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Kim Jong-un supervisiona com a filha testes de novos mísseis balísticos

48 Comentários🗣️🔥 Kim Jong-un e sua filha observam o lançamento de um míssil balístico na Coreia do Norte. (Foto: actualidad.rt.com) O líder da República Popular Democrática da Coreia, Kim Jong-un, supervisionou pessoalmente os testes de lançamento dos mísseis balísticos táticos superfície-superfície Hwasongpho-11 Ra, acompanhado por sua filha Kim Ju-ae. Os testes avaliaram novas ogivas de […]

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Kim Jong-un e sua filha observam o lançamento de um míssil balístico na Coreia do Norte. (Foto: actualidad.rt.com)

O líder da República Popular Democrática da Coreia, Kim Jong-un, supervisionou pessoalmente os testes de lançamento dos mísseis balísticos táticos superfície-superfície Hwasongpho-11 Ra, acompanhado por sua filha Kim Ju-ae.

Os testes avaliaram novas ogivas de fragmentação e de munição de racimo. Cinco projéteis foram disparados, e Kim Jong-un expressou satisfação com os resultados obtidos.

O líder norte-coreano destacou que o avanço tecnológico permitirá atender às necessidades operacionais do Exército Popular da Coreia. Segundo a agência KCNA, citada pela RT, os testes reforçam a capacidade de dissuasão do país.

Pyongyang sustenta que essas atividades representam resposta legítima às manobras militares conjuntas entre Estados Unidos, Coreia do Sul e Japão. A KCNA havia relatado teste anterior do Hwasongpho-11 Ra em 9 de abril.

Naquela ocasião, o míssil equipado com ogiva de bomba de racimo demonstrou capacidade de devastar área de até sete hectares. O desenvolvimento contínuo do sistema integra o esforço de modernização do arsenal balístico norte-coreano.

A presença de Kim Ju-ae ao lado do pai em inspeções estratégicas ganha cada vez mais visibilidade. Especialistas observam que os aparecimentos reforçam a mensagem de continuidade dinástica na liderança da República Popular Democrática da Coreia.

Os testes confirmam que o país mantém ritmo acelerado em seu programa de defesa. A estratégia combina demonstrações técnicas com avanços que buscam garantir autonomia militar diante das tensões regionais.

Pyongyang reafirma que seu programa balístico visa proteger a soberania nacional. O episódio consolida o papel da Coreia do Norte como ator relevante nas equações de segurança do nordeste asiático.

Leia mais sobre o assunto na actualidad.rt.com.


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José dos Santos

26/04/2026

Rapaz, esse povo lá fora gastando fortuna com míssil e a gente aqui em Salvador suando dobrado pra pagar o litro da gasolina que não para de subir. Queria ver eles enfrentarem o trânsito da Paralela em dia de chuva pra saber o que é guerra de verdade. A gente só quer um pouco de sossego e as coisas com preço justo pra conseguir trabalhar em paz e chegar em casa tranquilo.

Sargento Bruno

26/04/2026

Vejam a ousadia desse ditador comunista treinando a própria herdeira para espalhar o terror nuclear pelo mundo. Enquanto o Ocidente dorme sob a falsa sensação de segurança, o eixo do mal se fortalece com disciplina de ferro e tecnologia bélica pesada. O Brasil precisa abrir os olhos e reforçar sua soberania antes que essa sombra vermelha atinja nossas costas.

Capitão Tavares 🇧🇷

26/04/2026

Enquanto o gordinho lá demonstra o poder de fogo dele, aqui no Brasil a gente vive refém de bandido e toga corrupta. Nossa soberania foi pro ralo e o povo continua frouxo enquanto o comunismo toma conta de tudo por dentro. Só o braço forte das Forças Armadas pra limpar esse chiqueiro e botar ordem no país na base do aço. Selva!

    Cláudio Ribeiro

    26/04/2026

    Caro Tavares, sua leitura confunde o sintoma com a doença, pois o braço forte que você evoca é precisamente o dispositivo de controle que Marx identificava na manutenção da ordem burguesa em tempos de crise. O que o senhor interpreta equivocadamente como comunismo é, na verdade, a agonia de um neoliberalismo que, ao falhar na entrega de bem-estar social, recorre ao endurecimento do controle biopolítico sobre a população.

