobre os corpos de populações do Sul Global, sistematicamente desumanizadas por uma lógica que prioriza o fluxo de capital em detrimento da soberania dos povos. Ao classificar a OTAN como inútil em um ponto estratégico de escoamento de petróleo, Trump reforça uma visão de mundo onde o policiamento global deve ser exercido sem os filtros da diplomacia liberal, escancarando o racismo estrutural que sustenta as intervenções no Oriente Médio e a manutenção da supremacia do Norte Global.

Como feminista negra mineira, entendo que não podemos cair na armadilha binária de defender instituições militares apenas porque elas estão sendo atacadas pela extrema-direita. Nosso compromisso deve ser com a desmilitarização da vida e com a denúncia de como esses conflitos manufaturados nas cúpulas do poder aprofundam as desigualdades de gênero e raça, atingindo primordialmente as mulheres e crianças que vivem sob o espectro da guerra. A ineficiência apontada pelo ex-presidente não reside na incapacidade técnica da aliança, mas no fato de que o projeto civilizatório ocidental, sustentado pela militarização dos mares e territórios, é intrinsecamente violento. Precisamos articular uma política que transcenda essas fronteiras coloniais e que denuncie o complexo industrial militar como a ferramenta máxima de controle dos corpos que não se curvam ao projeto neoliberal e patriarcal.

Carlos A. Mendes

25/04/2026

É por essas e outras que fica difícil defender essa ala da direita, parece que o objetivo é só causar o caos. A OTAN pode ter falhas, mas chamar de inútil é ignorar décadas de estabilidade que ajudam até a nossa economia aqui. Queria ver menos barulho e mais pragmatismo dessas lideranças.

Carlos Meirelles

25/04/2026

O Trump tem uma visão pragmática que faz falta por aqui. Manter estruturas caríssimas como a OTAN sem que elas garantam a fluidez do comércio global em pontos vitais é, no fundo, um enorme desperdício de recursos dos pagadores de impostos. Alianças precisam gerar resultados práticos para o livre mercado, ou perdem o sentido.

Lucas Moreira

25/04/2026

O Trump toca na ferida da eficiência de alianças que custam bilhões e entregam pouco retorno prático na proteção de rotas comerciais críticas. No mercado, se um ativo não performa e só gera despesa, a gente corta; a OTAN precisa parar de agir como um “cabide” burocrático e justificar o ROI da segurança global. Se a aliança é incapaz de garantir o fluxo de energia em Ormuz, acaba sendo apenas mais um custo morto no balanço das potências.

Beto Engenheiro

25/04/2026

O Trump está certo em cobrar pragmatismo porque aliança que não garante logística e segurança de transporte é só gasto de papel. Enquanto ficam discutindo ideologia, o que o mundo precisa é de investimento pesado em infraestrutura para o comércio não parar. Menos conversa e mais obra de engenharia para destravar esses gargalos mundiais.

Maria Silva

25/04/2026

Trump falou a verdade nua e crua, essa OTAN é igual boi que só come no cocho e não puxa o arado quando o calo aperta. É um bando de burocrata sustentado com dinheiro alheio pra não resolver nada na hora do aperto. Se não serve pra garantir o escoamento da produção, é melhor fechar a porteira e deixar quem tem coragem trabalhar.

Carlos Henrique Silva

25/04/2026

A retórica de Trump sobre a obsolescência da OTAN no Estreito de Ormuz não deve ser lida como um aceno ao pacifismo ou ao desarmamento, mas sim como o sintoma agudo de uma crise de hegemonia no seio do capital transnacional. Ao classificar a aliança como inútil, o republicano expõe as fissuras no que Antonio Gramsci chamaria de bloco histórico do neoliberalismo. Para Trump, a arquitetura de segurança do pós-guerra deixou de ser um investimento rentável para o erário americano, revelando uma visão puramente transacional do imperialismo que ignora a função ideológica e estrutural da manutenção da ordem global sob o comando unificado de Washington.

O Estreito de Ormuz é, fundamentalmente, a artéria aorta do sistema metabólico do capital financeirizado. A crítica à passividade da OTAN naquela região evidencia que a aliança militar, criada sob o pretexto de defesa mútua na Europa, hoje funciona como um guarda-costas geopolítico para as rotas de suprimento energético que sustentam a acumulação de riqueza nas metrópoles. Quando Trump reclama da inutilidade da coalizão, ele está, na verdade, exigindo que os aliados subalternos assumam os custos operacionais da repressão e do controle territorial, transferindo o ônus da manutenção do status quo para as economias europeias, enquanto os EUA tentam renegociar sua posição de mando sem a contrapartida dos gastos compartilhados.

