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Pesquisadores de Stanford criam amplificador óptico compacto que multiplica sinais cem vezes

0 Comentários🗣️🔥 Um chip óptico em funcionamento, com luz vermelha e azul, em laboratório. (Foto: sciencedaily.com) Pesquisadores da Universidade de Stanford desenvolveram um amplificador óptico compacto capaz de potencializar sinais de luz em até cem vezes. Os amplificadores ópticos funcionam de maneira semelhante aos amplificadores de áudio, mas aumentam a intensidade da luz em vez […]

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Um chip óptico em funcionamento, com luz vermelha e azul, em laboratório. (Foto: sciencedaily.com)

Pesquisadores da Universidade de Stanford desenvolveram um amplificador óptico compacto capaz de potencializar sinais de luz em até cem vezes.

Os amplificadores ópticos funcionam de maneira semelhante aos amplificadores de áudio, mas aumentam a intensidade da luz em vez do som. As versões compactas tradicionais exigem considerável energia para operar, limitando sua eficiência.

O professor associado de física aplicada Amir Safavi-Naeini atuou como autor sênior do estudo. Ele destacou a versatilidade do amplificador, que pode operar em todo o espectro óptico e ser integrado em um chip.

O dispositivo aumenta a intensidade de um sinal de luz em cerca de cem vezes usando apenas algumas centenas de miliwatts de energia. Seu tamanho reduzido permite que funcione com bateria e seja incorporado a dispositivos como laptops ou smartphones.

O design minimiza o ruído indesejado e opera em uma faixa maior de comprimentos de onda do que os amplificadores existentes. A eficiência é alcançada por meio de um design ressonante semelhante ao usado em lasers.

Dentro do amplificador, a luz de bombeamento circula em um ressonador em caminho contínuo, semelhante a uma pista de corrida. À medida que circula, a luz se intensifica, permitindo amplificar com mais eficácia o sinal alvo.

O doutorando Devin Dean, coautor do estudo, atribuiu a eficiência do dispositivo a um “truque de reciclagem de energia”. Essa abordagem produz uma saída mais forte exigindo menos energia de entrada.

O trabalho foi apoiado pela Agência de Projetos de Pesquisa Avançada de Defesa, pela NTT Research e pela Fundação Nacional de Ciência. Mais detalhes podem ser encontrados no portal Science Daily.


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