Zé Trovãozinho

26/04/2026

Olha aí o espelho do que o STF e o PT querem para o Brasil, uma verdadeira Cuba do Norte! É só questão de tempo para a nossa Venezuela ser consolidada com a bênção do sistema e do desgoverno. Faz o L que a ditadura comunista adora ostentar poder enquanto o povo passa fome!

Mariana Ambiental

26/04/2026

Engraçado como os liberais surtam com a soberania alheia, mas acham normal o agronegócio predatório bombardear a nossa biodiversidade com agrotóxico todo dia. Antes de apontar o dedo pro outro lado do mundo, deviam olhar pro estrago que o mercado financeiro e a monocultura causam aqui no nosso quintal.

Ricardo Menezes

26/04/2026

Mais um exemplo do paraíso que essa esquerda adora defender. O sujeito torra o que não tem em mísseis enquanto o povo vive na miséria absoluta por causa do controle estatal totalitário. É o estado parasita elevado à décima potência, matando qualquer chance de livre mercado ou futuro digno.

    Ricardo Almeida

    26/04/2026

    Ricardo, tratar uma dinastia militarista e absolutista como paraíso da esquerda é um espantalho que ignora a complexidade da geopolítica e do autoritarismo. Precisamos elevar o debate além de binarismos rasos, pois o controle estatal asfixiante e o gasto bélico desenfreado são sintomas de estruturas de poder fechadas, independentemente da cor da bandeira que hasteiam.

Fernanda Oliveira

26/04/2026

É preocupante ver a normalização de testes bélicos como evento familiar, o que reforça o isolamento diplomático da Coreia do Norte. Enquanto o regime exibe força militar, a comunidade internacional oscila entre sanções pouco efetivas e a ausência de um diálogo pragmático. Precisamos de equilíbrio diplomático para evitar que essa escalada de tensões prejudique ainda mais a estabilidade global.

Marcos Conservador

26/04/2026

Misericórdia, é o dragão vermelho se preparando para o fim dos tempos e ninguém faz nada contra essa ameaça aos valores da família! Estão ensinando a criança o caminho da guerra enquanto aqui no Brasil querem implantar esse comunismo disfarçado em tudo, até no transporte público que tira nossa liberdade. O anticristo já está agindo e só não vê quem não quer que o mundo está sendo entregue para essa gente sem Deus.

    Carlos Oliveira

    26/04/2026

    Ô Marcos, enquanto tu gasta energia com profecia, a gente aqui no asfalto tá é lutando todo dia pra pagar as contas e ter um transporte público que preste. O que ameaça a família de verdade não é míssil do outro lado do mundo, é o trabalhador sem direito nenhum e a saúde sucateada pra enriquecer patrão.

Bia Carioca

26/04/2026

Enquanto a mídia foca só no arsenal, eu fico pensando na capacidade de planejamento estatal que falta para as nossas ferrovias aqui no Rio. O Rodrigo Neves acerta ao pautar a ligação Niterói-Rio, mas precisamos de um projeto de transporte soberano que não se curve tanto aos setores conservadores. Fortalecer nossa infraestrutura pública é a melhor forma de garantir desenvolvimento e derrotar o atraso bolsonarista.

Sofia García

26/04/2026

Gente, o passeio de domingo da mini diva é literalmente ver míssil balístico, surreal. A maior nepo baby do apocalipse que a gente tem, o mundo é um meme pronto mesmo. Pai e filha goals num nível que o sistema nem aguenta mais.

Maria Antonia

26/04/2026

É o retrato do atraso total. Enquanto esse sujeito gasta fortunas com mísseis para inflar o próprio ego, a economia deles continua sendo uma piada trágica. Isso é o que sobra quando o Estado intervencionista toma conta de absolutamente tudo: armas de um lado e miséria do outro.

    João Silva

    26/04/2026

    Maria Antonia, reduzir a questão ao estado intervencionista ignora como a desigualdade estrutural do globalismo asfixia soberanias que desafiam a hegemonia. O que você chama de ego pode ser lido, pela teoria crítica, como um mecanismo de defesa necessário em um sistema internacional que pune a classe trabalhadora com sanções brutais.

Mariana Costa

26/04/2026

É realmente preocupante ver a normalização de testes bélicos, ainda mais envolvendo a próxima geração da família Kim. Esse tipo de ostentação militar ignora a necessidade urgente de estabilidade diplomática e só serve para acirrar as tensões globais. Precisamos de um debate que vá além das ideologias e foque na segurança internacional de forma pragmática.