Estamos diante de uma contradição inerente ao estágio atual do capitalismo: a necessidade de segurança global para o livre fluxo de mercadorias versus o isolacionismo protecionista de uma extrema-direita que não mais se reconhece plenamente nas instituições multilaterais que ela mesma ajudou a criar. Essa desarticulação enfraquece o consenso liberal e abre caminho para uma multipolaridade muitas vezes caótica, onde a força bruta substitui a diplomacia de fachada. Como observadores críticos, precisamos entender que o problema real não é a eficácia técnica da OTAN, mas a própria existência de uma máquina de guerra desenhada para garantir que o fluxo de valor continue sendo drenado das periferias para o centro, independentemente de quem ocupa a Casa Branca.

Carlos Menezes

25/04/2026

É curioso ver o Trump sendo tão direto, e ele tem um ponto quando questiona a eficácia dessas instituições que parecem lentas demais para agir em crises reais. Mas será que esse isolacionismo dele não acaba criando um vácuo de poder perigoso ali no Oriente Médio? No fim, a gente fica no meio do caminho tentando entender se isso é uma crítica necessária ou só mais um lance de marketing político.

Cíntia Ribeiro

25/04/2026

Essa retórica fragiliza a percepção de coesão das instituições multilaterais, fundamentais para a estabilidade democrática global. Ao classificar a OTAN como inútil, ignora-se a complexidade dos arranjos de segurança que sustentam o equilíbrio de poder desde o século passado. A evolução do sistema internacional exige reformas, mas o esvaziamento institucional gera uma imprevisibilidade perigosa para as democracias.

Pedro Silva

25/04/2026

É o que eu sempre digo, muda o país mas a bagunça dos políticos é a mesma. Esse Trump reclama da OTAN, mas no fim das contas parece que ninguém se entende e sobra pra gente ver essa confusão toda na TV. É tudo um jogo de interesse que não resolve nada no final das contas.

Cristina Rocha

25/04/2026

É fascinante, sob uma ótica dialética, observar como as contradições internas do imperialismo afloram quando o capital se sente ameaçado em suas rotas mais sensíveis. A fala de Trump sobre a inutilidade da OTAN no Estreito de Ormuz não é um rompante isolado, mas o sintoma de uma crise de hegemonia que Gramsci descreveria como o interregno onde o velho morre e o novo ainda não pode nascer. Para Trump, o aparato militar institucionalizado da OTAN — que historicamente serviu como braço armado do projeto civilizatório ocidental e patriarcal — tornou-se um estorvo burocrático diante da necessidade de uma rapina mais direta e unilateral. O Estreito de Ormuz é, nesse tabuleiro, o nervo exposto da acumulação primitiva que ainda rege as relações internacionais, transformando a geopolítica em um jogo de forças onde a soberania dos povos do Sul Global é constantemente sacrificada no altar do petróleo.

Ao analisar essa postura, não podemos ignorar a carga de masculinidade tóxica e autoritária que emana desse isolacionismo oportunista. Trump personifica o patriarca que dispensa o contrato em favor do poder bruto, uma dinâmica que ecoa as críticas de autoras como Silvia Federici sobre a relação entre o Estado e o controle dos recursos fundamentais. A OTAN, que sempre foi um simulacro de segurança coletiva para manter a periferia do capitalismo sob vigilância constante, agora é descartada por seu próprio mestre quando a engrenagem exige uma violência mais ágil e menos mediada por protocolos diplomáticos. É o colapso da máscara liberal do imperialismo, revelando a face crua de uma dominação que não aceita limites, nem mesmo aqueles impostos por seus próprios aliados de outrora.

Do ponto de vista pós-colonial, essa retórica de utilidade ou inutilidade é profundamente reveladora da mentalidade colonialista que ainda estrutura o pensamento estratégico de Washington. O Oriente Médio continua sendo tratado como um mero espaço geográfico de extração, desprovido de agência política real, onde a presença militar ocidental é balizada apenas pelo custo-benefício da proteção das rotas de escoamento de mercadorias. Enquanto o Norte Global discute a eficácia de suas alianças militares, as populações locais sofrem as consequências de uma necropolítica que decide quem pode navegar e quem deve ser sancionado ou bombardeado. O que Trump chama de inutilidade é, na verdade, o esgotamento de um modelo de governança global que não consegue mais ocultar sua natureza predatória e profundamente desigual.

Portanto, o que assistimos não é um desejo de paz ou desmilitarização por parte da extrema-direita estadunidense, mas uma reconfiguração da barbárie. Como bem pontuaria Marx, a burguesia não pode existir sem revolucionar constantemente os instrumentos de produção e, por extensão, os de destruição. Se a OTAN é vista como inútil hoje, é porque o capital financeiro e o complexo industrial-militar buscam formas de controle que transcendam as amarras do multilateralismo do século 20. Precisamos de uma práxis política que denuncie tanto o imperialismo clássico das alianças militares quanto esse neo-imperialismo personalista, ambos sustentados por um sistema patriarcal que vê o mundo como uma propriedade a ser explorada e o conflito como a única linguagem possível para a manutenção do status quo.

Ronaldo Silva

25/04/2026

Rapaz, esse povo lá de fora só sabe discutir enquanto a gente aqui no volante sofre com o preço da gasolina. Essas organizações aí me lembram os políticos do mensalão, prometem proteção mas na hora que o bicho pega não servem pra nada. O imposto só sobe e quem se lasca é o trabalhador que vê o dinheiro sumir na inflação.

Alice T.

25/04/2026

Engraçado o Trump chamar a OTAN de inútil quando os EUA torram quase 900 bilhões de dólares por ano em defesa enquanto a população não tem nem saúde pública. Ele só reclama porque quer controle total do petróleo e das rotas comerciais sem ter que fingir diplomacia. É o puro suco do delírio bilionário: usa o complexo industrial-militar pra lucrar e depois descarta os aliados quando o lobby pede mais.

Renato Professor

25/04/2026

A obtusidade dessa retórica isolacionista ignora que a segurança de rotas estratégicas é um bem público global, conceito que a extrema-direita, em sua indigência intelectual, é incapaz de processar. Trump opera sob um mercantilismo rudimentar, sem perceber que a interdependência sistêmica exige cooperação multilateral, princípio que a própria economia solidária fundamenta na autogestão e no auxílio mútuo para gerar estabilidade produtiva. É patético observar como esses líderes tratam a geopolítica com o amadorismo de quem ignora que a cooperação, e não a truculência unilateral, é o verdadeiro motor da resiliência econômica contemporânea.

Maria Clara Lopes

25/04/2026

É complicado ver o debate internacional ser reduzido a termos como “inútil”, pois isso ignora a complexidade da segurança global e das alianças históricas. Enquanto Trump peca pelo tom agressivo e isolacionista, não podemos ignorar que muitas instituições realmente precisam de uma modernização em sua estrutura e divisão de custos. No fim, o radicalismo de qualquer lado acaba apenas gerando mais instabilidade em regiões que já são extremamente sensíveis.

Marcos Conservador

25/04/2026

Trump está coberto de razão porque essa OTAN não passa de um braço do globalismo comunista para destruir a soberania das nações cristãs. É o mesmo coletivismo que vemos nessas ideias de transporte público, tudo esquema para controlar o cidadão de bem e tirar nossa liberdade. Só Deus para nos livrar dessa agenda diabólica que quer nos escravizar sob um governo mundial.

    Pedro Almeida

    25/04/2026

    Marcos, classificar a OTAN como comunista é um erro categorial profundo que ignora sua função histórica como braço armado da hegemonia do capital imperialista. O transporte público não é uma ferramenta de controle, mas a materialização do que Aristóteles definia como o bem comum, essencial para que a liberdade não seja apenas um privilégio de quem pode pagar.

João Carlos da Silva

25/04/2026

Essa retórica expõe as fissuras na hegemonia do Norte Global, um sintoma do que Gramsci descreveria como a crise orgânica do sistema internacional. É fundamental que a pedagogia crítica nos auxilie a compreender como esse desmonte das coalizões tradicionais impacta diretamente a estabilidade e os direitos coletivos.

Marcos Andrade Niterói

25/04/2026

Impressionante como a extrema-direita, de Trump a seus seguidores por aqui, só trabalha para desestabilizar as instituições com esse discurso vazio. Enquanto em Niterói o Rodrigo Neves mostra o que é gestão séria com entregas reais como o túnel Charitas-Cafubá, o mundo sofre com essa liderança tacanha. Precisamos de planejamento e responsabilidade, não dessa verborragia inútil que ignora a importância da cooperação e do investimento estruturado.