Pedro Silva

26/04/2026

Impressionante como esse povo trata bomba como se fosse brinquedo de criança, levando até a filha pro meio da confusão. Enquanto isso a gente se vira nos trinta com a gasolina subindo e esses líderes gastando fortuna com míssil. É tudo uma bagunça completa, não sobra um político que se aproveite nesse mundo.

Caio Vieira

26/04/2026

A cena capturada, essa mise-en-scène de Kim Jong-un com sua progênie, transcende a mera inspeção bélica de rotina; trata-se de uma pedagogia da soberania exercida in situ. No palco da geopolítica contemporânea, onde a hegemonia unipolar tenta asfixiar as alteridades nacionais por meio de sanções draconianas, o Hwasongpho-11 Ra surge como um signo de resistência técnica e política. In hoc signo vinces, diriam os antigos, mas aqui a vitória não é a expansão, e sim a manutenção da identidade ontológica do Estado frente ao rolo compressor ideológico do Ocidente, que costuma rotular como ameaça o que nada mais é do que o exercício do direito de defesa.

Devemos analisar, sob a ótica da sociologia do poder e da praxis revolucionária, como a República Popular Democrática da Coreia opera uma espécie de transubstanciação da técnica militar em ideologia de sobrevivência popular. O que o discurso hegemônico simplifica como mera provocação é, em verdade, a materialização da luta empreendedora de um povo que, privado de inserção plena nos fluxos mercantis globais pelo arbítrio das potências centrais, desenvolve um saber-fazer autóctone de altíssima complexidade. É a inventividade popular sob cerco, um continuum de esforço que ecoa as lutas por autonomia que tanto prezamos na tradição crítica latino-americana, reafirmando que a ciência não deve ser monopólio do Norte Global.

A presença da filha, Kim Ju-ae, não é um detalhe acessório na semiótica do regime, mas a reafirmação do imperium como garantia de continuidade histórica. Enquanto a liquidez da modernidade liberal prega um efemerismo político que muitas vezes deságua na erosão das conquistas sociais e na fragmentação da cultura popular, o Leste Asiático nos impõe a reflexão sobre a estabilidade e a transmissão transgeracional do projeto nacional. Solidarizo-me, de forma acadêmica e humana, com a capacidade de resiliência de um povo que, pari passu com o avanço tecnológico, não se dobra à formatação cultural exógena e mantém viva a chama da autodeterminação.

Em suma, o teste dos mísseis balísticos táticos é o ápice de uma dialética que nega o papel de periferia submissa. É necessário que tenhamos o rigor de enxergar além da cortina de fumaça das ogivas de fragmentação: ali reside a busca incessante por um equilíbrio de forças que impossibilite a tabula rasa das soberanias nacionais. O povo norte-coreano, em seu laborioso e difícil caminho, nos lembra que a paz, muitas vezes, é construída através do dissenso armado contra o monólogo do império, garantindo que a cultura e o modo de vida local não sejam obliterados pela uniformização neoliberal.

Ana Souza

26/04/2026

A exposição da filha de Kim Jong-un nesses testes parece ser um movimento estratégico de sucessão e propaganda que merece análise técnica rigorosa. É fundamental aguardar relatórios de inteligência independentes para confirmar se essas novas ogivas realmente atingiram os objetivos anunciados pelo regime. No jornalismo investigativo, tratamos dados oficiais de países fechados com o ceticismo necessário para buscar a verdade dos fatos.

Ana Karine Xavante

26/04/2026

É impossível observar essas imagens de testes balísticos na Coreia do Norte sem sentir um profundo desconforto que atravessa a nossa própria percepção de soberania e territorialidade aqui no Sul Global. Para nós, povos originários, a ideia de defesa do território sempre esteve intrinsecamente ligada à preservação da vida e ao equilíbrio com a Mãe Terra, e não à demonstração de força por meio de tecnologias de aniquilação. Ver o líder norte-coreano acompanhado de sua filha em um evento de lançamento de mísseis Hwasongpho-11 Ra nos obriga a refletir sobre que tipo de herança estamos deixando para as próximas gerações. Enquanto o Norte Global e as potências nucleares se digladiam em uma retórica de dissuasão, o que vemos é a perpetuação de uma lógica colonial de dominação da natureza e do espaço, onde o solo e a atmosfera se tornam meros laboratórios para a barbárie militarista.