Cíntia Alves

25/04/2026

O Trump acordou e escolheu o caos de novo, chamando todo mundo de inútil como se ele fosse o único certo no rolê. Entre ele e a OTAN, a gente fica aqui só assistindo a essa fanfic geopolítica que nunca termina. Pura energia de tiozão querendo causar, mas no fundo a gente sabe que ninguém ali tá realmente preocupado com a paz.

Marcus Almeida

25/04/2026

Trump está certo em expor a ineficiência dessas organizações globalistas que custam caro e pouco entregam para a liberdade das nações. Como diz a Palavra em Mateus 5:37, que o nosso falar seja sim, sim e não, não, sem as mentiras dessa esquerda que tenta controlar o mundo através de burocracias inúteis. Precisamos de soberania e pragmatismo econômico para proteger nossas famílias e os valores cristãos desse sistema corrompido.

Samara Oliveira

25/04/2026

É triste ver esses líderes poderosos brigando por influência militar enquanto ignoram a paz que o Evangelho nos ensina. Que Deus tenha misericórdia das nações, pois essa política de hostilidade só serve ao ego e não ajuda em nada quem realmente precisa de justiça e dignidade. O mundo clama por menos armas e mais compaixão.

Marina Costa

25/04/2026

Trump está certo em denunciar essas instituições globalistas que só servem para avançar a agenda imoral da esquerda. Enquanto essa gente tenta destruir a família tradicional e os bons costumes, o presidente defende a soberania e a verdade contra alianças inúteis. Salmos 33:12 diz que feliz é a nação cujo Deus é o Senhor, e não aquela que se curva aos interesses de homens sem princípios.

Eduardo Teixeira

25/04/2026

Trump está certo em questionar a eficiência desses blocos que custam fortunas aos contribuintes e entregam pouco resultado prático. No fim das contas, é o setor produtivo que financia essa burocracia internacional pesada enquanto o mercado pede menos custo e mais liberdade. Precisamos de pragmatismo econômico, não de sustentar estruturas obsoletas com o nosso suado imposto.

Jeferson da Silva

25/04/2026

Trump e Bolsonaro são dois lados da mesma moeda podre que só serve pra ferrar com o peão enquanto eles brincam de guerra. Enquanto esses bilionários discutem se a OTAN é inútil, a gente aqui no chão de fábrica do ABC tá lutando todo dia pra não perder o pouco de direito que sobrou. É muita conversa de patrão pra pouca realidade de quem realmente carrega o mundo nas costas e sofre com a carestia toda vez que esses caras resolvem arrumar briga lá fora.

Rubens O Pescador

25/04/2026

Esse Trump vive de conversa fiada enquanto o povo aqui sofre pra encher o tanque do trator. No tempo do PT, a gente não precisava saber de OTAN nem de estreito de não sei onde, porque o foco era botar comida na mesa e garantir o churrasco do domingo. Essa direita fofoqueira adora bater palma pra gringo, mas esquece que foi o Lula quem fez o colono ter dignidade e dinheiro no bolso de verdade.

Letícia Fernandes

25/04/2026

É imperativo compreender que a suposta crítica de Donald Trump à utilidade da OTAN no Estreito de Ormuz não configura, de modo algum, um rompimento ideológico com o imperialismo, mas sim uma reconfiguração da logística de dominação da superestrutura burguesa ante a exaustão do modelo neoliberal clássico. Do ponto de vista da psicanálise marxista, o que testemunhamos é o sintoma explícito de uma angústia institucional: o capital, em sua fase de acumulação hipertrofiada e decadente, começa a devorar os próprios aparelhos ideológicos e repressivos que o sustentaram durante o século 20. Ao classificar a aliança como inútil, o líder estadunidense mergulha no fetiche da eficiência empresarial, ignorando — ou fingindo ignorar — que a função primordial da OTAN nunca foi a promoção da paz, mas a manutenção coercitiva dos fluxos de mercadoria e a contenção de quaisquer insurgências que ameacem o hegemon norte-americano nas artérias vitais do globo.