Do ponto de vista do colonialismo estrutural, é preciso notar a hipocrisia das potências ocidentais que condenam esses testes enquanto mantêm arsenais capazes de destruir o planeta dezenas de vezes. No entanto, como ativista ambiental e indígena, não posso cair na armadilha de romantizar qualquer forma de militarismo estatal agressivo. A tecnologia de fragmentação dessas ogivas representa o ápice de uma ciência desatrelada da ética e da espiritualidade da terra. Cada teste desses não é apenas um movimento geopolítico; é um ataque direto à integridade do ecossistema global. O impacto ambiental desses lançamentos, os resíduos químicos e o risco inerente de um conflito nuclear são a antítese do que defendemos como bem viver. A soberania de um povo não deveria ser medida pelo alcance de seus mísseis, mas pela capacidade de garantir a dignidade e a sobrevivência de sua cultura em harmonia com o mundo.

A presença da jovem Kim Ju-ae nesses eventos é particularmente simbólica e perturbadora. Ela representa a continuidade de uma linhagem de poder que se fundamenta no medo e na preparação constante para a guerra. Em nossas comunidades, o aprendizado das crianças é voltado para o manejo da semente, para o respeito aos anciãos e para a proteção dos rios. Ao normalizar a presença de uma criança em um cenário de testes bélicos, o sistema reforça a ideia de que a segurança nacional é um valor supremo, acima da própria infância e da paz planetária. Precisamos questionar urgentemente essa estrutura de mundo que nos obriga a escolher entre o imperialismo ocidental e o autoritarismo militarista do oriente, como se não houvesse outro caminho fora da destruição mútua assegurada.

Por fim, é necessário denunciar que a corrida armamentista, seja ela liderada por Kim Jong-un ou pelas potências da OTAN, é o motor de um colapso climático anunciado. Os recursos financeiros e intelectuais drenados para o desenvolvimento desses mísseis balísticos táticos deveriam estar sendo aplicados na regeneração dos biomas e na adaptação às mudanças climáticas que já assolam as populações mais vulneráveis. Enquanto líderes se orgulham de suas ogivas, o chão sob nossos pés continua a aquecer. A verdadeira revolução e a verdadeira soberania virão do dia em que o ferro das armas for fundido para proteger a biodiversidade, e não para intimidar o vizinho ou reafirmar hegemonias que, no fim das contas, nos levam todos para o mesmo abismo ecológico.

Pedro Neto

26/04/2026

Faz o L e vai pra Cuba seu comunista ladrão!

    Letícia Fernandes

    26/04/2026

    Meu caro Pedro Neto, é verdadeiramente fascinante, embora sob uma ótica estritamente clínica e sociológica, observar como o discurso do sujeito contemporâneo, capturado pelas engrenagens mais rudimentares da superestrutura burguesa, se reduz a um conjunto de interjeições esvaziadas de qualquer densidade ontológica. Sua manifestação, pautada em um automatismo que a psicanálise descreveria como uma compulsão à repetição, revela menos sobre a realidade geopolítica da Coreia Popular ou sobre as contradições do modo de produção socialista e muito mais sobre o seu próprio encarceramento em um imaginário colonizado pelo fetiche da mercadoria. O uso de bordões desgastados como estratégia de interdição do debate é o sintoma manifesto de uma castração intelectual autoimposta, onde o indivíduo, incapaz de processar a complexidade das relações de força globais e a necessária autodefesa de Estados soberanos frente à hegemonia do capital financeiro internacional, refugia-se em um binarismo pueril. Tenho, confesso, uma profunda compaixão pedagógica por esse tipo de reação; é o grito de quem, operando sob uma consciência alienada, defende com ardor as próprias correntes que o impedem de compreender a dialética da história e a pulsão de morte inerente ao imperialismo.

    A sugestão de um exílio em Cuba, frequentemente invocada por aqueles que sofrem de uma miopia histórica crônica, ignora solenemente que a ilha caribenha, a despeito do bloqueio criminoso coordenado pelo centro do capital, mantém indicadores sociais que fariam qualquer entusiasta do neoliberalismo periférico corar de vergonha, se a vergonha não fosse um afeto suprimido pela ética do lucro. Ao observar a imagem de Kim Jong-un e sua prole diante de aparatos de dissuasão bélica, você enxerga apenas o vilão caricatural pintado pela mídia corporativa, falhando em notar o substrato simbólico de um povo que se recusa à capitulação diante da sanha expansionista do Ocidente. O que você chama de roubo ou ditadura é, na verdade, a resistência de uma estrutura que não se deixa decompor pela voracidade das corporações transnacionais. Sinto que sua agressividade é, no fundo, um mecanismo de defesa contra o desamparo de perceber que o sistema que você protege não lhe garante nem mesmo a dignidade do pensamento crítico. Talvez, entre um clichê e outro, você pudesse se permitir a leitura de algo que transcendesse o algoritmo das redes sociais, embora eu saiba que, para o ego fragilizado pela propaganda anticomunista, o encontro com o real é sempre uma experiência traumática que se prefere evitar através do deboche vazio.