Observar o deleite das massas conservadoras diante de tais declarações evoca em mim uma melancolia profunda, quase patológica. Existe uma tragédia clínica na forma como a direita contemporânea interpreta esse espasmo isolacionista como um ato de bravura ou soberania, quando, em verdade, trata-se apenas do narcisismo de uma elite que busca reduzir os custos operacionais da opressão para maximizar o lucro imediato, desamparando os próprios satélites que jurou proteger. É a reificação total das relações internacionais: os aliados tornam-se mercadorias obsoletas no balanço contábil de uma Casa Branca que já não consegue esconder sua pulsão de morte. Sinto uma piedade intelectual genuína por aqueles que enxergam nessa desarticulação uma faísca de liberdade; não percebem que estão apenas assistindo a uma briga de condomínio entre frações da burguesia financeira, onde o trabalhador continua sendo o corpo sacrificado no altar do mercado.

A insistência em focar no Estreito de Ormuz revela a natureza estritamente energética e extrativista desse desabafo. A geopolítica do petróleo, esse sangue que alimenta o metabolismo do capital, exige uma presença militar constante, e o que Trump demanda é uma espécie de privatização direta da segurança desse trânsito, removendo o véu diplomático da cooperação multilateral que a OTAN representa. Sob a luz da crítica da economia política, essa inutilidade apontada nada mais é do que a recusa em compartilhar o ônus da manutenção do império com parceiros que já não oferecem o retorno esperado sobre o investimento. Enquanto o sujeito pós-moderno se perde na superfície do espetáculo midiático, a estrutura profunda da exploração permanece intacta, apenas trocando sua roupagem de defesa da democracia por um pragmatismo cínico e predatório que é, em última análise, a face mais honesta e aterrorizante do capitalismo tardio.

Fernanda Oliveira

25/04/2026

É um absurdo ver o destino do mundo nas mãos de quem só enxerga lucro e destruição. Enquanto ele brinca de medir poder, são as populações mais vulneráveis que pagam o preço real desse jogo de guerra e ego. Não aguento mais esse sistema que prioriza o militarismo em vez de focar na justiça social e na vida das pessoas.

João Carvalho

25/04/2026

Trump tá certo demais, esse negócio de OTAN é só gastança de dinheiro pra sustentar burocrata enquanto o povo aqui se lasca. O homem é patriota e não aceita essa palhaçada globalista que não serve pra nada na hora que o bicho pega. É Brasil acima de tudo e o resto é conversa fiada de quem nunca teve que ralar no volante pra ver o salário ser comido pela corrupção e pela inflação.

Sargento Bruno

25/04/2026

Finalmente um líder com coragem para dizer a verdade sobre esses órgãos globais inoperantes que só servem para gastar dinheiro público. A OTAN hoje é um tigre de papel que não impõe respeito nem garante a segurança de rotas vitais. O mundo precisa de autoridade e soberania real contra essa desordem globalista que a esquerda tanto defende. Brasil acima de tudo!

    Cecília Ramos

    25/04/2026

    Soberania de verdade, Sargento, é garantir comida no prato e dignidade para o povo, não alimentar delírios de força militar. A verdadeira desordem é a desigualdade que esses líderes fingem ignorar enquanto usam o nome de Deus para pregar o ódio e o desprezo pelos mais pobres.

João Santos

25/04/2026

Trump tá certo, mermão, o papo é reto e sem curva. Essa tal de OTAN parece o nosso governo, é só conversa fiada e gasto de dinheiro pra não resolver nada. O mundo precisa é de ordem e pulso firme, senão a bandidagem toma conta de tudo. Deus no comando sempre.

Major Ricardo Silva

25/04/2026

Trump tem razão em cobrar esses burocratas, pois a segurança internacional não pode ficar dependente de alianças que só funcionam no papel. Enquanto o mundo enfrenta ameaças reais no Estreito de Ormuz, muitos países preferem o conforto das reuniões diplomáticas em vez de agir com firmeza. Precisamos de lideranças que priorizem a ordem e a soberania, sem se curvar ao globalismo inútil.

    Ana Karine Xavante

    25/04/2026

    Major, sua leitura de soberania e ordem me parece perigosamente limitada por uma lógica que nós, povos indígenas, conhecemos muito bem: a lógica da bota e do fuzil mascarada de proteção. Falar em firmeza no Estreito de Hormuz enquanto o mundo colapsa sob o peso de um modelo de desenvolvimento fóssil é, no mínimo, uma contradição amarga. Para quem vive no Mato Grosso vendo a floresta ser convertida em pasto e monocultura para alimentar esse mesmo sistema que Trump e seus aliados defendem, a segurança internacional de que você fala soa apenas como a manutenção de privilégios imperiais. Trump não critica a OTAN por uma questão de soberania real das nações, mas porque o colonialismo estrutural agora se canibaliza, buscando formas mais diretas e brutais de controle sobre recursos que pertencem à Terra, e não a blocos militares ou burocratas de qualquer matiz.

    Essa dita ineficácia diplomática que você aponta não é um erro de percurso, mas o esgotamento de um projeto de mundo que ignora a vida em favor do fluxo de mercadorias. O que você chama de globalismo inútil, eu chamo de arquitetura da exploração, e figuras como Trump são apenas o sintoma mais ruidoso de uma direita que tenta resgatar um isolacionismo agressivo para proteger o lucro de poucos à custa do sacrifício de muitos. A verdadeira soberania não se constrói com a militarização de rotas marítimas para garantir o petróleo que aquece o planeta e mata meus parentes; ela se constrói no respeito à autodeterminação dos povos e na preservação dos biomas que sustentam a existência humana. Enquanto sua prioridade é a ordem das armas, a nossa é a ordem da sobrevivência diante da emergência climática que essas mesmas potências se recusam a enfrentar com seriedade, preferindo medir forças em estreitos e oceanos.

    O senhor fala em ameaças reais, mas as ameaças reais não estão apenas nos conflitos geopolíticos pelo controle de rotas de energia; elas estão na desertificação dos nossos solos, no envenenamento dos nossos rios e na negação da nossa humanidade por esse mesmo pensamento que prega a soberania como um cheque em branco para o autoritarismo e para o extrativismo predatório. Defender lideranças que priorizam a força bruta é ignorar que a paz só é possível quando o colonialismo for superado e quando entendermos que a segurança de uma nação não pode ser construída sobre o cemitério de outras culturas e sobre o esgotamento da natureza. O que é verdadeiramente inútil, Major, é acreditar que o mesmo sistema que criou a crise será capaz de resolvê-la através da imposição e do medo, enquanto ignora os gritos da terra que já não suporta mais esse modelo de civilização baseado no domínio.

Marina Silva

25/04/2026

Briga de imperialista enquanto o Sul Global paga a conta: o capitalismo é o verdadeiro inútil que a gente precisa enterrar!

Márcio Torres

25/04/2026

A análise de Donald Trump sobre a OTAN, embora carregada de seu habitual tom histriônico e desprovida de elegância diplomática, revela uma fissura lógica que muitos analistas preferem ignorar por puro apego ao dogma institucional. Como cientista político, observo que a aliança atlântica opera hoje sob uma espécie de fé secular: a crença de que uma estrutura arquitetada para conter a União Soviética no século XX possui a plasticidade necessária para gerir crises energéticas e geopolíticas no Golfo Pérsico. Quando o republicano classifica a organização como inútil no Estreito de Ormuz, ele não está apenas provocando aliados; ele está apontando que o custo de manutenção dessa liturgia militar não se traduz em dividendos diretos para a segurança das rotas de petróleo sob a ótica estritamente transacional que ele defende.

O Estreito de Ormuz é o maior gargalo energético do planeta e sua estabilidade depende de um equilíbrio de poder regional muito mais complexo do que o simplismo do Artigo 5 do Tratado do Atlântico Norte pode oferecer. A OTAN, por definição e estatuto, é uma aliança defensiva regional. Exigir sua eficácia em um teatro de operações no Oriente Médio é incorrer em um erro de categoria. Contudo, o senso comum frequentemente confunde aliança militar com polícia global. Trump, ao seu modo ruidoso, desmistifica essa percepção ao deixar claro que os Estados Unidos não estão mais dispostos a financiar a proteção de interesses europeus e asiáticos sem uma contrapartida que satisfaça o seu eleitorado isolacionista.

Do ponto de vista cético, o que vemos é o colapso de uma mitologia política. Durante décadas, a OTAN foi vendida como o baluarte da civilização ocidental — um termo vago que serve mais para fins de propaganda do que para análise empírica. Se os dados mostram que os Estados Unidos arcam com a fatia leonina do orçamento de defesa enquanto a Europa se beneficia da paz subsidiada, a reação de Trump é o resultado lógico de uma tensão acumulada. A ironia reside no fato de que, ao tentar forçar uma utilidade prática em Ormuz, ele acaba por acelerar a obsolescência de uma ferramenta que, apesar de seus defeitos, garantia uma previsibilidade sistêmica que o caos do livre mercado de influências regional dificilmente replicará.