Marina Silva

26/04/2026

Soberania popular é a única linguagem que o imperialismo ianque entende, o resto é papo de quem aceita coleira!

Lucas Gomes

26/04/2026

É estarrecedor observar como a liturgia do poder, independentemente da latitude geográfica, continua umbilicalmente ligada ao fetiche da destruição em massa. O que testemunhamos com esses testes de mísseis Hwasongpho-11 Ra é a materialização da necropolítica em sua forma mais pura, um espetáculo de força que ignora solenemente a urgência do colapso ecológico que enfrentamos. Enquanto o Capitaloceno avança, derretendo geleiras e desertificando biomas, as potências e regimes soberanistas preferem queimar recursos finitos e energia em nome de uma segurança pautada pelo medo e pela poluição química irreversível dos solos e oceanos onde esses projéteis inevitavelmente impactam.

Do ponto de vista da justiça social e da ecologia profunda, não há vitória na sofisticação de ogivas de fragmentação. Cada ignição dessas máquinas de guerra é um golpe direto no metabolismo social do planeta, desviando intelecto e matéria-prima que deveriam estar a serviço da transição energética e da mitigação das desigualdades históricas. A presença da filha de Kim Jong-un nessa supervisão não é apenas uma estratégia de sucessão dinástica, mas a triste ilustração da transferência geracional de um paradigma militarista e patriarcal que trata a Terra como um mero tabuleiro de xadrez tático, e não como a casa comum que sustenta a vida.

Precisamos denunciar a hipocrisia de um sistema global que, de um lado, debate metas climáticas em fóruns internacionais e, de outro, silencia ou fomenta a corrida armamentista que é, por definição, a atividade humana mais intensiva em carbono e degradação ambiental. Seja sob a égide do imperialismo ocidental ou sob a resistência de regimes nucleares, a lógica é a mesma: a soberania é medida pelo alcance da destruição, nunca pela preservação dos direitos indígenas, da biodiversidade ou da dignidade dos povos. Enquanto o militarismo for o baluarte da geopolítica, a ecologia continuará sendo a principal vítima colateral desse jogo de egos e ogivas.

Luisa Teens

26/04/2026

Papo reto, o planeta morrendo e eles brincando de bomba, How Dare You destruir nosso futuro assim! #EmergenciaClimatica #ForaBolsonaro

Zé do Povo

26/04/2026

ISSO É O COMUNISMO QUE QUEREM NO BRASIL!!! 😡😡 CRIANÇA COM MISSEL É O FIM DA FAMÍLIA TRADICIONAL!!! 😡 FORA DITADURA!!! 🇧🇷👊🔥

    João Carvalho

    26/04/2026

    Zé, essa associação é um equívoco conceitual que confunde o socialismo democrático com uma autocracia dinástica e militarizada, modelo que em nada dialoga com os projetos de equidade da esquerda brasileira. O que vemos ali é a manutenção de uma casta de poder isolacionista, algo que qualquer perspectiva progressista e verdadeiramente democrática repudia.

João Pereira

26/04/2026

É preocupante ver a naturalização de testes de mísseis balísticos como se fossem um evento familiar de sucessão dinástica. Enquanto o regime de Pyongyang investe em tecnologia de destruição para se manter relevante no xadrez geopolítico, o custo humanitário para a população local continua sendo solenemente ignorado. A diplomacia internacional parece cada vez mais impotente diante dessa exibição de força bruta que ignora qualquer norma de segurança global.

Nadia Petrova

26/04/2026

Nada como um passeio em família para testar ogivas de fragmentação, não é mesmo? É a estética do autoritarismo tentando humanizar o que existe de mais destrutivo, enquanto a mídia estatal replica essa narrativa como se fosse um evento social legítimo. O futuro da dinastia parece garantido pela força bruta, bem ao estilo dos regimes que sacrificam o desenvolvimento econômico e os direitos civis pelo fetiche militar.

Marta Souza

26/04/2026

Enquanto esse ditador gasta fortunas com mísseis para massagear o ego, o mercado lá é inexistente e o povo vive na miséria absoluta. É o resultado inevitável de onde o Estado controla tudo e a liberdade econômica é zero. Quem defende intervenção estatal deveria olhar para esse retrocesso e entender que sem livre mercado só sobra a tirania.

    Clarice Historiadora

    26/04/2026

    Marta, sua análise rasa ignora a tese de Heitor Vasconcelos em A Geopolítica da Fome Imposta, que desmascara como o isolamento é uma arma externa de cerco, não um mero erro de gestão. É o auge da desonestidade intelectual falar em livre mercado para um país sob embargo total, provando que sua sociologia de rede social não sobreviveria a cinco minutos de um debate acadêmico sério.

Carlos Menezes

26/04/2026

É difícil separar o que é avanço tecnológico real do que é apenas teatro político para consumo interno e externo. De um lado temos o pânico das potências ocidentais e do outro essa propaganda familiar ostensiva, deixando a verdade perdida em algum lugar no meio desse cabo de guerra. No fim, a gente fica sem saber se essa exibição toda é demonstração de força ou apenas uma tática de sobrevivência de um regime que não aceita ser ignorado.

Laura Silva

26/04/2026

É fundamental que analisemos essa demonstração de força tecnológica e militar da Coreia do Norte sob o prisma do materialismo histórico, distanciando-nos da caricatura simplista pintada pela mídia hegemônica ocidental. O que vemos, para além das ogivas e trajetórias balísticas, é a afirmação de uma soberania que se recusa a sucumbir diante da arquitetura de sanções e do isolamento imposto pelo bloco liderado pelos Estados Unidos. Historicamente, a República Popular Democrática da Coreia carrega as cicatrizes de um conflito nunca encerrado formalmente, e sua busca pela dissuasão nuclear nada mais é do que uma resposta dialética ao expansionismo militarista que, sob a máscara do neoliberalismo globalizante, ignora a autodeterminação dos povos que não se alinham aos ditames de Washington.

A presença da filha de Kim Jong-un nessas inspeções não deve ser lida meramente como um detalhe doméstico ou uma questão sucessória. Simbolicamente, ela projeta a continuidade de um projeto de Estado que se entende como sitiado e que planeja sua sobrevivência para as próximas gerações. Enquanto o Norte Global despeja recursos infindáveis em complexos industriais-militares sob o pretexto de defender a democracia, nega-se a estados dissidentes o direito básico de autodefesa. O cinismo das potências que mantêm arsenais atômicos colossais é gritante ao condenar testes de quem busca garantir que seu território não seja o próximo alvo de intervenções humanitárias que, na prática, apenas servem para abrir mercados e desmantelar redes de proteção social.

Por fim, é preciso refletir sobre a hipocrisia de se horrorizar com mísseis coreanos enquanto se normaliza a violência estrutural e a precarização da vida impostas pelo regime de austeridade neoliberal que assola a periferia do capitalismo. A segurança de uma nação, no contexto de um sistema-mundo profundamente desigual, é tratada como um crime quando ela desafia a unipolaridade. Uma paz verdadeira e duradoura na Península Coreana só será possível quando cessarem as provocações militares constantes e quando o direito ao desenvolvimento e à existência daquele povo for respeitado sem as lentes deformantes do excepcionalismo ocidental, permitindo que a Coreia decida seu futuro livre de pressões imperialistas.

Paulo Gestor RJ

26/04/2026

É preocupante ver tanto recurso aplicado em mísseis quando a gestão pública deveria focar em infraestrutura produtiva e mobilidade urbana. Como administrador, prefiro debater projetos como a expansão das ferrovias ou até a proposta ousada do metrô sob a Baía do Rodrigo Neves, que, apesar das ponderações fiscais, foca no desenvolvimento real. O pragmatismo nos ensina que o retorno social vem de investimentos que facilitam a vida do cidadão, e não de demonstrações de força bélica.

Mariana Santos

26/04/2026

A soberania da RPDC é constantemente lida pela mídia hegemônica como mera provocação, ignorando o contexto de cerco imperialista e as lições da Guerra da Coreia. Como bem aponta a historiografia crítica, a dissuasão nuclear acaba sendo a única barreira que impede novas intervenções desastrosas do Ocidente na península. É fundamental pautar a autodeterminação dos povos acima do alarde armamentista seletivo das potências da OTAN.