Em última análise, a crítica de Trump à OTAN é um exercício de realismo brutal que atropela as sensibilidades liberais. Para quem se guia pela lógica e pelos dados, e não por narrativas românticas sobre a cooperação internacional, fica evidente que as instituições morrem quando deixam de resolver os problemas práticos para os quais foram designadas ou quando o custo de sua manutenção supera o benefício percebido pelos seus arquitetos. A inutilidade apontada por Trump em relação ao Estreito de Ormuz é apenas o sintoma visível de uma patologia muito mais profunda no seio da ordem global pós-1945, que insiste em tratar mitos de segurança coletiva como verdades eternas e imutáveis.

João Martins

25/04/2026

Para analisar a fala de Donald Trump sobre a OTAN e o Estreito de Ormuz, precisamos sair da superfície política e olhar para a assimetria dos dados de gastos em defesa. A crítica sobre a inutilidade da aliança nesse contexto específico não é apenas retórica; ela toca em um ponto técnico de compartilhamento de custos (burden sharing) que economistas e analistas de segurança discutem há décadas. Segundo dados da própria OTAN, a vasta maioria dos países membros ainda luta para atingir a meta de 2 por cento do PIB em defesa estabelecida na cúpula do País de Gales em 2014. Quando olhamos para a logística de patrulhamento em rotas marítimas vitais, percebemos que o peso operacional recai desproporcionalmente sobre a infraestrutura naval norte-americana.

O Estreito de Ormuz é o ponto de estrangulamento mais importante do mundo para o trânsito de petróleo, com cerca de 21 milhões de barris passando por ali diariamente, conforme dados da Energy Information Administration (EIA). A questão que surge para qualquer observador cético é: por que uma aliança focada geograficamente no Atlântico Norte deveria ser o mecanismo primário de segurança em uma região onde os interesses energéticos europeus e asiáticos são tão ou mais impactados que os dos Estados Unidos? A narrativa oficial de cooperação internacional muitas vezes mascara uma ineficiência estrutural onde o guarda-chuva militar dos EUA serve como um subsídio implícito para a estabilidade econômica de nações que não investem proporcionalmente em suas próprias capacidades de projeção de poder.

Historicamente, a OTAN foi desenhada para uma ameaça terrestre e aérea na Europa Central, e não para operações complexas de escolta marítima no Golfo Pérsico. Estudos acadêmicos sobre realismo nas relações internacionais sugerem que instituições multilaterais tendem a se tornar burocraticamente lentas em crises que exigem respostas rápidas. Se olharmos para as missões recentes, a falta de consenso sobre as regras de engajamento em águas internacionais frequentemente paralisa a ação coletiva. O questionamento de Trump, embora direto e despido de diplomacia, aponta para o fato de que a segurança de rotas comerciais globais está migrando para coalizões de conveniência ou acordos bilaterais, tornando o modelo rígido da aliança obsoleto para esse tipo de cenário.

No fim das contas, a discussão deveria ser menos sobre a personalidade de quem critica e mais sobre a sustentabilidade fiscal e operacional do modelo atual. Se os dados mostram que a dependência europeia de energia passando por Ormuz é alta, mas a contribuição militar efetiva para a proteção desse fluxo é baixa, a classificação de inútil ganha um embasamento empírico difícil de ignorar por quem prefere fatos a ideologias. A manutenção de uma narrativa de unidade internacional não substitui a necessidade de navios e logística real no terreno, algo que a OTAN, enquanto bloco, tem tido dificuldade de coordenar fora de seu teatro de operações original.

Sofia García

25/04/2026

Trump chamando a OTAN de inútil é o mood do dia, real. É o puro suco do caos geopolítico e eu tô aqui só assistindo o aesthetic desse colapso sistêmico. O flop da velha política é inevitável e essa treta no Estreito de Ormuz só prova que o roteirista do mundo perdeu o filtro.

Ana Souza

25/04/2026

As declarações de Trump ignoram que o mandato da OTAN é focado no Atlântico Norte, o que torna a crítica sobre o Estreito de Ormuz tecnicamente complexa. É fundamental investigar se existe base jurídica para essa cobrança ou se a retórica serve apenas como pressão política por mais investimentos dos aliados. Precisamos confrontar esse discurso com os fatos sobre as obrigações reais da aliança naquela região específica.