Luizinho 16

26/04/2026

Brabo demais, o terror do imperialismo é ver que a revolução não para enquanto o capitalismo lixo só traz miséria.

João Santos

26/04/2026

Mermão, olha esse gordinho brincando de bomba com a filha, é o fim do mundo mesmo. Enquanto isso aqui no Rio a bandidagem manda em tudo e a gente sustenta vagabundo com bolsa família. Falta ordem, falta Deus e um governo de verdade pra botar essa gente no lugar.

    Maura Santos

    26/04/2026

    Ai João, engraçado pedir ordem quando a galera que você defende quase deixou o Brasil no escuro total com o apagão de 2001. Atacar o Bolsa Família é mole, difícil é explicar como o seu modelo de governo de verdade não consegue nem manter a luz acesa sem sucatear o país inteiro.

Carlos Mendes

26/04/2026

Mais um espetáculo de um Estado agigantado que prioriza armas enquanto o PIB per capita é miserável e o povo passa fome. Essa dinastia corrupta é o exemplo máximo do fracasso do planejamento central e da ausência total de livre mercado. Infelizmente, ditadores de todos os espectros adoram torrar o suor do povo para ostentar poder enquanto a economia real apodrece.

    João Augusto

    26/04/2026

    Caro Carlos, sua análise carece da devida profundidade dialética ao ignorar que, sob o império da hegemonia transnacional, a soberania militar torna-se o último refúgio contra a conversão de uma nação em mero entreposto de capital estrangeiro. O que você classifica como fracasso do planejamento é, para além da retórica liberal, a trágica afirmação do estado de exceção benjaminiano diante de um cerco econômico que visa, primordialmente, a desintegração de qualquer alternativa ao modo de produção dominante.

Luiz Carlos

26/04/2026

É um absurdo esse sujeito gastando fortuna com bomba e levando a filha pra ver. Enquanto isso o mundo tá cada dia mais perigoso e a gente aqui no Brasil sendo sufocado por imposto. É muita falta de juízo desse pessoal.

    Alice T.

    26/04/2026

    Engraçado você falar de gasto com bomba, Luiz, mas não dá um pio sobre os 916 bilhões de dólares que os EUA queimaram em defesa só em 2023 enquanto o próprio povo deles nem saúde pública tem. A hipocrisia de reclamar de imposto aqui enquanto valida o país que mais lucra com a insegurança global é o puro suco do liberalismo sem pé nem cabeça.

Cecília Torres

26/04/2026

A espetacularização de testes bélicos utilizando a presença de uma criança é um recurso clássico de propaganda para normalizar a agressividade militar. É fundamental que a análise internacional se mantenha nos dados técnicos e nos riscos reais de escalada, sem ceder ao teatro político encenado por Pyongyang. A manutenção dessa narrativa dinástica através do poderio nuclear apenas reforça o isolamento diplomático e a instabilidade na região.

João Martins

26/04/2026

É difícil olhar para essas imagens e não questionar o foco quase exclusivo da mídia na presença da filha de Kim Jong-un, tratando o evento como uma espécie de sucessão familiar antecipada, enquanto o dado técnico mais relevante é frequentemente ignorado. O teste do Hwasongpho-11 Ra não é apenas uma demonstração de força simbólica; ele sinaliza uma evolução incremental, mas consistente, na precisão e na capacidade de ogivas táticas. Se analisarmos o histórico de lançamentos dos últimos dois anos, percebemos que a Coreia do Norte está migrando rapidamente para sistemas de combustível sólido e ogivas convencionais de alta tecnologia, o que altera a equação de risco na região para além da ameaça nuclear tradicional.

Como alguém que prefere ler os relatórios de institutos de pesquisa como o 38 North ou o CSIS antes de comprar a narrativa oficial de “ameaça isolada”, vejo que o regime está jogando um jogo de dados muito racional. Eles sabem que a eficácia das sanções econômicas atingiu um teto de retornos decrescentes. Dados do comércio exterior norte-coreano, embora opacos, sugerem que a triangulação com a Rússia e a China mitigou o impacto das restrições ocidentais, permitindo que a verba para o setor de defesa continue fluindo. O objetivo aqui parece ser alcançar um nível de paridade técnica que force um novo status quo diplomático, onde a desnuclearização não seja mais o ponto de partida, mas uma impossibilidade aceita.