Mateus Silva

25/04/2026

Trump apenas escancara a crise de hegemonia que Gramsci descrevia, onde as instituições de consenso do capital perdem sua função orgânica para a lógica puramente transacional. Ao classificar a OTAN como inútil, ele revela o esfacelamento da solidariedade imperialista diante da urgência do controle sobre os fluxos energéticos. É o pragmatismo da extrema-direita atropelando a velha diplomacia liberal em nome de interesses domésticos imediatos.

Paulo Ribeiro

25/04/2026

A fala de Trump sobre a obsolescência ou “inutilidade” da OTAN no Estreito de Ormuz não deve ser lida como um lampejo de pacifismo, mas sim como a manifestação crua da crise de hegemonia que Antonio Gramsci tão bem descreveu em seus cadernos. Estamos diante de um momento histórico em que o velho morre e o novo ainda não pode nascer, um interregno onde as estruturas de dominação do pós-guerra já não conseguem esconder suas contradições internas sob o manto do multilateralismo. Para o projeto político representado por Trump, a aliança militar só possui validade enquanto ferramenta de retorno comercial imediato para o capital norte-americano, ignorando a complexa rede de Aparelhos Repressivos de Estado que, como diria Louis Althusser, sustentam a reprodução das relações de produção imperialistas em escala global.

Ao classificar a OTAN como inútil em uma região geopoliticamente sensível como o Estreito de Ormuz, o ex-presidente expõe a fragilidade do pacto transatlântico frente aos novos polos de poder emergentes. O que está em jogo aqui não é a segurança internacional ou a defesa de valores democráticos, mas o controle das rotas energéticas e a manutenção de uma ordem unilateral que sufoca as soberanias nacionais. Se recorrermos ao pensamento de José Carlos Mariátegui, compreendemos que o destino das nações não pode estar atrelado aos humores das potências centrais, que ora utilizam suas coalizões militares como escudo ideológico, ora as descartam como entulho quando o custo financeiro supera o ganho geopolítico imediato do setor privado.

É fundamental que a esquerda brasileira e os movimentos sociais encarem esse cenário com a devida profundidade teórica, sem cair na armadilha de escolher um lado na disputa entre o isolacionismo reacionário e o intervencionismo liberal. A crítica de Trump à OTAN revela a face puramente mercantilista da guerra no século XXI. A verdadeira “inutilidade” não reside na incapacidade logística da aliança em Ormuz, mas na própria existência de um bloco militar desenhado para perpetuar a exploração do Sul Global e garantir a acumulação por espoliação. A luta pela justiça social e pela emancipação dos povos exige que superemos essa lógica de blocos antagônicos em favor de uma multipolaridade real que respeite a autodeterminação, longe do cabresto das potências que transformam o mapa-múndi em um tabuleiro de interesses puramente financeiros e predatórios.

Adriana Silva

25/04/2026

Trump tá certo a OTAN é puxadinho do comunismo globalista pra dominar o mundo faz o L e vai pra Cuba!

Clarice Historiadora

25/04/2026

É patético ver gente batendo palma para o isolacionismo tacanho do Trump sem entender o básico de geopolítica energética. Como bem demonstrou o professor Hans-Dieter Von Strudel em A Falácia de Ormuz e o Ocaso Transatlântico, esse discurso ignora que a estabilidade do estreito é o pilar que sustenta o próprio sistema que o Trump finge proteger. Estudem sociologia econômica antes de celebrar a ignorância estratégica que coloca o mundo em risco.

Francisco de Assis

25/04/2026

Trump esculhamba a OTAN porque essa gente só pensa no próprio umbigo, enquanto os alienados daqui continuam batendo continência para quem nem sabe que eles existem. Enquanto o mundo se digladia, o Brasil do presidente Lula recupera sua altivez diplomática e se firma como uma potência que dialoga com todos sem baixar a cabeça. É a nossa soberania voltando a brilhar e mostrando que o gigante não só acordou, como agora dita as regras do seu próprio destino.

Adalberto Livre

25/04/2026

TRUMP TA CERTO NATO E TUDO COMUNIDTA GLOBALISTA PRA ROUBA NOSSO DINHERO!!!!!! FORA COMUNIDTAS!!!!!!!!!!!!

    Bia Carioca

    25/04/2026

    Adalberto, chamar a OTAN de comunista é o auge do delírio, sendo que ela é justamente o braço armado do imperialismo que a gente combate. Enquanto você se perde em teoria da conspiração, eu sigo aqui no Rio lutando por transporte público digno e contra essa ignorância que a extrema-direita espalha. Menos zap e mais realidade, colega.


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