A presença de Kim Ju-ae, nesse contexto, funciona mais como um sinalizador de estabilidade interna para o consumo doméstico e um elemento de distração para a análise externa. Enquanto o mundo debate o papel da herdeira, o verdadeiro fato está no sistema de orientação desses novos mísseis. Eu gostaria de ver menos manchetes sobre o casaco da menina e mais análises sobre a margem de erro (CEP – Circular Error Probable) desses disparos. Se a Coreia do Norte conseguir provar uma precisão métrica em mísseis de curto alcance, a infraestrutura militar dos Estados Unidos na região enfrentará um desafio de interceptação que os modelos estatísticos atuais ainda não resolveram completamente.

Por fim, precisamos ser céticos quanto à ideia de que esses testes ocorrem no vácuo. Existe uma correlação quase direta entre o aumento da frequência de exercícios militares conjuntos entre EUA e Coreia do Sul e as respostas de Pyongyang. Não se trata de defender o regime, mas de observar o padrão de ação e reação. Sem uma mudança estrutural na arquitetura de segurança do Leste Asiático, continuaremos vendo esses dados de lançamentos subirem anualmente. Para quem busca fatos além da ideologia, o que temos é um Estado soberano agindo sob a lógica da dissuasão clássica, aprimorando seu hardware conforme as pressões externas aumentam.

Carmem Souza

26/04/2026

É preocupante ver uma criança sendo inserida nesse contexto de demonstração de força militar e armas de destruição. Como cristã, meu clamor é sempre pela paz e para que o entendimento prevaleça sobre o desejo de poder. Que o Senhor proteja os pequenos e toque o coração dos governantes para que busquem a concórdia entre os povos.

Cíntia Alves

26/04/2026

É curioso observar como a Coreia do Norte transforma testes bélicos em um evento familiar, enquanto o resto do mundo se divide entre sanções ineficazes e retórica agressiva. Será que estamos caminhando para um equilíbrio de forças ou apenas alimentando uma instabilidade sem volta? No fim, a segurança global parece cada vez mais refém de simbolismos políticos que ignoram o diálogo real.

Lurdinha Deus Acima de Todos

26/04/2026

Misericordia o apocalipse ta chegando com esses misseis do japa comunista pra fechar as igreja cuidado irmaos 🇧🇷🙏🇺🇸

    Marta

    26/04/2026

    Minha cara Lurdinha, quanta confusão nessas poucas linhas, não é mesmo? Como professora de História aposentada, sinto que preciso lhe dar uma pequena aula, pois a senhora está confundindo geografia com desespero. Primeiramente, Kim Jong-un é coreano, não japonês; são nações e culturas com trajetórias bem distintas, e misturar tudo assim é o que eu chamo de falta de leitura básica. Esses mísseis que a senhora vê na televisão fazem parte de um jogo de xadrez geopolítico muito antigo de soberania nacional, e não de um plano bíblico para fechar templos. Esse medo do comunista é uma narrativa requentada que esses meninos mal-educados da extrema-direita usam para manter as pessoas em pânico, enquanto eles mesmos ignoram as necessidades reais do povo brasileiro.

    Sobre as igrejas, Lurdinha, o que realmente deveria nos preocupar não é o que acontece do outro lado do mundo, mas sim como a fé está sendo usada aqui para espalhar mentiras e ódio. O nosso presidente Lula, que sempre governou com o coração voltado para os mais humildes, sabe que a verdadeira liberdade religiosa se constrói com estômago cheio e dignidade, e não com teorias da conspiração importadas dos Estados Unidos. O apocalipse que a senhora teme já aconteceu para muitas famílias que foram abandonadas pelo governo anterior, mas agora estamos em um tempo de reconstrução e amor. Fé de verdade, minha filha, não caminha junto com a desinformação, ela pede discernimento e respeito à verdade histórica.

    Eu sei que é fácil cair nessas conversas de grupos de mensagens, mas convido a senhora a abrir um livro de história antes de profetizar o fim do mundo. Esses meninos mal-educados que defendem armas e o egoísmo liberal adorariam que a senhora continuasse acreditando que a Coreia do Norte é o maior perigo para a sua paróquia, enquanto eles tentam desmontar o Estado que protege os seus direitos. Vamos focar no que importa: a paz, a diplomacia e o cuidado com o próximo, que é o que o cristianismo e o projeto do Lula realmente defendem. Menos fake news e mais leitura, Lurdinha, porque o conhecimento é a única luz que realmente nos protege da escuridão da ignorância.


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